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Vívian Brentano Advogada | Direito de Família e Sucessões
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Nem sempre o crescimento da empresa acompanha a organização da vida patrimonial de quem ajudou a construí-la.É possível ...
03/10/2026

Nem sempre o crescimento da empresa acompanha a organização da vida patrimonial de quem ajudou a construí-la.

É possível trabalhar por anos ao lado do marido, participar da rotina, assinar documentos, contribuir diretamente para o negócio e, ainda assim, não saber com clareza qual é a sua posição jurídica, quais responsabilidades assumiu e como o patrimônio da família está estruturado.

E isso merece atenção.

Faturamento não é patrimônio.
Participação na empresa não é sinônimo de participação societária.
Assinar documentos sem compreender seus efeitos pode gerar responsabilidades.
E deixar toda a organização financeira nas mãos de outra pessoa pode funcionar — até o momento em que você precisa de respostas.

Conhecer o que existe, onde está, em nome de quem está e quais documentos sustentam cada relação patrimonial não signif**a desconfiar de ninguém.

Signif**a participar conscientemente da própria vida.

Algumas conversas podem ser desconfortáveis. Mas, quando feitas no momento certo, preservam patrimônio, relações e muitos anos de trabalho.

Pesou o clima? É isso mesmo! Você precisa pensar na sua vida, no seu futuro, nos seus filhos - organizando, estruturando, com dedicação e cuidado - assim como faz no negócio.

Salve este post para rever com mais atenção — e compartilhe com uma mulher que também constrói, empreende e precisa conhecer o lugar que ocupa nessa história.

Vívian Brentano
Direito de Família e Sucessões
Planejamento Patrimonial e Sucessório.

Têm dias que começam com uma reunião, passam por uma consulta delicada, exigem estudo, decisões, prazos e ainda reservam...
03/10/2026

Têm dias que começam com uma reunião, passam por uma consulta delicada, exigem estudo, decisões, prazos e ainda reservam espaço para compromissos institucionais.

A advocacia de Família e Sucessões acontece em muitas frentes.

Está na escuta atenta de quem chega ao escritório sem saber, exatamente, por onde começar.

Está na análise de documentos, do patrimônio, das relações familiares, dos riscos e das possibilidades.

Está nas reuniões que pedem técnica, mas também sensibilidade.

Está no estudo constante, porque nenhuma história pode ser tratada de forma automática.

E está, também, nos compromissos institucionais: nos grupos de estudos, nas Comissões, nos encontros com colegas, na construção coletiva de uma advocacia cada vez mais qualif**ada e fortalecida.

Entre uma agenda e outra, existem muitas responsabilidades que quase nunca aparecem na fotografia.

Mas são justamente elas que sustentam o trabalho que aparece.

Porque ser advogada de Direito de Família e Sucessões é acompanhar decisões que atravessam patrimônio, vínculos, filhos, projetos de vida e gerações.

E, ao final de cada dia, f**a sempre a mesma certeza: por trás de cada compromisso, existe uma história que merece ser tratada com seriedade, presença e cuidado.

Vívian Brentano
Direito de Família e Sucessões
Planejamento Patrimonial e Sucessório.

02/10/2026

Muitas mulheres não permanecem em uma relação porque ainda querem f**ar.

Permanecem porque têm medo do que acontece financeiramente depois.

Medo de não conseguir manter a casa.
De não saber exatamente qual é a realidade patrimonial da família.
De não ter renda suficiente.
De não conseguir sustentar os filhos da mesma forma.
De não ter uma reserva para começar uma nova vida.

No escritório, acompanhamos mulheres por meses — e, em alguns casos, por anos — até que consigam construir as condições necessárias para a separação.

Por isso, quando for possível, criar uma reserva financeira não é apenas guardar dinheiro.

É ampliar possibilidades.
É recuperar margem de escolha.
É construir autonomia.

E não precisa começar com muito.

Precisa começar.

Porque algumas separações começam muito antes do processo.

Você acredita que a dependência financeira ainda impede muitas mulheres de se separarem?

Vívian Brentano
Direito de Família e Sucessões
Planejamento Patrimonial e Sucessório.

A guarda compartilhada é a regra. Mas nenhuma família deveria ser analisada apenas pela regra.Quando falamos de guarda, ...
01/10/2026

A guarda compartilhada é a regra. Mas nenhuma família deveria ser analisada apenas pela regra.

Quando falamos de guarda, não estamos falando somente de dividir responsabilidades entre os pais. Estamos falando de rotina, segurança, vínculos, decisões importantes e, sobretudo, da realidade daquela criança.

Por isso, antes de perguntar “qual guarda eu quero?”, talvez exista uma pergunta mais importante: qual organização protege melhor meu filho dentro da realidade que vivemos hoje?

Há situações em que o diálogo é possível e a responsabilidade parental pode ser exercida de forma equilibrada. Em outras, existem conflitos intensos, ameaças, violência ou circunstâncias que exigem uma análise muito mais cuidadosa.

Guarda compartilhada não é divisão matemática de tempo. E também não deve ser aplicada de maneira automática, desconectada da vida concreta da criança e dos seus interesses. A guarda deve refletir a realidade. Aceitar imposições pode ser mais do que inadequado, pode ser violento.

No Direito de Família, a regra importa.
Mas o melhor interesse da criança precisa continuar no centro da decisão.

Cada família tem uma história. E algumas decisões só podem ser tomadas depois de compreendê-la por inteiro.

Você já sabia que guarda compartilhada não signif**a, necessariamente, passar metade do tempo na casa de cada um dos pais?

Vívian Brentano
Direito de Família e Sucessões
Planejamento Patrimonial e Sucessório.

01/10/2026

Você sabia que, aqui no escritório, o Natal e o Ano Novo das crianças começam a ser organizados em outubro?

Pode parecer cedo. Mas, quando os pais vivem em casas diferentes, deixar essa conversa para dezembro pode transformar uma data especial em motivo de desgaste.

Com quem as crianças vão passar cada celebração? Haverá viagem? Quem vai buscar e levar? Como f**am os horários e o encontro com os avós?

Conversar com antecedência dá espaço para ajustar os planos e resolver as diferenças sem a pressão das festas chegando.

É por isso que começamos em outubro: para que, no fim do ano, os pais possam aproveitar um período saudável com seus filhos — e as crianças possam viver essas datas sem f**ar no meio de uma disputa.

Porque o presente que elas merecem não cabe em uma embalagem: é poder celebrar sem sentir que precisam escolher entre os dois.

E na sua estrutura, as festas de fim de ano dos filhos já está organizada?

Vívian Brentano
Direito de Família e Sucessões
Planejamento Patrimonial e Sucessório.

Setembro foi um mês de conversas que mereciam acontecer.Falamos sobre o que vem depois da separação: documentos, contas ...
30/09/2026

Setembro foi um mês de conversas que mereciam acontecer.

Falamos sobre o que vem depois da separação: documentos, contas da casa, senhas, filhos e decisões que ninguém deveria tomar sem compreender as consequências.

Também abrimos espaço para perguntas que muitas famílias adiam. Como organizar o patrimônio? Qual é o seu papel na empresa da família? O que precisa ser conversado antes que uma escolha afete a vida de todos?

Entre reuniões, estudos e os conteúdos que compartilhei por aqui, uma convicção se fortaleceu: informação jurídica faz diferença quando chega à vida real, no momento em que alguém precisa decidir.

Obrigada por acompanhar, perguntar e participar dessas conversas em setembro.

Em outubro, seguimos falando sobre família, patrimônio e os caminhos possíveis para cuidar do futuro.

Vívian Brentano
Direito de Família e Sucessões
Planejamento Patrimonial e Sucessório.

Você conheceu uma pessoa interessante. Tudo vai bem.                 As primeiras conversas podem revelar afinidades, pl...
29/09/2026

Você conheceu uma pessoa interessante. Tudo vai bem.

As primeiras conversas podem revelar afinidades, planos e valores.

O seu patrimônio, porém, pode esperar.

Você pode viver esse momento sem antecipar detalhes sobre imóveis, investimentos, empresas ou aquilo que construiu ao longo dos anos, ou mesmo que segue em uma eventual discussão judicial.

A confiança precisa de tempo.

Conforme a relação avança e surgem planos de uma vida em comum, a conversa sobre dinheiro ganha espaço: dívidas, responsabilidades, projetos e decisões patrimoniais merecem atenção dos dois. Nesta etapa, confiança e transparência são fundamentais, inclusive para conversar, com responsabilidade, sobre o regime de bens que ambos entendem que deve ser aplicado – e, sim, documentado.

Observe também como a pessoa reage aos seus limites. A maneira como alguém lida com a sua privacidade diz muito sobre o respeito que oferece.

Para você, qual é o momento certo para falar sobre patrimônio?

29/09/2026

Você é ex, ele também. Mas será que os acessos também foram separados?

Às vezes, a senha do e-mail continua salva no computador compartilhado. A localização permanece ativa. O aplicativo das câmeras da casa ainda está conectado aos dois celulares.

São detalhes fáceis de esquecer em meio a tantas decisões. Por isso, vale conferir e-mails, nuvem, bancos, dispositivos, câmeras, contas de compras e senhas salvas — com atenção especial aos acessos que também envolvem filhos ou compromissos em comum.

Separar vidas também exige separar acessos.

Salve este Reels para fazer essa revisão com calma.

Qual acesso você acrescentaria à lista?

Você acredita em uma época “certa” para começar, ou para recomeçar? Carolina Herrera entrou profissionalmente na moda ao...
28/09/2026

Você acredita em uma época “certa” para começar, ou para recomeçar?

Carolina Herrera entrou profissionalmente na moda aos 40 anos. Sua primeira coleção foi apresentada em 1981 e, a partir dali, construiu uma trajetória que atravessaria décadas.

A história me interessa pela moda e, mais ainda, pelo que ela representa.

Durante muito tempo, fomos ensinadas a imaginar a vida como uma sequência perfeitamente ordenada: estudar, trabalhar, casar, constituir patrimônio, criar os filhos e, em algum momento, simplesmente manter aquilo que já construímos.

Mas a realidade é muito mais interessante.

Há mulheres que descobrem uma profissão depois dos 40. Que empreendem depois dos 50. Que terminam um casamento aos 60. Que descobrem uma autonomia que ainda não conheciam, aos 70. Que encontram o grande amor, aos 80. E vivem felizes, muito mais do que com os limites impostos.

Que reorganizam patrimônio, carreira, família e prioridades, sem o peso de aceitar o etarismo.

Recomeçar não signif**a voltar ao início.

Quem recomeça aos 40 não leva apenas quarenta anos de idade.

Leva quarenta anos de repertório.

E talvez seja exatamente por isso que algumas das decisões mais importantes da vida sejam tomadas quando já conhecemos melhor quem somos.

E você: existe alguma coisa que ainda gostaria de começar?

Ou recomeçar?

Em tempo: nasci em 1982. Sou fã da Carolina Herrera!

28/09/2026

A maternidade começa no encontro. E o encontro, começa no afeto.

O Supremo Tribunal Federal, em decisão recente, reforçou um princípio importante: mães por adoção não podem receber proteção inferior, pelo simples fato de a maternidade ter começado pela adoção.

A decisão estabelece critérios e prazos iguais de licença-maternidade para mães biológicas e adotantes, assegurando 120 dias de afastamento, com possibilidade de prorrogação por mais 60 dias, nos casos abrangidos pelo julgamento.

Na adoção, o período passa a ser contado a partir da adoção ou da obtenção da guarda para fins de adoção.

Mais do que uma discussão trabalhista ou previdenciária, há uma criança chegando a uma nova família — e um vínculo que precisa de tempo para ser construído.

A forma como uma família começa pode ser diferente. A proteção à maternidade e à infância não deve ser menor por isso.

Você conhecia a decisão?

Salve este Reels e compartilhe com uma mãe. Mãe biológica ou por adoção, não há diferença.

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Avenida João Corrêa, Número 194, Sala 04/Três Coroas/RS E Avenida Borges De Medeiros, 3143, Sala 202/Gramado
Três Coroas, RS
95660000

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