20/05/2026
Na quinta-feira, dia 21/05, em parceria com meu colega de Grupo de Pesquisa, Glênio Quintana, apresentarei um trabalho de um estudo que ainda está só começando.
Uma análise sobre a vulnerabilidade das futuras gerações, as quais ainda não são contempladas no debate jurídico e político. Contudo, precisam ser.
Por que falar de proteção das futuras gerações? Porque há uma necessidade urgente de, no presente, reconhecer que as decisões tomadas hoje - políticas, econômicas, ambientais e jurídicas-, produzem efeitos que atravessam décadas e alcançam pessoas que ainda não nasceram e que dependem das escolhas das atuais gerações para definirem o que acontecerá ou não.
Pensar nas futuras gerações é elevar o olhar, ir além do imediatismo e compreender que democracia, justiça e desenvolvimento só são legítimos quando não comprometem a possibilidade de vida digna do amanhã.
O futuro também será habitado, e é preciso que ele seja digno.