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A verdade sempre é o melhor caminho!
01/11/2023

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Quem ai já ouviu uma dessas deixa nos comentários!
31/10/2023

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Nosso escritório é pautado na ética, na transparência e no respeito com nossos clientes. A excelência nos move!         ...
30/10/2023

Nosso escritório é pautado na ética, na transparência e no respeito com nossos clientes. A excelência nos move!


No Brasil, é importante destacar que a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 10, inciso II, proíbe a dispensa arbi...
27/10/2023

No Brasil, é importante destacar que a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 10, inciso II, proíbe a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada gestante desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Isso significa que, durante esse período, a empregada gestante goza de estabilidade no emprego, e seu empregador não pode demiti-la sem uma justificativa válida, que não esteja relacionada à sua condição de gravidez.

A legislação brasileira visa proteger os direitos das trabalhadoras grávidas, garantindo que elas não sejam prejudicadas no local de trabalho devido à sua gravidez. Se a demissão ocorrer durante esse período de estabilidade e não houver uma justificativa válida, a empregada tem direito a ser reintegrada ao emprego e receber os salários e benefícios a que teria direito se não tivesse sido demitida.

Vale ressaltar que, mesmo após o período de estabilidade legal, as trabalhadoras grávidas continuam protegidas por outras leis trabalhistas que proíbem a discriminação no local de trabalho devido à gravidez. Portanto, a demissão de uma empregada grávida após o período de estabilidade pode ser considerada discriminatória e dar origem a ações legais.

É importante que as empregadas grávidas estejam cientes de seus direitos e, em caso de demissão injusta, busquem orientação jurídica para garantir que esses direitos sejam respeitados. A legislação trabalhista brasileira é complexa, e as circunstâncias individuais podem variar, portanto, é aconselhável consultar um advogado especializado em direito do trabalho para obter orientação específica sobre qualquer situação de demissão durante a gravidez.


Motivação diária para lutar pelos seus direitos!
26/10/2023

Motivação diária para lutar pelos seus direitos!


O cuidado é a forma mais bonita do amor, por isso se cuide e cuide de quem está a sua volta.                            ...
25/10/2023

O cuidado é a forma mais bonita do amor, por isso se cuide e cuide de quem está a sua volta.


Vamos fornecer uma visão geral que abrange diferentes cenários: 1.Demissão sem justa causa: Em muitos países, os emprega...
24/10/2023

Vamos fornecer uma visão geral que abrange diferentes cenários:

1.Demissão sem justa causa: Em muitos países, os empregadores têm o direito de demitir um funcionário sem fornecer uma justificativa específica, desde que cumpram os requisitos legais relacionados ao aviso prévio ou ao pagamento de indenização, conforme estabelecido nas leis trabalhistas locais.

2.Demissão com justa causa: Se um empregador pretende demitir um funcionário com justa causa, ele geralmente deve fornecer uma justificação válida, como má conduta grave, violação de políticas da empresa, roubo, negligência grave ou outras razões especificadas nas leis trabalhistas. Em muitos casos, a demissão com justa causa envolve um processo disciplinar ou um aviso prévio ao empregado.

3.Contrato de trabalho: Os termos do contrato de trabalho podem afetar as obrigações do empregador em relação à justificação da demissão. Em alguns contratos, pode haver cláusulas que estabelecem procedimentos específicos para demissões, incluindo a necessidade de fornecer uma justificação válida.

4.Leis locais: As leis trabalhistas podem variar de país para país e, em alguns casos, de estado para estado. Algumas jurisdições podem ter requisitos específicos sobre a justificação da demissão, especialmente em casos de demissão com justa causa.

5.Proteções específicas: Em alguns lugares, existem leis ou regulamentos que oferecem proteções adicionais a certos grupos de trabalhadores, como sindicalizados, membros de minorias ou funcionários em licença médica. Nestes casos, pode ser necessário fornecer uma justificação mais detalhada para a demissão.

Se você tiver dúvidas sobre sua demissão ou acreditar que foi demitido injustamente, é aconselhável procurar orientação jurídica de um advogado especializado em direito do trabalho para entender seus direitos e opções específicos.


No Brasil, os requisitos de tempo para contribuição para a aposentadoria por idade podem variar de acordo com o gênero e...
23/10/2023

No Brasil, os requisitos de tempo para contribuição para a aposentadoria por idade podem variar de acordo com o gênero e a legislação previdenciária em vigor. O regime previdenciário brasileiro tem as seguintes regras para a aposentadoria por idade:

Mulheres: As mulheres podiam se aposentar por idade com 60 anos de idade e 15 anos de contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Homens: Os homens podiam se aposentar por idade com 65 anos de idade e 15 anos de contribuição para o INSS.

No entanto, é importante observar que o sistema previdenciário brasileiro passou por reformas significativas nos últimos anos. Em 2019, foi aprovada uma reforma previdenciária que alterou as regras de aposentadoria no país. Essas mudanças incluíram um aumento gradual na idade mínima de aposentadoria para homens e mulheres e mudanças nas regras de cálculo dos benefícios.

Para obter informações atualizadas e detalhadas sobre os requisitos de tempo de contribuição e idade para a aposentadoria, é aconselhável entrar em contato com o INSS ou consultar um profissional de previdência ou advogado especializado em direitos previdenciários.


As leis trabalhistas estabelecem os direitos e obrigações relacionados ao período de férias para os trabalhadores. Aqui ...
20/10/2023

As leis trabalhistas estabelecem os direitos e obrigações relacionados ao período de férias para os trabalhadores. Aqui estão alguns pontos gerais que são comuns em muitas dessas leis:

1.Direito às Férias: A maioria das leis trabalhistas estipula que os trabalhadores têm direito a um período de férias remuneradas após um determinado período de trabalho contínuo na mesma empresa. Esse período de trabalho é conhecido como "período aquisitivo".

2.Duração das Férias: As leis geralmente determinam a duração mínima das férias. Em muitos países, um período de férias padrão é de 30 dias corridos, mas isso pode variar.

3.Remuneração: Durante o período de férias, os trabalhadores têm direito a receber um salário normal ou uma média de seus ganhos recentes. Isso garante que os trabalhadores não sofram uma perda significativa de renda durante as férias.

4.Planejamento de Férias: Geralmente, os empregadores têm o direito de agendar as férias dos funcionários, mas isso deve ser feito em conformidade com a lei e considerando as preferências do trabalhador, na medida do possível.

5.Divisão de Férias: Em alguns lugares, é permitido dividir as férias em períodos menores ao longo do ano, desde que seja acordado entre o empregador e o empregado.

6.Perda de Direitos: Em muitos países, os trabalhadores têm o direito de tirar suas férias em um determinado período após o período aquisitivo. Se não o fizerem, podem perder o direito a essas férias remuneradas.

7.Férias Coletivas: Em algumas jurisdições, os empregadores têm o direito de conceder férias coletivas a todos os funcionários ao mesmo tempo, geralmente durante as épocas de menor atividade.

8.Proteção contra Demissões: Em muitos lugares, os trabalhadores têm proteção legal contra demissões injustas por exercerem seu direito de tirar férias.


O direito à comunhão de bens em um relacionamento, como o de namorados, geralmente não é automático e varia dependendo d...
19/10/2023

O direito à comunhão de bens em um relacionamento, como o de namorados, geralmente não é automático e varia dependendo da jurisdição legal em que o relacionamento ocorre. Em muitos lugares, a comunhão de bens é uma questão que se aplica principalmente a casais casados ​​ou em uniões civis registradas, não a namorados ou parceiros de relacionamentos não casados.

A comunhão de bens é um regime legal que define como os bens e ativos adquiridos durante o casamento ou união civil são compartilhados ou divididos em caso de divórcio ou separação. Essa comunhão pode ser total (todos os bens são compartilhados), parcial (apenas alguns bens são compartilhados), ou inexistente (cada cônjuge mantém seus próprios bens separados).

Para namorados ou casais não casados, geralmente não há um regime legal automático de comunhão de bens. Os bens que cada indivíduo possui antes ou durante o relacionamento normalmente são considerados propriedade individual e não são automaticamente compartilhados ou divididos em caso de separação.

No entanto, em algumas jurisdições, existe a possibilidade de que casais não casados possam optar por acordos de coabitação ou contratos de parceria registrados que estabeleçam regras específicas sobre a divisão de bens e ativos em caso de separação. Esses contratos são elaborados voluntariamente e devem ser registrados de acordo com as leis locais para serem legalmente vinculativos.

Em resumo, a comunhão de bens geralmente não se aplica automaticamente a namorados ou casais não casados. Para garantir que os direitos e responsabilidades financeiras sejam claros e legalmente aplicáveis, é aconselhável procurar aconselhamento legal e considerar a possibilidade de elaborar um contrato de coabitação ou parceria, se isso for relevante para a sua situação. As leis variam de acordo com a jurisdição, por isso é importante consultar um advogado especializado em direito de família para obter orientações específicas para o seu caso.


Em alguns casos, é possível receber benefícios de aposentadoria e pensão por morte ao mesmo tempo, mas isso depende das ...
17/10/2023

Em alguns casos, é possível receber benefícios de aposentadoria e pensão por morte ao mesmo tempo, mas isso depende das leis de previdência social do seu país e das circunstâncias específicas do seu caso. Segue uma visão geral geral que pode ser aplicável:

Aposentadoria e Pensão por Morte: Em muitos sistemas de previdência social, você pode receber aposentadoria e pensão por morte ao mesmo tempo se atender aos requisitos para ambas as prestações. A aposentadoria geralmente é concedida com base em critérios como idade e histórico de contribuições, enquanto a pensão por morte é concedida aos dependentes do falecido segurado. Portanto, se você for um dependente de alguém que faleceu, poderá ter direito à pensão por morte, independentemente de sua própria aposentadoria.

Restrições de Acúmulo: Alguns sistemas de previdência social têm restrições quanto ao acúmulo de benefícios. Isso significa que, se você já está recebendo um determinado valor em aposentadoria e é elegível para uma pensão por morte, o valor da pensão por morte pode ser reduzido com base no valor da aposentadoria que você já recebe.

Requisitos Específicos: É importante verificar os requisitos e regras específicos do sistema de previdência social. Esses requisitos podem variar amplamente e afetar se e como você pode receber ambos os benefícios.

Casos de Sobreviventes: A pensão por morte normalmente é concedida aos cônjuges sobreviventes, parceiros registrados e dependentes das pessoas que faleceram. Portanto, é essencial garantir que você se enquadre nas categorias de beneficiários definidas pelo sistema de previdência social.

Para obter informações precisas sobre a possibilidade de receber aposentadoria e pensão por morte ao mesmo tempo no seu país e compreender as regras específicas que se aplicam ao seu caso, é recomendável entrar em contato com a autoridade de previdência social local ou consultar um profissional de previdência ou advogado especializado em direitos previdenciários. As leis e regulamentos previdenciários podem ser complexos e variar significativamente de um lugar para outro.


Arrasta para o lado, ou marque uma pessoa que precisa saber dessas informações! Para mais informações, entre em contato!...
16/10/2023

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