Dica Do Dr VISO Advogado

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VisoNews - Gestão CondominialSíndico não é dono do condomínio: TJSP manteve afastamento por indícios de conflito de inte...
21/08/2026

VisoNews - Gestão Condominial

Síndico não é dono do condomínio: TJSP manteve afastamento por indícios de conflito de interesses e obras sem aprovação

O cargo de síndico não concede poderes ilimitados sobre o patrimônio coletivo. Decisões relevantes devem respeitar a lei, a convenção e, quando exigida, a aprovação dos condôminos reunidos em assembleia.

Em processo originário de Araçatuba, a 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo negou provimento ao recurso e manteve, em decisão cautelar, o afastamento imediato do síndico e a paralisação de obras até a produção das provas necessárias.

Segundo os elementos examinados naquela fase do processo, havia indícios de possível conflito de interesses envolvendo instrumento de confissão de dívida assinado em nome do condomínio. Também foram apontadas obras realizadas sem comprovação de aprovação assemblear e sem demonstração de urgência.

O julgamento ocorreu em 16 de janeiro de 2023 e analisou apenas os requisitos da tutela de urgência previstos no artigo 300 do Código de Processo Civil, sem representar, naquele momento, decisão definitiva sobre todas as acusações. Consulta do Agravo de Instrumento

O que síndicos e conselheiros precisam compreender

O dinheiro, as áreas comuns e os contratos pertencem ao condomínio. Síndicos administram; conselheiros fiscalizam ou assessoram conforme a convenção; e a assembleia delibera sobre as matérias que a lei e as normas internas reservam aos condôminos.

O Código Civil determina:

obras voluptuárias: aprovação de dois terços dos condôminos;

obras úteis: aprovação da maioria dos condôminos;

reparações necessárias: podem ser executadas sem autorização prévia em situações legalmente admitidas;

reparações necessárias não urgentes e com despesas excessivas: dependem de autorização da assembleia;

obras urgentes de custo elevado: exigem comunicação e convocação imediata da assembleia.

As exceções legais não constituem autorização para contratar, gastar ou modificar o patrimônio comum sem justificativa técnica, documentação, transparência e prestação de contas. Código Civil, artigos 1.341, 1.348 e 1.349

Conselho não substitui assembleia quando a deliberação dos condôminos é obrigatória. Aprovação informal, silêncio dos moradores ou alegação genérica de benefício ao condomínio também não corrigem automaticamente um ato praticado fora das competências legais.

Gestão condominial não é exercício de autoridade pessoal. É administração de patrimônio alheio, sujeita à fiscalização, prestação de contas e responsabilidade.

Por Daniel Viso
Advogado - Bacharel em Administração e Ciências Contábeis
.oficial

Processo de origem: 1016735-29.2022.8.26.0032
Agravo de Instrumento: 2250366-59.2022.8.26.0000

DEMISSÃO EM MASSA: NEGOCIAR NÃO É PEDIR AUTORIZAÇÃOPor Daniel Viso — Advogado TrabalhistaHá mais de 30 anos vivencio rel...
20/08/2026

DEMISSÃO EM MASSA: NEGOCIAR NÃO É PEDIR AUTORIZAÇÃO

Por Daniel Viso — Advogado Trabalhista

Há mais de 30 anos vivencio relações trabalhistas e acompanho empresas enfrentando crises, reestruturações, encerramentos de unidades e necessidade de reduzir seus quadros. A história se repete: muitas vezes, o problema não está propriamente na decisão empresarial, mas na forma como ela é executada.

O recente caso das Casas Bahia serve de alerta. Em uma dispensa coletiva, a empresa não deve primeiro demitir para somente depois conversar com o sindicato.

O Tema 638 do Supremo Tribunal Federal estabeleceu que a intervenção sindical prévia é requisito procedimental indispensável nas dispensas em massa. Isso não significa que o sindicato precise autorizar as demissões ou celebrar um acordo coletivo. O sindicato não possui poder de veto.

Mas a negociação deve ser anterior, real, transparente e conduzida de boa-fé.

A empresa deve informar os motivos da reestruturação, o número de trabalhadores atingidos, os setores e unidades envolvidos, os critérios de seleção e o cronograma previsto. Também deve permitir a apresentação de alternativas, como transferências, programa de desligamento voluntário, redução escalonada, indenização adicional, extensão temporária do plano de saúde e apoio à recolocação profissional.

Todas as convocações, reuniões, propostas, contrapropostas e respostas precisam ser documentadas. Se não houver acordo, o impasse deverá ser formalizado. A empresa poderá ainda buscar mediação perante o Ministério do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho ou a Justiça do Trabalho.

Esgotada a oportunidade efetiva de negociação, a inexistência de acordo não impede automaticamente as dispensas. Negociar não é pedir autorização: é cumprir corretamente o procedimento constitucional.

Veja-se o Bradesco e outros grandes bancos. Essas instituições estão entre as que vêm realizando expressivas reduções de quadros e fechamento de agências. Isso não significa ausência absoluta de questionamentos judiciais, mas demonstra que grandes operações de reestruturação normalmente são precedidas de planejamento jurídico, diálogo sindical, documentação e gestão dos riscos.

Em outras palavras: fazem a lição de casa.

A empresa tem o direito de reorganizar sua atividade econômica, mas não pode ignorar os impactos coletivos de sua decisão. Recuperação judicial, crise financeira ou encerramento de estabelecimentos não afastam automaticamente a exigência de intervenção sindical prévia.

A orientação jurídica correta é objetiva:

Não demita para depois negociar.

Negocie primeiro, apresente informações, examine alternativas, registre o procedimento e somente depois execute a decisão empresarial.

Prevenção jurídica custa menos do que reintegrações, salários retroativos, restabelecimento de benefícios, multas e danos à imagem institucional.

Daniel Viso
Advogado Trabalhista

oficial

20/08/2026

20 DE AGOSTO | DIA DO MAÇOM

Neste 20 de agosto, presto minha homenagem a todos os Irmãos Maçons do Brasil que preservam, em suas trajetórias, valores como fraternidade, união, respeito, justiça, aperfeiçoamento moral e compromisso com a sociedade.

A Maçonaria atravessa gerações sustentada por princípios que convidam cada homem a trabalhar continuamente sobre si mesmo, buscando ser melhor para sua família, para seus Irmãos e para a comunidade em que vive.

Nesta data especial, recordo as palavras do Salmo 133:

"Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!"

Que a fraternidade permaneça como fundamento, que a sabedoria ilumine nossas decisões e que nossas ações sejam sempre orientadas pela construção, pelo respeito e pelo bem comum.

A todos os Maçons brasileiros, minha reverência e homenagem.

Mestre Daniel Viso

20 DE AGOSTO - DIA DO MAÇOMNeste 20 de agosto, presto minha homenagem a todos os Irmãos Maçons do Brasil que preservam, ...
20/08/2026

20 DE AGOSTO - DIA DO MAÇOM

Neste 20 de agosto, presto minha homenagem a todos os Irmãos Maçons do Brasil que preservam, em suas trajetórias, valores como fraternidade, união, respeito, justiça, aperfeiçoamento moral e compromisso com a sociedade.

A Maçonaria atravessa gerações sustentada por princípios que convidam cada homem a trabalhar continuamente sobre si mesmo, buscando ser melhor para sua família, para seus Irmãos e para a comunidade em que vive.

Nesta data especial, recordo as palavras do Salmo 133:

"Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!"

Que a fraternidade permaneça como fundamento, que a sabedoria ilumine nossas decisões e que nossas ações sejam sempre orientadas pela construção, pelo respeito e pelo bem comum.

A todos os Maçons brasileiros, minha reverência e homenagem.

Mestre Daniel Viso

Ressignificar
20/08/2026

Ressignificar

LUCRO EM ALTA, AGÊNCIAS EM BAIXA: EFICIÊNCIA PARA QUEM?Bradesco amplia a rentabilidade enquanto reduz sua rede própria e...
19/08/2026

LUCRO EM ALTA, AGÊNCIAS EM BAIXA: EFICIÊNCIA PARA QUEM?

Bradesco amplia a rentabilidade enquanto reduz sua rede própria e o quadro de trabalhadores.

Por Daniel Viso

O Bradesco chegou a junho de 2026 com 324 agências e 2.448 trabalhadores a menos do que possuía em junho de 2025. Os números são reais, mas precisam ser apresentados corretamente: são reduções líquidas ocorridas em doze meses, e não exclusivamente no primeiro semestre de 2026.

No primeiro semestre deste ano, o banco registrou lucro líquido recorrente de R$ 13,861 bilhões, crescimento de 16,2% sobre o mesmo período de 2025. O lucro contábil, após os eventos não recorrentes, foi de R$ 12,080 bilhões. No segundo trimestre, o resultado ficou apenas ligeiramente acima das projeções do mercado.

A redução da estrutura física integra a estratégia de eficiência. Menos agências significam menor despesa com imóveis, instalações, transporte de numerário, vigilância, limpeza, manutenção e pessoal. O próprio banco informa ter obtido ganhos com a diminuição de seu chamado footprint físico.

Entretanto, os fechamentos não explicam sozinhos o crescimento do lucro. No semestre, a margem financeira aumentou 16%, o resultado de seguros avançou 14,1% e as receitas de serviços cresceram 3,9%. As despesas operacionais também subiram 5,5%.

O ganho para os acionistas é mensurável. Os juros sobre capital próprio líquidos, pagos ou provisionados, passaram de R$ 5,817 bilhões no primeiro semestre de 2025 para R$ 6,575 bilhões em 2026, aumento aproximado de 13%.

A digitalização tornou o banco mais escalável e rentável. A questão que permanece é quem absorve o custo dessa eficiência. Parte dele recai sobre trabalhadores desligados, prestadores de serviços que perdem contratos, comunidades que ficam sem atendimento completo e clientes que ainda dependem da relação humana.

Gerar resultado é uma finalidade legítima de qualquer empresa. Transformar lucro privado em progresso social, contudo, exige que a modernização não simplesmente transfira suas perdas para os demais participantes da cadeia econômica.

.oficial | VisoNews

O CLIENTE ESCOLHEU O APLICATIVO — NÃO O FIM DO ATENDIMENTO HUMANODigitalização, inteligência artificial e automação expl...
19/08/2026

O CLIENTE ESCOLHEU O APLICATIVO — NÃO O FIM DO ATENDIMENTO HUMANO

Digitalização, inteligência artificial e automação explicam a mudança, mas não retiram a responsabilidade pelas escolhas empresariais.

Por Daniel Viso

Dizer que o Bradesco não fechou agências porque quis, mas porque o cliente escolheu outro caminho, transforma uma decisão de gestão em fenômeno inevitável. O cliente escolheu o aplicativo para realizar operações rápidas. Isso não significa que tenha escolhido perder sua agência ou renunciar ao atendimento presencial em situações complexas.

A proporção de transações digitais próxima de 98% já era divulgada pelo banco antes de 2026. Portanto, não se trata de uma mudança repentina capaz de explicar isoladamente a redução de 324 agências e 2.448 postos de trabalho entre junho de 2025 e junho de 2026.

A decisão sobre quantas unidades fechar, quais municípios permanecerão atendidos, quantos trabalhadores serão mantidos e quais serviços serão transferidos aos correspondentes é tomada pela administração. Há alternativas: redução de espaço, unidades híbridas, atendimento regional, agendamento presencial, requalificação e transferência planejada dos trabalhadores.

Inteligência artificial e automação são fatores importantes da transformação bancária, mas os dados apresentados não demonstram que os 2.448 postos líquidos tenham sido substituídos diretamente por IA. Também existem aposentadorias, rotatividade, reorganizações internas, transferência de atividades e terceirização.

O Bradesco ampliou sua presença por correspondentes, pontos Banco24Horas e unidades de financiamento. Esses canais aumentam a capilaridade, mas não são funcionalmente equivalentes a uma agência completa, principalmente para consultoria, análise de crédito e solução de conflitos.

A recomendação para que o bancário se especialize e se atualize é válida no plano individual. Ela não resolve, porém, a dimensão coletiva da transição. Nem todas as funções eliminadas possuem substituição equivalente, e os trabalhadores terceirizados frequentemente não recebem as mesmas oportunidades de requalificação.

A tecnologia explica por que o sistema bancário está mudando. Não determina, sozinha, como essa mudança deve ocorrer. Velocidade, alcance e proteção aos atingidos continuam sendo escolhas empresariais — e escolhas podem e devem ser avaliadas por seus resultados financeiros e por suas consequências sociais.

.oficial

A CONTA INVISÍVEL: O EMPREGO QUE DESAPARECE ALÉM DO BALCÃO DO BANCOO fechamento de agências atinge bancários, vigilantes...
19/08/2026

A CONTA INVISÍVEL: O EMPREGO QUE DESAPARECE ALÉM DO BALCÃO DO BANCO

O fechamento de agências atinge bancários, vigilantes, trabalhadores da limpeza, manutenção e fornecedores locais.

Por Daniel Viso

Quando uma agência bancária fecha, o impacto não termina nos empregados diretamente contratados pelo banco. Cada unidade sustenta uma rede formada por vigilância, limpeza, manutenção, recepção, transporte de valores, locação imobiliária, energia, serviços técnicos e comércio do entorno.

Entre junho de 2025 e junho de 2026, o quadro consolidado do Bradesco caiu de 82.147 para 79.699 trabalhadores: redução líquida de 2.448 postos. No mesmo intervalo, a instituição terminou com 324 agências a menos e sua rede própria de atendimento encolheu em 1.119 unidades quando também considerados os postos de atendimento.

Os trabalhadores terceirizados não aparecem na estatística de empregados do banco. São contratados por empresas de segurança e facilities — conjunto de serviços como limpeza, conservação, manutenção e apoio operacional — e podem perder o posto quando o contrato é reduzido ou encerrado.

Uma estimativa divulgada por entidade sindical da vigilância utiliza o parâmetro mínimo de dois vigilantes por agência. Aplicado às 324 agências, isso colocaria 648 postos de segurança em exposição, antes de considerados os demais serviços. É uma referência setorial, não a comprovação de 648 demissões efetivas no Bradesco, porque parte dos profissionais pode ser realocada.

Também não há dados públicos suficientes para afirmar que milhares de empregos indiretos foram eliminados especificamente por esses 324 fechamentos. Para alcançar dois mil postos, seria necessária média superior a 6,2 trabalhadores terceirizados afetados por agência. A hipótese é possível, mas ainda precisa de documentação.

O risco econômico, contudo, é objetivo. Empresas como Lumar Serviços e Lumar Security integram justamente a cadeia exposta à retração das estruturas bancárias tradicionais. A perda de um contrato não reduz apenas o faturamento da prestadora: pode atingir salários, benefícios, fornecedores, arrecadação e consumo das famílias.

A agência que desaparece do mapa continua produzindo efeitos muito depois de sua porta ser fechada. O balanço registra a economia do banco; raramente registra a conta suportada por todos os que dependiam daquela operação.

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BANCO DIGITAL PARA TODOS? MILHÕES DE IDOSOS AINDA ESTÃO FORA DA INTERNETO volume de transações digitais não elimina a ne...
19/08/2026

BANCO DIGITAL PARA TODOS? MILHÕES DE IDOSOS AINDA ESTÃO FORA DA INTERNET

O volume de transações digitais não elimina a necessidade de atendimento humano e acessível.

Por Daniel Viso

A redução das agências bancárias costuma ser justificada por um dado impressionante: aproximadamente 98% das transações do Bradesco ocorrem em canais digitais. Mas quantidade de transações não corresponde à quantidade de clientes capazes de resolver todos os seus problemas sem atendimento presencial.

Pagamentos, consultas de saldo e transferências geram milhões de operações simples pelo aplicativo. Fraudes, bloqueios, empréstimos, renegociações, inventários e dúvidas previdenciárias são situações diferentes, nas quais a orientação humana continua relevante.

Também é necessário corrigir um número que circula nas redes sociais. Aposentados não representam atualmente 37% da população brasileira. O IBGE projeta que as pessoas com 60 anos ou mais alcançarão 37,8% da população somente em 2070. Idoso e aposentado, além disso, não são categorias equivalentes.

Em 2024, o Brasil tinha 34,1 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, aproximadamente 16% dos 212,6 milhões de habitantes estimados naquele ano. Desses idosos, 69,8% utilizaram a internet. Por consequência matemática, cerca de 10,3 milhões não utilizaram a rede.

Mesmo entre os conectados, possuir celular não significa dominar aplicativos financeiros ou reconhecer tentativas de golpe. O fechamento de agências pode ampliar deslocamentos, dependência de familiares e exposição a terceiros justamente entre os consumidores mais vulneráveis.

Até junho de 2026, o Bradesco não registrou perda agregada de clientes: o total passou de 74,0 milhões para 74,1 milhões em doze meses. O balanço, porém, não informa a evasão por faixa etária nem demonstra se aposentados e idosos mantiveram o mesmo padrão de relacionamento.

A modernização bancária não precisa significar a eliminação do atendimento presencial. Agências menores, unidades regionais, atendimento agendado e assistência digital dentro dos próprios pontos físicos podem preservar eficiência sem transformar inclusão tecnológica em exclusão financeira.

R$ 15,6 BILHÕES SAÍRAM DA BOLSA. ISSO SIGNIFICA FUGA DO BRASIL?Até 13 de agosto, investidores estrangeiros venderam R$ 1...
18/08/2026

R$ 15,6 BILHÕES SAÍRAM DA BOLSA. ISSO SIGNIFICA FUGA DO BRASIL?

Até 13 de agosto, investidores estrangeiros venderam R$ 15,6 bilhões líquidos em ações na B3. Somente no dia 11, a retirada alcançou R$ 4,7 bilhões, a maior saída diária desde abril de 2021.

O dado exige atenção, mas não autoriza alarmismo. Mesmo após essas vendas, o saldo estrangeiro acumulado em 2026 permanecia positivo em R$ 20,7 bilhões.

Também não significa que todo esse dinheiro deixou o Brasil. O levantamento registra compras e vendas de ações. Parte dos recursos pode ter migrado para títulos públicos, renda fixa ou outros investimentos.

A mudança tem causas combinadas: Selic de 14% ao ano, que torna a renda fixa mais atraente; desaceleração da economia e piora do crédito; preocupação com a dívida e o equilíbrio das contas públicas; incertezas das eleições de outubro; além de juros internacionais e tensões geopolíticas.

Investidores brasileiros ocuparam parte do espaço: os institucionais aplicaram R$ 9,1 bilhões em agosto e as pessoas físicas, R$ 1,6 bilhão.

Se a saída persistir, poderá pressionar ações e dólar, encarecer o crédito e dificultar investimentos e contratações. Entretanto, um mês ainda incompleto não comprova colapso econômico nem fuga geral de capitais.

O cenário representa um alerta de confiança. O Brasil precisa de responsabilidade fiscal, segurança política, inflação controlada e condições para voltar a crescer.

Por Daniel Viso

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(11) 94737-0649

Fontes: B3, Banco Central, Elos Ayta, TSE e JPMorgan.

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