Não a violência baseada no gênero -VBG"

Não a violência baseada no gênero -VBG" Basta a violência baseada no gênero

A mais nobre paixão humana é aquela que ama a imagem da beleza em vez da realidade material. O maior prazer está na cont...
26/05/2025

A mais nobre paixão humana é aquela que ama a imagem da beleza em vez da realidade material. O maior prazer está na contemplação. - Leonardo da Vinci

01/02/2023

Quando eu tinha 10 anos, o meu pai obrigo-me a ir a um velório de um amigo dele que eu não conhecia.
Quando chegamos lá, fiquei num canto a espera da hora de ir embora. Aí, um homem aproximou se de mim e falou: " aproveita a vida rapaz, seja feliz porque eu não aproveite". Passou a mão na minha cabeça e foi embora.
O meu pai antes de irmos embora, obrigo-me a despedir da pessoa morta, e quando olhei para o caixão assustei me: era o homem que conversava comigo no tempo em que fiquei no canto. passei a não conseguir dormir, tinha pavor de f**ar sozinho, ia ao psicólogo, não apagava a luz de noite.....
Anos depois descobri algo incrível que mudou a minha vida, aquele morto tinha um irmão gémeo....

Desculpas, sei que não tem a ver com o assunto, só queria desabafar.....

01/01/2023

Não importa quanto tempo pase aluta contra a sempre sera valida felis ano Novo

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31/10/2022

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 -a_história-em nome de Jesus Pai, marido e fonte de carinhoDar à luz a uma criança é experiência única, intensa e que t...
25/10/2022

-a_história-em nome de Jesus

Pai, marido e fonte de carinho

Dar à luz a uma criança é experiência única, intensa e que também representa uma carga emocional muito grande para a mulher. São muitas mudanças (no corpo, na casa, na família, na cabeça...) e tantas novidades, que pode ser difícil para a nova mãe lidar com seus medos e inseguranças sozinha. Ela precisa de atenção e de um “colinho” de vez em quando. Poder falar de seus sentimentos de alegria e de medo com o parceiro e sentir-se acolhida por ele nessas horas faz toda diferença: ameniza a carga de intensa responsabilidade que acompanha o prazer de ter um bebê sob seus cuidados. E é fundamental que o pai saiba da importância de desempenhar esse papel, desde a gestação.

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23/10/2022

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23/10/2022
23/10/2022

A desigualdade de gênero no Brasil e na América Latina

Quando falamos sobre países onde as leis beneficiam os homens e prejudicam as mulheres, como os casos que citamos acima, f**a a impressão de que essas situações estão muito longe da nossa realidade. Por isso, é importante lembrar que a desigualdade de gênero pode estar refletida de várias formas na sociedade, não apenas por meio de leis explícitas. No Brasil, legalmente as mulheres e os homens possuem os mesmos direitos, mas, na prática, ainda há uma grande disparidade de oportunidades e tratamentos.



Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em levantamento realizado em 2017, o rendimento das mulheres equivale a cerca de três quartos da renda masculina. Enquanto a média da renda dos homens foi de R$2.306, a das mulheres foi de R$1.764. A desigualdade econômica também é um problema na América Latina como um todo. Dados do relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe indicam que 27,5% das mulheres da região não possuem renda própria, contra 13,1% da população masculina. Isso implica que cerca de um terço das mulheres do continente depende inteiramente de outros para sua subsistência.



Algo que pode explicar essa situação é o fato de que, historicamente, o s**o feminino foi relacionado a tarefas de cuidado com a família e o lar, sem liberdade para trabalhar fora ou realizar atividades para o próprio sustento. Apesar de hoje a situação estar mudando, os dados de 2017 do IBGE indicam que 88% das mulheres ainda são responsáveis pelos afazeres domésticos, o que dificulta a inserção, em condições igualitárias, da população feminina na esfera pública.

Por que a corda aperta do lado feminino?É importante lembrar, quando falamos sobre igualdade de gênero, que na maioria d...
23/10/2022

Por que a corda aperta do lado feminino?

É importante lembrar, quando falamos sobre igualdade de gênero, que na maioria das sociedades pelo mundo são as mulheres que precisam de políticas para conseguirem alcançar o mesmo patamar dos homens. De acordo com dados levantados pela ONU Mulheres, pessoas do s**o feminino ganham menos que as do s**o masculino e estão mais sujeitas a ter empregos de baixa qualidade. Há apenas 46 países em que as mulheres ocupam mais de 30% das cadeiras no parlamento nacional, e o Brasil não é um deles.



A desigualdade entre os gêneros também está refletida nos abusos vivenciados por muitas mulheres pelo mundo. Um terço das mulheres sofre violência física ou sexual em suas vidas. Atualmente, 3 bilhões de mulheres e meninas vivem em países onde o estupro no casamento não é explicitamente tipif**ado como crime. E a injustiça e as violações também assumem outras formas. Em 1 a cada 5 países, as meninas não têm os mesmos direitos de herança como os meninos, enquanto em outros 19 países as mulheres são obrigadas por lei a obedecer os seus maridos. Esses dados foram levantados pelo relatório “Progresso das Mulheres no Mundo 2019-2020: famílias em um mundo em mudança”, da ONU Mulheres.



Dá para perceber que, na maioria das sociedades, os homens têm direta e indiretamente largas vantagens em relação às mulheres. Para romper essas barreiras e alcançar a equidade entre os s**os, a educação é uma arma importante. Ela pode ajudar a empoderar meninas e mulheres pelo mundo. No entanto, até o acesso a ela pode ser um problema. Na África Subsaariana, na Oceania e na Ásia Ocidental, meninas ainda enfrentam dificuldades para entrar tanto na escola primária quanto na secundária. De acordo com a UNESCO, as mulheres representam dois terços dos 750 milhões de adultos sem habilidades básicas de leitura e escrita. No mundo, existem mais meninas do que meninos fora da escola

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