Isabelle Figueiredo Advocacia

Isabelle Figueiredo Advocacia Advogada especializada em Direito de Família e Sucessões

Hoje foi um dia muito especial. Pela manhã, estive no IEMA Pleno Casemiro de Abreu e, à tarde, no CRAS COMUM, vivendo do...
29/08/2026

Hoje foi um dia muito especial.

Pela manhã, estive no IEMA Pleno Casemiro de Abreu e, à tarde, no CRAS COMUM, vivendo dois momentos diferentes, mas com o mesmo propósito: levar informação, promover diálogo e falar sobre temas que precisam ser cada vez mais discutidos.

Foi um prazer estar nesses espaços, ouvir, trocar experiências e perceber o quanto existe interesse e abertura para aprender e conversar sobre assuntos tão importantes.

Volto para casa com o coração cheio de gratidão e ainda mais certeza de que a informação transforma.

24/08/2026

A violência nem sempre é praticada diretamente contra a mulher. Às vezes, ela acontece justamente por meio dos filhos, atingindo o lugar que mais dói.

A violência vicária acontece quando o agressor utiliza os filhos para provocar sofrimento, medo e dor emocional na mãe. Pode aparecer em ameaças, manipulações, tentativas de afastamento e outras atitudes usadas para atingir a mulher por aquilo que ela mais ama.

E o mais preocupante é que muitas mulheres passam por essas situações sem perceber, de imediato, que também estão diante de uma forma de violência.

Por isso, falar sobre violência vicária importa. Informação ajuda a reconhecer os sinais, buscar apoio e entender quais caminhos podem ser tomados.

Nenhuma mãe deve ser colocada em sofrimento por meio dos próprios filhos.

Você já tinha ouvido falar em violência vicária?

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Duas rodas de conversa. Dois lugares. Muitas histórias que mereciam ser ouvidas. Nesta semana, estive no CRAS do Bairro ...
22/08/2026

Duas rodas de conversa. Dois lugares. Muitas histórias que mereciam ser ouvidas.

Nesta semana, estive no CRAS do Bairro São José e no CRAS da Barra para conversar com mulheres sobre violência doméstica e os impactos que ela pode deixar no Direito de Família.

Fizemos dinâmicas, trocamos conhecimentos e, principalmente, abrimos espaço para a escuta.

Entre as participantes, muitas mulheres idosas, que carregam histórias, experiências e vivências de uma vida inteira. Algumas compartilharam seus relatos e, em cada fala, ficou ainda mais evidente como a violência pode atravessar gerações e deixar marcas que vão muito além do momento em que acontece.

Falamos sobre guarda, vínculos familiares, direitos, proteção e sobre a importância de conhecer os caminhos que podem ser buscados quando uma mulher decide romper o ciclo da violência.

Mas esses encontros também me ensinaram.

Porque levar informação é importante. Mas saber ouvir também é uma forma de cuidar.

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21/08/2026

Esse encontro é para você!

Para quem tem dúvidas sobre pensão alimentícia.

Para quem está vivendo uma separação e não sabe por onde começar.

Para quem quer entender melhor seus direitos como mãe.

Para quem conhece uma mulher que precisa de orientação.

E também para quem acredita que informação pode prevenir, proteger e transformar.

O Mulheres Informadas nasceu para aproximar o conhecimento jurídico da realidade das mulheres, de forma simples, acessível e acolhedora.

Você não precisa esperar um problema acontecer para conhecer os seus direitos.

Espero encontrar você no nosso primeiro encontro.

17/08/2026

Quando falamos em violência contra a mulher, é preciso olhar além da relação entre o casal.

Em situações que envolvem guarda e convivência, um histórico de violência doméstica pode ser considerado na análise do que é melhor para a criança.

Porque proteger uma criança também é olhar para o ambiente em que ela cresce.

Informação é uma forma de proteção. E conhecer os seus direitos pode ser o primeiro passo para mudar uma história. 💜

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12/08/2026

Depois de muito planejamento, esse sonho começa a sair do papel.

O Mulheres Informadas acontecerá por meio de encontros gratuitos, com conversas, orientações e informação jurídica sobre temas que fazem parte da realidade de muitas mulheres.

E o nosso primeiro encontro já tem data.

—— 12 de setembro de 2026

Neste primeiro encontro, em alusão aos 20 anos da Lei Maria da Penha, vamos conversar sobre os impactos da violência doméstica no Direito de Família.

Esse ainda não é o convite oficial.

É só o começo.

Em breve, vou contar todos os detalhes desse primeiro encontro e como você poderá participar.

Se você mora em Tutóia ou conhece uma mulher que precisa dessas informações, já compartilha esse vídeo com ela.

10/08/2026

Nem sempre a criança é quem sofre a agressão.

Mas isso não significa que ela não esteja sofrendo.

Ela ouve os gritos.
Percebe o silêncio depois de uma briga.
Vê a mãe chorando.
Sente o medo dentro de casa.
E, muitas vezes, aprende a conviver com aquilo que nenhuma criança deveria considerar normal.

A violência doméstica não termina quando a porta se fecha.

Ela pode permanecer na memória, no comportamento, nos sentimentos e na forma como aquela criança passa a enxergar o amor e os relacionamentos.

Por isso, quando falamos em proteger uma mulher, também estamos falando em proteger os filhos que crescem ao lado dela.

Porque uma casa deveria ser sinônimo de segurança. Nunca de medo.

Neste Agosto Lilás, que a gente não apenas fale sobre violência. Que a gente aprenda a reconhecê-la, a acolher quem precisa de ajuda e a romper ciclos.

Compartilhe. Essa informação pode chegar a alguém que precisa dela hoje.

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Hoje realizei a primeira palestra de um mês tão importante, o agosto lilás. E este momento se tornou ainda mais especial...
07/08/2026

Hoje realizei a primeira palestra de um mês tão importante, o agosto lilás.

E este momento se tornou ainda mais especial por acontecer justamente no dia em que celebramos os 20 anos da Lei Maria da Penha, um marco na luta pela proteção, pela dignidade e pelos direitos das mulheres.

Levar essa conversa para uma escola tem um significado enorme.É por meio da informação e da reflexão que podemos formar cidadãos mais conscientes e preparados para construir uma sociedade mais justa e humana.

Espero que esses jovens levem consigo a compreensão de que o respeito, a empatia e a responsabilidade são escolhas que transformam vidas e ajudam a construir um futuro melhor.

Que este seja apenas o começo.

06/08/2026

Muitas mulheres permanecem em relacionamentos abusivos por medo de perder os filhos.

Frases como: “vou tirar as crianças de você”, “ninguém vai acreditar em você” ou “você nunca mais vai vê-los” são usadas para gerar culpa, medo e dependência emocional.

O que muita gente não sabe é que utilizar os filhos como instrumento de ameaça e manipulação pode caracterizar violência psicológica.

Também é importante lembrar que nenhum dos pais pode decidir, sozinho, afastar o outro da convivência com os filhos. Para isso, é necessária uma decisão judicial.

Conhecer os seus direitos é uma forma de proteção.

Compartilhe este vídeo para que mais mulheres tenham acesso a essa informação.

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