09/06/2026
A convivência entre crianças e familiares é, na maioria das vezes, algo positivo e importante para o desenvolvimento afetivo.
Mas existe uma diferença entre conviver e exercer autoridade.
No Direito de Família, o chamado poder familiar pertence aos pais, que são os responsáveis pelas decisões relacionadas à criação, educação, saúde e rotina dos filhos. Isso não impede a participação de avós, tios e outros parentes... Pelo contrário, a convivência familiar é incentivada e protegida pela legislação.
O que a lei busca preservar é o equilíbrio: vínculos afetivos saudáveis, sem que haja desautorização, conflitos de lealdade ou interferências que prejudiquem o exercício da parentalidade.
Quando cada membro da família compreende o seu papel, a criança cresce em um ambiente mais seguro, estável e harmonioso.
Porque, no fim das contas, o que deve prevalecer não é a disputa entre adultos, mas o melhor interesse da criança.
Você já presenciou situações em que os limites familiares acabaram gerando conflitos?