Priscila Dias

Priscila Dias Ajudo homens de valor para que não caiam nas mãos de mulheres oportunistas. Mais de 2000 casos atendidos em todo o Brasil
Direito do Homem

Mais de 2000 casos atendidos em todo o Brasil!

28/04/2026

É, meus caros…

Quando um homem decide fortalecer outros homens, vira alvo.
Quando alguém resolve expor, ridicularizar ou diminuir um homem em rede nacional… vira aplauso.

Dois pesos. Duas medidas.

De um lado, vemos projetos voltados ao desenvolvimento masculino sendo atacados, rotulados e até associados, sem qualquer lastro probatório, a discursos de ódio.
Do outro, assistimos a falas públicas que expõem, julgam e desqualif**am homens e, ainda assim, são validadas como “empoderamento”.

A pergunta que f**a é simples:
👉 desde quando fortalecer homens virou problema?
👉 e desde quando diminuir homens virou virtude?

Não se trata de disputa entre sexos.
Se trata de coerência.

Vivemos em uma sociedade que diz buscar igualdade, mas normaliza narrativas unilaterais, onde a palavra de um lado basta e do outro é constantemente colocada em dúvida.

E mais: há um movimento crescente de crítica a pilares culturais e religiosos que, goste-se ou não, ajudaram a estruturar valores como respeito, dignidade e convivência social.

Questionar é legítimo.
Mas distorcer, generalizar e atacar seletivamente… não é evolução.

E você, o que pensa sobre isso?

23/04/2026

E aí, você sabia disso? Deixe aqui nos comentários as suas dúvidas sobre essa lei e diga se você concorda com a forma como ela é aplicada.

17/04/2026

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17/04/2026

É, meus caros… a impunidade tem lado.

Uma mulher tira a vida do companheiro sem qualquer indício de agressão iminente, sem histórico, sem sequer um boletim de ocorrência anterior… e ainda assim sai pela porta da frente.

Justif**ativa?
“Primária, bons antecedentes, não oferece risco.”

Agora inverta os papéis.

Se fosse um homem, estaríamos falando de feminicídio, com uma pena altíssima e prisão imediata.

Sem debate. Sem relativização. Sem narrativa.

👉 Dois pesos. Duas medidas.

O que vemos hoje é um sistema que deixou de analisar fatos para julgar identidades.

Um Judiciário que, na prática, presume a culpa de um e a justif**ativa do outro.

E o mais grave: um homem morto… sem sequer o direito de se defender da narrativa construída contra ele.

Isso não é justiça.
Isso é distorção.

E quando a justiça perde o equilíbrio… toda a sociedade paga o preço.

Comente: você acha que existiria o mesmo desfecho se fosse o contrário? 👇

14/04/2026

É, meus caros…

A mesma conduta.
O mesmo tipo de fala.
O mesmo padrão de generalização.

Mas consequências completamente diferentes.

De um lado, Luana Piovani generaliza, estereotipa, desqualif**a homens de forma pública e recorrente.

Do outro, um homem expressa sua visão sobre comportamento feminino dentro de relacionamentos…

E passa a ser denunciado, investigado e tratado como criminoso.

👉 Ambos falam sobre o outro gênero
👉 Ambos generalizam
👉 Ambos incomodam

Mas só um lado sofre consequência jurídica.

Coincidência?

Ou estamos diante de um Direito que deixou de ser técnico… para se tornar seletivo?

E enquanto isso…

📊 Cerca de 80% dos suicídios no Brasil são de homens
📊 Mais de 30 homens tiram a própria vida todos os dias

Mas discursos que ridicularizam, diminuem e desumanizam homens…

esses não são vistos como problema.

Não geram denúncia.
Não geram comoção.
Não geram responsabilização.

Até quando?

13/04/2026

Nova lei aprovada e já em vigor: o chamado “vicaricídio”.

Mas você realmente entendeu o que isso signif**a?

A Lei 15.384/2026 criou um novo tipo penal no Brasil: m@t@r filho, parente ou pessoa próxima com o objetivo de atingir emocionalmente a mulher.

Sim. A pena pode chegar a 40 anos e o crime é considerado hediondo.

Agora vem a reflexão…

E quando a situação se inverte?

Quando a violência contra a criança é praticada para atingir o pai…
Isso entra na mesma lógica? Estamos diante de uma proteção legítima ou de uma proteção seletiva?

Em um país onde:
– a guarda dos filhos f**a majoritariamente com a mãe
– a convivência paterna muitas vezes é reduzida
– e inúmeros conflitos familiares envolvem instrumentalização emocional dos filhos

A pergunta que f**a é:

A dor da criança e do outro genitor tem o mesmo peso para o legislador?

Ou depende de quem está do outro lado?

Não se trata de relativizar crimes.
Se trata de questionar critérios.

Porque justiça não pode ser parcial.

08/04/2026

Reparação histórica não é evolução!

Quando você sai da posição de oprimido para a de opressor, você não constrói justiça…
você apenas muda o lado de quem sofre.

E isso não resolve o problema. Só perpetua o ciclo.

O que vemos hoje, na prática, não é igualdade sendo construída. É dor mal resolvida sendo projetada.

Mulheres que não curaram suas feridas, que não elaboraram seus traumas, passam a enxergar o mundo através desse filtro… e transformam experiências individuais em discursos coletivos.

E o mais preocupante:

▪️Com boa retórica, conseguem mobilizar massas
▪️Outras mulheres se identif**am emocionalmente
▪️E passam a reproduzir narrativas que muitas vezes nem viveram

Não é sobre justiça.
É sobre ressentimento organizado.

E quando a sociedade passa a legislar com base nisso, todos perdem.

Porque justiça de verdade não pune inocentes pelos erros do passado.
Ela equilibra. Ela responsabiliza quem deve ser responsabilizado.

Me conta: você acha que estamos caminhando para igualdade ou para uma inversão de opressão?👇

05/04/2026

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01/04/2026

É sempre a mesma narrativa:

“Homens m@t@ndo mulheres.”

Mas e quando a agressora também é mulher?
Isso entra na estatística… mas entra na narrativa?

Falam todos os dias que cerca de 4 mulheres morrem vítimas de feminicídio. E é grave. É sério. Deve ser combatido…

Mas por que quase ninguém fala que mais mulheres do que isso tiram a própria vida todos os dias?

E mais…

Por que não vemos a mesma comoção quando dezenas de homens morrem diariamente por suicídio?

A dor só importa dependendo de quem sente?

Se a lógica for culpar um grupo inteiro…
Então vamos ser coerentes?

Ou será que o problema é mais profundo do que essa guerra de narrativas?

Estamos diante de uma sociedade que:

• ridiculariza o sofrimento masculino
• invalida a dor psicológica do homem
• não reconhece, na prática, que ele também pode ser vítima

E quando ele quebra…
chamam de fraqueza.

Quando não aguenta…
vira estatística.

E quando morre…
silêncio.

📌 Talvez esteja na hora de parar de transformar tragédias em discursos ideológicos
e começar a olhar para o ser humano por trás dos números.

30/03/2026

Uma acusação basta.

Não precisa prova.
Não precisa sentença.
Não precisa verdade.

Basta uma narrativa bem contada.

E o estrago?

👉 Nome destruído
👉 Reputação arruinada
👉 Processo criminal nas costas

E depois, quando a verdade aparece…
ninguém devolve o que foi tirado.

O Direito deveria proteger.
Mas, muitas vezes, ele chega tarde demais.

📌 Prova sempre foi e sempre deveria ser o centro de tudo.

Mas estamos caminhando para um cenário onde ela está sendo substituída por versões.

26/03/2026

Junte-se a nós contra o PL da misoginia e assine o abaixo-assinado: “DIGA NÃO AO PL DA MISOGINIA”. O link está na minha bio e nos meus stories.

26/03/2026

Meus caros, o Senado aprovou de forma UNÂNIME um projeto que pode abrir margem para interpretações perigosas nas relações interpessoais.

Sem debate profundo, sem análise das consequências práticas… apenas mais uma pauta sendo empurrada sob aplausos e narrativas.

E é exatamente aqui que mora o problema.

Quando leis são aprovadas sem critério técnico, quem sofre não é um grupo específico… é a sociedade como um todo.

Agora, a responsabilidade está nas mãos dos deputados.
Ainda há tempo de barrar esse absurdo com bom senso e responsabilidade jurídica.

Se você também não concorda com esse tipo de avanço sem limites, manifeste-se.

📍Deixei o link de um abaixo-assinado para quem quiser nos apoiar contra esse PL aqui (https://c.org/gmKYMr4HF7), na minha bio e nos meus stories.

Enquanto isso, seguimos atentos.

Porque hoje é sobre misoginia… amanhã pode ser qualquer opinião sendo criminalizada.

Qual a sua opinião sobre isso? 👇

Endereço

Praça Ramos De Azevedo S/nº - Centro
São Paulo, SP
01037010

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