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26/05/2026

A Justiça Federal de Paranaguá determinou que o INSS restabeleça de forma vitalícia a pensão por morte de uma auxiliar de limpeza PcD. O benefício havia sido interrompido após quatro meses sob o argumento de duração limitada, mas a decisão judicial reconheceu que a união estável teve início em 2016, superando o período de dois anos exigido para a vitaliciedade.

Para validar o tempo de convivência anterior ao casamento formalizado em 2020, o juiz substituto Adeilson Luz de Oliveira utilizou registros em redes sociais, fotografias, contratos de serviços essenciais e prova testemunhal. Os itens comprovaram que a autora, que tinha 50 anos na data do falecimento, possuía o direito ao benefício integral.

A sentença baseou-se na Lei 8.213/91, que assegura pensão vitalícia ao cônjuge ou companheiro com 45 anos ou mais quando a união ultrapassa dois anos e há ao menos 18 contribuições. Com o reconhecimento da união desde 2016, a contagem de tempo foi alterada em favor da beneficiária.

A decisão da 1ª Vara Federal de Paranaguá estabelece que o segurado pode buscar o restabelecimento da pensão por via judicial após o corte administrativo. O veredito garante o recebimento das parcelas atrasadas com aplicação de correção monetária e juros.

25/04/2026

Os Cartórios de Registro Civil de São Paulo passaram a permitir que pais reconheçam filhos pela internet e que mães iniciem, de forma digital, o processo de investigação de paternidade. A mudança ocorre em um contexto em que muitos registros ainda são feitos sem o nome do pai: desde 2020, mais de 179 mil crianças foram registradas apenas com o nome da mãe no estado, cerca de 29 mil por ano.

Na prática, o processo poderá ser iniciado pela internet, por meio da plataforma oficial dos Cartórios de Registro Civil. De acordo com a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SPI. pais que desejarem reconhecer o filho poderão fazer a solicitação online, preenchendo os dados e enviando a documentação necessária, sem precisar ir até um cartório.

No caso das mães, a ferramenta permite indicar o pai diretamente no sistema. A partir dessas informações, o pedido é encaminhado ao cartório responsável, que dá andamento ao procedimento. Quando há necessidade, o caso pode ser levado à Justiça para dar início à investigação de paternidade, conforme previsto na legislação.

Mesmo sendo digital, o processo mantém as mesmas garantias legais do modelo presencial. Isso inclui a necessidade de consentimento das partes envolvidas como a mãe, no caso de filhos menores, ou do próprio filho, quando maior de idade. Após a análise, o cartório conclui o reconhecimento e atualiza o registro de nascimento.

Via metrópoles

24/09/2025

Chuva forte e ventos que chegaram a quase 100 km/h na capital paulista fizeram vidros de varandas estourarem, assustando moradores. Em um prédio residencial no Tatuapé, zona leste da cidade, uma das folhas de vidro quebrou ao meio; em outros andares, a

21/09/2025

Corte considerou inconstitucional dispositivo da lei de MS por invadir competência da União e contrariar lei federal já existente.

07/09/2025

Plenário concluiu que a norma viola o princípio da livre iniciativa.

05/09/2025

Caroline Aristides Nicolichi, de 26 anos, registrou a filha como Ariel em agosto, mas afirma ter se arrependido da escolha logo depois. Cartório diz que seguiu a lei.

16/08/2025

A Aymoré, do banco Santander, cobra R$ 27 mil da família de Ornaldo Silva, morto em acidente com Porsche, referente a financiamento do carro destruído na colisão.

30/07/2025

A mesma lei mudou a idade mínima do procedimento para 21 anos. Antes o mínimo era de 25 anos.

10/07/2025

Você é mãe de uma criança com deficiência e carrega sozinha a responsabilidade dos cuidados?

Já se perguntou até quando o pai deve pagar pensão?

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) respondeu com justiça:
a pensão alimentícia pode ser mantida por tempo indeterminado, mesmo após os 18 anos, quando o filho tem deficiência e não consegue se sustentar sozinho.

Porque o cuidado não acaba com a maioridade — e a responsabilidade também não.

Essa decisão não só protege os direitos da criança com deficiência, mas também reconhece o esforço silencioso de tantas mães que seguem firmes, mesmo sem apoio, lutando todos os dias por dignidade e amparo.

É um avanço. É justiça. É reconhecimento.

Compartilhe para que mais mães conheçam esse direito e saibam que não estão sozinhas nessa luta.

07/07/2025

Pais denunciaram atendimento durante trabalho de parto que durou 27 horas. Bebê sofreu paralisia cerebral e mãe teve complicações graves após o nascimento.

Endereço

São Paulo, SP

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