12/08/2026
Essa é uma dúvida muito comum entre as famílias. E a resposta é: pode ter direito, sim. 💙
Mas, para além do diagnóstico, existe um olhar técnico e individualizado que precisa ser feito.
Na análise do BPC, é preciso avaliar o contexto daquela criança/adolescente e daquela família, considerando os impactos da deficiência na vida cotidiana, as barreiras enfrentadas, a necessidade de cuidados e apoio, além das condições socioeconômicas do grupo familiar.
Ou seja: não basta olhar apenas para o diagnóstico ou para um documento isolado. É preciso compreender a realidade vivenciada pela pessoa com TEA, TDAH e transtornos de neurodesenvolvimento/comportamento e pela sua família e, verif**ar, de forma criteriosa, se os requisitos legais do benefício estão presentes.
Se você tem essa dúvida ou conhece uma família que precisa dessa informação, salve e compartilhe este conteúdo.