28/02/2026
Bença mãe!
Hoje o tempo marca 81 anos do seu nascimento…
e, ainda assim, parece que a sua presença continua viva em cada lembrança, em cada gesto meu, em cada valor que carrego.
Essa foto sempre me toca de um jeito diferente. Ela guarda o brilho do primeiro amor da sua vida — um amor que o destino levou cedo demais, mas que o céu devolveu no reencontro eterno. Gosto de pensar que hoje vocês caminham juntos novamente, livres do tempo e da saudade que aqui ficou.
Mas aqui… aqui ficou a falta.
Ficou a vontade de encostar a cabeça no seu colo, de ouvir sua voz chamando pelo meu nome, de sentir aquele abraço que curava qualquer cansaço. Ficou, principalmente, a saudade imensa de beijar o seu rosto e, como sempre fiz, pedir a sua benção — com respeito, com amor, com gratidão.
Se eu pudesse hoje, iria até você, seguraria suas mãos e diria o quanto continuo precisando da sua força e da sua proteção. Diria que tudo o que sou carrega um pedaço seu. Que cada conquista tem a sua digital invisível. Que cada batalha enfrentada traz a coragem que aprendi ao seu lado.
A saudade não diminui com o tempo. Ela se transforma em presença silenciosa, em memória viva, em amor que não se rompe.
Antes que me esqueça mais uma bisneta chegou a Cecília, ela e linda e tenho certeza que trará seu DNA da senhora, terá seu caráter, sua retidão e acima de tudo terá sua benção. Alice está cada dia mais arteira e faceira tenho certeza se a senhora estivesse a amaria como nós. Estão lhe pedindo benção!
Parabéns pelos seus 81 anos, minha querida.
Receba daí do céu o beijo que daqui eu envio.
E, como sempre…
Bença mãe.