Brunner Brunner. Gerenciamento de inovação, consultoria e proteção em Propriedade Intelectual. Viabilizando o futuro desde 1928. Viabilizar. Parece simples. Brunner INOVA.

Desde 1928, nós ajudamos indivíduos e organizações a proteger e gerenciar seu patrimônio intelectual, sejam ideias, processos, produtos, tecnologias. Convivendo por mais de 80 anos com fabricantes, investidores e criadores, nós resolvemos, por que não, apresentá-los. E percebemos que juntos, nosso alcance, velocidade e relevância poderiam ser multiplicados. Assim, desde 2012, acrescentamos uma nov

a área no nosso negócio. Além de proteger, gerenciar e prestar consultoria sobre propriedade intelectual, começamos a tratar de viabilizar vários projetos, processos, tecnologias e produtos. Mas nada é tão complexo quanto tratar de realizar sonhos. Oitenta anos depois, nós mudamos completamente nosso negócio para fazer com mais profundidade a mesma coisa que sempre fizemos: viabilizar o futuro. Agora, com mais agilidade, mais alcance, mais capacidade. Uma nova área da Brunner criada exclusivamente para ser a ponte entre quem inova, quem fabrica e quem investe. Nossa nova área trata de apresentar tecnologia, produtos e processos para indústrias, partindo tanto da ponta da própria indústria (que nos procura buscando uma solução específica) quanto partindo de onde a inovação surge, criadores, designers, engenheiros, que nos procuram para apresentar seus mais recentes projetos. Nós protegemos, apresentamos, licenciamos e auditamos a rentabilidade, viabilizando relações duradouras, saudáveis e lucrativas entre fabricantes e criadores. Portanto, se você é um criador e deseja ver seus projetos viabilizados, fale conosco. Podemos agenciar seus projetos, viabilizar novas tecnologias e criar lucratividade sem que você precise investir nada além de suas ideias. Se você é um industrial e deseja uma nova unidade de negócios ou quer encontrar ideias de produtos inovadores, ou que podem ser fabricados com uma tecnologia específica, você, também, deveria falar conosco. E se você é um investidor procurando oportunidades, ainda que sem certeza sobre em que produto/processo/tecnologia gostaria de investir ou sobre qual fabricante seria competente o bastante para um projeto de longo prazo, fale conosco. Temos mais de 80 anos de experiência em inovação e não paramos de nos reinventar. Juntos podemos encontrar maneiras extremamente lucrativas de viabilizar a inovação investindo em novas tecnologias, produtos e mercados.

22/05/2026

A história do Vonau Flash, medicamento desenvolvido pela USP para tratamento de náuseas, ilustra um dos maiores entraves da inovação no Brasil: o medicamento levou 13 anos para ter o pedido de patente analisado pelo INPI. O atraso reduziu significativamente o período de exploração exclusiva da invenção, gerando menos retorno financeiro e menor capacidade de reinvestimento em pesquisa.

O impacto vai além das universidades e indústrias farmacêuticas. Startups, centros de pesquisa e empresas de base tecnológica dependem de segurança jurídica para atrair investidores e viabilizar projetos de longo prazo. Patente não serve apenas para proteger empresas: ela financia o próximo ciclo de inovação. Um país que demora para proteger inovação também demora para colher os resultados dela!

Leia o artigo completo e entenda como o backlog do INPI impacta a competitividade do Brasil: http://www.brunner.com.br/patente-que-demora-perde-valor-o-custo-invisivel-do-backlog-do-inpi-para-a-inovacao-brasileira

21/05/2026

Propriedade intelectual e acesso à saúde não são lados opostos, mas a discussão real é mais complexa do que parece. Desenvolver um novo medicamento exige anos de pesquisa, bilhões investidos e alto risco, e sem segurança jurídica o investimento em pesquisa e desenvolvimento diminui, impactando diretamente o paciente.

O verdadeiro desafio é construir um sistema equilibrado, capaz de incentivar inovação sem perder de vista o interesse público. Para o Brasil, isso significa atrair investimentos, fortalecer a indústria nacional e garantir que os avanços cheguem à população de forma sustentável. No fim, a discussão sobre propriedade intelectual na saúde é uma questão de soberania tecnológica e desenvolvimento do país!

Leia o artigo completo e entenda como o sistema de propriedade intelectual impacta a competitividade do Brasil na área da saúde: https://exame.com/colunistas/opiniao/o-papel-da-propriedade-intelectual-na-competitividade-do-brasil-em-saude

20/05/2026

A primeira patente da história foi concedida em 1421 ao engenheiro Filippo Brunelleschi, em Florença, e estabeleceu uma lógica que persiste até hoje: a sociedade incentiva a inovação concedendo ao inventor um monopólio temporário sobre sua criação. Mais de 600 anos depois, o sistema evoluiu e passou a proteger marcas, softwares, desenhos industriais e indicações geográficas, ativos que em muitos setores valem mais do que fábricas inteiras.

Mas o sistema também gera debates relevantes. Ao mesmo tempo em que estimula pesquisa e atrai investimentos, as patentes podem impactar concorrência e acesso a tecnologias, especialmente no setor farmacêutico. Em uma economia baseada em conhecimento, o verdadeiro desafio é equilibrar proteção à inovação com o desenvolvimento econômico e social. Proteger inovação deixou de ser diferencial e passou a ser questão de sobrevivência empresarial!

Leia o artigo completo e entenda como as patentes moldaram a economia global ao longo dos séculos: http://www.brunner.com.br/patentes-por-que-proteger-a-inovacao-se-tornou-essencial-para-a-economia-moderna

19/05/2026

A Lei de Propriedade Industrial completa 30 anos em 2026 e o impacto é visível: o INPI registrou mais de 500 mil pedidos de marcas em 2025, o maior volume da história. O que antes era visto como burocracia passou a ser reconhecido como estratégia, e marcas, patentes e indicações geográficas tornaram-se os ativos mais valiosos de muitos negócios.

Mas o desafio continua atual. Muitas empresas ainda acreditam que CNPJ ou domínio de internet garantem exclusividade sobre uma marca, e só percebem o erro quando recebem uma notificação judicial. Os próximos 30 anos trarão novos temas como inteligência artificial e biotecnologia, e quem trata proteção como estratégia transforma inovação em ativo. Quem deixa para depois corre o risco de construir valor sobre um terreno sem titularidade!

Leia o artigo completo e entenda como a propriedade industrial evoluiu no Brasil e o que ainda precisa mudar: http://www.brunner.com.br/30-anos-da-lei-de-propriedade-industrial-o-brasil-entendeu-o-valor-da-inovacao-mas-ainda-demora-para-protege-la

18/05/2026

Pontal do Paraná conquistou a Indicação Geográfica para o couro de peixe produzido na região, transformando resíduos da pesca artesanal em um produto de alto valor agregado com alcance internacional. O caso reúne economia circular, conhecimento tradicional, pesquisa científica e diferenciação de mercado em um único reconhecimento.

O selo consolida a reputação de produtores locais e fortalece todo um ecossistema territorial, do turismo ao comércio regional. Inovação nem sempre significa ruptura tecnológica: muitas vezes ela nasce da capacidade de transformar tradição e território em ativos econômicos protegidos e competitivos!

Leia o artigo completo e entenda como a propriedade intelectual pode ser uma poderosa ferramenta de desenvolvimento regional: http://www.brunner.com.br/couro-de-peixe-e-indicacao-geografica-quando-tradicao-sustentabilidade-e-inovacao-geram-valor

15/05/2026

O Brasil produz conhecimento científico em escala significativa, mas ainda enfrenta dificuldade em converter invenção em impacto econômico real. Grande parte das patentes nacionais permanece restrita ao ambiente acadêmico, sem alcançar aplicação efetiva no mercado, revelando um problema estrutural de integração entre pesquisa, gestão e execução.

Existe uma diferença fundamental entre inventar e inovar. A patente pode existir juridicamente, mas permanece economicamente inerte sem aplicação prática. Com a ascensão da inteligência artificial, o volume de ideias crescerá ainda mais, e a vantagem competitiva pertencerá às organizações capazes de transformar conhecimento em valor econômico concreto.

Saiba mais no link: http://www.brunner.com.br/inovacao-nao-e-ideia-e-capacidade-de-transformar-conhecimento-em-valor

14/05/2026

As Indicações Geográficas estão deixando de ser apenas um selo territorial para se tornarem ferramentas estratégicas de desenvolvimento econômico e valorização cultural. Quando uma região conquista uma IG, toda a cadeia local é beneficiada: do produtor rural ao turismo, gastronomia e exportação, funcionando como um verdadeiro passaporte de confiança para o mercado internacional.

Mas o reconhecimento sozinho não basta. A consolidação de uma IG depende de governança, padronização produtiva e gestão estratégica dos ativos intangíveis do território. No cenário atual, origem, tradição e reputação são ativos de propriedade intelectual, e proteger a origem é também proteger valor!

Saiba mais no link: http://www.brunner.com.br/indicacoes-geograficas-impulsionam-exportacoes-e-fortalecem-o-turismo-rural

13/05/2026

A Louis Vuitton foi derrotada em tribunal português na disputa contra a pequena marca "Licores do Vale" pelo uso das iniciais "LV". O tribunal entendeu que marcas poderosas não têm exclusividade absoluta sobre combinações simples de letras, especialmente quando não há risco real de confusão entre produtos e segmentos completamente distintos.

O caso reforça um princípio fundamental do Direito Marcário: notoriedade amplia proteção, mas não elimina a necessidade de demonstrar concretamente o risco de confusão ou associação indevida. Como resumiu a empresa portuguesa após a vitória: "O L e o V são de toda a gente." E o tribunal concordou.

Saiba mais no link: http://www.brunner.com.br/quando-o-alfabeto-nao-tem-dono-marca-portuguesa-vence-a-louis-vuitton-em-disputa-por-lv

Ela ensinou que o que é nosso precisa ser protegido.A Brunner PI cuida das marcas e inovações que você construiu com tan...
10/05/2026

Ela ensinou que o que é nosso precisa ser protegido.

A Brunner PI cuida das marcas e inovações que você construiu com tanto esforço, porque assim como uma mãe, o nosso compromisso é preservar o que tem valor.

Feliz Dia das Mães

08/05/2026

A Justiça de São Paulo condenou a 99Food por concorrência desleal contra o iFood, reconhecendo que campanhas publicitárias podem violar limites legais mesmo sem citar nominalmente a marca concorrente. O uso de cores, elementos visuais e referências indiretas foi suficiente para caracterizar aproveitamento parasitário.

O caso reforça que criatividade publicitária não afasta responsabilidade jurídica. Em mercados digitais, reputação e percepção pública são ativos concorrenciais de enorme valor, e o limite entre humor, sátira e difamação pode ser muito mais estreito do que parece.

Saiba mais no link: http://www.brunner.com.br/publicidade-comparativa-tem-limite-ifood-vence-acao-contra-99food-por-concorrencia-desleal

07/05/2026

A queda da patente da semaglutida, base do Ozempic e do Wegovy, reacende um debate urgente sobre o impacto das extensões indevidas de patentes no acesso à saúde. Entre 1997 e 2018, 92,2% das patentes farmacêuticas concedidas no Brasil ultrapassaram os 20 anos legais, prática declarada inconstitucional pelo STF em 2021.

Os números mostram o tamanho do problema: a entrada de concorrentes gerou quedas de até 76% nos preços, enquanto a manutenção dessas extensões poderia custar ao SUS até R$ 1,1 bilhão e às famílias brasileiras outros R$ 695 milhões. Quando a patente se prolonga indevidamente, o efeito não é apenas concorrencial, é social, mensurável e bilionário!

Entenda como essa decisão impacta o mercado farmacêutico e o acesso à saúde no Brasil. Leia o artigo completo: http://www.brunner.com.br/o-custo-social-das-patentes

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