21/10/2023
O QUE FALAR DE UMA GUERRA QUE NÃO PRECISARIA EXISTIR? - Sim, isso mesmo. Guerras que não precisariam existir. Entre conquistadores e conquistados, entre vencedores e vencidos não há vitórias porque não há amor.
O amor é a tela de fundo onde o artista pode pintar a mais valorosa obra de sua vida, se a tela estiver podre a pintura se perderá não importa o quanto possa valer.
O terrorismo hoje está espalhado pelo mundo, dentro das casas, nas ruas, nos bairros, nos países e no mundo. Não há um minuto que passe sem que alguma pessoa tenha sua vida tirada abruptamente, alguém sendo esquartejado, imolado, torturado, humilhado, estuprado, corpos inocentes vilipendiados. Entre a vítima e o algoz o que há além da ganância, além do desamor, além da miséria humana?
Quanto tempo vive um ditador para sacrif**ar tantas vidas em prol de algo que ele mesmo não poderá usufruir. Quanto tempo vive um juiz que encarcera um semelhante injustamente enquando ele próprio se encarcera dentro de si mesmo? Quanto tempo vive um terrorista que as vezes causa tanta dor e sofrimento quando ele próprio morre no ato de causar o mal? Quanto tempo vive um governante ideologicamente nefasto que deixa um legado de horror à sua própria descendência ?
Diferente do ódio é o desamor. O ódio tem uma causa primária, um
motivo, indigno, mas tem um motivo. O desamor não. A ausência do amor ao próximo não necessita de motivo, apenas estar na posição de poder sacrif**ar o indefeso.
Não haveriam guerras se cada um olhasse para os olhos da outra pessoa é mesmo que não expressasse em palavras, mas em pensamento “eu bebo da mesmo água que você bebe; eu me aqueço sob o mesmo sol que o aquece; eu respiro o mesmo ar que essa pessoa respira; eu como do mesmo pão que a terra nos dá; ela tem o mesmo direito de viver que eu tenho. Em alguns anos eu terei me tornado pó, todos nós seremos pó, mas juntos podemos deixar um mundo melhor para os nossos descendentes. Trocar as armas por um abraço; a caneta por um abraço e a eloquência de um discurso por uma única frase: eu amo você! (Antônio Emilio Darmaso Eredia - 21/10/2023)