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❗ Obrigações fiscais, referem-se a tributos obrigatórios que as empresas precisam pagar para se manter em dia com a Rece...
08/08/2023

❗ Obrigações fiscais, referem-se a tributos obrigatórios que as empresas precisam pagar para se manter em dia com a Receita Federal.

📝 Entre elas, as principais:
- Emissão de nota
- Pagamento de impostos
- Declaração de recolhimento de tributos

É importante conhecer os principais tributos, além de seguir passos que possam garantir o cumprimento das obrigações fiscais.

04/08/2023

📝 Atualização sobre a Reforma tributária 2023

A câmara dos deputados aprovou em 07/07/2023 a primeira fase da reforma tributária, que reformula a tributação sobre o consumo. A expectativa é que a votação seja concluída até o final de outubro deste ano, antes de ser promulgada.

Semana nova, com foto nova para começarmos bem e dar uma renovada nesse feed.Avante!  👊
28/07/2023

Semana nova, com foto nova para começarmos bem e dar uma renovada nesse feed.
Avante! 👊

A apresentação de um atestado médico falso, é justificativa para uma demissão por justa causa, porque configura ato de i...
25/07/2023

A apresentação de um atestado médico falso, é justificativa para uma demissão por justa causa, porque configura ato de improbidade.

Consultar um advogado trabalhista e seguir os procedimentos legais apropriados ajudará o empresário a agir dentro dos limites da lei e garantir um tratamento justo para todas as partes envolvidas.

Sim, você pode!Uma recente reforma na lei brasileira garantiu à classe doméstica o acesso a direitos previdenciários que...
20/03/2023

Sim, você pode!

Uma recente reforma na lei brasileira garantiu à classe doméstica o acesso a direitos previdenciários que qualquer outro trabalhador com carteira assinada já possuía.

No entanto, para que o assalariado saque os valores, ambas as partes da relação de emprego devem repassar verbas ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) mensalmente.

Dessa maneira, o trabalhador tem garantido o recebimento de proventos, como o auxílio-doença, o salário maternidade e a pensão por morte.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui para mais informações!

🏢Confira a lista completa de documentos que são necessários para fazer a legalização da sua empresa e garantir que ela p...
15/03/2023

🏢Confira a lista completa de documentos que são necessários para fazer a legalização da sua empresa e garantir que ela possa operar de forma adequada e legal.

Neste artigo, você vai descobrir quais documentos são indispensáveis para formalizar a criação da empresa, obter registros e licenças obrigatórios e cumprir todas as obrigações legais e trabalhistas.

📝Não deixe de conferir esse guia essencial para quem está começando um negócio ou quer regularizar a situação da sua empresa.

Leia agora mesmo!

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E lembre-se de curtir esta publicação!👍👍




24/02/2023

💥 Você sabe quais são os 3 PRINCIPAIS REGIMES TRIBUTÁRIOS do Brasil?

Se você pretende ABRIR um novo negócio, é de extrema IMPORT NCIA conhecer essas opções para escolher qual delas se encaixa melhor na sua empresa.

Nesse vídeo, você vai conhecer o queridinho de todos, o SIMPLES NACIONAL! Aquele regime tributário mais simplificado, mais barato e que as alíquotas ficam em apenas uma ÚNICA VIA!

▶️ Mas será que o Simples é realmente TÃO simples assim? Assista ao vídeo e descubra a VERDADE!




Com base nesse entendimento, a 3ª Turma da CSRF do CARF afastou o direito de crédito relativo às contribuições P*S e COF...
06/06/2022

Com base nesse entendimento, a 3ª Turma da CSRF do CARF afastou o direito de crédito relativo às contribuições P*S e COFINS sobre o transporte de produtos acabados, realizado entre estabelecimentos da mesma empresa.

Em 2015, o STJ reconheceu que o conceito de insumo, para fins de geração de créditos dessas contribuições, abrange todos os bens e serviços pertinentes ao processo produtivo e à prestação de serviços, ou ao menos que os viabilizem, podendo ser empregados direta ou indiretamente, e cuja subtração implica a impossibilidade de realização do processo produtivo e da prestação do serviço, objetando ou comprometendo a qualidade da própria atividade da pessoa jurídica.

Apesar disso, de acordo com o CARF, o transporte do produto acabado é realizado após a finalização do processo produtivo, o que inviabilizaria a geração de créditos das contribuições P*S e COFINS.

Nesta quarta-feira (1º), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter as decisões da Justiça do Trabalho que invalida...
03/06/2022

Nesta quarta-feira (1º), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter as decisões da Justiça do Trabalho que invalidaram convenções coletivas pactuadas entre patrões e empregados e validaram o que está expresso na legislação no caso de motoristas profissionais.

O placar final foi de 6 votos a 4, com a ministra Rosa Weber puxando a decisão da maioria, sendo contra a proposta da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) para questionar decisões da Justiça do Trabalho que condenaram empresas ao pagamento de horas extras para motoristas externos.

“Diferente dos contratos civis, em que a aplicação e produção de efeitos jurídicos vincula-se ao acordo de vontades, o contrato de trabalho depende da execução da obrigação contraída (princípio da primazia da realidade)”, afirmou a ministra, na sessão da semana, quando leu seu voto.

A maioria foi formada com o voto do ministro Dias Toffoli na sessão desta quarta-feira (1º). Apesar de concordar com o relator sobre a prevalência das cláusulas e acordos coletivos entre motoristas e empresas, o ministro disse ser preciso fazer uma análise de cada caso concreto. Neste caso, o ministro foi contrário à ação.

Para Toffoli, “a presente controvérsia não comporta uma resposta geral e abstrata por esta Corte”.Os ministros analisaram uma ação sobre normas coletivas de trabalho que restringem ou limitam direitos trabalhistas não assegurados pela Constituição.

O julgamento tratou de casos ocorridos antes da lei que regulamentou o exercício da profissão de motorista.

Uma questão que já vem sendo debatida há algum tempo nos tribunais diz respeito à famosa gorjeta que nada mais é do que ...
01/06/2022

Uma questão que já vem sendo debatida há algum tempo nos tribunais diz respeito à famosa gorjeta que nada mais é do que um agrado pelos bons serviços prestados em estabelecimentos públicos. Recentemente o Tribunal Regional Federal (TRF-1) decidiu que as gorjetas não poderão ser incluídas na base de cálculo do Simples Nacional.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) recusou uma apelação cível proposta pela Fazenda Nacional, que pedia o reconhecimento do valor dentro da receita bruta dos pequenos estabelecimentos. Contudo, o vice-presidente da Corte, desembargador federal Francisco de Assis Betti, não admitiu os argumentos da União e manteve a gorjeta fora do tributo nacional.

A ação foi proposta pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), o qual conseguiu, por meio de mandado de segurança coletivo, a garantia às microempresas e empresas de pequeno porte associadas à entidade de que os valores desses bônus não integrem a base de cálculo dos impostos incidentes sobre a receita bruta dos estabelecimentos.

Desde 2016, o processo vem tramitando na Justiça Federal. A ação foi ajuizada pela entidade contra o conselho gestor do Simples Nacional, que determinou que a gorjeta fosse considerada receita para efeito de tributação.

Na semana passada, os ministros da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram, por seis votos a três, que ...
31/05/2022

Na semana passada, os ministros da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram, por seis votos a três, que o sócio com poderes de administração no momento do fechamento irregular de uma empresa deve responder pelos débitos fiscais, mesmo que não tenha exercido a gerência no momento do fato gerador do tributo não pago.

Na prática, isso significa que o sócio que tinha poderes de administração no momento do fechamento irregular pode pagar pelas dívidas da empresa com seu patrimônio pessoal mesmo que não tenha tido qualquer poder de gerência na data do fato gerador de um tributo – por exemplo, no caso do ICMS, o fato gerador é a circulação da mercadoria ou a prestação do serviço.

Assim, uma pessoa física que não exercia a gerência na época desse fato gerador do tributo não pago ou nem mesmo fazia parte do quadro da empresa, mas depois se tornou sócia com poderes de administração, pode responder pela dívida no fechamento irregular.

Os tribunais em todo o Brasil deverão replicar o entendimento do STJ em casos idênticos. O ponto central da discussão é a ocorrência de um ato ilícito. Para os magistrados, o fechamento irregular da empresa é um ato ilícito suficiente para a responsabilização do sócio. Por outro lado, o não pagamento de um tributo, por si só, não caracteriza um ato ilícito.

Uma empresa é encerrada irregularmente, por exemplo, quando os sócios fecham as portas sem pagar os tributos e sem dar baixa na pessoa jurídica no cartório. Além disso, segundo o STJ, presume-se dissolvida irregularmente a empresa que muda de endereço sem comunicar a administração pública.

A tese vencedora foi a da relatora, a ministra Assuete Magalhães. Quando apresentou o seu voto, em 24 de novembro de 2021, a magistrada ressaltou justamente a necessidade de ocorrência de ato ilícito para a responsabilização pessoal de um sócio gerente pelos débitos da empresa.

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