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Hoje, às 20 horas, teremos live sobre: A DESCONSIDERAÇÃO DA TESE DE LEGÍTIMA DEFESA DA HONRA.Fui convidada por .adv e ad...
17/03/2021

Hoje, às 20 horas, teremos live sobre: A DESCONSIDERAÇÃO DA TESE DE LEGÍTIMA DEFESA DA HONRA.

Fui convidada por .adv e adorei o tema, que está tão em alta, após o sucesso do podcast e a exclusão, pelo STF, da possibilidade de arguição dessa "tese" no âmbito dos feminicídios.

👉🏻 Vamos explicar a "tese", discutir o porquê ela já deveria ter sidodesconsiderada, mencionar casos emblemáticos e muito mais.

Aguardo todes vocês!! 😉

Uma nova forma de cantar para as crianças.Podemos mudar, é possível um novo mundo e uma nova educação feminista para tod...
14/03/2021

Uma nova forma de cantar para as crianças.

Podemos mudar, é possível um novo mundo e uma nova educação feminista para todas as crianças.

Por um mundo sem violência, sem beijos não permitidos, sem violação de nossos corpos e vontades .

Via

Com o objetivo de ampliar diálogos e reflexões sobre os direitos das mulheres em nossa realidade social, hoje (11/03) às...
11/03/2021

Com o objetivo de ampliar diálogos e reflexões sobre os direitos das mulheres em nossa realidade social, hoje (11/03) às 18h será realizada uma live no perfil da .psi contemplando a importância de conhecermos cada vez mais as nossas lutas por garantia de direitos e suas relações com a saúde mental.

Esperamos vocês para que esse momento de troca seja ainda mais potente. Vamos refletir sobre os caminhos que já foram dados e os muitos que ainda precisamos percorrer juntas? ❤️✊🏽

Grata pelo convite .psi , sigamos juntas!

O caso da pernambucana Millena Brandão viralizou nas redes. Ela fez um chá de revelação um pouco diferente do convencion...
09/03/2021

O caso da pernambucana Millena Brandão viralizou nas redes.
Ela fez um chá de revelação um pouco diferente do convencional. Após receber questionamento sobre paternidade, ela realizou teste de DNA e revelou se o ex-companheiro era mesmo pai do segundo filho.

O ex dizia que o filho era de um colega de plantão, um médico cubano, ou de "tikin", fazendo referência a letra de música sobre mulher que não sabe quem é o pai do filho.

Nada novo sobre o sol né minha gente? Quantas mulheres tem que comprovar a paternidade de seus filhos mesmo estando em uma relação? Quantas mulheres chegam até mim com a mesma situação, que estão sendo injuriadas e difamadas porque o embuste não quer assumir o filho?

Lembrando que a Lei autoriza alimentos gravidicos mesmo sem exame de DNA, havendo provas que corroboram com os fatos trazidos pela gestante no processo.

No caso de Millena, o ex teria dito que só assumiria o filho com teste de DNA. "Então resolvi divulgar o resultado com classe", completa. Após a revelação, ela br**ca no vídeo: "Nem de cubano, nem de 'tikin'."

Até onde as mulheres precisam ir para provar que estão falando a verdade?

Notícia do site Marie Claire

8 de Março é um dia de visibilização das nossas demandas, enquanto feministas. Para nós, do CAFF, é impossível pensar a ...
08/03/2021

8 de Março é um dia de visibilização das nossas demandas, enquanto feministas. Para nós, do CAFF, é impossível pensar a emancipação de mulheres sem centralizar a pauta das Maternidades e Infância livres de violência.
Por isso, elegemos o dia de hoje para reforçar o nosso compromisso com a luta pela revogação da lei de alienação parental.

Hoje, o Brasil é o único país a manter uma legislação sobre a suposta síndrome de alienação parental, enquanto outros países a revogaram ou não admitem sequer o uso desta alegação em tribunais.

Trata-se de uma lei baseada em uma síndrome (Síndrome de Alienação Parental-SAP) sem qualquer reconhecimento científico, criada por um perito em defender agressores de mulheres e abusadores se***is de crianças em processos judiciais nas varas das famílias estadunidenses, que descrevia mulheres como seres naturalmente vingativos, irracionais, que não aceitavam a ruptura do casamento.
A lei foi aprovada às pressas, sem participação de órgãos de proteção à infância, nem das mães na única audiência pública que a precedeu, constituindo-se em dispositivo legal que promove o silenciamento de mães e submissão ao controle paterno.

É indiscutível que os estereótipos de histéricas, vingativas, ressentidas que recaem sobre as mulheres afetam a credibilidade dos seus depoimentos. Afinal, em casos de violência ou abuso sexual, nos processos de divórcio/disputa de guarda, as mulheres são postas como manipuladoras, que "alienam" as crianças para realizarem falsas denúncias.

Leis discriminatórias e a falta de capacitação do sistema de justiça para tratar devidamente as violações de direitos humanos das mulheres contribuem para mantê-las à margem do Judiciário. A LAP integra esse sistema de leis discriminatórias.

Hoje, convidamos todas que lutam pelos direitos das mulheres e das crianças a estudarem o tema e abraçarem essa luta conosco. Não haverá emancipação de mulheres sem proteção à infância e à maternidade. A luta pela garantia do direito das mulheres gozarem de uma vida livre de violências perpassa a luta pela revogação da lei de alienação parental.

As vagas da nossa capacitação feminista se esgotaram e eu sequer acredito. Foram algumas dezenas de vagas disponibilizad...
06/01/2021

As vagas da nossa capacitação feminista se esgotaram e eu sequer acredito. Foram algumas dezenas de vagas disponibilizadas e todas preenchidas. Não vou falar em números aqui, porque acho pedante e reduz toda a questão política desta proposta a questões de mercado – o que, de longe e com certeza, não é. Estamos falando de pessoas (e não números) que acreditaram em mim e encabeçando esse projeto junto de outras cinco mulheres que integram o corpo docente desse curso (e que ainda nem acredito que toparam participar): Laina, Veruska, Isadora, Janine e Julyana.

O curso tem sido pensado há quase um ano. Foram dias de planejamento. Dias montando material. Dias de negociação. Tudo feito 100% por mulheres feministas classistas e que veem nessa advocacia não a possibilidade de enriquecer, mas de emancipar outras mulheres advogadas. A capacitação acontece para mostrar que é possível, sim, levantar essa bandeira sem temer e com coragem.

Essa postagem pode parecer boba, mas é uma realização pessoal e coletiva que tenho certeza (CER-TE-ZA) será incrível. A primeira aula é sábado e eu não estou me aguentando de entusiasmo. Obrigada cada uma(um) que vai estar conosco nessa jornada e desculpem a todas(os) que não conseguiram se inscrever a tempo. Para estes, saibam que o curso terá segunda edição e já existe uma lista de espera (link na bio).

Até lá!

“A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deverá arc...
19/09/2019

“A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deverá arcar com a subsistência da mulher que tiver de se afastar do trabalho para se proteger de violência doméstica. Para o colegiado – que acompanhou o voto do relator, ministro Rogerio Schietti Cruz –, tais situações ofendem a integridade física ou psicológica da vítima e são equiparáveis à enfermidade da segurada, o que justifica o direito ao auxílio-doença, até mesmo porque a Constituição prevê que a assistência social será prestada a quem dela precisar, independentemente de contribuição.

No mesmo julgamento, a turma definiu que o juiz da vara especializada em violência doméstica e familiar – e, na falta deste, o juízo criminal – é competente para julgar o pedido de manutenção do vínculo trabalhista, por até seis meses, em razão de afastamento do trabalho da vítima, conforme previsto no artigo 9º, parágrafo 2º, inciso II, da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006).

A manutenção do vínculo de emprego é uma das medidas protetivas que o juiz pode tomar em favor da mulher vítima de violência, mas, como destacou o ministro Rogerio Schietti, a lei não determinou a quem cabe o ônus do afastamento – se seria responsabilidade do empregador ou do INSS – nem esclareceu se é um caso de suspensão ou de interrupção do contrato de trabalho.”

Fonte: STJ

Uma relação simultânea ao casamento foi reconhecida, recentemente, como união estável paralela pela 2ª Vara Cível da Com...
11/09/2019

Uma relação simultânea ao casamento foi reconhecida, recentemente, como união estável paralela pela 2ª Vara Cível da Comarca de Teixeira de Freitas, na Bahia. A sentença, do juiz Humberto Marçal, considerou os 30 anos de relacionamento, mantido entre 1981 e 2011, com início anterior ao matrimônio do homem com outra mulher.
Foi atribuído à requerente 25% do patrimônio adquirido ao longo do período em que estiveram juntos. Além disso, ela receberá uma pensão alimentícia de 25 salários mínimos.
A união paralela era conhecida por toda a comunidade de Teixeira de Freitas. Com a requerente, o homem teve três filhos.
A decisão do juiz levou em consideração ao fato de que o homem proibiu a requerente de exercer qualquer profissão ao longo do tempo em que estiveram juntos, responsabilizando-se por seu sustento.
“A importância de assegurar o reconhecimento de uma união paralela como união estável é demonstrar que é um relacionamento perfeitamente idêntico a qualquer outro. São famílias formadas por livre escolha (com base no princípio da liberdade), têm como base o amor e geram filhos que são frutos dessa escolha”, defende Annita, advogada da Requerente.
Segundo ela, o reconhecimento assegura à companheira o princípio fundamental da dignidade da pessoa humana, prevista na Constituição Federal. “As controvérsias da presente demanda são que o requerido não reconhece a união por uma questão meramente patrimonial, baseando-se no fato de ainda não existir previsão expressa no ordenamento jurídico”, explica.
A decisão do juiz Humberto José Marçal considera a estrutura machista que permitiu se tornarem comuns as relações extraconjugais e as famílias simultâneas mantidas por homem, sem que o ordenamento jurídico reserve grandes direitos a essas relações “não-oficiais”. As mulheres, em contrapartida, até outrora classificadas como “concubinas”, eram expostas a todo tipo de constrangimentos e preconceitos.

E você, o que achou da decisão?

Eu escutei muitas vezes: "Você não tem cara de advogada". Até hoje fico confusa quanto a como receber a colocação: se é ...
08/09/2019

Eu escutei muitas vezes: "Você não tem cara de advogada". Até hoje fico confusa quanto a como receber a colocação: se é um elogio ou uma crítica, pois não consigo compreender os padrões pré estabelecidos da minha profissão.
Por que nos fizeram acreditar que existe só um perfil de advogada?
Tentar colocar a gente em um padrão é uma forma de anular a pluralidade do ser humano e nos controlar socialmente.
Na universidade eu me sentia um pouco deslocada, pois eu não me identificava com a imagem do que seria uma advogada.
Por algum tempo eu até tentei me encaixar, forçando uma falsa sensação de pertencimento ao grupo que eu estava inserida.
Ao estagiar e me formar, as regras foram afunilando ainda mais e invizibilizando traços de minha personalidade, para me adequar ao que o mercado de trabalho exigia.
Estudando sobre feminismo, gênero e mulheres, percebi que parte do processo de despertar para o potencial de mulher que somos, é retomar nossa autonomia e isso inclui nossos corpos e nossa imagem.
Com mais conhecimento e experiência na carreira, fui encontrando pelo caminho profissionais que são incríveis advogadas e que fugiam do perfil " comum" da área jurídica. E então fui me sentindo mais segura para desenvolver minhas atividades do meu jeito, para o público que eu me identifico e com as minhas singularidades: aposentei os terninhos e os saltos desconfortáveis, assumi meus cachos e adequei meu guarda roupa ao prático e confortável.
Já me perguntarem se a minha imagem ou como me posicono diante de questões sociais e políticas afasta clientes, eu digo com toda certeza: minhas clientes me escolhem justamente porque se identificam com o que eu sou. Minha transparência é essencial para a confiança delas no meu trabalho.
Que existem regras para cada profissão, eu sei. O que eu questiono é: no que se fundou a necessidade de padronizar algo para programar a gente a ser de um único modo, se somos tão plurais?
Hoje tenho consciência de que eu não preciso parecer algo, eu só preciso ser.
Experimentar despir-se de rótulos, é libertador: acessamos com profundidade o nosso potencial criativo e produzimos com muito mais qualidade.
Sugiro o exercício, vale muito a pena!

Endereço

Salvador, BA

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