Jamily Wenceslau

Jamily Wenceslau Imersao Crimes Se***is na Pratica ➡️ https://jamilywenceslau.com.br/captura-v3
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21/05/2026

Quando uma advogada passa a ser atacada por exercer sua profissão com firmeza, isso deixa de ser apenas um problema individual. Se você acompanha meu trabalho e entende a importância deste perfil, sua declaração pode fazer diferença.

COMO ENVIAR SUA DECLARAÇÃO:

1 - Escreva um texto simples, verdadeiro e objetivo relatando:
• o que este perfil representa para você;
• como meu conteúdo já ajudou sua vida pessoal ou atuação profissional;
• se considera meu conteúdo técnico, respeitoso e informativo;
• se este perfil já ajudou mulheres através dos alertas sobre falsas acusações e sobre os riscos que isso causa às reais vítimas;
• e como falsas acusações podem descredibilizar mulheres que realmente sofreram violência;
• além de informar se entende que estou sofrendo perseguição ou preconceito profissional pelo exercício da advocacia.

2 - Assine eletronicamente pelo GOV.BR (assinatura gratuita e válida juridicamente)

3 - Envie em PDF para: [email protected]

Peço, principalmente aos advogados, alunos de Direito e seguidores que acompanham meu trabalho há anos, que me ajudem nesse momento. Porque hoje não estão tentando silenciar apenas uma advogada. Estão tentando intimidar a liberdade da atuação técnica e da advocacia firme.

20/05/2026

Crédito
Programa: .tv
Apresentador: .felipesestaro

19/05/2026

A intimidade virou medo. E a maioria dos homens ainda não percebeu isso.
Aquilo que antes era normal dentro de um relacionamento… o beijo, o carinho, a madrugada juntos, a vida de casal… hoje pode voltar anos depois em forma de acusação. E o pior: muitos homens ainda vivem acreditando que, por serem “caras do bem”, nunca vão passar por isso. Até o dia que passam.

O caso do vídeo não é ficção. Homem. Pai de família. Anos de casamento. Filhos crescidos. Separação aconteceu. Cada um seguiu sua vida. Ou pelo menos era o que ele pensava. Porque anos depois…surge uma acusação gravíssima: “estupr0 marital”. E aí eu te pergunto…

Como um homem prova que uma relação íntima, dentro do próprio casamento, há + de 4 anos atrás, foi consensual?
Como ele se defende de algo que aconteceu sem testemunha, sem gravação, sem nada… além da palavra de uma pessoa contra a outra?
-> Esse é o ponto que muita gente ignora.
O homem hoje não vive só com medo da violência da rua. Ele começa a viver com medo da própria narrativa criada depois do fim de um relacionamento.

E quando eu falo sobre falsa acusação, muita gente ri. Muita gente acha exagero. Muita gente fala: “ah, mas isso nunca aconteceria comigo.” Até acontecer. Porque falsa acusação não escolhe caráter. Não escolhe profissão. Não escolhe classe social. Não escolher cor e raça. Ela escolhe oportunidade.

👇 Agora eu quero saber sua opinião:
Você acha que hoje a justiça está realmente preparada para separar uma denúncia real… de uma acusação movida por mágoa, vingança ou inconformismo com o fim?
E mais: como um homem consegue se proteger disso nos dias atuais?

Comenta aqui. Quero ler sua opinião. E compartilha esse vídeo com outros homens. Porque tem muita gente entrando em relacionamentos sem entender o tamanho do risco que existe hoje.

15/05/2026

Tem uma coisa curiosa na advocacia…

A gente aprende a lidar com pressão, audiência difícil, processo complexo, críticas, ataques e até injustiças.

Mas, muitas vezes, não aprende a lidar com elogios.

Nesta audiência ouvi de um juiz palavras que tocaram profundamente meu coração. E não pelo ego. Mas porque quem vive a advocacia com verdade sabe o peso que existe por trás de cada petição, cada madrugada trabalhando, cada estratégia construída e cada cliente defendido com coragem.

Quando alguém reconhece a sua escrita, a sua atuação e a forma como você exerce a profissão, isso não é apenas um elogio. É a confirmação de que todo esforço silencioso vale a pena.

Para os colegas advogados e estudantes de Direito que me acompanham: não percam a essência de vocês no meio da correria da profissão. Técnica importa. Estratégia importa. Mas amor pelo que faz… isso muda tudo.

Porque quando existe propósito, o trabalho deixa de ser apenas profissão. Vira missão.

E eu realmente acredito que advogar é um dom dado por Deus.

14/05/2026

Quando eu comecei a falar sobre falsas acusações, muitos disseram que eu estava exagerando. Que isso era “caso isolado”. Que homem nenhum sofria com esse tipo de situação.

Hoje, até agentes da própria segurança pública estão vindo a público alertar sobre as consequências devastadoras de uma denúncia falsa.

E isso precisa ser dito com clareza: uma falsa acusação não destrói apenas a vida do acusado. Ela também enfraquece a credibilidade de vítimas reais, sobrecarrega o sistema de justiça e transforma denúncias graves em instrumento de vingança, manipulação e abuso.

Enquanto alguns ainda tentam silenciar esse debate, famílias estão sendo destruídas, pais afastados dos filhos, homens perdendo emprego, reputação e saúde mental sem sequer terem sido condenados.

Defender investigação séria, prova e direito de defesa não é atacar mulheres. É defender justiça de verdade.

Porque quando a sociedade normaliza acusações sem prova… amanhã qualquer pessoa pode ser a próxima vítima.

08/05/2026

Sério isso?

Outro dia fui convidada para ministrar uma palestra em uma universidade federal. Era algo simples. Uma sala. Alunos de Direito.
Debate jurídico, para falar sobre a area que eu atuo.
Até que uma aluna começou a se incomodar profundamente com a minha área de atuação. Ela dizia, indignada, que não entendia como eu conseguia defender homens. Falava que homem era agressor.
Que homem era violento. Que homem era isso, aquilo… E eu deixei ela falar.
Porque às vezes, quando alguém fala demais, acaba revelando mais sobre si do que imagina.
Quando ela terminou, ouvi alguém comentar que ela tinha um filho. Então eu perguntei: “Você tem filho?”
Ela respondeu: “Tenho.”
E eu continuei: “Seu filho é um agressor ou vai ser?” “Seu filho é um estuprador ou vai ser?”
Ela respondeu imediatamente: “Não.”
Então eu perguntei: “Você tem pai?”
Ela disse: “Tenho.”
“Seu pai é um agressor?” Ela respondeu: “Não.”
E naquele momento a sala inteira percebeu a contradição.
Porque é muito fácil levantar discursos radicais quando estamos falando dos filhos dos outros. Dos pais dos outros. Dos homens dos outros.
Mas quando o discurso bate na própria família… a narrativa muda. E é exatamente esse o problema da generalização.

Todo homem não é agress0r.
Todo homem não é crimin0s0.
Todo homem não é est4prador.

Assim como nenhuma mulher deve ser julgada pelos erros de outra mulher.

O Direito não pode funcionar com ódio coletivo. A Justiça não pode nascer da generalização. E uma sociedade que ensina pessoas a odiarem homens apenas por serem homens está criando exatamente aquilo que diz combater: preconceito.
Defender homens inocentes nunca foi sobre atacar mulheres. Sempre foi sobre impedir que o ódio vire regra.

28/04/2026

Nem sempre a melhor defesa é pedir absolvição, e quem atua de verdade no processo penal sabe disso.

Existem casos em que a estratégia não está em “gritar inocência”, mas em construir dúvida.
E é aqui que muitos advogados erram.

O princípio do in dubio pro reo não é só uma frase bonita para colocar em peça. Ele precisa ser trabalhado, provocado e construído dentro do processo.

É papel da defesa:
* expor contradições
* evidenciar fragilidades na prova
* desmontar narrativas acusatórias
* mostrar que a verdade não é tão simples quanto querem fazer parecer

Porque, no final, não é sobre quem fala mais alto. É sobre quem consegue demonstrar que não existe certeza para condenar.

E foi exatamente isso que aconteceu no caso que acabei de postar: o próprio Ministério Público, ao final da instrução, reconheceu a fragilidade da acusação e pediu a absolvição.
O juiz, na hora, fez justiça. Isso não é sorte. Isso é estratégia.Isso é técnica.

Se você quer sair do básico e aprender a atuar de forma estratégica na defesa de homens injustamente acusados, seja em medidas protetivas, crimes se***is ou até casos mais complexos como feminicídio, você precisa ir além da teoria.

Você precisa entender o jogo.

Me chama no direct ou no WhatsApp e vem pra mentoria. Aqui a gente não ensina só direito… A gente ensina a defender de verdade.

Hoje não foi só mais um dia de trabalho. Hoje foi um daqueles dias que fazem tudo valer a pena. Hoje, a gente não ganhou...
28/04/2026

Hoje não foi só mais um dia de trabalho. Hoje foi um daqueles dias que fazem tudo valer a pena. Hoje, a gente não ganhou um processo. Hoje, a gente devolveu a vida de um pai.
Esse cliente passou ANOS sem ver a própria filha.
Anos carregando o peso de uma acusação falsa. Anos sendo tratado como culpado. Anos lutando contra um sistema que, muitas vezes, primeiro pune… e só depois escuta.
Ele foi preso. Ele respondeu processo. Ele viu a própria história ser distorcida. E mesmo assim… ele não desistiu.
Hoje, dentro da sala de audiência, aconteceu o que muitos chamariam de impossível. O Ministério Público pediu a absolvição. A defesa, nós, sustentamos aquilo que sempre acreditamos desde o início: Ele é inocente.
E o juiz… leu a sentença ali, na nossa frente. ABSOLVIDO. Sem dúvida. Sem margem. Sem “mas”.
E mais do que isso: a) Revogação das medidas protetivas. b) O caminho para ele voltar a ter acesso à filha começa agora.
Você tem noção do que isso significa?
Um pai… que foi afastado da filha… por uma mentira…Homem, trabalhador, policial das forças especiais da PM do Estado de São Paulo. Hoje começa a ter a chance de reconstruir sua história. Isso não é só direito. Isso é vida real.
E teve mais. No final da audiência, o juiz parabenizou a nossa atuação. E aqui eu faço questão de registrar: Dra. Marcela, você foi impecável.
Cada prova analisada. Cada detalhe observado. Cada estratégia construída com precisão. Vitória construída a quatro mãos. Com técnica. Com coragem. Com verdade. Como foi maravilhoso trabalhar em conjunto com a Dra neste caso.
E quando ele veio aqui no escritório…depois de ser absorvido hoje…Não teve como segurar. Teve abraço. Teve choro. Teve silêncio… daquele que fala tudo. A sensação? De missão cumprida.
Mas deixa eu te falar uma coisa: Quantos homens estão passando por isso em silêncio? Quantos pais estão longe dos filhos por acusações que nunca deveriam ter existido? E quantos ainda vão ser julgados antes mesmo de serem ouvidos?
Hoje a gente venceu. Mas isso aqui não é sobre um caso. É sobre uma realidade que precisa ser enfrentada. Sobre VIDAS. E enquanto existir injustiça…a gente vai continuar lutando.

24/04/2026

Ciúmes.
Briga.
Impulsividade.

Agora coloca uma arma no meio disso.

É disso que estamos falando. Não adianta romantizar.

A vida real não funciona como projeto de papel.

👉 Uma decisão impulsiva pode custar uma vida.

E quando isso acontecer… não tem volta. Não é sobre ser contra proteção. É sobre impedir que uma ideia mal pensada vire tragédia anunciada.

Comenta aqui: isso é solução… ou perigo?

20/04/2026

Trecho de sustentação oral em plenário do júri (processo público).

No Tribunal do Júri, não se analisa apenas a lei de forma fria.
Também se leva em conta o contexto humano por trás dos fatos.

Neste caso, trabalhamos com duas possibilidades de defesa:
– o reconhecimento do homicídio privilegiado (art. 121, §1º do Código Penal);
– e, como alternativa, a desclassificação para lesão corporal seguida de morte (tese sustentada pelo Dr. Andrey).

O homicídio privilegiado é reconhecido quando o fato acontece dentro de um contexto específico, como uma reação após uma forte provocação ou uma situação emocional extrema. Ao final, o júri acolheu essa tese.

Do ponto de vista da defesa, isso mostra a importância de não trabalhar com apenas uma linha.
Em muitos casos, apresentar caminhos diferentes, de forma organizada, permite que o júri analise todas as possibilidades dentro da realidade do caso.

No plenário, não é só o que aconteceu…é como isso é explicado e compreendido pelos jurados.

***Conteúdo com finalidade exclusivamente educacional.***

Mais de 10 horas de júri. E uma certeza: a defesa bem feita muda destinos.Hoje estivemos em plenário ao lado dos Drs. An...
16/04/2026

Mais de 10 horas de júri. E uma certeza: a defesa bem feita muda destinos.

Hoje estivemos em plenário ao lado dos Drs. Andrey, Matheus, Augusto e Wesley. Um time que honrou cada minuto daquele julgamento.

A tese principal era clara: homicídio privilegiado. E foi reconhecida.

A qualificadora do motivo torpe foi afastada. E isso muda tudo.

Um homem que poderia pegar, no mínimo, 21 anos de prisão, em um crime considerado hediondo, com regras mais duras para progressão de regime (40%), hoje recebeu 11 anos, sem hediondez, com uma progressão menor, de 25%. E isso muda completamente o cenário.

Se não tivéssemos conseguido o reconhecimento do homicídio privilegiado, ele teria que cumprir cerca de 40% da pena para progredir de regime. Ou seja, no mínimo, algo em torno de 7 anos e 9 meses a 8 anos preso para ter direito ao semiaberto.

Com a decisão de hoje, em uma pena de 11 anos, a progressão passa a ser de 25%. Isso significa, na prática, cerca de 2 anos e 8 meses para progredir de regime. (ELE JÁ CUMPRIU 8 meses)

É a diferença entre passar quase uma década preso… e ter uma nova perspectiva em poucos anos.

Bastidores que ninguém te conta: o que muita gente não vê… é o que acontece por trás.

Ontem eu estava com febre. Hoje, entre uma sustentação e outra, precisei tomar medicação para conseguir permanecer ali. E mesmo assim… eu fiquei. Porque defesa não é conveniência. É compromisso.

Eu poderia pedir redesignação? Até poderia.
Mas você sabe quanto tempo demoraria um novo júri? Meses… talvez anos. E quem está preso não pode esperar.

Hoje eu sustentei a tese que me cabia: HOMICÍDIO EMOCIONAL. E nós conseguimos.

Claro, a sentença ainda comporta recurso, a redução foi aplicada no mínimo e houve aumento de pena que será analisado em apelação.

Mas uma coisa ninguém tira: Hoje nós mudamos o rumo dessa história. E é por isso que eu faço o que faço.

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