Luís de Belo Morais - Escritório de Advogados Legal/Direito

Luís de Belo Morais - Escritório de Advogados Legal/Direito Com rapidez...
Serviços Jurídicos/Legais,Consultadoria Jurídica e Representação Forense . Possui um Mestrado em Ética pela Universidade Católica Portuguesa,

Gestão de dívidas,Recuperação de empresas, Testamentos e Direito de Propriedade,Divórcios e direitos de menores,patrocínio judicial, civil e criminal.Procuradoria e Administração.

Estrutura da "Empresa Criminosa Global"Com base na divulgação de mais de 3 milhões de páginas de documentos, 2.000 vídeo...
18/02/2026

Estrutura da "Empresa Criminosa Global"
Com base na divulgação de mais de 3 milhões de páginas de documentos, 2.000 vídeos e 180.000 imagens pelo Departamento de Justiça dos EUA em janeiro e fevereiro de 2026, a rede é caracterizada por:
Alcance Transnacional: A rede operava através de fronteiras, envolvendo figuras de alto escalão na política, finanças e realeza em múltiplos países, incluindo EUA, Reino Unido, França e Polónia.
Crimes Contra a Humanidade: Especialistas do Conselho de Direitos Humanos da ONU afirmaram que a escala e a natureza sistemática dos abusos — incluindo tráfico sexual, escravidão sexual e tortura — podem atingir o limiar jurídico de crimes contra a humanidade.
Facilitação Institucional: A rede foi sustentada por um ambiente de corrupção e misoginia extrema, utilizando fundações de fachada e instituições internacionais para camuflar atividades criminosas
DN/Lusa
Peritos da ONU defenderam segunda-feira, 16 de fevereiro, que os arquivos do pedófilo norte-americano Jeffrey Epstein mostram atrocidades de tal magnitude, caráter sistemático e alcance transnacional que poderiam ser considerados legalmente como “crimes contra a humanidade”.
Os documentos divulgados em 30 de janeiro pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos “sugerem a existência de uma empresa criminosa global”, consideraram nove peritos da ONU num comunicado divulgado em Genebra, Suíça.
Também “revelam implicações aterradoras sobre o nível de impunidade para estes crimes”, afirmaram no comunicado conjunto, citado pela agência de notícias espanhola EFE.
Os arquivos contêm referências a possíveis casos de escravatura sexual, violência reprodutiva, desaparecimento forçado, tortura, tratos desumanos e degradantes, e feminicídio, assinalaram.
Os documentos resultam da investigação ao consultor financeiro Jeffrey Epstein, condenado em 2008 por crimes se***is envolvendo uma menor.
Epstein cometeu suicídio numa cela de prisão em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações federais nos Estados Unidos sobre abuso sexual de dezenas de mulheres, incluindo menores.
Os especialistas da ONU apelaram a “todos os tribunais nacionais e internacionais competentes” para processarem os presumíveis crimes.
Os alegados crimes terão sido cometidos “num contexto de crenças supremacistas, racismo, corrupção, misoginia extrema e mercantilização e desumanização de mulheres e raparigas de diferentes partes do mundo”, denunciaram.
Os peritos solicitaram uma investigação independente e imparcial para determinar como tais crimes puderam ocorrer durante um período de tempo tão prolongado.
“É imperativo que os governos atuem de maneira decisiva para responsabilizar os perpetradores”, afirmaram.
Para os especialistas da ONU, “ninguém é demasiado rico ou poderoso para estar acima da lei”.
Os peritos lamentaram ainda as “falhas graves” na divulgação dos arquivos, o que resultou na exposição de informação sensível sobre as vítimas.
“O facto de não se proteger a privacidade coloca-as em risco de represálias e estigmatização”, pelo que muitas poderiam sentir-se duplamente vitimizadas ou submetidas a manipulação, denunciaram.
Entre os especialistas signatários figuram a relatora sobre a violência contra mulheres e raparigas (Reem Alsalem) e as homólogas sobre o direito à privacidade (Ana Brian Nougrères) e liberdade de reunião e associação (Gina Romero).
A divulgação dos documentos, embora parcial, revelou uma teia de relações de Epstein com gente de diversas áreas, como política, finanças, empresas ou ensino.

10/02/2026
24/01/2026

⚖️ 𝟮𝟰 𝗱𝗲 𝗷𝗮𝗻𝗲𝗶𝗿𝗼 | 𝗗𝗶𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝗔𝗱𝘃𝗼𝗴𝗮𝗱𝗼 𝗲𝗺 𝗣𝗲𝗿𝗶𝗴𝗼

O Dia Internacional do Advogado em Perigo chama a atenção para a realidade de advogados que, em diferentes partes do mundo, são perseguidos, ameaçados, intimidados ou atacados pelo exercício legítimo da sua profissão.

A defesa dos direitos fundamentais, do acesso à Justiça e do Estado de Direito só é possível quando os advogados podem exercer a sua missão com independência, segurança e liberdade, sem pressões ou represálias.

⚖️ A Advocacia constitui um pilar indispensável na salvaguarda dos direitos dos cidadãos e na garantia de uma Justiça verdadeiramente imparcial. Atentar contra a dignidade ou o exercício profissional de um advogado é fragilizar a defesa, comprometer o contraditório e abalar os alicerces que sustentam o Estado de Direito Democrático.

📜 Assinalar este dia é reafirmar um compromisso inequívoco com a proteção dos advogados em risco, com a solidariedade internacional e com a defesa intransigente dos direitos humanos e do Estado de Direito.

20/01/2026

Luís de Belo Morais é um advogado empresarial que possui um Mestrado em Ética pela Universidade Católica Portuguesa. A aplicação desta formação académica no contexto profissional de 2026 pode ser feita através de diversas frentes que integram o Direito e a Filosofia Moral:
1. Compliance e Governança Corporativa
Como advogado empresarial, Luís de Belo Morais pode aplicar o mestrado na criação e monitorização de programas de compliance. Isso envolve:
Elaboração de Códigos de Ética e Conduta para empresas em Lisboa e Cascais.
Implementação de canais de denúncia éticos e auditorias de integridade.
2. Gestão de Recursos Humanos e Liderança
Com experiência prévia em Direção de Recursos Humanos, a especialização em ética permite-lhe:
Gerir conflitos laborais com uma perspetiva deontológica.
Promover uma cultura organizacional baseada na justiça e no respeito pela dignidade humana.

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Juristas dizem que pagamento a Joana Amaral Dias pode ser "fraudulento"---“Seria precisa muita imaginação”, comenta Marg...
14/11/2025

Juristas dizem que pagamento a Joana Amaral Dias pode ser "fraudulento"---

“Seria precisa muita imaginação”, comenta Margarida Salema, presidente da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP, que funciona na dependência do Tribunal Constitucional) entre 2009 e 2017. Assegurando nunca ter ouvido falar de algo do género, assume que, a existir, a deixaria “abismada”. Isto porque, adverte, “todas as despesas de um partido têm de ser reportadas e identificadas, e corresponder a serviços e bens reais”, e “o fim de um partido é fazer atividade política, não efetuar compensações por danos”.

Acrescendo, diz ainda esta professora da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), que “se se trata de uma compensação, tem de surgir nas contas do partido como tal, e nunca como uma prestação de serviços”, sob pena de se tratar de “uma fraude”.

Pode um partido “compensar”, por alegadas “perdas financeiras”, alguém que se candidata nas suas listas? E pode fazê-lo através do pagamento de faturas de prestação de serviços a uma empresa da qual a pessoa em causa é simultaneamente sócia e funcionária? A existir tal situação, a...

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