Joana Rodrigues - Trabalho em Foco

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Joana Rodrigues - Trabalho em Foco Advogada, professora e mãe. Te ensino a usar as lentes de gênero na advocacia trabalhista.

13/10/2026

A epidemia de assédio sexual, assédio moral, hostilidades e discriminações de gênero no mundo do trabalho não é um fenômeno isolado. É expressão de uma sociedade que historicamente subalterniza as mulheres, restringe sua autonomia e naturaliza relações de poder, controle e subjugação.

Enfrentar essa realidade exige mais do que responsabilizar agressores: exige compreender as estruturas que produzem essas violências, com lentes interseccionais de gênero, raça e classe. E isso também depende de uma conjuntura política comprometida com a igualdade e a emancipação das mulheres, não com projetos que reforçam hierarquias patriarcais, idealizam papéis rígidos de gênero e tentam restaurar relações de submissão, como faz a extrema-direita.

Temos dito; não se enfrenta a violência de gênero reproduzindo, na política, as estruturas que a sustentam.

É por isso que não podemos ser indiferentes aos projetos políticos que disputam os rumos da nossa sociedade. Candidaturas de extrema-direita, que reforçam relações de poder que subjugam as mulheres e se afastam do compromisso com a igualdade de gênero, não representam o horizonte de emancipação e justiça que defendemos para as mulheres. Os direitos das mulheres não podem ser usados como discurso: precisam ser um compromisso efetivo com a igualdade, a autonomia e a liberdade.

Atenção mulheres, não se enganem!! Sigamos atentas, conscientes e fortes! 🌹🌟



Esse dias vi uma advogada sustentando que a direita também constrói políticas para as mulheres. Mas de quais mulheres es...
10/10/2026

Esse dias vi uma advogada sustentando que a direita também constrói políticas para as mulheres. Mas de quais mulheres estamos falando? E de quais projetos de sociedade?

“Contra fatos, não subsistem argumentos.”

Concordo. Por isso, fui olhar justamente para os fatos que f**aram de fora.

Não basta contabilizar leis sancionadas. É preciso saber quem as propôs, o que foi vetado, o que precisou ser negociado e aprimorado no Congresso e, sobretudo, qual concepção de igualdade orientou essas iniciativas.

Políticas para as mulheres exigem compromisso com a autonomia econômica, a liberdade e a dignidade de todas. Exigem uma perspectiva interseccional, que reconheça que mulheres negras, pobres, mães solo e trabalhadoras não podem ser esquecidas em projetos pensados a partir da realidade de poucas privilegiadas.

Muitas propostas foram tensionadas e aprimoradas no processo legislativo. O resultado não pode ser atribuído exclusivamente ao governo que sancionou a lei.

E f**a a reflexão: se a extrema direita voltar ao poder com um Senado alinhado e uma Câmara majoritariamente favorável, que espaço haverá para disputar, corrigir e aprimorar projetos que afetam a vida das mulheres?

Debate democrático exige informação. Mas informação inteira, com contexto, contradições e consequências.

Da mesma forma que mais mulheres na política não signif**a apoiar toda e qualquer mulher que ocupe um espaço de poder, defender mais políticas para as mulheres não signif**a aceitar qualquer política sob esse rótulo. Há políticas que, embora se apresentem como proteção, segregam, excluem e aprofundam desigualdades.

Nem tudo o que se faz em nome das mulheres promove seus direitos. Uma sociedade efetivamente justa e igualitária exige que perguntemos não apenas quantas políticas foram feitas, mas a quem elas protegem, quem deixam para trás e que projeto de sociedade ajudam a construir.

Vamos acordar mulherada!! Atenção clientes, mulheres trabalhadoras, não se omitam nessa luta!! Para que a vitória de umas seja a vitória de TODAS, precisamos estar TODAS contra a extrema-direita!!



Minha avó conquistou o direito de votar.A geração de minha mãe conquistou o direito de se divorciar.Eu quero que minha f...
04/10/2026

Minha avó conquistou o direito de votar.
A geração de minha mãe conquistou o direito de se divorciar.
Eu quero que minha filha cresça sabendo que liberdade não é um privilégio que alguém pode nos conceder, nem retirar.

É por isso que hoje meu voto não é segredo! E o voto em Lula é só uma parte da escolha.

Não podemos esquecer da Câmara dos Deputados e o Senado Federal. E é ali que, nos próximos anos, serão decididos direitos que dizem respeito diretamente à vida das mulheres e das meninas.

— PL 896/2023, que criminaliza a misoginia e aguarda votação na Câmara;
— PL 1904/2024, que pretende alterar as regras penais sobre o ab**to e pode criar novas barreiras, inclusive para meninas e mulheres vítimas de estupro;
— PL 68/2025 e PL 1440/2026, que tratam do enfrentamento à violência política de gênero e raça;
— PLP 103/2026, que propõe consequências eleitorais para práticas como violência política, violência política de gênero e violência institucional;
— PLP 41/2026, que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres;

e tantos outros projetos que tratam de violência doméstica, violência sexual, autonomia econômica, maternidade, trabalho, saúde e proteção social que continuam aguardando votação.

Isso sem falar nas tentativas de restringir ou criar obstáculos ao exercício de direitos que já existem.

É por isso que importa — e muito — quem elegemos para o Legislativo.

No fim, eleição também é sobre que país queremos entregar às próximas gerações, entregar à “pequena Eva”, que hoje vem comigo para a cabine ainda entendendo pouco do tudo que está fazendo.

Vumbora!! Boraaa Lula, Olívia Santana, Vilma Reis e para Senadores Wagner e Rui!!
🌟 A colinha está no carrossel!!

🌹Bora mulheres, primavera nos dentes, a estrela no peito e 13 na urna!! Somos maioria e mostraremos nas unas quem sabe votar!



📸Democracia Sim

Novamente não conheci a Catedral. Não vi amigas queridas da lá (e foram tantas que eu queria abraçar). Não fiz as visita...
02/10/2026

Novamente não conheci a Catedral. Não vi amigas queridas da lá (e foram tantas que eu queria abraçar). Não fiz as visitas a alguns ministros no TST como queria. Novamente não conheci o STF. Não tive um cafezinho com meu atual e futuro presidente 🙌🏾. Não vi o pôr do sol cair na Praça dos Três Poderes.

Poderia ter voltado de Brasília com aquela sensação de que foi tudo rápido demais e não deu tempo.
Mas a vida também é sobre escolher onde colocar os olhos.
E, nesses três dias, coube tanta coisa.

Couberam o “estar junto” com os amigos da Bahia, os novos encontros, as conversas que ensinam e as resenhas de quarto com as melhores companheiras de estrada: Christianne Gurgel e Monica Oliveira ♥️.

Coube participar da avaliação dos trabalhos científicos do CONAT pela Escola da ABRAT. Coube lançar livros que, há algum tempo, eu sequer imaginava que escreveria. Coube figurar como coautora, ao lado da minha sócia, Verus, em uma revista jurídica voltada para mulheres e coube ver amigas me prestigiando e celebrando comigo essas conquistas.

Coube aprendizado. Coube afeto. Coube celebração. E Coube ainda a especial emoção da eleição de um grande amigo para a presidência da nossa entidade. André Luiz Queiroz Sturaro , parabéns querido!!

Ainda é cedo para saber a dimensão de tudo o que foi dito e vivido ali, em um congresso de Direito do Trabalho em Brasília, a poucos dias de uma eleição presidencial. Mas, de uma coisa eu sei: eu fui, eu tava!

E este TBT é apenas um registro, ainda incompleto, da forma como esses 3 dias ainda ressoam em mim. É também um modo de agradecer pela companhia das(os) baianos queridos que comigo dividiram conversas, caronas de ubers, café de hotel, a foto com ministro Dino, afetos, os cafezinhos em pleno calor infernal do cerrado e a honra de sermos premiados como a 2ª maior delegação do CONAT 2026.

É isso! Encerrada a temporada de congressos! E que a minha próxima vez em Brasília seja na posse do presidente Lula, com um 8 de janeiro celebrando apenas a Democracia!

Corpo fechado, coração abundante. 🌹


😅

Na última sexta-feira, 18 de setembro, foi celebrado o Dia Internacional pela Igualdade Salarial.O dia foi tão corrido q...
22/09/2026

Na última sexta-feira, 18 de setembro, foi celebrado o Dia Internacional pela Igualdade Salarial.

O dia foi tão corrido que não consegui registrar nenhuma reflexão sobre a data. Mas ela me fez lembrar deste livro.

Era novembro de 2023. Comprei a passagem em cima da hora, paguei caro, organizei tudo meio no susto e fui!

Estava em Brasília para o lançamento da Coleção Estudos ENAMAT – Interseccionalidade, gênero e raça e a Justiça do Trabalho, na qual tive a alegria de compartilhar com Adriana Manta Adriana Manta , minha parceira de trincheiras acadêmicas, a autoria de um artigo sobre igualdade salarial, problematizando a Lei 14.611/2023 e as interseccionalidades invisíveis.

E fiz bem em considerar aquele lançamento imperdível. Chegando lá, testemunhei o lançamento oficial dos Protocolos do TST (uma grata surpresa), conheci o então presidente Lélio por meio de uma apresentação carinhosíssima da querida gabi_lenz , revi pessoas queridas e voltei para a Bahia trazendo esse livrão da foto e a certeza de que Brasília sempre reforça caminhos e rende encontros incríveis.

Nesta semana, estarei novamente em Brasília. Desta vez, para o lançamento de outro livro, durante o CONAT.

Um livro no qual tive a oportunidade de escrever um capítulo cujo o tema também atravessa profundamente o meu cotidiano profissional: a maternidade e a experiência das trabalhadoras mães.

Mais uma vez, inquietações traduzidas em palavras que moldam e ou retroalimentam uma forma de fazer advocacia. A que eu acredito, feita com estudo, trocas, reflexão, pesquisa, compromisso social e, quem sabe, como sonhamos, alguma mudança.

Simbora que o CONAT é logo ali. Que os ares do cerrado, em vésperas de eleições, nos guarde o fervor de quem acredita e a paixão de que sonha sempre mais alto.

Corpo fechado, coração abundante. 🌹




& escritora! 😍😅

14/09/2026

🚨Atenção!!! Assédio moral não precisa ser reiterado nem prolongado no tempo.

Essas características embora importantes e presentes em muitos casos, não são imprescindíveis à caracterização da conduta!!

É o que aponta o Min. Balazeiro, a partir da Convenção nº 190 da OIT e das Resoluções nº 351/2020 e 518/2023 do CNJ no julgado que menciono no vídeo e em tantos outros disponíveis no âmbito do TST.

O julgado destaca quatro elementos especialmente importantes para a caracterização do assédio e da violência moral no trabalho:

• abusividade da conduta, comissiva ou omissiva;
• efeitos sobre a esfera psíquico-social do trabalhador;
• desnecessidade de reiteração ou habitualidade; 👀
• prescindibilidade da intencionalidade da conduta abusiva.

É uma mudança importante de paradigma: o foco não está apenas na repetição da conduta ou na intenção de quem a pratica, mas também nos seus efeitos e no dano produzido.

Vale lembrar que a Convenção nº 190 da OIT está em processo de ratif**ação pelo Brasil. E esses parâmetros internacionais de proteção contra a violência e o assédio no trabalho já precisam ser conhecidos e considerados pela advocacia e pela magistratura.

Porque continuar exigindo “repetição” e “intenção” como requisitos indispensáveis é insistir em uma concepção de assédio que já não dá conta da realidade do mundo do trabalho. E eu vejo isso com frequência em minh atuação.

A propósito o conteúdo foi feito exatamente em uma ocasião, dias atrás, em que eu e Veruska Wolney Schmidt recebemos um acórdão de uma turma composta só por mulheres, onde lia-se exatamente o contrário dessa decisão do TST. 🫠

Enfim, atualize-se! Advocacia com perspectiva de gênero não é ativismo. É qualif**ar o olhar jurídico para reconhecer violências que os velhos conceitos insistem em invisibilizar.

Olha Ela na trend dos anos 80!! E seguindo o fluxo do texto de Cecilia Hildebrand , fiquei pensando: o que viviam os tra...
08/09/2026

Olha Ela na trend dos anos 80!! E seguindo o fluxo do texto de Cecilia Hildebrand , fiquei pensando: o que viviam os trabalhadores e, sobretudo, as trabalhadoras nessa época? E se eu tivesse vivido esse período, quem eu seria nesse rolê?

Os anos 80 foram o fervilhão do “Novo Sindicalismo”, marcado por paralisações históricas, piquetes nas portas das fábricas e pela fundação das grandes centrais trabalhistas. No entanto, por trás das fotos icônicas de multidões em greve, a liderança operária ainda era esmagadoramente masculina, relegando as pautas femininas a um segundo plano, como se a jornada dupla e a discriminação fossem questões menores.

Foi inclusive nessa mesma década que o Brasil assinou e ratificou a CEDAW (a Convenção da ONU contra a Discriminação da Mulher), em 1984. Mas, em um retrato fiel da nossa burocracia patriarcal, o tratado veio cheio de ressalvas e só seria integrado de forma plena ao ordenamento jurídico muitos anos mais tarde.

E foi no apagar das luzes da década que o jogo mudou: a articulação do “Lobby do Batom”, como lembrou Cecília, garantiu, na CF de 1988, conquistas históricas como a licença-maternidade de 120 dias, a proibição da discriminação salarial por s**o e a igualdade jurídica. O que era ignorado no chão de fábrica finalmente virava direito constitucional.

Enfim, penso que com minhas ombreiras e brincos enormes e café na mão, estaria ali de perto, militando na construção desses direitos. Mas sem saber, porém, que quase 40 anos depois a gente ainda estaria desenhando o óbvio na mesa de negociação.

Licença-maternidade que, em tempos de reação a precedentes vinculantes, continua sendo tratada como “custo”; discriminação contra mães que continua organizando contratações; e a luta constante para que os direitos das mulheres deixem de ser apenas item figurativo nas pautas sindicais.

O tempo passou, a tecnologia avançou, mudou o figurino, a linguagem, mas a sensação incômoda continua, a de que, quando o assunto é o trabalho da mulher, o Brasil (às vzs) parece que sequer virou a década.

Mas adorei a adesão em massa à nostalgia das nossas versões maximalistas de cores neon e ao tempo em que RR gritava “Que país é esse?” 👀🇧🇷

É preciso ter o caos dentro de si para gerar uma estrela dançante.”— Hoje, no meu aniversário, uma amiga que amo muito, ...
02/09/2026

É preciso ter o caos dentro de si para gerar uma estrela dançante.”
—

Hoje, no meu aniversário, uma amiga que amo muito, mas que nem me conhece há tanto tempo me escreveu e me chamou de “caos iluminado”.

Fiquei pensando em como é bonito ser vista de verdade por alguém. Mesmo sem conhecer toda a minha história, ela descreveu, com uma precisão quase desconcertante, o momento que estou vivendo.

Há quem veja o caos e enxergue desordem. Eu hoje olho para trás e vejo movimento. Vejo as versões de mim que nasceram, morreram e renasceram. Vejo os planos que que foram mudando, os caminhos que se abriram sem aviso, os encontros que me transformaram. E a luz que insiste em permanecer.

Neste aniversário, escolhi me presentear com essas fotos ao lado da minha mãe, da minha irmã e da pequena Eva. Da minha família. O tempo passando pelos nossos rostos, a cria crescendo, a família mudando de forma — enquanto algumas coisas permanecem exatamente onde sempre estiveram: no amor.

Um momento entre quatro mulheres de diferentes gerações, vivido em família e com muito signif**ado para mim.

Este ano, minha mãe passou por uma situação delicada de saúde, e isso me fez olhar ainda mais para dentro e mergulhar nas minhas relações, na minha história e no que realmente importa. Essas fotos são uma forma de celebrar nossa presença, nosso vínculo e o privilégio de estarmos juntas.

Aos 46, talvez eu esteja aprendendo que não preciso organizar todo o caos. Essa coisa de ser é mesmo caótica às vezes. Mas há também momentos em que é preciso apenas encontrar música dentro dele e continuar dançando.

Que venha mais um ano. Quadragésia quinta volta ao Sol com autonomia, força, fé, leveza e coragem.
E com caos, luz, amor e movimento.
✨🌞

Corpo fechado, coração abundante! 🌹
02.09.26
Simbora!!!

Desde 2019, ano em que palestrei pela primeira vez, construí e me foram oportunizados muitos momentos onde pude comparti...
30/08/2026

Desde 2019, ano em que palestrei pela primeira vez, construí e me foram oportunizados muitos momentos onde pude compartilhar meus conhecimentos, reflexões e verdades. Usar a voz para coletivizar a perspectiva pela qual entendo ser possível e necessário enxergar e usar o Direito em nossa sociedade injetou ânimo em minha vida, mesmo nos momentos mais difíceis.

Mas nos últimos tempos, na Diretoria de Cultura da Abat, tenho vivido um outra experiência igualmente especial. Construir espaços, idealizar e articular momentos para ver outras pessoas brilharem tem sido de uma grandeza sem igual e uma oportunidade de aprendizado muito privilegiada.

Assim foi o nosso XVI EBAT, onde tive a chance de mais uma vez estar ao lado de André Luiz Queiroz Sturaro , idealizando e costurando a programação científ**a. Sim, uma verdadeira Costura feita com alinhamentos teóricos e muito Afeto. Serei sempre grata à Adriano Palmeira, Edilma Ferreira e ao próprio Stura, pelo convite e pela confiança.

Adriano e Dil, quanta maestria de vocês na condução de tudo isso! ❤️

Nosso Ebat estava mesmo lindo, vistoso, organizado e bonito dos pequenos aos grande detalhes, mas estava também intrigante, potente em conteúdo, provocativo e mobilizador de insurgências, transformações e coragens. Foi, de fato, um grande Encontro de ideias, de afetos e de esperanças. Advocacia unida em torno de uma historia que vem sendo construída há 50 anos e moldada por um presente renovado. É na união de momentos como esse que a advocacia se fortalece, reafirmando sua força, seu papel transformador e seu compromisso com a Justiça.

Viva a Advocacia Trabalhista! Um salve para essa Diretoria arretada que está na segunda foto e para toda equipe de excelência que realizou o evento e viva o nosso XVI Ebat!!

Corpo fechado, coração abundante. 🌹

A vida é feita de escolhas. E, mesmo quando escolhemos não escolher, ainda estamos escolhendo.Sei que perdi o bonde da t...
16/08/2026

A vida é feita de escolhas. E, mesmo quando escolhemos não escolher, ainda estamos escolhendo.

Sei que perdi o bonde da trend do momento, mas fiquei pensando hoje no quanto acho muito chique escolher ser feliz dentro da própria vida, ainda que nem em todos os dias brilhe o sol. Mas também no quanto é chiquíssimo precisar só de sol e de um banho de mar para se sentir renovada e pronta para enfrentar o mundo como ele é. Novamente.rs.

Sigo no fluxo do meu inferno astral, confrontando as contradições próprias de que chega à metade da vida (sim, porque a ideia é chegar aos 90. 👀😅) e alargando as lentes para os momentos de certeza sobre a beleza da vida.

Entre eles, o mais lindo, Chico e Eva juntos.💎
E de novo sobre escolhas…em pensar que eu quis tanto, tanto, ter dois filhos da mesma idade. A escolha que me foi negada hoje é justamente o laço que os une. A diferença que quis tanto evitar, virou o ponto de encontro mais bonito entre eles.

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16.08
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