30/12/2025
Este não foi um ano fácil. Foi um ano pesado, exigente, feito de obstáculos duros, momentos de dúvida e de provas constantes à resiliência. Houve dias em que avançar parecia mais difícil do que parar, e em que o caminho parecia longo demais.
Por isso, este ano não vou fazer o habitual agradecimento a quem ajudou. Não por falta de reconhecimento, mas porque este foi um ano em que a maior força teve de vir de dentro. Agradeço, acima de tudo, à minha persistência — a que não desistiu, a que aguentou quando foi preciso aguentar, a que continuou quando seria mais fácil recuar.
E agradeço ao José Freitas. Porque nada do que foi duro foi só meu. As dores, as pressões, as dificuldades e o desgaste foram vividos em conjunto, lado a lado, como verdadeira equipa de trabalho. Caímos e levantámo-nos juntos, com a mesma carga nos ombros e a mesma vontade de seguir em frente. Foi essa partilha, essa força comum, que nos permitiu transformar desafios em conquistas e alcançar todos os prémios que hoje esta imagem representa.
Estas conquistas não são apenas troféus ou distinções. São a prova de um ano duro vencido à custa de trabalho, sacrifício e uma vontade firme de não baixar os braços.
Que este final de ano fique marcado não pela facilidade, mas pela superação. E que o que vem a seguir encontre-nos ainda mais preparados, mais fortes e mais conscientes do nosso valor.