Barth Tondo Advogados Associados

Barth Tondo Advogados Associados Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Barth Tondo Advogados Associados, Firma de advogados, Rua Duque de Caxias, n. º 1193, Santa Maria.

O escritório BARTH & TONDO ADVOGADOS ASSOCIADOS se constitui em sociedade de advogados com mais de 8 anos de atuação, tendo no ano 2014 consolidado sua nova constituição, voltada ao atendimento e assessoramento de pessoas físicas e jurídicas nas áreas de Direito Imobiliário, Empresarial, Bancário e Consumerista com ênfase na atuação preventiva, através de assessoria e consultoria permanente às emp

resas. O desenvolvimento dessa atividade especializada perpassa pelo conhecimento de outras áreas do conhecimento, porquanto o enfrentamento de questões da área de atuação exige uma compreensão de outros ramos do Direito como ocorre com o Direito Civil, Direito Administrativo e Direito Processual Civil entre outros.

A 4ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do TJ/PR manteve a condenação de um município ao pagamento de indenização por...
25/05/2026

A 4ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do TJ/PR manteve a condenação de um município ao pagamento de indenização por danos morais a uma guarda municipal que teve sua imagem usada em figurinhas ofensivas compartilhadas no ambiente de trabalho.

No caso, as figurinhas continham palavras vexatórias e estavam armazenadas em computadores da Central de Videomonitoramento da Guarda Municipal, com acesso restrito aos servidores. A Justiça entendeu que houve falha da Administração Pública ao permitir a circulação do conteúdo sem impedir a violação à honra e à imagem da servidora.

A indenização foi fixada em R$ 5 mil reais.

O ponto mais importante dessa decisão é que ela reforça um entendimento que cresce no Judiciário: “brincadeira” não afasta responsabilidade quando há exposição humilhante, constrangimento ou ataque à dignidade da pessoa.
No ambiente digital, a responsabilidade continua existindo.

E isso vale não apenas para órgãos públicos, mas também para empresas e grupos corporativos. Quando há omissão diante de ofensas, memes, montagens ou exposição vexatória entre colegas, pode surgir o dever de indenizar.

Mas existe um detalhe importante: nem toda figurinha ou meme gera dano moral automaticamente. Os tribunais analisam o contexto, o conteúdo da mensagem, o alcance da divulgação e a existência efetiva de constrangimento ou violação à honra.
Por isso, cada caso precisa ser analisado de forma concreta.

O que parece “só uma zoeira” para uns, pode ultrapassar o limite do humor e atingir direitos de personalidade protegidos pela Constituição Federal.

📌 Processo: 0041264-10.2023.8.16.0021
📌 TJ/PR – 4ª Turma Recursal dos Juizados Especiais

20/05/2026

Manutenção não é só cuidado, é responsabilidade. ⚠️

Ignorar riscos pode gerar consequências civis e até criminais para o síndico.

👉 Prevenir não é custo, é proteção para o condomínio e para você.

19/05/2026

O trabalho está mudando — e rápido. ⚡

A IA não veio só automatizar, veio aprender com quem ensina.
O futuro do trabalho é sobre como nós vamos educar a máquina.

Sem direção humana, não há valor.
Porque, no fim, o futuro ainda precisa de nós.

Você está preparado para ensinar?

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar o REsp 2.121.055, decidiu que proprietários não podem utilizar apartamen...
15/05/2026

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar o REsp 2.121.055, decidiu que proprietários não podem utilizar apartamentos em condomínios residenciais para hospedagens de curta duração — como anúncios em plataformas digitais, a exemplo do Airbnb — sem autorização prévia do condomínio.

A Segunda Seção do STJ firmou entendimento de que esse tipo de utilização possui caráter de exploração econômica e pode descaracterizar a finalidade residencial do empreendimento. Por isso, para que essa modalidade seja permitida, é necessária aprovação em assembleia por, no mínimo, 2/3 dos condôminos, conforme previsão do Código Civil.

O caso analisado envolvia uma proprietária que buscava garantir judicialmente o direito de disponibilizar seu apartamento para estadias de curta temporada sem autorização assemblear. O condomínio, por outro lado, sustentou que a prática alterava a destinação residencial do prédio e aumentava a rotatividade de pessoas, trazendo impactos à segurança, ao controle de acesso e ao sossego dos moradores.

No voto que prevaleceu no julgamento, a ministra Nancy Andrighi destacou que os contratos realizados por plataformas como Airbnb não se enquadram perfeitamente nem como locação residencial tradicional nem como hospedagem hoteleira, podendo ser considerados contratos atípicos.

Além disso, a ministra ressaltou que o simples fato de a oferta ocorrer por aplicativo ou plataforma digital não altera a natureza jurídica da atividade exercida. O ponto central da discussão, segundo o STJ, é a efetiva destinação dada ao imóvel dentro do condomínio.

A decisão reforça o entendimento de que, nos condomínios residenciais, os proprietários devem respeitar a finalidade originalmente prevista para as unidades, salvo se houver deliberação coletiva autorizando a alteração dessa destinação.

Felipe Raphael Monteiro - OAB/RS 114.471

13/05/2026

A violência doméstica não acontece só “dentro de casa” — muitas vezes, ela ecoa pelos corredores do condomínio.

O Projeto Sentinela reforça um ponto essencial: síndicos, porteiros e moradores também têm um papel na identificação e no encaminhamento dessas situações.

🚨 Não é sobre invadir. É sobre não ignorar.
👀 Sinais existem — e saber agir pode salvar vidas.

Condomínios mais seguros começam com informação, preparo e responsabilidade coletiva.

Liberdade, por si só, não organiza o trabalho.Sem clareza, ela confunde.Sem direção, ela dispersa.Quando as expectativas...
12/05/2026

Liberdade, por si só, não organiza o trabalho.
Sem clareza, ela confunde.
Sem direção, ela dispersa.

Quando as expectativas não estão bem definidas, cada pessoa interpreta o trabalho de um jeito. As decisões se desencontram, os esforços não se somam e o resultado depende mais de tentativa e erro do que de construção consciente.

Autonomia sem referência vira insegurança.
Responsabilidade sem critério vira sobrecarga.
E o trabalho perde fluidez.

Ambientes saudáveis entendem que liberdade não é ausência de estrutura. Pelo contrário. É a existência de bases claras que permite que as pessoas escolham melhor, decidam com mais segurança e contribuam com mais consistência.

Clareza orienta.
Clareza protege.
Clareza fortalece.

Quando papéis, objetivos e limites estão bem definidos, as habilidades individuais aparecem com mais força e o trabalho coletivo ganha direção. A autonomia deixa de ser peso e passa a ser potência.

A tecnologia pode facilitar comunicação, fluxos e acompanhamento. Mas não cria alinhamento sozinha. Primeiro vem a decisão de esclarecer o que se espera, como se decide e onde cada um contribui.

Trabalhar melhor não é soltar tudo.
É estruturar para que a liberdade funcione.

E talvez a reflexão mais importante seja esta: o ambiente em que você atua oferece liberdade com clareza ou apenas liberdade sem direção?

Se esse tema conversa com o seu momento, salva esse post e continua essa conversa comigo ao longo do mês.

Ao julgar o recurso especial nº 2233511, os ministros da terceira turma do Superior Tribunal de Justiça mantiveram a dec...
11/05/2026

Ao julgar o recurso especial nº 2233511, os ministros da terceira turma do Superior Tribunal de Justiça mantiveram a decisão em ação de penhor legal que postulava o reconhecimento da validade do apossamento sobre bens móveis deixados pelos locatários no imóvel locado, em vista do anterior inadimplemento dos aluguéis e demais encargos contratuais e a mora na entrega das chaves do imóvel.

No caso, a sentença havia julgado improcedentes os pedidos do locador alegando que apenas seria possível a utilização do penhor legal na hipótese de o contrato não possuir garantia legal.

Contudo, em recurso, o Tribunal diferenciou a proibição de mais de uma garantia locatícia, prevista no parágrafo único do art. 37 da Lei 8.245/91, do penhor legal, previsto no art. 1.467, II, do Código Civil, fundamentando tratar-se de naturezas diferentes.
Ao julgar o recurso especial, o STJ confirmou o entendimento do Tribunal de origem, esclarecendo que enquanto a vedação de mais de uma garantia diz respeito da liberdade contratual do locador, impedindo-o de exigir, no momento da formalização do pacto, a apresentação de mais de uma das garantias previstas taxativamente na lei. O penhor legal versa sobre direito de autotutela, cujo nascimento independe da vontade das partes, e possibilita ao locador, no caso específico de perigo na demora no recebimento do seu crédito, apropriar-se de determinados bens do locatário que guarneçam o imóvel com o propósito de vinculá-los ao pagamento da dívida preexistente e não adimplida.

A decisão do STJ é muito importante, na medida que pode diminuir a inadimplência da locação. Contudo, atenção, o procedimento de penhor legal possui diretrizes que devem ser seguidas, como levar o caso a homologação do judiciário para posterior venda judicial do bem gravado.

Gisele Brasil
OAB/RS 120.188

Antes de qualquer função, conquista ou título, ela é mãe. E é exatamente isso que faz dela quem ela é — forte, dedicada ...
10/05/2026

Antes de qualquer função, conquista ou título, ela é mãe.

E é exatamente isso que faz dela quem ela é — forte, dedicada e cheia de amor em tudo que faz.

Feliz Dia das Mães… para as nossas, as suas e a todas elas que são incríveis todos os dias 💛

Muitos acreditam que o que foi dito na reunião "morre" ali, mas a verdade é que as palavras tomam publicidade e o que es...
08/05/2026

Muitos acreditam que o que foi dito na reunião "morre" ali, mas a verdade é que as palavras tomam publicidade e o que está escrito na Ata permanece.

A Ata não é uma mera burocracia, mas a blindagem jurídica da gestão e do patrimônio de todos os moradores. Decisões fundamentais, como aprovação de contas ou realização de obras, só possuem validade plena se registradas com fidelidade técnica e transparência.

A falta de precisão nesse documento pode anular votações e até gerar responsabilidade criminal. Garanta que a memória do seu condomínio esteja em boas mãos.

06/05/2026

A tecnologia já é realidade nos condomínios — mas a sua gestão está preparada para acompanhar?

Mais do que implantar sistemas, é essencial garantir segurança, informação e adequação à lei. Cada mudança exige planejamento, comunicação e boas práticas.

Se houver dúvidas nesse processo, conte com orientação especializada para fazer tudo da forma correta.

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