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30/09/2026

Tratamos o seu problema tal qual ele fosse nosso! 😚

04/09/2026

VIÚVA OU DIVORCIADA?
Ex também pode receber pensão alimentícia e pensão por morte

21/08/2026

O que você chama de normal, porque aprendeu que uma boa mulher deveria suportar?

17/08/2026

Talvez o problema não seja você. Talvez seja o ambiente.

Medo, humilhação e cobrança constante podem ser sinais de assédio moral no trabalho.

07/08/2026

⚠️ Se algumas dessas 5 situações estão acontecendo com você no seu trabalho, não peça demissão!

Pedir aposentadoria olhando só idade e tempo aproximado pode ser um erro caro.No INSS, uma “figurinha” faltando pode mud...
09/06/2026

Pedir aposentadoria olhando só idade e tempo aproximado pode ser um erro caro.

No INSS, uma “figurinha” faltando pode mudar tudo: vínculo antigo, carnê pago, tempo rural, período especial, carteira sem baixa, PPP, laudos ou contribuição abaixo do mínimo.

Às vezes, a pessoa até tem direito.
Mas o direito não aparece porque a prova está incompleta.

Por isso, antes de pedir aposentadoria, confira o álbum inteiro: CNIS, carteira de trabalho, carnês, vínculos, documentos esquecidos e histórico de contribuição.

A aposentadoria não é decidida no chute.
É decidida na prova.

Salve este post antes de pedir aposentadoria no escuro.

09/06/2026

Pensão alimentícia não acaba automaticamente quando o filho completa 18 anos.

Esse é um erro muito comum.

Muitos pais param de pagar achando que a maioridade encerra tudo.
Muitas mães acreditam que não há mais o que fazer.
E muitos filhos nem sabem que ainda podem ter direito.

Se o filho maior de idade ainda estuda, não tem independência financeira ou continua dependendo da ajuda para se manter, a pensão pode continuar — mas isso precisa ser analisado no caso concreto.

O ponto principal é: não basta simplesmente parar de pagar.

Quando existe uma decisão ou acordo fixando pensão, o caminho correto é discutir a exoneração ou manutenção pela via adequada.

Antes de acreditar que “acabou porque fez 18”, entenda seus direitos.

Cada caso precisa ser analisado com cuidado.

O medo da justa causa faz muito trabalhador assinar um pedido de demissão sem entender o que está perdendo.Foi o que aco...
08/06/2026

O medo da justa causa faz muito trabalhador assinar um pedido de demissão sem entender o que está perdendo.

Foi o que aconteceu nesse caso.

Depois de anos na empresa, bom histórico e uma rotina de trabalho estável, um questionamento feito em reunião virou ameaça: ou ele pedia demissão, ou seria demitido por justa causa por insubordinação.

Mas nem todo questionamento é insubordinação.

Insubordinação, em regra, envolve descumprimento grave de ordens legítimas. Questionar uma decisão com educação, argumento e dados não significa automaticamente justa causa.

O problema é que, com medo de carregar essa marca para uma próxima entrevista, ele assinou o pedido de demissão achando que estava protegendo a própria carreira.

E ao fazer isso, abriu mão de direitos que poderia receber numa dispensa sem justa causa, como aviso prévio, multa de 40% sobre o FGTS e seguro-desemprego.

Pedido de demissão feito sob pressão ou ameaça pode ser discutido, porque a vontade do trabalhador precisa ser livre.

Antes de assinar qualquer documento em uma situação de medo, pressão ou ameaça, busque orientação.

Cada caso tem seus próprios elementos e precisa ser analisado com cuidado.

Foto meramente ilustrativa. A imagem é uma representação de situações que atendemos rotineiramente em nosso escritório para fins de orientação jurídica.

05/06/2026

Seu médico disse que você não pode trabalhar, mas o INSS negou o benefício?

Esse conflito é mais comum do que parece.

O laudo do seu médico tem valor, mas o INSS analisa principalmente se existe incapacidade para o seu trabalho habitual... ou seja, para a função que você realmente exerce.

Por isso, não basta ter um diagnóstico.

É importante mostrar como a doença, lesão ou limitação afeta sua rotina de trabalho, seus movimentos, sua força, sua permanência em pé, sua concentração, seus afastamentos e suas atividades do dia a dia.

Quando o benefício por incapacidade é negado, o próximo passo não é desistir.

É entender se o laudo está completo, se a perícia deixou pontos sem análise e se existem documentos para contestar a decisão.

Cada caso precisa ser avaliado com cuidado.

“Não precisa registrar CAT, a empresa resolve.”Essa frase pode parecer cuidado.Mas, na prática, pode deixar o trabalhado...
04/06/2026

“Não precisa registrar CAT, a empresa resolve.”

Essa frase pode parecer cuidado.

Mas, na prática, pode deixar o trabalhador completamente desprotegido.

Quando acontece um acidente de trabalho, a CAT não é uma simples burocracia.

Ela é o registro formal de que aquele acidente tem relação com o trabalho.

E isso pode fazer diferença em direitos como:

• afastamento pelo INSS;
• recolhimento do FGTS durante o afastamento;
• estabilidade de 12 meses após o retorno;
• comprovação do acidente de trabalho;
• proteção contra promessas que depois podem não ser cumpridas.

O problema é que muitos trabalhadores acreditam quando ouvem:

“fica tranquilo, a empresa paga”
“não precisa envolver INSS”
“vamos resolver internamente”
“se registrar CAT complica”

Mas direito trabalhista não pode depender só de promessa.

Se você sofreu acidente no trabalho, teve doença ocupacional ou precisou se afastar por causa da atividade que exercia, procure orientação antes de aceitar qualquer acordo informal.

Cada situação precisa ser analisada com cuidado.

CAT não é burocracia.

É proteção.

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Travessa Azarias Ferreira De Mesquita, 128
Três Pontas, MG
37185018

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