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A restrição de financiamentos de imóveis usados com recursos da poupança pela Caixa Econômica Federal deve alavancar a v...
19/05/2015

A restrição de financiamentos de imóveis usados com recursos da poupança pela Caixa Econômica Federal deve alavancar a venda de unidades novas, particularmente na região de Campinas (SP). Além disso, deve reduzir o preço dos antigos e reativar o mercado de alugueis, segundo especialistas ouvidos pelo G1.
Desde o dia 4 de maio, o valor total financiado caiu de 80% para 50% no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que usam recursos da poupança e do FGTS. Já no Sistema Financeiro de Imobiliário (SFI), a queda foi de 70% para 40%. Este módulo deixa a compra mais flexível do que o primeiro.

O banco federal detinha 70% das vendas ao longo prazo no país antes destas alterações.
Para o diretor regional do Sindicato da Habitação (Secovi), Fuad Jorge Cury, o mercado de novos deve ganhar fôlego em Campinas (SP) neste momento.
Isso porque, lançamentos que tiveram problemas de embargos em anos anteriores na cidade não foram totalmente comercializados.

Preço dos usados
Se as unidades residenciais novas devem “aquecer” o setor, o valor dos usados pode cair. “Com menos crédito para imóveis usados, poderá haver sim uma redução dos valores, uma vez que os proprietários interessados na venda deverão se adequar a nova realidade”, disse acreditar o economista Guilherme Damasceno.
Ainda segundo Damasceno, a redução já teve início nesse ano, já que pessoas com dinheiro para investir têm conseguido descontos de até 25%, mas quando negociam direto com o proprietário.

Mercado de aluguéis
Para o coordenador do curso de economia do Mackenzie Rio, Marcelo Anache, as alterações da Caixa vão reativar o mercado de alugueis. Só em Campinas, são 5 mil imóveis residenciais e comerciais esperando um locatário.
“Na minha opinião, o mercado de locação vai f**ar mais atrativo. A classe média não terá como bancar imóveis à vista após as mudanças da Caixa e vai morar como?”, analisa o economista.
Como os imóveis para locação estavam em baixa até as novas regras de financiamento, o especialista disse acreditar que os preços não devem cair neste primeiro momento. “Talvez no segundo momento, quando a economia fizer a maturação das novas regras”, completa.

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O número de novos contratos de locação residencial na cidade de São Paulo cresceu 8% em 2014, na comparação com o ano an...
14/05/2015

O número de novos contratos de locação residencial na cidade de São Paulo cresceu 8% em 2014, na comparação com o ano anterior. É o que aponta balanço da Lello, empresa de administração imobiliária no Estado, com 19 filiais na capital, interior, Grande ABC e litoral.
Segundo a administradora, 65% dos novos alugueis fechados no ano passado foram para apartamentos em condomínios residenciais. O valor médio do aluguel na cidade em 2014 ficou em R$ 2,4 mil. Em 2013 a média foi de R$ 2,2 mil.
Imóveis de dois dormitórios representaram 47% dos novos contratos de aluguel. Os de três dormitórios responderam por 32% e os de um dormitório, por 17%. Apenas 4% das locações novas foram de unidades com mais de três dormitórios.
“Para a locação de apartamentos de um e dois dormitórios, a preferência é cada vez mais por imóveis próximos à estações do metrô. É crescente a preocupação com a mobilidade. E as pessoas optam por apartamentos em razão da comodidade e maior segurança oferecida pelos condomínios”, diz Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis.
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A Prefeitura de São Paulo encaminhou intimações a proprietários de casas em 150 ruas que estão fechadas com portões para...
22/04/2015

A Prefeitura de São Paulo encaminhou intimações a proprietários de casas em 150 ruas que estão fechadas com portões para que liberem a passagem até a próxima segunda-feira.

Os moradores dessas vilas que ainda poderão manter os portões terão de que deixar a passagem livre para os pedestres.

A Coordenação das Subprefeituras disse que fez uma vistoria e encontrou cerca de 300 ruas fechadas com portões: 120 na Vila Mariana, 11 na Lapa, 5 na Casa Verde e 133 na Mooca.

A orientação é a que as pessoas devem esperar a intimação e, se tiverem dúvidas, devem procurar as praças de atendimento das subprefeituras.

Só será permitida a continuidade das vilas que estão regulares perante às subprefeituras anteriormente a 15 de agosto de 2014, desde que estejam estritamente dentro das regras estabelecidas na lei anterior.

A regra explicitava que o portão, cancela, ou qualquer tipo de bloqueio não avançasse em área pública e não restringisse o acesso aos pedestres, entre outras determinações..

Para não se enganar - 5 mitos comuns sobre imóveis.Em meio a rumores de que uma bolha imobiliária está se formando no Br...
08/04/2015

Para não se enganar - 5 mitos comuns sobre imóveis.

Em meio a rumores de que uma bolha imobiliária está se formando no Brasil, Richard Rytenband, economista e especialista em investimentos e métodos quantitativos pela FGV, explicou o porquê descarta essa possibilidade e ensinou como se m***a um ‘Império Imobiliário’ com pouco dinheiro, quebrando paradigmas de que é necessário ser rico para investir em imóveis.

Rytenband, por meio da resposta de cinco dúvidas comuns entre os investidores, esclareceu que muitas coisas que são dadas como certas, na verdade são mitos. “Essa desinformação atrapalha na hora de investir e faz com que o investidor saia prejudicado, ganhando bem menos do que poderia”, disse.

O primeiro mito é de que um imóvel é um investimento seguro e dificilmente cai de preço. De acordo com o especialista, não é assim que funciona, afinal, um imóvel é um investimento como qualquer outro, ou seja, tem ciclos, altas, baixas, e isso não é motivo para drama, mas sim para entender o processo e tentar se posicionar bem no ciclo.

As pessoas acreditam que o preço do imóvel só vai subir para sempre, mas não, ele sobe e cai, como qualquer outro ativo cíclico. Se a pessoa não aceita isso, ela não pode investir em imóveis. Tem momentos bons e ruins para comprar, mas depende da estratégia, porque às vezes não importa se está caindo ou subindo, porque você está ganhando renda e pode aplicá-la em outras coisas.

O segundo mito é que tem como prever altas e baixas nos imóveis. O ciclo é composto de quatro etapas: boom, contração, recessão e recuperação.

O boom é marcado pelo elevado fluxo de capital, atividade de construção em alta, elevada taxa de ocupação, imóveis com preços elevados e normas de crédito relaxadas. Já nos períodos de contração, é possível observar uma redução na taxa de ocupação, desaceleração na atividade de construção e queda no preço dos imóveis. Depois deste período, vem a recessão, com fluxo de capital negativo, preços em declínio, restrições de crédito, queda na atividade da construção e elevada taxa de desocupação. E, por fim, no período de ocupação, a taxa de desocupação começa a cair e a atividade de construção começa a aumentar, levando o ciclo a um novo boom.

Segundo o economista, tanto fatores macroeconômicos quanto microeconômicos influenciam nos preços dos imóveis. No primeiro caso, os principais são: maior disponibilidade de crédito, aumento da renda e emprego, queda nas taxas de juros com inflação moderada, queda no estoque de terrenos nas áreas mais centrais, aumento do custo da construção e crescimento populacional. Já em relação aos fatores micro, os investidores tem que considerar o que valoriza os bairros (shopping centers, praças e áreas arborizadas, comércio e formação de centros empresariais, boa rede de transportes, grande quantidade de ruas em curva e fácil acesso a avenidas) e o desvaloriza os bairros (ocupações irregulares, comercio ambulante, feira livre, imóveis ou terrenos abandonados, criminalidade e casas noturnas que causam barulho e trânsito).

O terceiro mito é que comprar um imóvel para alugar pode render menos do que a poupança. Isso é totalmente irreal, afinal, não pode-se confundir rendimento nominal com rendimento real.

Uma pessoa compra um imóvel por R$ 300 mil, por exemplo, e o aluga por R$ 1.200 (0,4% ao mês ou 4,9% ao ano) já livre de impostos. Com isso, ele pensa: ‘a poupança, atualmente, rende 6,17% ao ano, enquanto que, com o imóvel, vou ganhar apenas 4,9%. Ou seja, a poupança é melhor’. Concorda? Não. Isso está errado.

Um fato importante é de que o investidor nunca pode confundir rendimento nominal com real. Os 4,9% de rendimento com o aluguel é ajustado pela inflação ano a ano, ou seja, é um rendimento real. Já o rendimento da poupança é nominal. Então, se levarmos em conta que a inflação em 12 meses está em 6,15% e a poupança rende 6,17% ao ano, o rendimento real da poupança é de 0,02% ao ano, que é muito menor que os 4,9% do imóvel.

O quarto mito é em relação a formação de uma bolha imobiliária.

Segundo estudos do especialista, o que causa uma bolha é o excesso de confiança e alavancagem exagerada. “As pessoas que estão debatendo o mercado imobiliário brasileiro tem que apresentar séries históricas mais antigas do Brasil e do mundo. Como foi o mercado nos anos 50, 60, 70, 80...? E o norte-americano que tem 300 anos de estatística? .Para formar bolha tem que ter uma alavancagem muito grande e em excesso, que é fruto da ganância. Se não tiver isso, não tem bolha e, mesmo sem ela, os preços vão cair.

Para concluir, não é preciso ser rico para investir no mercado imobiliário. O investidor tem apenas que estudar, entender sobre o mercado e saber aproveitar as boas oportunidades, e não sair comprando qualquer coisa que indicam.Ou seja, a resposta é informação. Sem estudo e leitura não tem como saber dessas coisas.

Nossos comentários : Além disso gostaríamos acrescentar também que para que o contrato de aluguel seja melhor reajustado, recomendamos a vocês, indicar mais de um índice de reajuste no contrato e que seja utilizado o índice que apresentar o maior reajuste. Porque o índice mais utilizado atualmente é o IGPM e nos últimos 12 meses o IGPM acumulado é 3,1450%. Já o IPCA é 7,7018%. Uma diferença considerável. Portanto, f**a a dica.

Fonte: Escrito por Arthur Ordones para Infomoney.

Quem possui um imóvel e decide alugá-lo ou vendê-lo deve ter em mente que esse objetivo será atingido com muito mais fac...
06/04/2015

Quem possui um imóvel e decide alugá-lo ou vendê-lo deve ter em mente que esse objetivo será atingido com muito mais facilidade se forem feitos pequenos ajustes antes de anunciá-lo, mesmo que o imóvel se encontre em bom estado, por isso preparamos um checklist com cinco coisas que você deve fazer antes de colocar sua casa ou apartamento em uma negociação:

Vistoria completa

Antes de alugar ou vender seu imóvel é importante fazer uma vistoria completa para analisar a necessidade de algum tipo de reforma, afinal, dificilmente o comprador ou locatário de uma propriedade fechará um negócio se souber que terá problemas instantaneamente ou pouco tempo depois que se mudar.

Renove a pintura dos ambientes

Apesar de não interferir em algum dano ou problema que possa ocorrer no imóvel, a pintura é um aspecto de extrema importância para valorizar a sua propriedade. Dificilmente um comprador ou locatário aceitará um preço mediano ou um pouco acima da média por um imóvel no qual ele não enxergará o valor. A estética ganha uma posição de destaque na hora de negociar o seu bem.

Valorize móveis planejados ou embutidos

Se sua casa ou apartamento possui algum móvel embutido, como fogão ou guarda-roupas, mantenha-o nas melhores condições, restaure pequenas danif**ações e exalte estas instalações na negociação. Este tipo de móvel possui grande influência na decisão positiva da locação de uma propriedade.

Cuidados com imóveis mobiliados

Se a sua intenção é alugar ou vender um imóvel com mobília é importante m***ar a decoração da forma mais agradável possível, valorizando o conforto e também a utilidade das áreas. Dependendo do tamanho do imóvel e do público alvo a quem é destinado é válido até pensar na contratação de um designer de interiores. O bom uso do ambiente é fator decisivo na hora de fechar um negócio e apresentá-lo de forma desorganizada pode ser prejudicial.

Defina um valor justo

Independente do tipo de negociação destinada ao seu imóvel, não tente cobrar mais do que ele vale. Uma propriedade situada em um bairro mais distante ou com menos infraestrutura, mesmo que em boas condições, vale menos que um imóvel próximo à alguma estação de metrô, independente se a segunda opção possui metragem menor ou menos cômodos.

Texto escrito pela equipe de Marketing por Conteúdo da Lopes Imóveis.

Um dos desafios das incorporadoras é se adequar ao perfil ingressante no mercado. Os compradores de imóveis residenciais...
02/04/2015

Um dos desafios das incorporadoras é se adequar ao perfil ingressante no mercado.

Os compradores de imóveis residenciais novos na região metropolitana de São Paulo são cada vez mais jovens, têm alto grau de escolaridade, são solteiros e têm filhos. Segundo estudo realizado pela área de Inteligência de Mercado da Lopes, maior grupo imobiliário do País, o comprador potencial tem idade média de 33 anos, prioriza localização a espaço, desafiando incorporadoras a oferecer produtos compactos, funcionais e que prezem por mobilidade.

De acordo com a pesquisa, 76% dos compradores paulistas possuem alto grau de escolaridade, 56% são solteiros e 52% têm filhos. A renda média mensal é de R$ 8.390, sendo que 41% ganham acima de R$ 10 mil. O imóvel novo é financiado por 89% dos compradores, que por sua vez comprometem 31% de sua renda. A localização é primordial na decisão de compra para 43% da amostra de paulistanos. "Ele aceita se movimentar para perto do trabalho ou regiões de fácil acesso, mesmo que tenha de ir para uma metragem menor por causa disso", diz Mirella.

Ela aponta também que há um descasamento entre o tipo de imóvel que o comprador almeja e o que de fato compra. Esse jovem sai, em média, de um imóvel de 90 metros quadrados, sendo que 42% moram com pais ou familiares, para um imóvel de 62 metros quadrados - embora almejasse uma área de 72 metros quadrados em média, segundo dados da Lopes de março deste ano. A busca por um imóvel dura em média 4 meses.

Ótima notícia para os corretores. Está difícil vender ou alugar apartamentos? Esta semana saíram duas notícias sobre um ...
30/03/2015

Ótima notícia para os corretores. Está difícil vender ou alugar apartamentos? Esta semana saíram duas notícias sobre um setor em franco crescimento: "Housing no Brasil", que seria o aluguel de apartamentos mobiliados, prontos para uso imediato.
Uma delas foi a parceria do site Airbnb com o comitê olímpico do Rio, que irá disponibilizar cerca de 20 mil quartos, casas, residências e unidades habitacionais para o Comitê Organizador.
A outra notícia é sobre a construtora Vitacon que está apostando no Housing como argumento de vendas. Ela oferece um aluguel garantido se o proprietário do imóvel mobiliar o apartamento. E isto só é possível graças à parceria com o site "Sampa Housing", e o mais interessante é que a Sampa Housing está admitindo corretores.
Confira abaixo :
https://contact.sampahousing.com/corretores/

Pelo menos 30% dos proprietários pediram impugnação da notif**ação; eles têm até um ano para elaborar projeto dando util...
26/03/2015

Pelo menos 30% dos proprietários pediram impugnação da notif**ação; eles têm até um ano para elaborar projeto dando utilidade aos locais até então ociosos.

A prefeitura de São Paulo notificou até agora 81 imóveis que não cumprem função social da propriedade no município, ou seja, que estão vazios e ociosos. Os proprietários podem ainda recorrer, com pedido de impugnação, se comprovar que o imóvel é utilizado e não descumpre a função social.

Com as notif**ações confirmadas, proprietários têm um ano para elaborar um projeto de otimização das áreas. Se após esse período os imóveis continuarem ociosos, a prefeitura então passa aplicar o IPTU progressivo – o dobro do valor da alíquota comum, no seguinte dobra novamente, e assim sucessivamente até o teto de 15% do valor do imóvel.

As notif**ações começaram em outubro do ano passado, quando o prefeito Fernando Haddad publicou decreto estabelecendo regras para que a função social da propriedade, prevista na Constituição, e há 13 anos no Estatuto das Cidades, seja cumprida. O objetivo da fiscalização do tipo de uso das áreas é identif**ar áreas disponíveis para habitação social, por exemplo.

Pelo menos 30% dos proprietários notif**ados pediram impugnação. Segundo o diretor do Departamento da Função Social da Propriedade, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Fernando Bruno Filho, o proprietário de um terreno notif**ado na região do Jabaquara foi o único a propor um consórcio imobiliário com a prefeitura. Nesse caso, o imóvel é transferido para a prefeitura, que pode fatiar o terreno ou construir um edifício, e o valor de parte da área é pago ao proprietário antes da obra.

“Ficamos surpresos com o número de impugnações. Nessa primeira etapa, vimos que os donos desses imóveis são localizáveis e que os locais não estão abandonados. Eles não estão sendo úteis, mas continuam sendo administrados por alguém. Muitas vezes o térreo do prédio é ocupado por funcionários, mas o restante está em desuso”, disse Bruno Filho. “Notamos uma movimentação dos proprietários para elaborar um planejamento para esses locais. Isso é bom, porque nossa intenção não é aplicar o IPTU progressivo, mas fazer valer a função social da propriedade.”

Para a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, responsável pelo trabalho, são considerados ocioso os prédios que estiverem com no mínimo 60% da área construída desocupada há mais de um ano e terrenos com mais de 500 metros quadrados sem nenhuma área sendo utilizada.

Hoje as notif**ações ainda não valem para toda a cidade. A prioridade da prefeitura, estabelecida no Plano Diretor Estratégico, são as Zeis (Zonas Especiais de Interesse Social) – onde é possível destinar os imóveis ociosos para habitação popular caso os proprietários não deem destinação para os imóveis –, o centro e região da Água Branca.

Para prédios abandonados e que foram ocupados por movimentos de moradia popular, como os do centro, a prefeitura não está enviando notif**ação, de acordo com Bruno Filho, em função de haver conflito de interesses para destinação do uso dos prédios, com mediação de outros governos e órgãos públicos, como Ministério Público, governos do estado e federal.

por Carol Scorce, para a RBA publicado 19/02/2015 19:54, última modif**ação 19/02/2015 20:01

As construtoras e incorporadoras paulistanas lançaram 31.679 imóveis residenciais em 2014, valor 7% abaixo do registrado...
24/03/2015

As construtoras e incorporadoras paulistanas lançaram 31.679 imóveis residenciais em 2014, valor 7% abaixo do registrado no ano anterior. Em Valor Geral de Vendas (VGV), foram ofertados empreendimentos equivalentes a R$ 11,9 bilhões nos doze meses do ano passado, o que representou uma queda de quase 42% na comparação com 2013.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 25, pelo Secovi-SP em seu Balanço do Mercado Imobiliário. De acordo com o sindicato, 2014 foi um ano difícil para o mercado imobiliário, com baixos indicadores econômicos, eventos atípicos como a Copa do Mundo e as eleições, o que contribuiu para aumentar a insegurança do consumidor, que adiou a decisão de compra.

No período, foram vendidas 21.576 unidades, uma diminuição de 35 2% na comparação anual. A velocidade das vendas, medida em Vendas Sobre Oferta (VSO), fechou 2014 em 42,1%, abaixo da média anual de 58% calculada pela pesquisa.

Os preços médios dos imóveis lançados no ano passado subiram 7 39% em relação a 2013, uma variação próxima àquela medida pelo índice Fipe/Zap, de 7,33%. Com o aumento, o preço médio do metro quadrado de área útil do município de São Paulo em dezembro de 2014 chegou a R$ 9.300.

A Região Metropolitana de São Paulo foi a única que apresentou bons resultados. Nessas cidades, houve mais vendas do que lançamentos, com 19,7 mil unidades comercializadas e 19,2 mil unidades lançadas. Com esse desempenho, a quantidade de imóveis disponíveis nas cidades do entorno da capital diminuiu 11,8%.
S/A Diario de Pernambuco.

As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo somaram 21.600 unidades em 2014. O valor representa uma queda de 35,2%...
23/03/2015

As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo somaram 21.600 unidades em 2014. O valor representa uma queda de 35,2% em relação ao ano anterior, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Sindicato da Habitação (Secovi), que avaliou o período como um ano difícil para o mercado imobiliário.
Os imóveis de dois dormitórios lideraram as vendas, com 46% do total de unidades comercializadas durante o ano inteiro. Na sequência, aparecem os imóveis de uma unidade, representando uma fatia de 28% – um recorde em termos de participação, de acordo com o Secovi.
A busca por imóveis maiores segue com um percentual inferior ao dos de um e dois dormitórios. Apartamentos de três quartos tiveram uma participação de 21% e os de quatro ou mais dormitórios, de apenas 5%.
Em 2014, as vendas de imóveis movimentaram R$ 11,9 bilhões na capital, uma queda de 41,9% em relação ao valor alcançado no ano anterior, considerando a variação da inflação da construção no período.
Preços
Em relação aos preços dos imóveis lançados em 2014, o aumento real, descontada a inflação, foi de 0,4%. Em dezembro, o preço médio do metro quadrado de área útil da cidade de São Paulo era de R$ 9.300.
“Isso signif**a que temos uma estabilidade de preços. Nosso estoque médio é de 17 mil unidades. Estamos com estoque acima disso. A tendência era que o preço caísse, mas nós temos um outro fator que faz a estruturação do preço, que é a matriz de custo. Há uma pressão muito forte em termos de terrenos e do plano diretor. Isso faz com que os preços não descolem muito para baixo. A tendência é que esses preços se mantenham em viés de estabilidade”, disse o presidente do sindicato, Cláudio Bernardes.
Lançamentos
Assim como as vendas e o faturamento, o lançamento de imóveis também mostrou redução na cidade de São Paulo. De 34 mil unidades lançadas em 2013, o número caiu para 31,7 mil, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Entre as regiões da cidade, a que concentrou o maior número de lançamentos foi a zona oeste, 26% do total. O centro, que registrou 5 mil novas unidades, deve seguir atraindo a atenção dos novos empreendimentos nos próximos anos, conforme o sindicato.
“O mercado está passando por ajuste, e isso aconteceu em 2011 e 2012. Em 2015 deve haver diminuição dos lançamentos para ter equilíbrio. A curva de demanda e oferta está descolada. Acredito que estejamos nesse período. Achamos que [a queda] poderá ser de 10% ou mais, visando termos um ano de 2015 parecido com o que aconteceu em 201: redução de ofertas e manutenção de vendas", disse Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi.

Oportunidade de compra
Para o Secovi, 2015 tende a ser o melhor ano para se comprar imóveis. “Arrisco a dizer que é um dos melhores pontos para comprar. Os preços vão subir. O aumento das outorgas [plano diretor] e de alguns impostos estão na pauta. Como isso já é uma realidade, o preço vai aumentar. Estou vendo que no futuro os imóveis vão subir de preço, de uma forma geral, para as incorporadoras”, afirmou Emilio Kallas, vice-presidente de incorporação do Secovi.
Anay Cury ,ccGlobo.com

Os preços do aluguel em São Bernardo caminham na contramão do observado em capitais brasileiras e até em outras cidades ...
20/03/2015

Os preços do aluguel em São Bernardo caminham na contramão do observado em capitais brasileiras e até em outras cidades do Estado. O município do Grande ABC, nos últimos 12 meses terminados em janeiro, teve redução média de 1,32% nos valores da locação imobiliária, enquanto em São Paulo houve alta de 1,6%; no Rio de Janeiro, 2,31%; em Campinas, elevação de 3,58% e, em Santos, aumento de 5,13%.

É o que aponta o índice Fipezap de locação, pesquisa realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), em conjunto com o site Zap Imóveis. Na média de nove cidades pesquisadas no País – incluindo a do Grande ABC –, houve aumento médio de 2,38% em janeiro na comparação com o primeiro mês de 2014.
O índice não mede a variação de contratos vigentes, que normalmente são reajustados automaticamente pelo IGP-M/FGV (Índice Geral de Preços de Mercado, da Fundação Getulio Vargas). Toma como referência os novos aluguéis, com o objetivo de captar melhor como a demanda e a oferta por moradia se relacionam.

Especialistas apontam que o cenário econômico, com a crise na indústria automotiva, afetou a demanda por locação. Com a puxada de freio na produção de veículos – retração de 15% em 2014 na comparação com 2013 –, para se ajustar às fracas vendas, as m***adoras demitiram no ano passado cerca de 3.000 pessoas e todas as indústrias da região fecharam 15 mil postos de trabalho. Ao mesmo tempo, a inflação tem corroído o poder de compra da população. A taxa inflacionária medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) chegou a 7,14% nos últimos 12 meses até janeiro.

“Falta de poder de compra”, afirma o delegado regional do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo) no Grande ABC, Alvarino Lemes, para explicar a redução de preços do aluguel em São Bernardo, que giram em torno de R$ 18 o m² – valor bem mais atrativo que o da Capital (média de R$ 37 o m²). Ele cita que as imobiliárias têm de se adaptar a essa realidade da região. “Acabam fazendo acordos (baixando os preços), para não f**ar com o imóvel fechado e amargar prejuízos”, diz.

Apesar disso, a rentabilidade da locação, para os investidores, ainda é melhor do que deixar o dinheiro parado na poupança. De acordo com o Fipezap, a rentabilidade do aluguel (levando em conta o valor da locação mensal dividido pela venda do imóvel multiplicado por 12) em São Bernardo, está em 4,7%, enquanto a caderneta está com rendimento real (descontada a inflação) negativo, de 0,7% nos últimos 12 meses.
Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

Construtoras tentam seduzir os clientes para ampliar as vendas.Setor dá descontos de até 30% em casas e apartamentos.Que...
19/03/2015

Construtoras tentam seduzir os clientes para ampliar as vendas.
Setor dá descontos de até 30% em casas e apartamentos.
Quem está procurando um imóvel, essa pode ser a hora certa para comprar. Em São Paulo, o mercado fechou o ano passado com um estoque recorde de imóveis encalhados.
O ano de 2014 terminou com quase 27 mil imóveis novos encalhados na cidade de São Paulo, segundo estimativas do Secovi, o sindicato da habitação. É o maior nível da história, 37% acima do ano anterior.
As construtoras precisam se desfazer do estoque. É com o dinheiro das vendas que as empresas pagam dívidas, investem, constroem novos empreendimentos. Isso faz o mercado girar e esse pode ser um bom momento pra quem quer comprar.
Seis meses depois do lançamento, o imóvel passa a ser considerado estoque. Existem empresas especializadas em vender as unidades. Rogério Santos trabalha nesse mercado e acha que 2015 vai ser o melhor dos últimos dez anos para comprar imóveis.
O cliente pode conseguir bons negócios, com descontos de 5% a 10%, na média, mas chegando a 30%, segundo ele, em apartamentos menos procurados.
“Quanto maior dinheiro você tiver em mãos, maior a probabilidade de você obter um desconto ou poder de barganha mais considerável do que outras pessoas que não têm nada”, fala o diretor da Realton, Rogério Santos.
Cozinha planejada já instalada, apartamento todo mobiliado, condomínio pago. As construtoras devem fazer de tudo para seduzir os clientes. Mas o consumidor não pode esquecer que vai continuar responsável pelas prestações de um longo financiamento.
Nesse momento, além dos juros estarem subindo, os bancos estão mais exigentes na hora de conceder o empréstimo. Para o professor de finanças, Michael Viriato, quem não precisa do imóvel para morar já deve esperar.
“Ele deve aproveitar agora em poupar para elevar o caixa e, elevando o caixa, financiar uma menor parcela, dar uma maior parcela de entrada. Dando uma maior parcela de entrada, eventualmente ele consegue negociar melhores condições”, fala o professor do Insper, Michael Viriato.
Os especialistas também apostam que a desaceleração da economia vai derrubar ainda mais os preços dos imóveis.
Fonte: Portal G1 - 23/02/2015

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