16/09/2023
O relatório IAPP – sobre a Privacidade e Confiança do Consumidor no Brasil, publicado em agosto, destaca alguns pontos que podem servir de baliza para que as empresas adotem, com urgência, padrões de segurança e medidas para garantir a privacidade e proteção dos dados de seus clientes.
Aponta o documento, sobre o nível de preocupação com a privacidade on-line, que 29% dos entrevistados se consideram muito preocupados, enquanto 39% se preocupam de alguma forma, perfazendo a maioria (68%) daqueles que participaram da avaliação.
A mesma pesquisa demonstra que os usuários, quando sentem insegurança quanto a privacidade e a proteção de seus dados:
- 94% deletam o aplicativo de seu dispositivo móvel;
- 89% optam por desativar o compartilhamento de seus dados pessoais;
- 86% evitam acessar determinado conteúdo;
- 79% declinam de prosseguir com uma compra on-line.
Ainda, quando indagados se seus dados já foram vazados, 47% dos entrevistados assinalaram que sim, sendo que, deste percentual, 43% afirmaram que não continuariam a fazer negócios com a empresa.
Trocando em “miúdos”:
- Cresce o número de pessoas preocupadas com a segurança e utilização dos seus dados;
- Empresas de todos os portes não tem acompanhando as exigências dos titulares, relegando o processo de adequação, muitas vezes por que (a) contratam profissionais inexperientes, (b) visam encontrar lacunas que possam permitir a continuidade ilícita do tratamento de dados, ou, (c) preferem a ilegalidade, acreditando que isso é “coisa do momento”.
O rompimento da credibilidade da marca no mercado (reputação), afasta o cliente da sua base de negócios, algo está diretamente relacionado as 5 forças de Poter, especialmente, na rivalidade entre os concorrentes.
Em síntese, não há mais como se eximir, ou a empresa perde cliente e mercado, ou mantem uma relação fiel com seu público.
Se você acredita que precisa de ajuda para impulsionar o processo de adequação na sua empresa, entre em contato, eu posso te ajudar!