Priscila Dias

Priscila Dias Ajudo homens de valor para que não caiam nas mãos de mulheres oportunistas. Mais de 2000 casos atendidos em todo o Brasil
Direito do Homem

Mais de 2000 casos atendidos em todo o Brasil!

21/08/2026

Um pai teve o corpo e o rosto queimados e perdeu 100% da visão de um dos olhos. Uma criança também foi atingida e está internada.

E tudo isso aconteceu em um contexto que, segundo o relato do caso, já era marcado por conflitos envolvendo a convivência paterna e uma intensa tentativa de alienação parental.

Justamente na primeira vez em que esse pai conseguiu exercer a convivência com o filho, no momento da entrega da criança, a genitora teria jogado uma substância contra ele. O líquido também atingiu a própria criança.

Ela foi presa em flagrante. Mas, para além da responsabilização criminal, existe uma pergunta que precisa ser feita:

Essa criança continuará sob a guarda dessa mãe?

Será que, mesmo depois de um episódio dessa gravidade, esse pai ainda terá que percorrer um longo processo para demonstrar o desequilíbrio materno, a obstrução da convivência e os riscos físicos e psicológicos aos quais seu filho pode estar submetido?

Esse caso escancara uma realidade que muitas vezes é ignorada: muitos pais enfrentam processos intermináveis, humilhações, acusações, impedimentos e, em situações extremas, colocam até a própria integridade física em risco simplesmente para conseguirem permanecer presentes na vida dos filhos.

Alienação parental não é uma simples “briga entre ex”.

Quando uma criança é utilizada como instrumento de conflito, é a segurança e o desenvolvimento dela que estão em jogo.

Ser pai presente não deveria exigir que um homem colocasse a própria vida em risco.

20/08/2026

O STF acaba de ampliar significativamente o alcance da Lei Maria da Penha, e precisamos discutir as consequências jurídicas dessa decisão.

O caso analisado envolvia uma mulher que teria sido ameaçada por um vizinho, sem que existisse entre eles vínculo familiar, doméstico ou relação íntima de afeto. Ainda assim, o STF entendeu que a proteção da Lei Maria da Penha pode ser aplicada quando caracterizada violência contra a mulher por razões de gênero, independentemente desse vínculo.

E é exatamente aqui que surge uma questão que não pode ser ignorada: até onde essa interpretação poderá chegar?

Se não é mais necessário vínculo doméstico, familiar ou afetivo, passamos a falar potencialmente de relações entre vizinhos, colegas de trabalho, conhecidos e outras relações sociais.

E quais serão os limites objetivos dessa aplicação?

Imagine uma relação profissional. Um empregador faz uma cobrança ou dá um feedback à sua funcionária. Se aquela conduta for interpretada e posteriormente reconhecida como violência psicológica baseada em gênero, quais poderão ser as consequências dentro daquele ambiente de trabalho?

E se houver uma medida protetiva determinando afastamento ou proibição de aproximação?

Como ficam empregador, empregada e o próprio funcionamento da empresa?

A discussão se torna ainda mais delicada quando lembramos que a Lei Maria da Penha contempla formas de violência que vão além da agressão física, incluindo violência psicológica, moral, sexual e patrimonial.

O problema que levanto não é a existência de mecanismos para proteger quem efetivamente sofre violência.

O problema é a expansão de uma legislação extremamente severa sem que o debate sobre seus limites e consequências práticas avance na mesma velocidade.

Direito Penal e medidas restritivas de direitos exigem critérios claros, previsibilidade e segurança jurídica.

Quando conceitos jurídicos passam a alcançar relações cada vez mais amplas, precisamos perguntar:

Qual é o limite?

18/08/2026

Um recorte mostra um momento. Não necessariamente mostra toda a história.

A situação envolvendo Latino e sua até então noiva expõe um problema que vai muito além daquele relacionamento: a facilidade com que um homem pode ser publicamente condenado a partir de poucos segundos de uma discussão.

O trecho divulgado mostra uma explosão emocional dentro de um carro. Depois, ela aparece nas redes sociais chorando e relatando o que teria vivido. E, rapidamente, surgem os rótulos: agressor, abusivo, desequilibrado, machista.

Mas onde está o restante da conversa?

O que aconteceu antes daquele momento? Como a discussão começou? O que foi dito por ambos? O que levou aquela situação até aquele nível de exaustão e descontrole?

Questionar o contexto não significa justificar agressões. Significa defender algo elementar: ninguém deveria ser julgado apenas pelo trecho que viralizou, sem que o contexto completo e as versões dos envolvidos sejam conhecidos.

É justamente por isso que eu reforço há muito tempo uma orientação aos homens: tenham câmeras veiculares.

Em situações de conflito, uma gravação integral pode ser a diferença entre depender da narrativa de terceiros e conseguir demonstrar objetivamente o que realmente aconteceu, do início ao fim.

Vivemos uma época em que determinados discursos encontram condenação social imediata antes mesmo de qualquer apuração. E quando o acusado é um homem, muitas vezes basta um recorte para que sua imagem seja destruída antes que ele tenha oportunidade de apresentar sua versão.

12/08/2026

Sobre a reversão da guarda dos filhos…

11/08/2026

Qual a sua opinião sobre esse fato?

09/08/2026

Feliz Dia dos Pais a todos os pais que me acompanham por aqui! 💙

Hoje é dia de reconhecer a importância insubstituível da figura paterna na formação de um filho.

A presença do pai contribui para a construção da identidade, da autoestima, da segurança e, principalmente, da coragem necessária para enfrentar a vida.

É na convivência cotidiana, nos ensinamentos, nos limites, no exemplo, no incentivo e também no afeto que o pai ajuda o filho a perceber a própria força. É aquele impulso que diz: “vá, tente, você consegue”, ao mesmo tempo em que oferece a segurança de saber que existe alguém ali caso seja preciso voltar.

E talvez uma das maiores contribuições da paternidade seja justamente essa: preparar um filho para o mundo sem deixá-lo se sentir sozinho diante dele.

Por isso, defender a presença paterna é defender o direito de crianças e adolescentes de crescerem convivendo, sempre que possível, com seus pais e recebendo tudo aquilo que essa relação pode oferecer ao seu desenvolvimento.

E hoje quero deixar um abraço especial também aos pais que enfrentam obstáculos para simplesmente exercer a própria paternidade. Aos que lutam por convivência, por participação e pelo direito de acompanhar de perto o crescimento dos próprios filhos.

Que nenhuma dificuldade faça vocês esquecerem o tamanho da importância que possuem na vida deles.

Feliz Dia dos Pais! 💙

06/08/2026

Você já ouviu falar sobre a regulamentação da convivência avoenga?

Trata-se do direito de convivência entre avós e netos, assegurado pelo ordenamento jurídico brasileiro. Quando esse contato é dificultado ou impedido, especialmente com os avós da família paterna, é possível buscar a regulamentação judicial dessa convivência.

Essa medida é bastante comum quando a criança reside com a genitora e os avós paternos acabam sendo privados do convívio, ou ainda quando moram em cidades ou estados diferentes. Nesses casos, além das visitas presenciais, também é possível regulamentar a convivência virtual, garantindo que o vínculo afetivo seja preservado.

E aproveitando para responder à pergunta do vídeo: não existe obrigação de informar ou pedir autorização à genitora sobre os locais que você frequentará com seu filho durante o seu período de convivência.

Sua responsabilidade é cumprir rigorosamente os horários de retirada e devolução da criança, além de zelar por sua segurança e bem-estar. Respeitados esses deveres, a escolha dos locais onde vocês passarão esse tempo pertence ao exercício da sua parentalidade, não dependendo da aprovação do outro genitor.

Coparentalidade não significa subordinação. Cada genitor possui autonomia para exercer os seus direitos e deveres durante o período em que a criança está sob seus cuidados.

Pare de entregar ao outro genitor um poder que a lei não lhe confere. Exercer a sua paternidade com responsabilidade também significa compreender os limites da autoridade do outro e fazer valer os seus próprios direitos.

Você já conhecia esses direitos?

05/08/2026

Ontem tive a honra de palestrar na OAB São Paulo, Subseção de Praia Grande, sobre um tema que acompanha diariamente a minha atuação profissional: a convivência familiar e a importância da presença paterna na vida dos filhos.

No trecho deste vídeo, abordo uma realidade que observo com frequência nos processos judiciais: diante de alegações de violência doméstica, muitas vezes formuladas na fase inicial da demanda, medidas liminares podem restringir significativamente a convivência entre pai e filho antes mesmo da ampla produção de provas. Na prática, em muitos casos, a convivência acaba sendo reduzida a poucas horas, distanciando a criança de uma figura que exerce papel fundamental em seu desenvolvimento.

Diversos estudos apontam que a participação ativa do pai está associada a melhores indicadores de desenvolvimento emocional, social e educacional. Por isso, sempre faço a seguinte reflexão: será que, em todos os casos, as decisões adotadas no início do processo conseguem equilibrar adequadamente a proteção necessária com o direito da criança à convivência familiar e ao seu melhor interesse?

Também destaco a importância de uma defesa técnica especializada. Um processo judicial não trata apenas de direitos patrimoniais ou de guarda. Ele registra uma história. Cada manifestação, cada prova produzida e cada medida adotada passam a integrar um documento que poderá ser lido pelo próprio filho no futuro.

Quando um pai luta, de forma responsável e respeitosa, para permanecer presente na vida do filho, ele não está apenas buscando um direito. Está deixando registrado que nunca aceitou o afastamento como algo natural, que desejava participar da criação daquela criança e que fez tudo o que estava ao seu alcance para preservar esse vínculo.

Porque a infância passa. Mas as marcas da ausência — e a verdade documentada sobre quem lutou para estar presente — podem acompanhar um filho por toda a vida.

E você, acredita que o sistema de Justiça consegue equilibrar adequadamente a proteção da criança com a preservação da convivência paterna quando ainda há fatos em discussão?

31/07/2026

Para evitar o risco de passar por uma situação como essa, o ideal seria residir em um imóvel alugado, mantendo o contrato de locação exclusivamente em nome da companheira.

E aí, você sabia disso?

Endereço

Praça Ramos De Azevedo S/nº - Centro
São Paulo, SP
01037010

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