22/05/2026
A Selic chegou a 14,50% e o impacto disso já aparece nas dívidas empresariais.
Com juros básicos elevados, bancos aumentam o custo das operações de crédito, encarecem renegociações e pressionam ainda mais empresas que já operam com capital de giro apertado. O problema é que muitos empresários continuam pagando contratos antigos sem revisar como essas taxas estão afetando o valor final da dívida.
Em diversas operações bancárias, o aumento dos juros faz a empresa pagar parcelas mais pesadas sem reduzir o principal da dívida de forma eficiente. O empresário mantém os pagamentos em dia, porém o passivo continua alto porque grande parte da parcela cobre juros e encargos financeiros.
Esse cenário exige atenção para a estrutura da dívida da empresa. Taxa aplicada, forma de cálculo, encargos e impacto no fluxo de caixa precisam ser analisados antes de aceitar qualquer renegociação. Quando a empresa entende esses números, consegue discutir condições mais adequadas e evitar contratos que ampliem ainda mais o custo financeiro da operação.
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