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Guardian Consultoria Manutenção do Patrimônio das Família empresariais por Gerações. Canal Direto: https://guardian Para tanto nos deslocaríamos para vossa cidade.

Há mais de duas décadas, desenvolvemos trabalhos de criação de Holdings, tendo como principal foco a MANUTENÇÃO DO PATRIMÔNIO DAS FAMÍLIAS EMPRESÁRIAS POR GERAÇÕES. Neste sentido, tivemos o prazer de atender empresas em âmbito do território brasileiro. São processos preventivos, desenvolvidos bem antes da triste falta dos fundadores, que de outro lado, poupa o recolhimento de elevadas cargas tributárias e evitando conflitos familiares em torno de divisões patrimoniais. Várias empresas que certamente são de vosso conhecimento, foram atendidas em trabalhos de HOLDINGs pela GUARDIAN CONSULTORIA CORPORATIVA, como as Lojas Avenida e a City Lar. O trabalho de formação de Holding na City Lar, foi essencial para que ela pudesse formar junto com a baiana Insinuante e a mineira Ricardo Eletro a maior varejista de cobertura territorial do País, a Máquina de Vendas. No ramo jurídico, criamos a Holding da NELSON WILIANS & ADV com sede em São Paulo, considerada uma das maiores bancas jurídicas do País, com 43 escritórios próprios, presente em todos os Estados Brasileiros. Nossa metodologia de trabalho preza um contato inicial presencial, sem ônus , onde uma reunião com a presença dos responsáveis pelas áreas jurídicas e contábil seriam essenciais. É necessário tal reunião pois, “o que é feito em uma empresa/família não serve em nada a outra”. Nesta oportunidade poderíamos falar em maior detalhe sobre o trabalho que desenvolvemos e sem nenhum compromisso de vossa parte.

22 de setembro não celebra apenas uma profissão. Celebra quem transforma números em confiança para decisões que moviment...
23/09/2026

22 de setembro não celebra apenas uma profissão. Celebra quem transforma números em confiança para decisões que movimentam empresas e patrimônios.

O contador é um dos principais responsáveis pela transparência financeira de uma organização.

É a partir de informações contábeis consistentes que gestores conseguem enxergar com clareza o que realmente está acontecendo no negócio: resultado, caixa, obrigações, riscos, margens e capacidade de crescimento.

E é justamente aí que a contabilidade deixa de ser apenas uma obrigação operacional.

Quando integrada à gestão, ela se torna uma ferramenta para interpretar cenários, antecipar riscos, avaliar decisões tributárias e sustentar escolhas com dados, não apenas com percepção.

Porque uma empresa pode até crescer por algum tempo no improviso. Mas não constrói patrimônio, eficiência e longevidade sem informação confiável.

Neste Dia do Contador, nosso reconhecimento aos profissionais que assumem essa responsabilidade com técnica, ética, precisão e visão de negócio.

22 de setembro | Dia do Contador

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ESG e valuation empresarial: como as práticas ambientais, sociais e de governança podem influenciar o valor de uma empre...
20/09/2026

ESG e valuation empresarial: como as práticas ambientais, sociais e de governança podem influenciar o valor de uma empresa?

A resposta exige uma nuance importante: adotar ESG não aumenta automaticamente o valuation. O impacto aparece quando essas práticas melhoram, de forma comprovável, a capacidade de gerar caixa, reduzir riscos e sustentar resultados no longo prazo.

Na prática, essa conexão pode ocorrer por cinco caminhos:

1. Gestão de riscos: prevenção de multas, passivos, fraudes e interrupções operacionais.

2. Eficiência: redução de desperdícios, consumo de recursos e custos desnecessários.

3. Acesso a capital: mais transparência e melhor gestão podem influenciar a percepção de risco de financiadores e investidores.

4. Competitividade: critérios socioambientais podem pesar na escolha de fornecedores, parceiros, clientes e contratos.

5. Governança: processos claros, controles internos e responsabilidades definidas aumentam a previsibilidade da gestão.

Em um valuation, esses efeitos podem aparecer principalmente em duas frentes: nas projeções de fluxo de caixa e no custo de capital utilizado para trazer os resultados futuros a valor presente.

O ponto decisivo é a materialidade: ESG precisa fazer sentido para o negócio, estar integrado à estratégia e ser acompanhado por indicadores. Sem metas, evidências e transparência, pode virar apenas discurso ou gerar risco reputacional.

Por onde começar?

• Identifique os temas ESG mais relevantes para sua atividade.

• Estabeleça metas e indicadores mensuráveis.

• Defina responsáveis e políticas internas.

• Monitore resultados e corrija desvios.

• Comunique avanços e limitações com clareza.

Sustentabilidade empresarial não é apenas imagem. Quando bem estruturada, pode contribuir para uma empresa mais eficiente, resiliente, confiável e preparada para o futuro.

A Guardian apoia empresas na estruturação de políticas ESG, conformidade, treinamentos e práticas de responsabilidade social, conectando organização, segurança e visão de longo prazo.

Quer transformar ESG em gestão prática? Fale com a Guardian.

O presidente antecipou parte da herança aos filhos. Você já avaliou o custo de deixar a sua para depois?Segundo notícias...
13/09/2026

O presidente antecipou parte da herança aos filhos. Você já avaliou o custo de deixar a sua para depois?

Segundo notícias divulgadas pela imprensa, o presidente da República realizou doações aos filhos como adiantamento de herança. Seu patrimônio declarado caiu cerca de 35%. Esse percentual representa a redução dos bens declarados, não uma economia de impostos.

O caso coloca em evidência uma decisão que também merece a atenção de empresários e famílias com patrimônio: quando e como organizar a sucessão.

A Reforma Tributária estabeleceu a obrigatoriedade de alíquotas progressivas do ITCMD, imposto que incide sobre heranças e doações. Dependendo do valor transmitido e da legislação estadual, o custo da transferência pode aumentar.

Por isso, esperar para analisar pode custar caro. Condições disponíveis hoje podem deixar de existir após mudanças na legislação do seu estado.

A doação em vida, inclusive com reserva de usufruto, é uma das alternativas que podem ser avaliadas para organizar a transmissão dos bens e preservar direitos de uso e renda. Sua adequação e eventual economia dependem de uma análise individual.

A decisão exige critério. Mas adiar essa análise pode deixar seus filhos com impostos, despesas e decisões difíceis em um momento de luto.

Não espere descobrir o custo da sucessão quando sua família precisar arcar com ele.

Fale com a Guardian pelo direct e avalie o que pode ser feito agora para organizar a transmissão do seu patrimônio.

Planejamento sucessório não é só definir quem herda. É garantir liquidez para que decisões patrimoniais não sejam tomada...
08/09/2026

Planejamento sucessório não é só definir quem herda. É garantir liquidez para que decisões patrimoniais não sejam tomadas sob pressão.

Uma família pode concentrar milhões em imóveis, participações societárias e empresas e, ainda assim, ter pouco caixa disponível no momento da sucessão. Tributos, emolumentos, honorários, regularizações e despesas da própria família continuam existindo enquanto a transmissão patrimonial é organizada.

O risco aparece quando o patrimônio precisa gerar caixa rápido. Crédito pode ser caro. Reservas pessoais podem ser insuficientes. E uma venda urgente tende a reduzir o poder de negociação.

Por isso, liquidez sucessória deve fazer parte do planejamento patrimonial desde o início. A solução pode envolver diferentes instrumentos, como organização de reservas, seguro de vida, previdência, doações, estruturas societárias e regras de governança. A combinação adequada depende da composição dos bens, da família e da empresa.

Importante: as regras do inventário e do ITCMD vêm passando por mudanças. Desde a Resolução CNJ 695/2026, a lavratura da escritura de inventário extrajudicial não depende do recolhimento prévio do ITCMD, mas a obrigação tributária continua existindo e a legislação estadual aplicável precisa ser observada.

Planejar não é antecipar problemas. É preservar opções.

Se o patrimônio da sua família está concentrado em imóveis ou participações empresariais, avalie também a liquidez necessária para transmiti-lo com estratégia.

Envie este conteúdo para quem participa dessas decisões e, para uma análise integrada de família, patrimônio e empresa, converse com a Guardian.

A melhor IA para a sua empresa talvez não seja a que escreve textos.Pode ser a que encontra um desvio financeiro antes q...
03/09/2026

A melhor IA para a sua empresa talvez não seja a que escreve textos.

Pode ser a que encontra um desvio financeiro antes que ele vire problema, organiza informações espalhadas pela empresa, elimina uma rotina manual ou coloca os dados certos na frente do gestor antes de uma decisão importante.

É aí que a inteligência artificial na gestão empresarial começa a ficar realmente interessante.

Hoje, algumas ferramentas já conseguem assumir funções que até pouco tempo dependiam de horas de trabalho operacional.

Para decidir melhor: Power BI + Copilot

O Power BI já permite usar linguagem natural para explorar dados, identificar insights, resumir relatórios e até criar ou editar páginas de análise com Copilot.

Imagine uma reunião em que, em vez de alguém passar horas preparando uma análise, o gestor consegue perguntar:

“Qual unidade teve queda de margem nos últimos três meses?”

“Quais despesas cresceram acima da receita?”

“Em quais clientes estamos concentrando risco?”

A ferramenta não substitui a análise financeira. Ela diminui drasticamente o caminho entre dado e decisão.

Para eliminar trabalho manual: Make

O Make já permite conectar sistemas e criar automações e agentes de IA em mais de 3.000 aplicativos. Esses agentes podem interpretar informações, escolher ações e executar fluxos entre CRM, e mail, documentos, atendimento, financeiro e outras ferramentas.

Na prática, isso pode significar:

um lead entrando no CRM automaticamente,

documentos sendo classificados sem intervenção humana,

informações passando de um sistema para outro,

alertas financeiros sendo disparados quando determinada condição acontece,

tarefas sendo abertas quando um cliente precisa de acompanhamento.

O ganho não está em “usar IA”.

Está em retirar pessoas de tarefas repetitivas para colocá las em decisões que realmente exigem pessoas.

Se a sua empresa cresceu, mas os controles, indicadores e processos de gestão não acompanharam esse crescimento, converse com a Guardian.

O cenário mudou. Sua empresa também precisa mudar.Uma nova tarifa comercial anunciada do outro lado do mundo pode fazer ...
30/08/2026

O cenário mudou. Sua empresa também precisa mudar.

Uma nova tarifa comercial anunciada do outro lado do mundo pode fazer um cliente suspender pedidos. Um conflito regional pode elevar o custo de um insumo. Uma mudança na política econômica pode alterar uma decisão de investimento.

Para quem está à frente de uma empresa, a questão não é mais se o cenário externo vai afetar o negócio. É quanto tempo a empresa leva para perceber o impacto e reagir a ele.

O erro é esperar a instabilidade passar para então decidir o que fazer.

Em ambientes imprevisíveis, empresas mais preparadas revisitam a própria estrutura: mercados, custos, produtos, processos, tecnologia, inovação, governança e competitividade.

E existe uma mudança importante de mentalidade: conselho e gestão não podem funcionar olhando apenas para o que já aconteceu.

É preciso acompanhar o que está acontecendo e aprender continuamente para antecipar o que pode acontecer.

É justamente sobre essa mudança de postura que Thomas Lanz escreve no artigo “O enorme desafio de ‘mudar a chave’”.

Uma reflexão especialmente relevante para empresários e conselheiros que precisam tomar decisões em um ambiente econômico cada vez mais complexo.

Leia o artigo completo na legenda e avalie uma pergunta: sua empresa está apenas reagindo às mudanças ou está se preparando para tirar vantagem delas?

27/08/2026

Herdar uma empresa não significa estar preparado para liderá-la.

Na sucessão empresarial, patrimônio e liderança são coisas diferentes.

Um herdeiro pode se tornar sócio, participar do capital e ter direitos dentro da empresa. Mas assumir a gestão exige preparo, critérios claros e uma estrutura capaz de separar três papéis que muitas famílias confundem: família, propriedade e gestão.

É justamente aí que a governança em empresas familiares se torna essencial.

Antes de escolher quem ocupará a próxima cadeira de liderança, é preciso definir quem administra, quem participa das decisões, quais responsabilidades pertencem a cada sócio e quais critérios serão usados para preparar a próxima geração.

Porque uma sucessão mal estruturada não coloca em risco apenas a gestão.

Ela pode transformar patrimônio, relações familiares e o futuro da empresa em uma mesma fonte de conflito.

Na Guardian, o planejamento sucessório começa antes da transferência de bens ou da mudança de comando. Começa organizando regras, responsabilidades e decisões para que a continuidade da empresa não dependa de improviso.

Sua empresa está preparando apenas herdeiros ou também futuros gestores?

Se a sucessão já entrou no radar da sua família ou da sua empresa, converse com a Guardian e entenda como estruturar esse processo com mais clareza e segurança.

📩 Envie “SUCESSÃO” pelo direct para iniciar uma conversa com nossa equipe.

Hoje, a Guardian se despede de Sergio de Oliveira, sócio que fez parte da nossa trajetória e deixou sua contribuição reg...
21/08/2026

Hoje, a Guardian se despede de Sergio de Oliveira, sócio que fez parte da nossa trajetória e deixou sua contribuição registrada na história da empresa.

Existem pessoas cuja presença ultrapassa o tempo em que estiveram conosco. Permanecem nas relações construídas, nos aprendizados compartilhados e na memória daqueles que tiveram a oportunidade de caminhar ao seu lado.

Neste momento de despedida, nos unimos aos familiares e amigos de Sergio, manifestando nosso respeito, solidariedade e sinceras condolências.

Que sua história seja lembrada com carinho e gratidão.

Obrigado por fazer parte da nossa história, Sergio.

A verdade é: Faturar mais não significa, necessariamente, lucrar mais.Em muitas empresas, o problema não está na falta d...
21/08/2026

A verdade é: Faturar mais não significa, necessariamente, lucrar mais.

Em muitas empresas, o problema não está na falta de vendas, mas na forma como o negócio está sendo administrado.

Algumas falhas de gestão parecem pequenas no dia a dia, mas corroem o resultado ao longo do tempo:

• Precificação inadequada: vender sem conhecer o custo real e a margem necessária.
• Despesas sem acompanhamento: custos que crescem junto com a operação, mas não são percebidos na mesma velocidade.
• Falta de controle do caixa: confundir dinheiro disponível com resultado da empresa.
• Decisões sem indicadores: administrar pelo que “parece” estar acontecendo, em vez de olhar para os números.
• Crescimento sem estrutura: aumentar o faturamento sem avaliar se a operação, o capital de giro e a margem conseguem acompanhar.
• Falta de planejamento tributário: tratar os impostos apenas como uma obrigação, sem considerar seu impacto sobre a rentabilidade.

O ponto é que uma empresa pode estar vendendo muito e, ainda assim, estar ficando menos rentável.

Por isso, antes de buscar mais faturamento, vale fazer uma pergunta mais importante:

Quanto do que sua empresa fatura realmente se transforma em resultado?

Se essa resposta não está clara, talvez o problema não seja vender mais. É entender melhor o próprio negócio.

A Guardian atua justamente nessa análise: transformar dados contábeis, financeiros, fiscais e empresariais em informação para decisões mais seguras e estratégicas.

Se você sente que sua empresa cresceu, mas os resultados não acompanharam na mesma proporção, converse com a Guardian.

2027 não é apenas mais um ano fiscal. É o início de uma mudança estrutural na tributação sobre o consumo.E existe uma di...
16/08/2026

2027 não é apenas mais um ano fiscal. É o início de uma mudança estrutural na tributação sobre o consumo.

E existe uma diferença importante entre saber que a regra vai mudar e estar preparado para operar dentro dela.

A partir de 2027, começa uma nova etapa da Reforma Tributária do Consumo:

• P*S e Cofins serão extintos, com a entrada efetiva da CBS.
• O IBS começará sua transição, inicialmente com alíquota de 0,1%.
• O Imposto Seletivo entrará em vigor para determinados bens e serviços.
• O IPI terá suas alíquotas reduzidas a zero para quase todos os produtos, com exceção relacionada à Zona Franca de Manaus.
• E a forma como a empresa calcula seus tributos, aproveita créditos, estrutura preços e acompanha suas operações começará a mudar.

Mas existe um ponto que merece ainda mais atenção:

a reforma não muda apenas o imposto. Ela pode mudar a lógica econômica de determinadas operações.

Preço de venda, margem, fornecedores, contratos, cadeia de créditos, classificação fiscal, fluxo de caixa e até decisões sobre determinados modelos de negócio precisam ser analisados sob as novas regras.

E esperar 2027 chegar para começar essa análise pode significar tomar decisões importantes com base em um cenário que já estará mudando.

A própria Receita Federal vem orientando as empresas a se prepararem antecipadamente e, desde 2026, já existem novas exigências relacionadas aos documentos fiscais e à adaptação dos sistemas.

Por isso, a pergunta mais importante não é:

“O que vai mudar em 2027?”

É:

“O que a minha empresa precisa revisar antes que 2027 chegue?”

Comece por cinco pontos:

Mapeie suas operações e produtos.

Simule o impacto tributário sobre preços e margens.

Revise contratos e relações com fornecedores e clientes.

Avalie sistemas, documentos fiscais e processos internos.

Reavalie o planejamento tributário considerando o novo cenário.

A Reforma Tributária será implementada gradualmente até 2033. Isso significa que 2027 não é o fim da mudança, mas é um marco que exige preparação concreta.

Quem tratar a reforma apenas como uma obrigação do departamento fiscal pode perder oportunidades e descobrir impactos tarde demais.

Fale com a Guardian.

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