Menezes, Vasconcellos e Tosato Advogados

Menezes, Vasconcellos e Tosato Advogados Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Menezes, Vasconcellos e Tosato Advogados, Firma de advogados, Rua Tito, 479, São Paulo.

O escritório MVT Advogados formou-se pela união de profissionais com competências complementares, oferecendo diferentes soluções jurídicas nos mais diversos segmentos.

Caiu em golpe com criptomoeda. A plataforma sempre precisa indenizar?O STJ decidiu que NÃO.A Terceira Turma entendeu que...
22/05/2026

Caiu em golpe com criptomoeda. A plataforma sempre precisa indenizar?

O STJ decidiu que NÃO.

A Terceira Turma entendeu que corretoras e plataformas de intermediação de criptoativos não respondem automaticamente por prejuízos causados por golpes quando:
- não houver falha no serviço
ou
- a fraude decorrer de culpa exclusiva do usuário ou de terceiros.

No caso analisado, o investidor transferiu ativos para uma carteira falsa após confiar em informações de um fraudador.

A discussão era se a plataforma deveria ter identificado a irregularidade da chave de transferência e bloqueado a operação.

O entendeu que: a responsabilidade da empresa termina quando ela executa corretamente a transferência solicitada pelo próprio usuário.

Como a fraude ocorreu em outra plataforma, responsável pela carteira falsa, não houve falha no serviço da corretora acionada judicialmente.

📌 A decisão também reforçou um ponto importante: o CDC se aplica às operações com criptomoedas.

Mas isso não significa responsabilidade automática das plataformas em qualquer golpe.

Em ambiente digital e financeiro, cada empresa responde pelos serviços que efetivamente presta.

“Copa do Mundo” pode ser usado por qualquer marca?Nem sempre.Muita gente acredita que expressões ligadas a grandes event...
21/05/2026

“Copa do Mundo” pode ser usado por qualquer marca?

Nem sempre.

Muita gente acredita que expressões ligadas a grandes eventos esportivos são “de uso livre”, mas a realidade jurídica é bem diferente.

Termos como:
• Copa do Mundo
• FIFA World Cup
• mascotes
• logos
• símbolos oficiais
possuem proteção de propriedade intelectual e pertencem à FIFA e aos organizadores oficiais do evento.

Isso significa que o uso comercial dessas expressões pode gerar problemas jurídicos quando cria:
• associação indevida
• aparência de patrocínio oficial
• exploração econômica da marca sem autorização

Na prática, o risco aparece principalmente em:
• campanhas publicitárias
• produtos personalizados
• promoções
• ativações de marca
• conteúdo patrocinado

Nem todo uso é proibido.

O uso jornalístico, informativo ou meramente descritivo costuma ser permitido. O problema surge quando existe finalidade comercial capaz de confundir o público sobre vínculo oficial com o evento.

É o chamado “marketing de emboscada”.

Em grandes eventos, proteger marca também significa proteger exclusividade comercial.

Vaga de Estágio Jurídico – Pinheiros/SP (Híbrido)O escritório MVT Advogados está com vaga aberta para estudantes de Dire...
20/05/2026

Vaga de Estágio Jurídico – Pinheiros/SP (Híbrido)

O escritório MVT Advogados está com vaga aberta para estudantes de Direito (a partir do 3º semestre) interessados em atuar na área Cível – Contencioso e Consultivo.

Buscamos alguém com boa redação, boa comunicação, perfil proativo e interesse em desenvolver habilidades práticas na advocacia.

A vaga é em modelo híbrido, com presença no escritório uma vez por semana, em Pinheiros/SP. O ambiente é tranquilo, colaborativo e voltado ao desenvolvimento técnico e prático do estagiário.

Interessados devem preencher o formulário e anexar o currículo no link da bio!

Rede social não é “terra sem consequências”.O jogador Dudu foi condenado a indenizar Leila Pereira em R$ 50 mil após pub...
19/05/2026

Rede social não é “terra sem consequências”.

O jogador Dudu foi condenado a indenizar Leila Pereira em R$ 50 mil após publicação feita nas redes sociais com a expressão “Me esquece VTNC”.

Para a Justiça, a postagem ultrapassou o limite da crítica profissional e entrou no campo da ofensa pessoal.

📌 Um dos pontos centrais da decisão foi o contexto.

Segundo o juiz, até aquele momento o conflito estava restrito a declarações sobre a saída do atleta do clube. Mas a publicação feita nas redes sociais mudou o tom do debate.

➡️ A decisão reforça um entendimento cada vez mais frequente no ambiente digital:

• liberdade de expressão não é absoluta
• críticas profissionais são permitidas
• ataques pessoais podem gerar responsabilidade civil

📲 O alcance das redes sociais também pesa na análise judicial, especialmente quando a publicação parte de perfis com milhões de seguidores.

🚨 O caso mostra como postagens impulsivas podem ultrapassar o campo esportivo e gerar consequências jurídicas reais.

Figurinha de WhatsApp também pode gerar indenização.Uma guarda municipal será indenizada após ter sua imagem usada em st...
18/05/2026

Figurinha de WhatsApp também pode gerar indenização.

Uma guarda municipal será indenizada após ter sua imagem usada em stickers ofensivos compartilhados no ambiente de trabalho.

O ponto central da decisão: não foi apenas a criação da figurinha mas a omissão diante da circulação do conteúdo.

Segundo o , as imagens ofensivas estavam armazenadas em equipamento interno da Guarda Municipal e eram compartilhadas entre colegas.

Para a Justiça, houve falha no dever de proteger a honra e a imagem da servidora.

O caso reforça um alerta importante sobre comportamento digital no ambiente profissional:

• memes
• figurinhas
• montagens
• conteúdo “interno” de grupos

🚨 também podem gerar responsabilidade jurídica.

O fato de circular em aplicativos de mensagem não elimina o dever de respeito à imagem, à dignidade e à honra das pessoas.

Namoro ou união estável? A diferença pode impactar diretamente o patrimônio.O fim do relacionamento entre Virginia Fonse...
15/05/2026

Namoro ou união estável? A diferença pode impactar diretamente o patrimônio.

O fim do relacionamento entre Virginia Fonseca e Vinícius Jr reacendeu uma dúvida cada vez mais comum, especialmente entre pessoas com alta exposição e patrimônio relevante:

📌 contrato de namoro realmente protege bens?

A resposta é: depende.

No Direito, namoro e união estável NÃO são a mesma coisa.

A união estável exige um elemento específico: intenção de constituir família.

E isso vai além de aparecer junto nas redes ou manter uma relação longa e pública.

A diferença prática aparece principalmente no término:

• namoro → não gera partilha automática de bens
• união estável → pode gerar divisão patrimonial, como no casamento

Por isso, o contrato de namoro cresceu nos últimos anos como ferramenta de proteção patrimonial, especialmente entre empresários, influenciadores e pessoas públicas.

Mas atenção: o contrato não impede automaticamente o reconhecimento de união estável.

Se a relação evoluir e ficar comprovada a construção de vida familiar em comum, a Justiça pode reconhecer os efeitos patrimoniais independentemente do documento.

📌 No fim, mais importante que o papel é a realidade da relação.

Compartilhar senha da  com quem mora fora da casa? O TJ/MG disse que a cobrança extra é válida.A Justiça mineira manteve...
14/05/2026

Compartilhar senha da com quem mora fora da casa? O TJ/MG disse que a cobrança extra é válida.

A Justiça mineira manteve a política da plataforma que limita o compartilhamento de contas e permite cobrança adicional para usuários fora da mesma residência.

📌 O ponto central da decisão: a restrição já estava prevista nos termos de uso.

Segundo o Tribunal:
• a conta é pessoal
• o serviço é destinado ao núcleo residencial do assinante
• a modalidade “assinante extra” não alterou o contrato, apenas operacionalizou uma regra já existente

Para o , não houve prática abusiva nem violação ao CDC.

A Corte também entendeu que o conceito de “residência Netflix” funciona apenas como critério técnico de autenticação, sem impedir uso em viagens, hotéis ou dispositivos diferentes.

A decisão reforça um debate cada vez mais presente na economia digital: até onde vai a liberdade contratual das plataformas na definição de regras de uso?

No entendimento do Tribunal, modelos de assinatura podem impor limites ao compartilhamento quando isso estiver claro ao consumidor.

Fez benfeitorias no imóvel? Isso não garante direito de permanecer na posse.O  decidiu que ocupante inadimplente não pod...
13/05/2026

Fez benfeitorias no imóvel? Isso não garante direito de permanecer na posse.

O decidiu que ocupante inadimplente não pode reter o imóvel até receber indenização por melhorias realizadas no bem.

No caso, o ocupante alegava ter feito benfeitorias úteis e necessárias e queria permanecer no imóvel até ser indenizado.

Mas a Corte foi direta: quem está inadimplente não pode usar isso para impedir a retomada da posse.

Segundo a ministra Nancy Andrighi, existe uma lógica de equilíbrio nas relações contratuais.

“Ele está devendo e ainda quer ficar com a posse. Isso não se pode aceitar.”

A decisão reforça um ponto importante no Direito Imobiliário: o eventual direito à indenização por benfeitorias não autoriza automaticamente a permanência no imóvel quando há inadimplência.

Em disputas possessórias e contratuais, a análise do comportamento das partes continua sendo determinante.

12/05/2026

Até onde vai o direito à herança?

O decidiu que sobrinho-neto não tem direito automático à herança de tio-avô quando a sucessão ocorre na linha colateral.

O ponto central da decisão está no chamado “direito de representação”.

Pelo Código Civil, esse direito permite que alguns familiares assumam a posição de um herdeiro falecido na sucessão. Mas existe limite legal.

Na linha colateral, a representação alcança apenas:
• irmãos do falecido
• e filhos desses irmãos (sobrinhos)

Já os netos dos irmãos, os chamados sobrinhos-netos, ficam fora dessa previsão legal.

O STJ reforçou que o direito sucessório não pode ser ampliado por interpretação extensiva quando a lei estabelece limites claros sobre quem pode herdar.

A decisão chama atenção para um tema importante no Direito das Sucessões: nem todo vínculo familiar gera automaticamente direito à herança.

Por isso, planejamento sucessório continua sendo uma ferramenta essencial para evitar disputas e garantir que a vontade patrimonial seja respeitada.

Fraude bancária: a fintech responde mesmo quando o golpe é aplicado por terceiros.Um cliente identificou movimentações q...
11/05/2026

Fraude bancária: a fintech responde mesmo quando o golpe é aplicado por terceiros.

Um cliente identificou movimentações que nunca realizou: mais de R$ 68 mil foram desviados por meio de transferências para contas abertas fraudulentamente em seu nome.

Na Justiça, as instituições alegaram:
• uso de senha correta
• acesso por dispositivo cadastrado
• culpa exclusiva do cliente ou do fraudador

Mas o TJ-MG manteve a condenação solidária das fintechs.

O entendimento seguiu o art. 14 do CDC e a Súmula 479 do STJ: fraudes bancárias ligadas à atividade financeira fazem parte do chamado “fortuito interno”, ou seja, do próprio risco do negócio.

Na prática, isso significa que instituições financeiras têm dever de segurança reforçado e podem responder pelos prejuízos causados por falhas no sistema de prevenção a fraudes.

O caso reforça um ponto importante da responsabilidade digital: não basta alegar que a operação foi feita com senha correta quando há indícios de fraude estrutural.

Medida protetiva não depende mais de processo criminal para ser concedidaA Lei 14.550/2023 reforçou a proteção às mulher...
08/05/2026

Medida protetiva não depende mais de processo criminal para ser concedida

A Lei 14.550/2023 reforçou a proteção às mulheres em situação de violência doméstica.

Hoje, a concessão de medida protetiva pode ocorrer:
• sem boletim de ocorrência
• sem inquérito policial
• sem ação judicial em andamento
• e até sem definição do crime praticado

O relato da vítima perante a autoridade policial ou por escrito já pode fundamentar a proteção de urgência.

A mudança busca evitar que a mulher permaneça exposta ao risco enquanto aguarda etapas formais da investigação.

Outro ponto importante: as medidas protetivas permanecem válidas enquanto existir risco à integridade da vítima ou de seus dependentes.

A lógica da lei é clara: a proteção deve vir antes da burocracia.

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