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A permuta imobiliária, de forma bastante simplif**ada, consiste na troca de um bem imóvel por outro.Quando esses imóveis...
27/05/2026

A permuta imobiliária, de forma bastante simplif**ada, consiste na troca de um bem imóvel por outro.

Quando esses imóveis têm valores equivalentes, chamamos de permuta sem torna.

Já a permuta com torna é a troca feita por um bem cujo valor é diferente ao do imóvel oferecido.

A diferença pode ser completada com dinheiro, por exemplo, a depender da negociação.

Contudo, a diferença em dinheiro não pode ser maior que o valor do imóvel sendo oferecido em troca, pois a operação deixaria de se configurar como permuta de imóvel.

Mas como funciona a tributação do ITBI nesses casos?

O requisito para a incidência do ITBI é a transferência onerosa de bens.

Sendo assim, a permuta sem torna terá incidência sobre o valor venal de cada um dos imóveis.

Já a permuta com torna terá incidência apenas sobre o valor venal dos imóveis, excluindo o valor da torna.

Mas fique atento!

Os dois indivíduos que atuam nessa relação jurídica devem pagar o imposto separadamente, mesmo que os imóveis estejam no mesmo município.

Para saber quais impostos estão envolvidos nessa operação, é indispensável consultar um advogado especialista em direito tributário!

Você sabia que o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) não deve ser pago antes do registro do imóvel no cartó...
26/05/2026

Você sabia que o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) não deve ser pago antes do registro do imóvel no cartório?

Esse é um tema que gera muita dúvida, mas vamos esclarecer!

O ITBI é um imposto municipal, previsto na Constituição Federal, que ocorre na transação de bens imóveis.

Existe a ideia de que o ITBI deve ser pago no momento que a pessoa adquire o imovel, porém, esse pensamento está errado.

A Constituição Federal determina que é responsabilidade dos municípios instituir impostos sobre transmissão onerosa de bens imóveis.

O Código Tributário Nacional estabelece que o ITBI tem como fato gerador, ou seja, o momento do nascimento da obrigação tributária, a transmissão da propriedade de bens imóveis.

O Código Civil estabelece que essa transmissão de propriedade ocorre apenas no momento do registro do imóvel no cartório de imóveis.

Dessa forma, o ITBI somente é devido no momento em que se transfere a propriedade e esse momento é no registro do cartório de imóveis.

Caso alguma Lei Municipal exija o pagamento do ITBI antes do registro do imóvel, saiba que essa exigência é inconstitucional e ilegal.

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Siga o perfil para saber mais sobre os seus direitos!

A usucapião é um procedimento de aquisição de um bem imóvel pelo seu uso.Por isso, não há que se falar no pagamento do I...
25/05/2026

A usucapião é um procedimento de aquisição de um bem imóvel pelo seu uso.

Por isso, não há que se falar no pagamento do ITBI, tributo cobrado a título oneroso.

Na usucapião, temos o uso do imóvel e a sua posse, motivo pelo qual o interessado consegue a propriedade do imóvel de forma originária.

Ou seja, ele ganha o bem se comprovar todos os requisitos previstos em lei.

Diferente da compra e venda de um imóvel, em que a propriedade é transferida mediante pagamento para o comprador da propriedade.

Dessa forma, o ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis) é cobrado pelo município quando há valor envolvido.

Portanto, como na usucapião a sua propriedade é declarada, consequentemente, não existem valores cobrados na forma de aquisição do bem.

Então, não há a incidência de ITBI.

Fique atento: esse imposto não pode ser cobrado tanto na usucapião judicial, quanto extrajudicial.

Em caso de dúvidas, busque por orientação jurídica especializada!

Construir no terreno de um familiar pode parecer uma solução prática e econômica, mas pode se transformar em um grande p...
05/05/2026

Construir no terreno de um familiar pode parecer uma solução prática e econômica, mas pode se transformar em um grande prejuízo.

Mesmo investindo dinheiro, tempo e esforço, quem constrói em terreno que não está em seu nome corre o risco real de perder tudo se a relação mudar ou surgir algum problema familiar.

Isso acontece porque a casa construída em terreno alheio não torna o construtor proprietário do imóvel.

Pela lei, o dono do terreno também é dono das benfeitorias, salvo acordo formal em sentido contrário.

Assim, em casos de separação, brigas familiares, falecimento do proprietário ou até venda do imóvel, o investimento pode ser perdido.

Muitos acreditam que um acordo verbal ou o vínculo familiar garante proteção, mas isso não é verdade.

A segurança jurídica só existe quando há documento que comprove o direito de uso, como contrato de comodato, cessão de uso ou outro instrumento que deixe claro que a construção pertence a quem investiu.

Sem essa formalização, a obra f**a vulnerável à vontade do dono do terreno.

Por isso, antes de iniciar qualquer construção em terreno de terceiros, a orientação de um advogado especializado é essencial para formalizar a situação e proteger o investimento.

A fiscalização tributária passou a atuar em tempo real e identif**a inconsistências de forma imediata. A Receita Federal...
04/05/2026

A fiscalização tributária passou a atuar em tempo real e identif**a inconsistências de forma imediata. A Receita Federal cruza dados de diversos sistemas, reduzindo o espaço para falhas nas declarações das empresas.

A grande mudança não está apenas no volume de informações coletadas, mas na tecnologia utilizada. O uso de inteligência artificial permite que o governo cruze dados fiscais e financeiros em poucos segundos.

Por meio das notas fiscais eletrônicas, o sistema acompanha a origem e o destino de mercadorias antes mesmo da entrega. No setor trabalhista, o eSocial cruza a folha de pagamento com as obrigações previdenciárias.

Essa vigilância também alcança as movimentações financeiras. Operações via Pix, cartões e transferências são informadas pelas instituições financeiras e comparadas com o faturamento declarado.

No cenário atual, um erro de digitação ou uma omissão de receita pode gerar um alerta automático na Receita e levar a fiscalizações mais amplas.

Para evitar esse cenário, a estruturação de um setor de compliance ajuda a revisar processos internos e alinhar as informações financeiras da empresa com a legislação.

O avanço da tecnologia pública exige que o empresário também atue com estratégia jurídica preventiva.

A sua empresa possui um controle seguro sobre as informações enviadas ao governo? Deixe o seu comentário, compartilhe o post com outros empresários, salve para ler depois e busque a orientação de um especialista para estruturar o compliance do seu negócio.

**al

A locação de imóveis pode parecer uma renda tranquila, mas há um ponto essencial: a tributação pode reduzir bastante o l...
28/04/2026

A locação de imóveis pode parecer uma renda tranquila, mas há um ponto essencial: a tributação pode reduzir bastante o lucro.

Quando o aluguel é recebido como pessoa física, os valores entram na tabela do imposto de renda e podem chegar a 27,5%. Já como pessoa jurídica, é possível optar por regimes como o lucro presumido, que, em muitos casos, oferece carga tributária menor.

Na prática, quem possui dois ou três imóveis pode pagar mais imposto recebendo pelo CPF do que alguém que estrutura a atividade como empresa. Por outro lado, abrir uma PJ também gera custos e obrigações.

Ou seja, não existe uma regra única. A escolha depende do valor dos aluguéis, da quantidade de imóveis e do planejamento financeiro.

Essa decisão impacta diretamente a rentabilidade.

Se você recebe aluguel ou pretende investir, este é o momento de analisar sua estrutura com atenção.

Salve este conteúdo, compartilhe com quem vive de renda imobiliária e busque assessoria jurídica tributária para tomar a decisão mais vantajosa e segura.

A compra de um imóvel já alugado pode ser uma boa estratégia financeira, mas exige atenção jurídica. A operação envolve ...
10/04/2026

A compra de um imóvel já alugado pode ser uma boa estratégia financeira, mas exige atenção jurídica. A operação envolve riscos que vão além da simples transferência da propriedade.

O primeiro passo é analisar com cuidado o contrato de locação vigente. Prazos, garantias e cláusulas mal estruturadas podem reduzir a rentabilidade e dificultar a retomada do imóvel.

A lei também garante direito de preferência ao inquilino. O locatário deve ser formalmente notif**ado e tem prioridade para comprar o imóvel nas mesmas condições oferecidas a terceiros. A falta dessa comunicação pode gerar disputas judiciais.

Além disso, o comprador precisa respeitar contratos de locação com prazo determinado, o que pode impedir a posse imediata do bem.

Comprar um imóvel locado pode ser um bom investimento, desde que os riscos legais sejam avaliados com cuidado.

Você está analisando a compra de um imóvel que já tem inquilino? Deixe seu comentário, compartilhe o post com outros investidores, salve para consultar depois e busque orientação especializada para avaliar a operação.

Quando surge um problema no condomínio, a reação mais comum é apontar o síndico como responsável.Vazamento, barulho, fal...
19/03/2026

Quando surge um problema no condomínio, a reação mais comum é apontar o síndico como responsável.

Vazamento, barulho, falha na limpeza ou defeito em áreas comuns rapidamente viram culpa da administração.

Mas, na prática, a responsabilidade nem sempre é do síndico e, muitas vezes, não é. Cada situação precisa ser analisada com atenção.

O síndico responde pela gestão administrativa e financeira do condomínio, o que inclui a contratação de serviços, o cumprimento das decisões da assembleia e o cuidado com as contas.

Já o condomínio, como pessoa jurídica, é quem responde por problemas nas áreas comuns, como elevadores, portões, telhado ou falhas estruturais do prédio.

Se o defeito está dentro do apartamento, como um vazamento causado por má manutenção da unidade, a responsabilidade é do morador. Nesses casos, não cabe imputar o problema à administração.

Há ainda situações em que empresas terceirizadas devem responder, como falhas de segurança, limpeza ou serviços de manutenção mal executados.

Quando essa distinção não é feita, surgem acusações injustas, conflitos internos e soluções equivocadas, o que só aumenta o desgaste e dificulta a resolução do problema.

Identif**ar corretamente quem deve responder por cada situação é o primeiro passo para resolver o conflito de forma justa e eficiente.

Não deixe essa informação passar. Salve, compartilhe, envie para outros moradores e consulte um advogado especializado em direito imobiliário para analisar o caso concreto.

Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça trouxe um entendimento importante para quem possui imóvel sem escrit...
18/03/2026

Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça trouxe um entendimento importante para quem possui imóvel sem escritura registrada.

A 3ª Turma do STJ reconheceu que um recibo de compra e venda pode ser considerado “justo título” em ações de usucapião. Isso signif**a que esse documento pode servir como prova para fundamentar o pedido de reconhecimento da propriedade do imóvel.

Segundo a decisão, o recibo pode demonstrar que houve uma negociação válida entre as partes, sendo suficiente para caracterizar o chamado justo título.

Mas atenção: ter o recibo não garante automaticamente a usucapião. Ainda é necessário comprovar outros requisitos exigidos pela lei, como o tempo de posse e o exercício da posse de forma contínua e sem oposição.

Se você comprou um imóvel apenas com recibo ou contrato particular e nunca conseguiu regularizar a propriedade, procure orientação jurídica para avaliar se a usucapião pode ser uma solução para o seu caso.

Processo: REsp 2.215.421.

Muita gente paga imposto sem nem imaginar que ele pode ser indevido.Foi exatamente isso que aconteceu nesse caso julgado...
16/03/2026

Muita gente paga imposto sem nem imaginar que ele pode ser indevido.

Foi exatamente isso que aconteceu nesse caso julgado pela Justiça de Santa Catarina.

O município cobrou ITBI na divisão de unidades imobiliárias dentro de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) — situação comum em empreendimentos imobiliários estruturados a preço de custo.

⚖️ O que decidiu o juiz?

A Justiça reconheceu que não havia hipótese de incidência do ITBI nesse caso.

Ou seja: o imposto foi cobrado indevidamente pelo município.

Resultado da decisão:

✔️ ITBI declarado inexigível
✔️ Município condenado a devolver o valor pagos pelo contribuinte
✔️ O valor ainda será atualizado com juros e correção monetária

💡 O ponto mais importante dessa decisão judicial é:

Nem toda movimentação envolvendo imóveis gera ITBI.
Dependendo da estrutura do empreendimento — como ocorre em SPEs e incorporações — a cobrança pode ser ilegal.

E o problema é que milhares de pessoas simplesmente pagam… sem questionar.

Se você já pagou ITBI em situações envolvendo incorporação, SPE, Holding ou reorganização patrimonial, pode existir a possibilidade de revisar essa cobrança e recuperar o valor.

📩 Informação evita prejuízo, compartilhe.

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