Sarmento e Castro Advogados

Sarmento e Castro Advogados Escritório de Advogados fundado por Osvaldo Sarmento e Castro em 1984 na Marinha Grande, e onde exerce Advocacia Tiago Sarmento e Castro.

Extratos Curriculum Vitae Tiago Sarmento e Castro:
HABILITAÇÃO ACADÉMICA:
- 2015: conclusão com aproveitamento do XIII Curso de Pós-Graduação em Direito Das Empresas pelo Instituto de Direito das Empresas e do Trabalho da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tendo resultado dos exames escritos realizados a classificação média final de 14 valores.
- 2008: conclusão com aproveitamento da

Pós-Graduação em Justiça Administrativa e Fiscal pelo Centro de Estudos de Direito Público e Regulação da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tendo realizado trabalho escrito subordinado ao tema “A intimação para proteção de direitos, liberdades e garantias”, com a informação final de “Muito Bom”.
- Licenciatura em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, concluída anteriormente às reformas decorrentes do “Processo de Bolonha”. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:
- 2007: estágio com o Patrono Dr. Victor Faria (Vogal do Conselho Superior da Magistratura, designado pela Assembleia da República, Membro do Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários, por indicação do CSM), durante o qual, além do tirocínio decorrente do acompanhamento e intervenção nos serviços jurídicos e de advocacia prestados no escritório do Patrono, participou ainda no sistema de acesso ao direito, tendo sido nomeado oficiosamente em inúmeros processos e ações, bem como intervindo em diversas diligências urgentes durante escalas presenciais e de prevenção.
- 2009: Aprovação como Advogado pela Ordem dos Advogados Portugueses, tendo elaborado trabalho escrito subordinado ao tema “A Caducidade da Cláusula Compromissória e a Anulação da Decisão Arbitral”, para discussão no exame de agregação à Ordem dos Advogados.
- 2010: Exercício da Advocacia a tempo inteiro enquanto profissional liberal em prática individual, mais assumindo por si só a gestão integral do escritório e da carteira de clientes.
- Decorre da vocação generalista do escritório o aconselhamento jurídico e patrocínio forense tanto de pessoas singulares, como de pessoas coletivas de utilidade pública, associações sem fins lucrativos e sociedades comerciais, prestando ainda consultoria jurídica e serviços de advocacia em regime de avença a empresas dos mais variados setores de atividade.
- Experiente em consultoria nas diversas vertentes do direito penal, contraordenacional, civil, comercial, laboral, insolvencial e do urbanismo.
- Boas competências processuais adquiridas por via da frequente litigância escrita e oral em Tribunal, intervindo com regularidade em julgamentos nas diversas áreas do Direito, desde o penal e contraordenacional, ao civil, comercial, insolvencial e laboral. FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTÍNUA:
Participou, além de em vários outros, nos seguintes cursos, seminários, fóruns, conferências e debates públicos:
- Conferência subordinada ao tema “Os desafios das PME”, realizada em 16/2/2007, promovida pelo NERLEI – Assoc. Empresarial da Região de Leiria e Instituto Superior de Línguas e Administração (ISLA -Leiria);
- Conferência subordinada ao tema “Alterações ao Código de Processo Penal”, realizada em 18/10/2007, promovida pelo CDCOA
- Fórum Profissões Jurídicas, orador Juiz Conselheiro António Silva Henriques Gaspar, realizado em 9/12/2007, promovido pela Fac. Direito da Universidade de Coimbra
- Seminário “Mediação Penal”, realizado em 22 de Fevereiro de 2008, promovido pelo Centro de Estudos Judiciários;
- Conferência “As Alterações aos Códigos Penal e de Processo Penal”, realizada em 27 de Março de 2008, promovida pela Ordem dos Advogados;
- Debate Público sobre “Regime de Exercício da Actividade Industrial”, realizado em 11 de Abril de 2008, promovido pela Fac. Direito da Universidade de Coimbra, CEDIPRE;
- Conferência subordinada ao tema “Globalização, democracia e direito do consumidor”, Orador Professor Catedrático Rui de Alarcão, realizada em 18/4/2008, promovida Fac. Direito da Universidade de Coimbra;
- Ação de Divulgação “Registos On-line”, realizada em 21 de Abril de 2008, promovida pela Fac. Direito da Universidade de Coimbra, IRN, ITIJ;
- Conferência “Novo regime de responsabilidade civil do Estado e demais Entidades Públicas”, realizada em 21 de Maio de 2008, promovida pela Fac. Direito da Universidade de Coimbra, CEDIPRE;
- Colóquio “O Novo Código do Trabalho”, realizado em 24 de Outubro de 2008, promovido pela Ordem dos Advogados, JUTRA;
- Conferência “As Sociedades Gestoras de Participações Sociais - Utilidades, Peculiaridades e Constrangimentos”, realizada em 15 de Janeiro de 2009, promovida pela Ordem dos Advogados;
- Conferência “O Novo Código do Trabalho”, realizada em 21 de Janeiro de 2009, promovida pela Ordem dos Advogados;
- Conferência “Os Actos Notariais de Advogados”, realizada em 30 de Janeiro de 2009, orador Dr. Edgar Valles, promovida pela Ordem dos Advogados;
- Conferência “O Novo Regime Jurídico do Divórcio”, realizada em 13 de Fevereiro de 2009, promovida pela Ordem dos Advogados;
- Conferência “A Lei do Orçamento de Estado para 2009 e os Aspectos Fiscais da Titulação de Actos por Advogado”, realizada em 18 de Fevereiro de 2009, promovida pela Ordem dos Advogados;
- Conferência, “O Advogado e o Novo Estatuto Disciplinar da Função Pública”, realizada em 5 de Março de 2009, promovida pela Ordem dos Advogados;
- Conferência “Responsabilidade Penal das Sociedades e seus Administradores e Representantes”, realizada em 19 de Março de 2009, promovida pela Ordem dos Advogados, NERLEI - Associação Empresarial da Região de Leiria;
- Conferência “Garantia dos Bens de Consumo, Contratos de Consumo e Garantias de Coisas Móveis e Imóveis”, realizada em 25 de Março de 2009, orador Dr. Mário Frota, promovida pela Ordem dos Advogados, apDC, sociedade científica de Direito do Consumo;
- Curso de “Práticas Processuais Laborais”, 16 horas, decorrido em Dezembro de 2007 e Janeiro de 2008, promovido pela Ordem dos Advogados;
- Curso de “Práticas Processuais Administrativas”, 18 horas, decorrido em Janeiro e Fevereiro de 2008, promovido pela Ordem dos Advogados e Centro de Estudos e Formação Autárquica;
- Curso de “Arrendamento Urbano”, 11 horas, decorrido em Janeiro a Março de 2008, promovido pela Ordem dos Advogados;
- Curso de “Registos e Notariado”, 16 horas, decorrido em Março e Abril de 2008, promovido pela Ordem dos Advogados;
- Curso de “Processo de Insolvência”, 18 horas, decorrido em Maio e Junho de 2008, promovido pela Ordem dos Advogados;
- Curso de “Direito das Sociedades”, 18 horas, decorrido em Outubro e Novembro de 2008, promovido pela Ordem dos Advogados;
- Curso de “Práticas Processuais Tributárias”, 18 horas, decorrido em Dezembro de 2008, promovido pela Ordem dos Advogados;
- Curso de “Contratos”, 18 horas, decorrido em Janeiro e Fevereiro de 2009, promovido pela Ordem dos Advogados;
- Conferência subordinada ao tema “Os novos Códigos de Trabalho e de Processo do Trabalho” realizada dia 25 de Fevereiro de 2010, orador Dr. Amaro Jorge, promovida pelo Conselho Distrital de Coimbra da Ordem dos Advogados e JUTRA - Associação Luso-Brasileira de Juristas do Trabalho;
- Conferência subordinada ao tema “Alterações ao Código do Trabalho e de Processo do Trabalho”, realizada em 23/4/2010, promovida pelo Centro de Estudos Judiciários;
- Conferência V Conferência Jurídica: "Direito Penal de Empresa", realizada em 28/4/2010, promovida pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria
- Seminário “Como proteger a minha marca”, realizado em 6/5/2011, promovido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual e Conselho Distrital de Coimbra da Ordem dos Advogados;
- Conferência subordinada ao tema “As alterações ao Regulamento das Custas Processuais”, promovida pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais, realizada em 7/3/2013
- Conferência subordinada ao tema “O Novo Código de Processo Civil”, realizada em 23/9/2013, promovida pela Ordem dos Advogados;
- Conferência subordinada ao tema “AS CONTAS NAS CUSTAS PROCESSUAIS: custas de Parte, conta final e nota discriminativa do agente de execução “ realizada dia 5 de Novembro de 2015, promovida pela Ordem dos Advogados,
- Conferência subordinada ao tema “O Advogado e o Processo Penal: Questões Práticas na Perspectiva da Defesa e da Acusação“ realizada dia 2 de dezembro de 2015, promovida pela Ordem dos Advogados,
OUTRAS COMPETÊNCIAS GERAIS:
- Bons conhecimentos de Inglês, falado e escrito (6 anos de estudo).
- Conhecimentos de Francês, falado e escrito (3 anos de estudo).
- Conhecimentos de Alemão, falado e escrito (3 anos de estudo).
- Conhecimentos de Castelhano.
- Bons conhecimentos de informática e internet

09/04/2020

André Moz Caldas, secretário de Estado da Presidência de Conselho de Ministros, garante que, a seu tempo, todas as medidas excepcionais serão revogadas.

27/02/2019

Há casos em que apenas uma nota de crédito ultrapassa os 20 milhões de euros. Situação foi detetada esta quarta-feira, mas há também faturas de...

21 de setembro são divulgados os vencedores da fase nacional dos Prémios Europeus de Promoção Empresarial, uma iniciativ...
18/09/2017

21 de setembro são divulgados os vencedores da fase nacional dos Prémios Europeus de Promoção Empresarial, uma iniciativa da Comissão Europeia que distingue boas práticas de promoção do empreendedorismo na Europa, na qual Portugal tem vindo a apresentar projetos ganhadores em diversas categorias.

22/08/2017

Obriga à utilização de meio de pagamento específico em transações que envolvam montantes iguais ou superiores a EUR 3 000, alterando a Lei Geral Tributária e o Regime Geral das Infrações Tributárias

18/04/2017

Em caso de incumprimento, as firmas arriscam-se a coimas de mil a 50 mil euros.

27/12/2016

http://data.dre.pt/eli/dec-lei/86/2016/p/dre/pt/html
Decreto-Lei n.º 86/2016, Altera a regulamentação da Lei da Organização do Sistema Judiciário e estabelece o regime aplicável à organização e funcionamento dos tribunais judiciais, criando, entre outros e além do mais, o Juízo de Família e Menores de Alcobaça e o Juízo de Família e Menores de Leiria.

Díário da República Eletrónico, Portugal

27/05/2016

Site de divórcio na hora foi denunciado por fraude em 2009 e continua ativo 27.05.2016 Por: feeds Artigo BURLA Site de divórcio na hora foi denunciado por fraude em 2009 e continua ativo Site de divórcio na hora, denunciado por fraude em 2009, continua ativo Burla. Lançado em 2008, portal foi denunc...

25/04/2016

Minha intervenção de hoje em Sessão Solene da Assembleia Municipal da Marinha Grande em comemoração dos "40 ANOS DO PODER LOCAL":
Os meus respeitosos e prezados cumprimentos ao Exmo.Sr. Presidente da Assembleia Municipal e às Exmas. Sras. e Exmos.Srs. Membros da Mesa da Assembleia Municipal e às Exmas.Sras. e Exmos.Srs. Deputados que esta constituem, ao Exmo.Sr. Presidente da Câmara Municipal e às Exmas. Sras. e Exmos.Srs. Vereadores, à Exma.Sra. e aos Exmos.Srs. Presidentes das Juntas de Freguesia, a todas e todos demais amigas e amigos e concidadãs e concidadãos.
Saúdo, muito e sempre, esta Comemoração, e hoje também a especial importância do assinalarmos esta efeméride, enquanto símbolo na nossa história coletiva da maturidade dos aniversários comemorados, que vem servir o debate e estudo destes temas, necessários para melhor prepararmos o futuro.
E por isso inicio permitindo-me destacar que também hoje celebramos a Constituição da República Portuguesa, a qual comemorou já em 10 de Abril 40 primaveras e ainda mantém os seus princípios fundamentais originários, e pese embora submetida a revisões, porque democráticas e sem ruturas de ordem constitucional, incorpora já manifesta expressão, à luz da história constitucional portuguesa, de um labor meritório nascido no mais íntimo seio de Abril que se traduziu num valor democrático que vem ultrapassando o teste dos tempos.
E, se na esteira dela continuarmos, da sua interpretação concluímos, entre tanto mais, que Poder local é diferente de Autarquia local.
O Poder local reconhece-se pois em Autarquias autónomas, dotadas de amplo grau de autonomia administrativa e financeira. As Autarquias locais encontram-se ainda reconduzidas às freguesias e municípios e seus respetivos órgãos representativos, apesar de virmos já trilhando os caminhos do associativismo e da cooperação intermunicipal.
Por isso, partindo desta distinção, lembremos que nos negros anos fascistas não havia poder local, já que as autarquias se reduziam a meros postos avançados do poder central, enquanto entidades fiscalizadoras do cumprimento das regras do Estado Novo e ao seu inteiro serviço, controladas política, administrativa e financeiramente pelo Governo, e deste totalmente dependentes e a este completamente subordinadas.
Nessa medida, justamente, o Poder local é visto como uma das maiores conquistas de Abril e é reconhecido como o poder que é exercido em maior intimidade entre representantes e representados.
Aliás, logo no pós 25 de Abril, em rotura com a ditadura, as Autarquias locais foram decisivas no desenvolvimento do país, ao empenharem-se na satisfação de necessidades básicas das populações e criação de infraestruturas, e ainda conseguindo consagrar a sua autonomia e granjear uma grande participação popular na vida associativa e autárquica.
De facto, as autarquias locais através dos seus órgãos representativos são quem, na organização democrática do Estado, maior proximidade têm, em concreto, no território, com os cidadãos que se visa beneficiar, pelo que melhor poderão executar e implementar os investimentos oriundos não só dos próprios orçamentos mas igualmente os disponibilizados pelo Governo e pela Europa.
De resto, a proximidade com os representados permite conhecer melhor as necessidades da sua comunidade, e favorece a participação política, a abertura e responsabilidade, incentivando práticas cívicas e democráticas, ao mesmo tempo que atraem as populações para a política.
Os eleitos locais são quem mais de perto sente as expectativas dos cidadãos, o que impele a decisões mais prudentes e permite ser mais eficiente na distribuição dos serviços e investimentos.
Efetivamente, a maior parte do investimento público vem sendo feito pelos Municípios, e ainda que estes apenas recebam uma pequena parte do orçamento de Estado, muito contribuem para o aumento do Produto Interno Bruto e das condições de vida das populações, para o desenvolvimento dos seus territórios e da sua coesão social, económica e cultural.
A Câmara Municipal da Marinha Grande, é disso bom exemplo, como é bom exemplo também da necessária transparência na gestão e aplicação dos dinheiros que, por serem públicos, são de todos nós.
Na prática, às Autarquias exige-se a máxima eficiência na gestão dos recursos financeiros, sempre escassos, pois vêm sendo chamadas a intervir em cada vez mais matérias e com cada vez maior profundidade, o que se traduz numa crescente complexidade do governo local.
Por outro lado, visando as autarquias locais a prossecução dos interesses próprios das populações respetivas, a elas cabe um valioso papel no desbloquear de conflitos com e entre outros órgãos do Estado, fomentando a articulação e integração territorial de políticas setoriais.
Além do mais, e apesar da Aldeia global que as novas tecnologias vêm tornando realidade, nada pode substituir os contactos interpessoais, pois o importante é conhecer de perto as pessoas e os seus problemas.
Cada vez mais se torna necessário pensar global e agir localmente, de forma autónoma e descentralizada, motivo pelo qual a Carta Europeia da Autonomia Local determina que o exercício das responsabilidades públicas deva incumbir, de preferência, às autoridades mais próximas dos cidadãos, conciliando-se a natureza das tarefas a desempenhar com exigências de eficácia e economia.
Não existem viagens sem sobressaltos, e nem tudo está resolvido, há que continuar a saber criar estratégias e atuar, implementar investimentos e resolver problemas, numa valorização própria e diferenciada do território, apostando em Parcerias e Protocolos a nível intramunicipal e intermunicipal, conduzindo os cidadãos para o interior das decisões, da forma mais alargada possível e inclusive como forma de fomentar a atratividade do território autárquico.
Mas por tudo isto e muito mais, a instauração do Poder Local e a pluralidade dos órgãos executivos autárquicos tratam-se seguramente de conquistas do 25 de Abril que vale a pena reforçar, pois da defesa do Poder Local será a própria democracia que sairá aperfeiçoada.
Efetivamente, são muitas as lutas em aberto, e muitas diariamente travadas, tantas desigualdades, discriminações, injustiças, tantos exemplos que todos temos para dar.
Ainda há tanto Abril por concretizar.
Não se pode dizer que a democracia já ganhou, que a democracia está ganha.
Os cidadãos e cidadãs são diferentes uns dos outros nas capacidades de utilizar as oportunidades de participação política, pelo que se torna necessário fomentar que estas possam ser em concreto exercidas pelos vários grupos sociais em maior igualdade prática.
Mas o fascismo, como sabemos, não se limitava a restrições a liberdades democráticas, a ausência da liberdade não era só a ausência de democracia, tantas mais injustiças e discriminações, tantas outras liberdades vitais / essenciais à condição humana eram negadas, sendo certo que a democracia é das mais importantes.
Tudo o que vale por dizer que o 25 de Abril é importante também porque as ameaças à liberdade continuam à espreita.
O 25 de Abril está vivo, mas a liberdade não é um dado adquirido, ela exige responsabilidade e parece ter de ser também uma luta em curso.
Não há dia que passe sem termos notícias do que está a acontecer em guerras e seus refugiados, do que está a acontecer com os extremismos, egoísmos, fundamentalismos, terrorismos e seus meios de atuação e consequências.
A fraternidade reclamada pelo 25 de Abril também é integração europeia, a qual ora surge colocada em perigo por tais extremismos, fundamentalismos e terrorismos.
Também não perdemos de vista outras, e estranhas - porque vividas em democracia -, estranhas teses / correntes, que não negam a democracia, mas que por portas travessas nos querem fazer acreditar que não há outra maneira, não há outro caminho, não há outra escolha, outra alternativa.
Bem como não esquecemos a consabida dificuldade em organizar e impor uma forma justa e eficaz de cobrança mundial de impostos que assegure uma igualmente justa concorrência, incidência e redistribuição, ou mesmo também a falta de transparência e controlo político-democrático sobre as grandes corporações empresariais e financeiras de âmbito mundial e seu imensurável poderio económico-político.
Pois, só aceitando que todas as pessoas têm importância se respeita o princípio constitucionalmente consagrado da dignidade da pessoa humana como princípio fundante e estruturante da comunidade política do pós 25 de Abril.
Julgo não falhar muito se disser que não se pode, minimamente, ou pelo menos em boa consciência, dizer que tudo esteja feito e que tudo esteja garantido, muito menos para sempre, daí que seja nossa obrigação de cidadania e até humanitária, enquanto povo, mantermos viva e darmos a conhecer a lição da resistência, coragem, e esperança, a lição da revolução dos cravos e da liberdade, reconhecidamente uma das mais bonitas da história democrática moderna.
Urge pois valorizar este salutar capital da nossa recente e mais nobre tradição democrática e constitucional, continuar a perpetuá-la, a estudá-la e ensiná-la.
É vital olharmos para o 25 de Abril, invocar o passado com os olhos postos no futuro, para melhor podermos saber o que já percorremos e melhor pensar como resolver os desafios atuais e preparar os vindouros.
É a voz de mais de 4 décadas de Abril que o ordena.
Renovadamente cumpre afirmarmos Abril e nunca deixarmos que essa voz se esbata, para assim podermos ouvir, sem fronteiras: viva o 25 de Abril, 25 de Abril sempre, fascismo nunca mais.

17/12/2015

ATUALIZAÇÃO DO LIMIAR DO RENDIMENTO ANUAL MÁXIMO DA TARIFA SOCIAL DE ELETRICIDADE A VIGORAR A PARTIR DE 1 DE JANEIRO DE 2016
Comunicado ERSE
"procede-se à atualização automática em 10% do limiar do Rendimento Anual Máximo que passará a ser de 5.808 euros/ano, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2016.
O valor do Rendimento Anual Máximo é acrescido de 50% por cada elemento adicional que habite no domicílio fiscal (máximo de 10)"
in
http://www.erse.pt/pt/imprensa/comunicados/2015/Comunicados/Comunicado%20Tsocial_atualiza%C3%A7%C3%A3o%20RAM_dez2015.pdf

01/09/2015

Numa conferência de imprensa, o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, António Ventinhas, fez um balanço do último ano após a reforma judicial, que tanta polémica gerou em 2014, com o crash do sistema informático Citius.

08/07/2015

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) alertou hoje para a prática de burla por pessoas que se apresentam como inspetores desta força de fiscalização, com identificação falsa, e pedem o pagamento de coimas em atraso.

Endereço

Avenida Jose Gregorio, N. 208, 1º
Marinha Grande
2430-275

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