09/07/2026
A CBF não está “de mau humor”.
Ela está protegendo patrimônio.
Quando Brahma/Bad, Nissan, 99 e outras marcas começaram a brincar com a escalação do Endrick em campanhas, muita gente viu só criatividade.
O jurídico viu outra coisa.
Viu uso indireto de imagem do atleta.
Viu associação à seleção/CBF sem vínculo real.
Viu o público lendo aquilo como se fosse parceria oficial.
E aí, entra um ponto que quase ninguém considera na hora de aprovar campanha:
a falsa sensação de vínculo também tem peso jurídico.
Quando o público acredita que existe patrocínio, contrato ou autorização,
isso mexe com o valor de mercado dos acordos oficiais da CBF
e com o controle que o atleta tem sobre a própria imagem.
Por isso as notificações aparecem.
Não é perseguição. É proteção de ativos intelectuais.
No digital, campanha não é “só um post”.
É um conjunto de ativos:
– Marca, logo, identidade visual
– Conceito criativo
– Referências a pessoas, clubes, seleções, símbolos
– Direito de imagem, nome, apelido, contexto
A diferença é que, enquanto grandes entidades como a CBF protegem isso com rigor,
muita empresa e criador de conteúdo ainda trata como se fosse brincadeira.
É aqui que entra o trabalho do Grupo Princesa.
Há mais de 30 anos, a gente protege marcas, criações, conteúdos e soluções,
do papel ao digital.
Antes da campanha ir pro ar,
a gente olha para o que o público vai entender
e para o que a lei enxerga.
Analisamos risco, avaliamos direito de imagem,
associação de marca, viabilidade jurídica
e estruturamos a proteção para você não descobrir o problema
só quando a notificação chegar.
Se você usa hype, memes, collabs, nomes e imagens no digital,
você está jogando o mesmo jogo – só que, muitas vezes, sem defesa.
Quer brincar com o hype sem brincar com a sua marca?
Entre em contato com o Grupo Princesa
e tenha uma proteção completa dos seus ativos digitais:
da análise ao acompanhamento, não só o protocolo.