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Saulo Aquino & Bruna Ewald Advogados é um escritório localizado em Vila Velha e que atua especif**amente na área Previdenciária. Trabalhamos tanto no Regime Geral como no Regime Próprio dos servidores públicos. Assim como todo profissional dessa categoria, possuímos o objetivo de promover a justiça e buscar uma sociedade melhor. Essa página foi criada com o intuito de discorrer sobre temas atuais do direito e que de alguma forma possa ajudar em dúvidas corriqueiras nas diversas áreas da vida do ser humano. Espero que gostem!

22/09/2026

“Testemunhas eu tenho, um caminhão se precisar. Agora documentos, f**a difícil”.

28 anos de convivência.

Muitas vezes pela simplicidade da vida, a mulher ou homem, não tem contas em seu nome, não recebe correspondência…e torna-se quase que impossível demonstrar a coabitação!

O que fazer nesse caso?

Comenta aqui embaixo que eu vou te enviar uma mensagem explicando o que fazer!

⚠️ Viver em união estável não signif**a que será fácil provar isso ao INSS.Na hora de pedir a pensão por morte, muitos v...
13/09/2026

⚠️ Viver em união estável não signif**a que será fácil provar isso ao INSS.

Na hora de pedir a pensão por morte, muitos viúvos e viúvas descobrem um problema que nunca imaginaram: eles viveram anos como uma família, mas não possuem as provas certas dessa relação.

E aqui está o detalhe: não basta simplesmente apresentar fotos do casal ou dizer que moravam juntos. O tipo de documento e, principalmente, a data em que ele foi produzido podem fazer toda a diferença.

Existem provas que muita gente nem imagina que podem ser utilizadas para demonstrar a união estável.

Quer que eu faça uma lista com esses documentos? Comente “QUERO” aqui embaixo. 👇

09/09/2026

O falecido não estava pagando INSS quando faleceu? Isso não signif**a, necessariamente, que você não tenha direito à pensão por morte.

Mesmo depois de parar de contribuir, o segurado pode continuar protegido pela Previdência durante o chamado período de graça.

Em algumas situações, essa proteção pode ser prorrogada, por exemplo, quando há longo histórico de contribuições ou quando é possível comprovar situação de desemprego.

Dependendo do caso, o período de graça pode chegar a até 36 meses após a última contribuição.

Por isso, antes de concluir que não existe direito à pensão, é fundamental verif**ar quando ocorreu a última contribuição e se havia alguma hipótese de prorrogação da qualidade de segurado na data do óbito.

⚠️ Cada caso precisa ser analisado individualmente.

08/09/2026

O falecido contribuiu abaixo do salário mínimo? A pensão por morte pode não estar perdida! ⚠️

Quando existem contribuições abaixo do salário mínimo, em determinadas situações, o dependente pode realizar a complementação desses valores para que sejam considerados na análise do direito à pensão por morte.

📌 Ocorre que o Decreto nº 3.048/99, que regulamenta a Previdência Social, estabelece que, após o falecimento do segurado, esses ajustes podem ser solicitados pelos dependentes até 15 de janeiro do ano seguinte.

⚠️ É importante destacar: esse prazo específico foi estabelecido por ato regulamentar do Poder Executivo e não está previsto expressamente na Lei nº 8.213/91, que disciplina os benefícios previdenciários.

⚖️ Por isso, existem discussões no Judiciário sobre a aplicação dessa limitação, especialmente diante da dificuldade de exigir que o dependente, muitas vezes em situação de luto e sem conhecimento de uma regra tão específ**a, realize a complementação dentro desse curto período.

Assim, mesmo que o prazo previsto no Decreto tenha passado, isso não signif**a necessariamente que o direito à pensão por morte esteja perdido.

Cada situação precisa ser analisada individualmente.

04/09/2026

FEZ 21 ANOS? A PENSÃO POR MORTE NEM SEMPRE ACABA! ⚠️

A regra geral é que o filho receba a pensão por morte do pai ou da mãe até completar 21 anos.

Mas existem exceções.

O filho pode continuar recebendo a pensão após essa idade quando for inválido ou possuir deficiência intelectual, mental ou deficiência grave, desde que preenchidos os requisitos previstos na legislação previdenciária.

E atenção: nesses casos, é fundamental analisar quando surgiu a invalidez ou deficiência, porque esse momento pode ser determinante para a manutenção do benefício.

Por isso, completar 21 anos não signif**a, em todos os casos, o fim da pensão por morte.

Cada situação precisa ser analisada individualmente. ⚖️

02/09/2026

📱 Seu Instagram pode ajudar a provar sua união estável!

Fotos e publicações em redes sociais podem ser usadas como meio de prova, especialmente porque possuem data e podem ajudar a demonstrar há quanto tempo aquela relação já existia.

Mas não basta juntar uma foto isolada do casal. O ideal é que as publicações revelem a rotina da família e a estabilidade da relação: fotos em eventos familiares, comemorações, viagens, momentos dentro de casa, encontros com amigos e outras situações que demonstrem uma convivência pública e contínua.

Esses registros devem ser analisados dentro de um conjunto probatório, podendo ser reforçados por testemunhas e outros documentos que confirmem a união estável.

Na pensão por morte, muitas vezes não existe uma única prova decisiva: é a soma das evidências que demonstra a realidade vivida pelo casal.

01/09/2026

💰 SIM, É POSSÍVEL RECEBER DOIS BENEFÍCIOS DO INSS AO MESMO TEMPO!

A pensão por morte pode ser acumulada com o benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença).

Isso signif**a que, se você está afastado do trabalho e recebe benefício por incapacidade do INSS, o falecimento do seu cônjuge ou companheiro(a) não impede o recebimento da pensão por morte, desde que preenchidos os requisitos.

E atenção: nesse caso, em regra, não se aplica aquela redução por faixas prevista para algumas hipóteses de acúmulo de benefícios.

📌 Cada benefício possui seus próprios requisitos e duração.

Conhece alguém que está passando por essa situação? Envie este vídeo.

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