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Angare e Angher Advogados Associados Consultoria e assessoria jurídica empresarial e tributária

Áreas de atuação: Direitos Empresarial, Civil, Tributário, Trabalhista, Comércio Internacional, Intelectuais, Consumidor, Cobranças, Família e Sucessões, Imobiliário, Ambiental e Administrativo

A capacidade de pagamento da PGFN é um dos critérios que podem influenciar as condições de uma transação tributária, inc...
02/10/2026

A capacidade de pagamento da PGFN é um dos critérios que podem influenciar as condições de uma transação tributária, incluindo os prazos e os descontos aplicáveis.

No artigo, abordamos os critérios utilizados pela PGFN, as possibilidades de revisão da Capag e os principais aspectos que devem ser considerados na análise das condições de uma transação.

Leia o artigo completo em nosso site. Link: https://angareeangher.com.br/capacidade-de-pagamento-e-descontos-na-pgfn/

Neste Outubro Rosa, reforçamos a importância da conscientização, da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama...
01/10/2026

Neste Outubro Rosa, reforçamos a importância da conscientização, da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Mais do que uma campanha, este é um momento de reflexão sobre o cuidado com a saúde, a valorização da vida e a importância de disseminar informações que podem fazer a diferença.

Que a conscientização se transforme em atitudes de cuidado e que a prevenção seja sempre uma prioridade.

30/09/2026

Cobrança e recuperação de crédito são frequentemente tratadas como sinônimos, mas representam etapas e abordagens completamente diferentes dentro de um processo de recebimento.

A cobrança é a fase inicial, geralmente extrajudicial, que inclui o envio de notif**ações, o contato direto com o devedor, a oferta de renegociação e a tentativa de solução consensual. É uma etapa importante e necessária, mas tem um alcance limitado: ela funciona quando o devedor quer pagar mas está com dificuldade. Quando o devedor não quer pagar ou está deliberadamente se esquivando, a cobrança por si só não resolve.

A recuperação de crédito é um processo mais estruturado, que se inicia quando a cobrança não produziu resultado. Ela envolve a análise jurídica completa do crédito, o diagnóstico patrimonial do devedor, a definição da estratégia processual mais ef**az, o ajuizamento da ação adequada e o monitoramento ativo de todas as fases da execução.

O que diferencia uma recuperação bem-sucedida de uma frustração não é apenas a existência de uma sentença favorável. É a qualidade do diagnóstico que antecedeu a ação, a precisão dos pedidos formulados e a capacidade de localizar e constranger bens efetivamente.

Tratar um processo de recuperação de crédito como simples cobrança é um dos erros mais comuns, e um dos mais caros.

Me segue aqui para entender melhor como esse processo funciona na prática.

28/09/2026

O devedor transferiu recursos para o exterior e a execução parece ter chegado ao fim. Mas não chegou.

A recuperação de ativos no exterior é uma área especializada dentro do direito, que combina conhecimento jurídico internacional, instrumentos de cooperação entre países e técnicas avançadas de investigação patrimonial. É uma área complexa, mas completamente viável quando conduzida com as ferramentas e parcerias adequadas.

O primeiro passo é identif**ar onde os ativos estão. Isso envolve investigação em fontes abertas e bases de dados internacionais, análise de transferências internacionais, uso de acordos de compartilhamento de informações financeiras, e em alguns casos, cooperação com escritórios especializados nos países onde os ativos foram localizados.

Uma vez identif**ados os ativos, o caminho jurídico depende do país onde estão localizados. Alguns países possuem tratados de cooperação judicial com o Brasil, o que facilita o reconhecimento de decisões brasileiras e a execução no exterior. Em outros casos, é necessário ajuizar uma nova ação no país onde o bem está, com base nos fundamentos da decisão brasileira.

Instrumentos como cartas rogatórias, pedidos de auxílio direto e cooperação via Ministério da Justiça são alguns dos mecanismos utilizados para viabilizar essas operações no plano internacional.

A mensagem central é: a transferência de ativos para o exterior é uma tentativa de colocar o patrimônio fora do alcance dos credores, mas não é necessariamente definitiva. Com estratégia, investigação adequada e atuação integrada entre diferentes jurisdições, a recuperação é possível.

Comenta aqui: seu devedor ostenta situação confortável no exterior?

A inadimplência raramente surge de forma inesperada. Na maioria das vezes, antes que uma dívida deixe de ser paga, exist...
25/09/2026

A inadimplência raramente surge de forma inesperada. Na maioria das vezes, antes que uma dívida deixe de ser paga, existem sinais que podem indicar que determinada empresa já enfrenta dificuldades financeiras.

Atrasos recorrentes, mudanças na comunicação, alterações societárias, processos judiciais e até a relação entre o porte da operação e o patrimônio efetivamente disponível podem revelar informações importantes sobre a capacidade de pagamento de uma empresa.

Para quem concede crédito, mantém relações comerciais ou precisa avaliar o risco de uma parceria, observar esses sinais com atenção pode fazer parte de uma análise mais segura e estratégica.

Mais do que identif**ar uma dívida depois que ela acontece, a análise preventiva permite compreender melhor os riscos envolvidos antes de tomar decisões comerciais.

No carrossel, reunimos 5 sinais de alerta que merecem atenção na análise de risco e na prevenção da inadimplência.

Me segue aqui para mais conteúdo sobre como proteger seus negócios com base em informação e estratégia jurídica.

24/09/2026

A empresa deve, mas o sócio diz que não tem nada a ver com isso. Em alguns casos, tem sim.

A limitação de responsabilidade do sócio é uma regra. Mas como toda regra, tem exceções. E essas exceções são mais relevantes do que a maioria das pessoas imagina.

A desconsideração da personalidade jurídica permite que o juiz estenda os efeitos da execução ao patrimônio pessoal dos sócios quando f**a configurado abuso da personalidade jurídica, seja por desvio de finalidade, fraude ou por confusão patrimonial.

Se for uma relação com consumidor, a desconsideração pode acontecer se houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social, falência ou encerramento da pessoa jurídica por má administração.

Isso signif**a que mesmo que a empresa não tenha bens em nome próprio, o patrimônio dos sócios pode ser alcançado em determinadas situações, e é exatamente esse patrimônio que precisa ser investigado para que a execução seja ef**az.

Se você está numa situação como essa, me segue aqui. Esse é o meu campo de atuação.

O STF analisa uma questão relevante sobre a imunidade de ITBI na integralização de imóveis ao capital social de empresas...
23/09/2026

O STF analisa uma questão relevante sobre a imunidade de ITBI na integralização de imóveis ao capital social de empresas cuja atividade é predominantemente imobiliária.

O tema é discutido no Recurso Extraordinário 1.495.108, correspondente ao Tema 1.348 da repercussão geral. Em 16 de setembro de 2026, o julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes.

Até o momento, cinco ministros votaram pelo reconhecimento da imunidade independentemente da atividade preponderante da empresa, enquanto dois apresentaram entendimento contrário.

A discussão também se relaciona ao Tema 796, que trata dos limites da imunidade quando o valor do imóvel supera o capital social a ser integralizado.

No artigo, explicamos os principais pontos dos dois temas e os possíveis efeitos da decisão para holdings patrimoniais e empresas imobiliárias.

Leia o artigo completo em nosso site. Link: https://angareeangher.com.br/stf-julga-imunidade-de-itbi-na-integralizacao-de-imoveis-no-capital-por-empresas-imobiliarias-e-holdings-patrimoniais/

21/09/2026

O contrato foi assinado, a dívida é real, mas na hora de cobrar o processo começa a travar por questões formais que poderiam ter sido evitadas lá no início. Esse é um cenário mais comum do que parece, e tem uma causa bem específ**a: o contrato não foi elaborado com a recuperação de crédito em mente.

Um contrato bem estruturado é o primeiro instrumento de proteção do credor. Ele precisa estabelecer com clareza o valor da obrigação, as condições de inadimplemento, os encargos aplicáveis, as garantias prestadas e o foro competente para eventual cobrança.

Quando essas cláusulas são vagas, ausentes ou inadequadas, o devedor tem argumentos para questionar praticamente tudo: o valor exato da dívida, se houve ou não inadimplemento, qual o juízo competente, se as garantias são válidas. Cada questionamento é mais tempo e mais custo para o credor.

Além disso, um contrato que reúne os requisitos legais pode funcionar como título executivo extrajudicial, o que permite ao credor ajuizar diretamente a ação de execução, sem passar pelo processo de conhecimento. Isso reduz signif**ativamente o prazo e o custo da cobrança.

A proteção do seu crédito começa muito antes da inadimplência. Começa no momento em que o contrato é redigido.

Me segue aqui para mais conteúdo sobre segurança jurídica e recuperação de crédito.

18/09/2026

Esperar demais para cobrar pode fazer você perder definitivamente o direito de receber. Isso tem um nome jurídico: prescrição.

A prescrição é o instituto que extingue o direito de ação pelo decurso do tempo sem que o titular exercite esse direito. Em termos simples: se você tem um crédito a receber e não toma nenhuma providência dentro do prazo estabelecido em lei, o devedor poderá arguir a prescrição e se desobrigar do pagamento.

Os prazos variam conforme a natureza do crédito. Títulos de crédito como cheque, nota promissória e duplicata têm prazos de prescrição relativamente curtos, que podem variar de seis meses a três anos dependendo da ação. Contratos escritos em geral seguem o prazo de três anos para reparação civil e outros prazos específicos dependendo do tipo de obrigação. O Código Civil estabelece como prazo geral dez anos, mas esse é um prazo residual que se aplica quando não há disposição especial.

O que interrompe a prescrição? O ajuizamento da ação, o protesto judicial, a notif**ação extrajudicial em alguns casos, e o reconhecimento da dívida pelo devedor, seja por escrito ou por ato inequívoco. Cada uma dessas providências reinicia a contagem do prazo.

A orientação prática é não postergar. Quando uma dívida entra em inadimplemento, o tempo corre contra o credor. Quanto mais cedo se age, maiores são as chances de recuperação, tanto do ponto de vista patrimonial quanto do prazo legal.

Se você tem créditos em aberto e não sabe se o prazo para cobrança ainda está vigente, me segue aqui. Esse é o tipo de questão que trago com frequência neste perfil.

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