A Mediação e a Conciliação são métodos de solução consensual de conflitos - elevados agora ao status de pilares da justiça pelo atual Código de Processo Civil. O mediador conduz as pessoas envolvidas num litígio - que se forma quando a comunicação está rompida -, para que consigam separar as emoções nocivas, esclarecer os pré julgamentos, ressignificar os mal entendidos; e a encontrarem o caminho
até o verdadeiro motivo gerador do conflito, para então auxiliar a chegarem numa solução em consenso. Na mediação sistêmica, o mediador olha o contexto amplo de todos os envolvidos: a história da família de origem de cada um, identifica a interação entre os sistemas familiares, traz a tona os emaranhamentos ocultos, vê onde ocorreram infrações às leis sistêmicas que geraram o conflito atual; trazendo à luz o pano de fundo da situação conflituosa, para dar clareza e direção ao processo de reestabelecimento da harmonia à questão trabalhada. As leis sistêmicas são leis naturais que regem o equilíbrio dos sistemas, chamadas de “Ordens do Amor”, foram identificadas pelo alemão Bert Hellinger e são a base de sua proposta de trabalho chamada Constelação Familiar. É uma nova abordagem da Psicoterapia Sistêmica Fenomenológica, desenvolvida após anos de pesquisas com famílias, empresas e organizações em várias partes do mundo, buscando o diagnóstico e solução de problemas e conflitos. O Direito Sistêmico é a visão sistêmica aplicada ao direito; olhando a vida, a alma, o contexto, dando o pertencimento aos indivíduos que buscam o Direito e a Justiça. Atua também como Facilitadora de Círculos Restaurativos na comunidade, através da Comunicação Não-Violenta