26/06/2026
O figurino usado por Shakira em sua apresentação na Copa do Mundo de 2026 gerou polêmica global. Isso porque foram observadas semelhanças entre o look da cantora e as criações icônicas da estilista brasileira Jheni Ferreira, fundadora da SSJHENI.
O caso ilustra o maior desafio do Fashion Law: proteger a “linguagem de design”. Ao contrário de uma estampa ou logotipo, o design constitui a assinatura estética da estilista e linha entre a tendência de mercado e a violação de Direito Autoral ou Trade Dress na moda pode ser tênue. Para configurar concorrência desleal, a cópia precisa gerar confusão no mercado ou o aproveitamento parasitário da reputação alheia, um debate complexo quando envolve grandes stylists.
O episódio demonstra o peso e o alcance global do design autoral brasileiro. Mesmo quando grandes produções internacionais não dão o crédito formal, a comunidade digital hoje atua como um tribunal de marcas em tempo real, identificando e expondo a provável origem das ideias. Para os criadores independentes, isso reforça a urgência de documentar, registrar e blindar seus processos criativos antes que suas assinaturas visuais virem domínio público nas mãos de gigantes do entretenimento.
A originalidade é o ativo mais valioso. A velocidade com que o público reconheceu o DNA de uma designer brasileira prova que assinatura criativa tem força mas exige proteção jurídica contínua.
O DNA visual das suas criações está seguro contra cópias e apropriações? Garanta que sua criatividade seja blindada por lei. Conte e confie na Alfaômega Marcas. Arraste e comente sua opinião.