Elias & Cury Advogados Associados

Elias & Cury Advogados Associados Advocacia especializada Cível e Trabalhista Mantemos uma selecionada equipe de colaboradores, focada em criterioso e incessante processo de capacitação.

A ELIAS & CURY ADVOGADOS ASSOCIADOS expressa a tradição de 30 anos de atuação advocatícia dos sócios AZIS JOSÉ ELIAS FILHO e MARCELO CURY ELIAS, formando uma banca jurídica pautada pela confiança e eficiência de serviços nos mais diversos ramos do direito consultivo e litigioso. Temos por princípio básico um atendimento personalizado e fiel aos nossos irretocáveis valores de ética e profissionalis

mo, tratamento humanizado, relação de confiança plena e defesa incondicional dos interesses daqueles que nos procuram. Nossa atuação busca sempre por soluções eficientes e que revertam em resultados positivos, visando a segurança jurídica e benefícios reais às necessidades particulares ou corporativas de nossos clientes. Ao modo das antigas bancas de direito, nosso cliente é sempre tratado de forma individualizada para poder nos confiar suas questões, demandas ou projetos e receber soluções possíveis, que atendam seus anseios numa relação de parceria e extrema confiança. Buscamos sempre o melhor aprimoramento de nossa expertise, promovendo atualizações e treinamentos contínuos para oferecer um serviço eficiente, simplif**ado e de extrema qualidade. Nossa estrutura conta com instalações práticas e modernas, sistemas operacionais de altíssimo padrão, ampla biblioteca, banco de dados criteriosamente atualizado, além de uma equipe de apoio fortemente treinada para prestar sempre um serviço de altíssimo nível.

O golpe do PIX tem feito cada vez mais vítimas, principalmente pela facilidade e rapidez das transferências.Mensagens ur...
08/06/2026

O golpe do PIX tem feito cada vez mais vítimas, principalmente pela facilidade e rapidez das transferências.

Mensagens urgentes, pedidos inesperados e contatos que parecem confiáveis são algumas das estratégias usadas para induzir o erro. E, muitas vezes, a pessoa só percebe depois que o valor já foi enviado.

O que pouca gente sabe é que, em alguns casos, existem caminhos para tentar reverter a situação ou responsabilizar quem recebeu indevidamente.

Por isso, informação é essencial.

Antes de transferir qualquer valor, confirme os dados.
E, se algo acontecer, agir rápido pode fazer toda a diferença.

💬 Informação também é uma forma de proteção, compartilhe com alguém que precisa saber disso.

O abandono afetivo não se resume à ausência física. Ele acontece quando há negligência no cuidado emocional, na convivên...
25/05/2026

O abandono afetivo não se resume à ausência física. Ele acontece quando há negligência no cuidado emocional, na convivência e no acompanhamento da vida do filho.

No Brasil, o entendimento jurídico tem evoluído para reconhecer que a função parental vai além do sustento financeiro. A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) deixam claro que é dever da família garantir não apenas a sobrevivência, mas também o desenvolvimento saudável, com dignidade, respeito e convivência familiar.

Quando um dos pais se omite de forma injustif**ada, deixando de participar da criação, ignorando vínculos e responsabilidades afetivas, essa conduta pode gerar impactos psicológicos relevantes. Em alguns casos, o Poder Judiciário já reconheceu o direito à indenização por danos morais, desde que haja comprovação do abandono e dos prejuízos causados.

Importante destacar: não é qualquer afastamento que configura abandono afetivo. Situações como conflitos familiares, alienação parental ou impedimentos reais de convivência precisam ser analisadas com cautela.

Cada caso exige uma avaliação individual, com base em provas, histórico familiar e no melhor interesse da criança ou adolescente.

Se você vive ou conhece uma situação assim, buscar orientação jurídica é o primeiro passo para entender quais medidas podem ser adotadas com segurança.
Compartilhe este conteúdo com quem precisa entender mais sobre esse tema.

O contrato de namoro ainda gera estranhamento em muitas pessoas, mas a verdade é que ele pode ser um instrumento importa...
20/05/2026

O contrato de namoro ainda gera estranhamento em muitas pessoas, mas a verdade é que ele pode ser um instrumento importante de prevenção jurídica.

Em relações em que há intenção de manter um vínculo afetivo sem constituir união estável, a formalização pode ajudar a deixar clara essa realidade e reduzir riscos de discussões futuras, especialmente em contextos que envolvem patrimônio, convivência frequente ou planejamento financeiro.

Isso porque, em determinadas situações, a linha entre namoro e união estável pode se tornar objeto de controvérsia, sobretudo quando existem elementos que podem ser interpretados como constituição de família.

O contrato de namoro não substitui a análise do caso concreto, nem afasta automaticamente toda discussão jurídica. Mas pode servir como um importante elemento de prova sobre a vontade das partes e sobre a natureza da relação naquele momento.

Mais do que tratar o vínculo com frieza, esse tipo de formalização pode representar maturidade, transparência e responsabilidade na condução da vida patrimonial.

Em temas patrimoniais e de família, prevenção também é uma forma de cuidado.
Acompanhe a página para mais conteúdos sobre relações, patrimônio e segurança jurídica.

Quando se fala em divórcio, a partilha de bens costuma ser um dos pontos que mais geram dúvidas, insegurança e desgaste ...
18/05/2026

Quando se fala em divórcio, a partilha de bens costuma ser um dos pontos que mais geram dúvidas, insegurança e desgaste entre as partes.
Mais do que discutir “quem f**a com o quê”, esse é o momento de organizar juridicamente o patrimônio construído ao longo da relação, observando o regime de bens adotado no casamento, a existência de bens comuns e particulares, dívidas, investimentos e outros elementos que podem impactar diretamente a divisão.

Em muitos casos, decisões tomadas sem a devida análise podem gerar conflitos futuros, questionamentos patrimoniais e até prejuízos financeiros.

Por isso, conduzir a partilha com clareza, critério técnico e segurança jurídica é essencial para que o encerramento do vínculo aconteça de forma mais equilibrada e com menos riscos.

Cada caso exige atenção individualizada, porque a composição patrimonial de uma família não se resume apenas aos bens visíveis, mas também às implicações legais de cada escolha feita nesse processo.

Informação e estratégia fazem diferença em etapas decisivas como essa.
Acompanhe a página para mais conteúdos sobre divórcio, patrimônio e segurança jurídica.

15/05/2026

Vai morar junto? Não esqueça da segurança jurídica!
Tomar a decisão de dividir a vida com alguém é um passo importante, mas, o planejamento pode evitar muitos problemas no futuro. Se você está em um relacionamento sério ou acabou de se mudar, precisa conhecer essas duas ferramentas:

1️⃣ Contrato de Namoro
Ideal para quem decidiu morar junto, mas quer deixar claro que a relação atual é um namoro. Ele serve para evitar confusões jurídicas e proteger o patrimônio de ambos, trazendo clareza para o presente e para o futuro.

2️⃣ Escritura de União Estável
Se você já convive com alguém há algum tempo, formalizar essa união é o melhor caminho. É um processo fácil e tranquilo, feito diretamente no cartório, que organiza a vida do casal de forma legal.

O conselho de ouro:
Pensar nessas questões com antecedência não signif**a o fim do romance. Pelo contrário: quem pensa antes, sofre menos no futuro. Documentar a vontade do casal é uma forma de garantir que o relacionamento siga leve e sem preocupações desnecessárias.

Você já pensou em formalizar sua situação?

Antes de assinar, faça uma checagem rápida: o contrato fala em licença ou cessão?📌 Licença = você autoriza o uso, com li...
13/05/2026

Antes de assinar, faça uma checagem rápida: o contrato fala em licença ou cessão?

📌 Licença = você autoriza o uso, com limites (prazo, território, mídias).
📌 Cessão = você transfere direitos patrimoniais, e tem regra importante: a cessão deve ser por escrito.

Para não “entregar mais do que precisava”, confira estas 5 perguntas (em 1 minuto):

Prazo: por quanto tempo?

Território: Brasil ou mundo?

Mídias: cinema, streaming, redes, cortes, trailers, formatos futuros?

Exclusividade: é exclusiva mesmo? Está claro?

Sublicenciamento: podem repassar para terceiros?

Quando o contrato não detalha a modalidade de uso, a lei prevê leitura restritiva (vale o indispensável para cumprir a finalidade).
E o STJ reforça a necessidade de autorização específ**a e os cuidados com cessão formalizada.

Se você está negociando agora (roteiro, direção, trilha, arquivo, imagens), salve este post para revisar antes de responder “ok” no e-mail.

Conteúdo informativo. Cada caso depende do contrato e do contexto.

Fontes: Lei 9.610/98 (arts. 49 e 50) e STJ (REsp 1.400.463/RJ)

11/05/2026

Alienação parental: uma atitude que prejudica quem você mais ama.

Você sabe o que realmente configura alienação parental? É quando um dos pais manipula a criança para afastar ou destruir o vínculo com o outro genitor. Isso é crime e as consequências são graves!

Desde advertências até a perda da guarda. A justiça prioriza o bem-estar da criança, e não as brigas dos adultos.

Dica importante: Se você está passando por isso, reúna provas (prints, testemunhas, laudos). Proteger o seu filho é o primeiro passo.

Você já viveu ou viu uma situação dessas? Vamos conversar nos comentários. 👇

08/05/2026

Atenção: o banco também tem responsabilidade nos golpes que acontecem por aí!

O TJSP decidiu que instituições financeiras que não tomam as cautelas necessárias na abertura de contas de estelionatários podem ser condenadas a indenizar as vítimas de golpes como o PIX e boletos falsos.

Você sabia dessa? Deixe sua dúvida nos comentários ou compartilhe com aquele amigo que precisa f**ar esperto! 👇

Quando uma pessoa cai em um golpe do PIX, a reação mais comum é pensar que perdeu o dinheiro e que não existe mais nada ...
06/05/2026

Quando uma pessoa cai em um golpe do PIX, a reação mais comum é pensar que perdeu o dinheiro e que não existe mais nada a ser feito. Mas isso não é uma regra absoluta.

Em determinadas situações, a responsabilidade pelo prejuízo pode não recair apenas sobre a vítima. Isso porque os bancos e instituições financeiras também têm o dever de adotar mecanismos de segurança, monitorar operações suspeitas e agir com rapidez diante de indícios de fraude.

Em muitos golpes, os criminosos utilizam contas abertas para receber valores de várias vítimas em sequência, movimentações fora do padrão ou transações que levantam sinais de alerta. Quando há falha na prevenção, na fiscalização ou na resposta do banco após a comunicação da fraude, pode existir discussão sobre a responsabilidade da instituição.

Além disso, cada caso precisa ser analisado de forma individual. É importante observar como o golpe aconteceu, se houve contato imediato com o banco, quais provas existem, qual foi a movimentação da conta destinatária e se a instituição adotou ou não medidas adequadas para tentar conter o dano.

Por isso, nem todo prejuízo deve ser tratado como definitivo. Dependendo das circunstâncias, é possível buscar a apuração da responsabilidade e avaliar quais medidas jurídicas podem ser cabíveis.

Informação e agilidade fazem diferença nesses casos.

Salve este conteúdo para consultar depois e compartilhe com alguém que também precisa saber disso.

Na hora do casamento, a escolha do regime de bens costuma passar despercebida.Mas é ela que vai definir o que acontece c...
04/05/2026

Na hora do casamento, a escolha do regime de bens costuma passar despercebida.
Mas é ela que vai definir o que acontece com o patrimônio no divórcio.

A comunhão parcial de bens, que é a mais comum no Brasil, estabelece que tudo o que foi adquirido durante o casamento deve ser dividido, independentemente de quem pagou ou de quem está no nome.

E é aí que muita gente se surpreende.

O que parecia “meu” pode, na prática, ser dos dois.

Por isso, entender o que foi assinado lá atrás faz toda diferença agora.

📌 Salve este conteúdo para consultar depois

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