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Entenda o que diz a lei!O prontuário médico é muito mais do que papel ou arquivo digital. Ele guarda todo o histórico de...
27/02/2026

Entenda o que diz a lei!

O prontuário médico é muito mais do que papel ou arquivo digital. Ele guarda todo o histórico de saúde do paciente e, por isso, sua perda ou extravio pode trazer sérias consequências legais, éticas e até criminais.

Quando um prontuário desaparece, a primeira consequência ocorre na esfera civil: o paciente pode acionar o hospital ou profissional e pedir indenização por danos morais ou materiais, principalmente se houver prejuízo no tratamento ou na comprovação de algo.

Também pode configurar infração ética, sujeitando o responsável a sanções nos conselhos de medicina ou outros órgãos fiscalizadores.

Mas nem sempre perder o prontuário é crime!

Ele passa a ser tratado como infração penal quando há:

• Falsidade ideológica: adulterar ou omitir informações intencionalmente;

• Violação de sigilo profissional: divulgar informações do paciente sem consentimento;

• Furto, roubo ou extravio com dolo: nesses casos, pode haver responsabilidade criminal mais ampla.

E o que deve ser feito se o prontuário sumir?

• Notificar o CRM, explicando o ocorrido;

• Informar o paciente, criando um novo documento com registro da perda;

• Comunicar a ANPD, se houver dados pessoais envolvidos (caso da LGPD);

• Registrar boletim de ocorrência, se houver suspeita de crime.

Em resumo, nem toda perda de prontuário é crime, mas pode se tornar, dependendo da forma como aconteceu e das consequências para o paciente.

Dúvidas? Procure um advogado especializado em direito criminal.

A pensão alimentícia é um direito de toda criança ou adolescente que mora apenas com um dos pais.Entenda mais sobre o as...
27/02/2026

A pensão alimentícia é um direito de toda criança ou adolescente que mora apenas com um dos pais.

Entenda mais sobre o assunto!

Havendo resistência, seja do pai ou da mãe, em receber ou pagar a pensão alimentícia em favor do seu filho, a parte interessada em formalizar o pagamento poderá acionar o Poder Judiciário.

Caso o responsável legal que esteja com o menor não queira receber a quantia, o genitor disposto a contribuir pode ajuizar uma ação de oferta de alimentos.

No entanto, caso seja o inverso, a ação deverá ser proposta.

Serão analisadas pelo juiz as despesas do menor, a capacidade de quem presta os alimentos e a proporção de quem os recebe.

Passando por uma situação parecida?

Contrate um profissional especialista em direito de família para analisar o seu caso!

Você sabia que a pensão alimentícia pode ser paga de outra forma que não em dinheiro?Saiba como fazer isso!A prestação d...
12/01/2026

Você sabia que a pensão alimentícia pode ser paga de outra forma que não em dinheiro?

Saiba como fazer isso!

A prestação da pensão em favor da criança ou do adolescente pode ser feita de forma in natura.

Por exemplo, mediante compras ou despesas que o seu filho tenha.

Ou seja, ao invés do pai ou mãe depositar o valor fixado na conta indicada pelo genitor responsável, o pagamento é feito diretamente ao fornecedor dos produtos ou serviços.

Dessa forma, esse benefício não precisa ser fixado somente em dinheiro.

Após a regularização perante o judiciário, é importante que se cumpra o que foi estabelecido.

Se ainda não houver uma decisão judicial, reúna provas de conversas e acordos estabelecidos para ajudar a definir a forma de pagamento.

Está pensando em regularizar a pensão dos seus filhos?

Contrate um profissional para te orientar!

O pacto pós-nupcial é um acordo que define como os bens serão divididos em um casamento já existente.Ele é importante pa...
12/01/2026

O pacto pós-nupcial é um acordo que define como os bens serão divididos em um casamento já existente.

Ele é importante para ajustar questões patrimoniais entre o casal e só pode ser feito após uma autorização do juiz para mudar o regime de bens.

Mas você sabia que ele pode ser anulado em algumas situações?

Vamos entender melhor! Acompanhe:

1 – Ausência de escritura pública:

O pacto pós-nupcial, assim como o antenupcial, deve ser formalizado por meio de escritura pública em cartório.

Se o acordo for feito de outra forma, como por contrato particular, ele poderá ser considerado nulo.

2 – Cláusulas ilegais ou imorais:

Se o pacto pós-nupcial contiver cláusulas que contrariem a lei, a moral ou os bons costumes, essas cláusulas podem ser declaradas nulas.

Em casos mais graves, isso pode levar à anulação do pacto como um todo.

3 – Vícios de consentimento:

Se uma das partes assinou o pacto sob erro, dolo (engano intencional), coação (força ou ameaça) ou simulação (fingimento de acordo), o pacto poderá ser anulado.

4 – Incapacidade das partes:

Se uma das partes era incapaz de entender plenamente o que estava assinando no momento da formalização do pacto, o pacto pode ser anulado.

Alguns exemplos são a condição mental, menoridade não emancipada ou outra forma de incapacidade.

5 – Fraude contra credores:

Se o pacto pós-nupcial foi feito com o objetivo de prejudicar credores, como para esconder bens ou evitar o pagamento de dívidas, ele pode ser anulado por fraude.

Para que a anulação do pacto pós-nupcial seja efetivada, é necessário que uma das partes envolvidas entre com uma ação judicial solicitando a anulação.

Caberá ao juiz analisar e decidir sobre a validade ou nulidade do acordo.

Tem dúvidas sobre o assunto?

Entre em contato com um advogado especializado em direito de família!

Adotar significa tornar o outro em filho pela lei e pelo afeto. É, portanto, um ato de direito e de amor.E, por assim o ...
12/01/2026

Adotar significa tornar o outro em filho pela lei e pelo afeto. É, portanto, um ato de direito e de amor.

E, por assim o ser, sua manifestação deverá ser permitida independente da orientação sexual - não podendo haver qualquer distinção entre os pretendentes heterossexuais e homossexuais.

Ou seja, a homossexualidade não interfere na realização do sonho de constituir família!

Apenas os seguintes requisitos deverão ser cumpridos:

1) Ser maior de 18 anos;
2) Ser 16 anos mais velho do que o adotado;
3) Oferecer um ambiente familiar adequado.

Será necessária, também, a aprovação na avaliação psicossocial realizada pela Vara da Infância e Juventude.

Deseja adotar um filho, mas ainda tem dúvidas? Busque o auxílio de um advogado!

***ca

O médico residente, por ser um profissional da medicina, a ele se aplica uma legislação diferente.Veja só:A Lei nº 6.932...
12/01/2026

O médico residente, por ser um profissional da medicina, a ele se aplica uma legislação diferente.

Veja só:

A Lei nº 6.932/1981, chamada de “Lei de Residência Médica” estabelece a residência como uma:

“[...] modalidade de ensino de pós-graduação, destinada a médicos, sob a forma de cursos de especialização, caracterizada por treinamento em serviço, funcionando sob a responsabilidade de instituições de saúde, universitárias ou não, sob a orientação de profissionais médicos de elevada qualificação médica e profissional”.

A partir disso, se pode observar os seguintes direitos do médico residente:

➜ Bolsa Auxílio: embora não gere vínculo trabalhista, ao médico residente compete o recebimento mensal de uma bolsa auxílio que poderá sofrer reajuste anual;

➜ Carga Horária: já inclusas as 24h de plantão, a carga horária semanal não pode ultrapassar 60h;

➜ Folga Semanal: o médico residente também tem direito a 01 (um) dia de descanso semanal;

➜ Férias: lhe são permitidos 30 dias seguidos de repouso por ano, não podendo fracioná-los;

➜ RGPS (Regime Geral de Previdência Social): médico-residente é filiado ao RGPS como contribuinte individual;

➜ Licença-maternidade e paternidade: 120 dias são disponibilizados para a 1ª licença e 5 para a 2ª;

➜ Condições de Repouso e Higiene: a instituição hospitalar deve fornecer ambiente saudável para que o médico residente possa realizar sua higiene pessoal e repouso durante as atividades e plantões.

Para conhecer mais assuntos como esse, não deixe de seguir nossa página!

E se precisar de ajuda, busque auxílio jurídico especializado.

O Superior Tribunal de Justiça deu provimento a um habeas corpus para assegurar o direito de um réu em recorrer em liber...
25/12/2025

O Superior Tribunal de Justiça deu provimento a um habeas corpus para assegurar o direito de um réu em recorrer em liberdade.

Segundo o STJ, a prisão preventiva do homem condenado por tráfico de dr**as foi mal fundamentada.

No caso específico, o homem foi condenado inicialmente a oito anos de prisão em regime inicial fechado, além do pagamento de 1,2 mil dias-multa.

Na petição do HC, a defesa argumentou que a decisão que negou ao réu o direito de recorrer em liberdade não apresentava uma fundamentação sólida.

A jurisprudência do STJ estabelece que a suposta prática de um crime sem violência não demonstra periculosidade ou a capacidade do réu de ameaçar a ordem pública.

Com isso, não se justifica a manutenção da prisão preventiva.

Além disso, a quantidade de dr**as apreendidas não seria suficiente para justificar a prisão, especialmente considerando que a primariedade do acusado foi comprovada.

Sendo assim, foi revogada a prisão preventiva e aplicadas medidas cautelares previstas no Código de Processo Penal.

Siga o perfil para ficar por dentro das notícias!

Quebra de sigilo médico leva à anulação de processo por ab**to!Devido à constatação de quebra do sigilo profissional ent...
18/12/2025

Quebra de sigilo médico leva à anulação de processo por ab**to!

Devido à constatação de quebra do sigilo profissional entre médico e paciente, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça impediu o andamento de ação penal que apurava o crime de ab**to provocado pela própria gestante.

O profissional da saúde acionou a polícia por suspeitar do delito e foi testemunha no processo.

Essa conduta violou o Código de Processo Penal, que impede o médico de revelar segredo profissional obtido durante o atendimento.

Assim, houve a nulidade das provas reunidas e, para que medidas pertinentes sejam tomadas, a Turma determinou a remessa dos autos ao Ministério Público e ao Conselho Regional de Medicina ao qual o médico está vinculado.

Compartilhe essa informação com seus amigos e familiares para a conscientização dos direitos e deveres de pacientes e profissionais da saúde!

**to

Está planejando um segundo casamento?Não deixe de ler este post para entender como isso interfere na herança deixada par...
14/12/2025

Está planejando um segundo casamento?

Não deixe de ler este post para entender como isso interfere na herança deixada para o seu filho!

Para responder a essa pergunta, é importante saber o regime de bens que você escolherá no momento da união.

Em casos de comunhão parcial, os mais comuns em nosso país, a herança deixada segue uma ordem definida, priorizando filhos, pais e o cônjuge sobrevivente.

Assim, em seu segundo casamento, o parceiro concorre com os descendentes em relação ao patrimônio deixado.

Além disso, tem direito à metade dos bens adquiridos durante o segundo casamento, enquanto a outra metade é destinada aos filhos.

Tem dúvidas sobre o assunto?

Busque orientação legal junto a uma equipe de advogados especializados em direito de família!

Na hora de investir em imóveis, você deve saber a diferença entre loteamento e incorporação imobiliária.Vamos simplifica...
14/12/2025

Na hora de investir em imóveis, você deve saber a diferença entre loteamento e incorporação imobiliária.

Vamos simplificar para você!

1 - Loteamento:

É a divisão de um grande terreno em lotes menores para venda.

Geralmente, é usado para construção de casas ou comércios e envolve a criação de infraestrutura básica, como ruas, saneamento e eletricidade.

2 - Incorporação Imobiliária:

Refere-se ao processo de planejamento, construção e venda de unidades em um edifício, seja residencial ou comercial.

Aqui, a incorporadora gerencia todo o projeto, desde a aquisição do terreno até a entrega das chaves.

Por fim, ambos têm seus processos legais e particularidades!

Se está considerando um investimento imobiliário e tem dúvidas sobre qual caminho seguir, converse com um advogado especializado em direito imobiliário.

A convivência familiar é um direito fundamental que deve ser protegido!Em caso recente, um pai alegou que sua filha esta...
23/11/2025

A convivência familiar é um direito fundamental que deve ser protegido!

Em caso recente, um pai alegou que sua filha estava sofrendo alienação parental, o que dificultava seu convívio com ela.

Após avaliações psicossociais e análise dos documentos, ficou comprovado que a mãe, de fato, influenciava negativamente a relação entre o pai e a menina - mesmo após decisões judiciais anteriores.

A 3ª Vara Civil de Pindamonhangaba/SP decidiu, então, que a mulher havia violado o direito fundamental de convivência paterna, condenando-a a pagar uma indenização de R$ 10 mil por danos morais em razão da alienação.

Essa decisão reforça a importância de respeitar os direitos de convivência entre pais e filhos.

A alienação parental é um problema sério que afeta a relação familiar!

Compartilhe sua opinião nos comentários! Devemos discutir esse assunto e buscar soluções para garantir o bem-estar das crianças.

Alguma dúvida em relação ao tema? Entre em contato com uma equipe de advogados especializados.

Processo: 1003222-84.2020.8.26.0445.

Endereço

Rua FREI GASPAR, 1036
São Vicente, SP
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