29/08/2025
Você já ouviu dizer que a legítima defesa não vale quando a morte não acontece? 🤔 Isso é mito! No tribunal do júri, o réu pode sim alegar legítima defesa mesmo quando a acusação é de tentativa de homicídio.
O Código de Processo Penal garante o direito do acusado de ser julgado não só pelo que fez, mas também pelas possíveis justificativas – inclusive a legítima defesa. Se ficou claro que a reação foi para se proteger de uma agressão injusta e foi necessária, o júri pode absolver, mesmo que ninguém tenha morrido no fim das contas.
Na prática, como funciona? O júri responde se houve uma agressão, se a pessoa tentou se defender e se o resultado só não foi maior por circunstâncias alheias à vontade do réu. E depois, analisam se a pessoa estava ou não em legítima defesa, olhando para os fatos do caso.
A ideia de incompatibilidade entre tentativa e legítima defesa ficou no passado: tribunais e doutrina entendem que a defesa pode – e deve – ser analisada em qualquer fase, seja o crime tentado ou consumado.
Se você ou alguém que conhece estiver nessa situação, saiba: a defesa tem direito a ser ouvida na plenitude. E justiça é isso, né? Garantir que cada história seja analisada com cuidado e justiça.
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