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Backup também precisa seguir a LGPD. Muita empresa acredita que basta apagar um dado do sistema principal para resolver ...
20/05/2026

Backup também precisa seguir a LGPD. Muita empresa acredita que basta apagar um dado do sistema principal para resolver o problema. Não resolve.

Informações de clientes continuam existindo em backups automáticos, servidores antigos, cópias de segurança e arquivos armazenados há anos. Ou seja, mesmo depois da exclusão “aparente”, os dados ainda podem estar guardados em outros ambientes sob responsabilidade da empresa.

O problema é que a LGPD não diferencia dado ativo de dado armazenado em backup. Se a informação existe e pode ser acessada, ela continua exigindo proteção, controle e finalidade legítima.

Isso se torna ainda mais grave em casos de vazamento. Muitas empresas descobrem tarde demais que dados antigos estavam expostos em backups esquecidos, sem criptografia, sem controle de acesso ou armazenados por tempo indefinido.

Outro ponto crítico envolve os direitos do titular. Se um cliente pede exclusão de dados, a empresa precisa entender até onde essas informações permanecem armazenadas e quais políticas existem para retenção e descarte.

A prevenção passa por governança. Revisar políticas de backup, definir prazos de retenção, controlar acessos e entender exatamente onde os dados estão armazenados faz parte da adequação à LGPD.

No ambiente digital, apagar do sistema principal não signif**a que o dado deixou de existir.

Sua equipe tira print de conversa com cliente? Isso parece algo inofensivo no dia a dia, mas pode gerar vazamento de dad...
15/05/2026

Sua equipe tira print de conversa com cliente? Isso parece algo inofensivo no dia a dia, mas pode gerar vazamento de dados e problemas sérios para a empresa.

Prints de WhatsApp, direct e atendimentos costumam circular entre funcionários para “mostrar um caso”, pedir ajuda ou compartilhar informações internas. O problema é que essas imagens geralmente contêm dados pessoais, como nome, telefone, endereço, pedidos, documentos e até informações financeiras.

Quando esse conteúdo é compartilhado sem controle, a empresa perde totalmente a governança sobre os dados. O print pode parar em grupos, celulares pessoais, aplicativos externos e até redes sociais. Em muitos casos, o vazamento não acontece por invasão hacker, mas por hábito interno.

Pela LGPD, não importa se o dado estava em um sistema sofisticado ou em uma captura de tela. Se houve exposição indevida de informação pessoal, a empresa pode ser responsabilizada.

O risco aumenta quando não existem políticas internas claras sobre atendimento, compartilhamento de informações e uso de dispositivos pessoais. Sem orientação, práticas inadequadas acabam se tornando rotina.

A prevenção começa com conscientização. Limitar compartilhamentos, evitar prints desnecessários, controlar acessos e treinar equipes sobre proteção de dados reduz muito o risco de incidentes.

Usar câmera de segurança sem controle pode gerar problema com a LGPD. E muitas empresas só percebem isso quando já exist...
12/05/2026

Usar câmera de segurança sem controle pode gerar problema com a LGPD. E muitas empresas só percebem isso quando já existe reclamação, vazamento ou exposição indevida de imagens.

Câmeras registram pessoas, comportamentos, horários, rotinas e circulação de clientes e funcionários. Ou seja, também lidam com dados pessoais. O problema começa quando a empresa não controla quem acessa essas imagens, por quanto tempo elas f**am armazenadas e como são compartilhadas.

É comum ver gravações sendo enviadas por WhatsApp, acessadas por funcionários sem necessidade ou armazenadas sem qualquer política de segurança. Em alguns casos, imagens internas acabam circulando na internet, expondo clientes, colaboradores e situações privadas. Isso pode gerar responsabilização jurídica e danos à reputação da empresa.

Pela LGPD, não basta instalar câmeras por motivo de segurança. É necessário ter finalidade clara, controle de acesso, proteção adequada das gravações e critérios definidos de armazenamento.

Outro ponto importante é a transparência. Dependendo do ambiente, a empresa também precisa informar que o local possui monitoramento por imagem.

A prevenção passa por governança. Limitar acessos, registrar quem visualiza imagens, evitar compartilhamentos indevidos e criar políticas internas de uso são medidas essenciais.

Se hoje qualquer pessoa consegue acessar ou compartilhar imagens da sua empresa sem controle, o risco jurídico já existe.

Sua empresa coleta currículos e nunca apaga? Isso também envolve dados pessoais protegidos pela LGPD.Muitas empresas rec...
07/05/2026

Sua empresa coleta currículos e nunca apaga? Isso também envolve dados pessoais protegidos pela LGPD.

Muitas empresas recebem currículos diariamente por e-mail, WhatsApp, sites de vagas e formulários. O problema é que esses dados costumam f**ar armazenados por tempo indeterminado, sem controle, sem finalidade definida e sem qualquer política de descarte.

Currículo não é apenas um documento profissional. Ele contém dados pessoais como nome, telefone, endereço, e-mail, histórico profissional e, em alguns casos, até informações sensíveis. Pela LGPD, tudo isso precisa ser tratado com responsabilidade.

Guardar currículos “para o futuro” sem critério pode gerar risco jurídico. A empresa deve ter uma finalidade clara para manter essas informações e definir por quanto tempo os dados serão armazenados. Acumular currículos antigos sem necessidade aumenta a exposição em caso de vazamento e dificulta o controle das informações.

Outro ponto importante é o acesso interno. Quem pode visualizar esses dados? Onde os currículos estão armazenados? Eles estão protegidos? Essas perguntas fazem parte da governança exigida pela LGPD.

A prevenção começa com organização. Definir prazo de retenção, limitar acessos, revisar bases antigas e estruturar políticas claras de recrutamento ajuda a reduzir riscos e demonstrar conformidade.

Se sua empresa acumula currículos sem controle há anos, o problema não está apenas no armazenamento. Está na responsabilidade sobre cada dado guardado.

Planilha de clientes enviada por e-mail parece uma prática simples, mas pode virar um problema jurídico sério para a emp...
04/05/2026

Planilha de clientes enviada por e-mail parece uma prática simples, mas pode virar um problema jurídico sério para a empresa.

Muitas equipes compartilham listas com nome, telefone, e-mail, CPF, histórico de compra e outras informações pessoais sem pensar no risco. O problema é que, quando esses dados circulam por e-mail, a empresa perde controle sobre quem recebeu, quem baixou, quem reenviou e onde o arquivo ficou armazenado.

Pela LGPD, dados de clientes precisam ser tratados com segurança, finalidade e controle. Enviar planilhas sem proteção, sem senha, sem restrição de acesso e sem necessidade real pode ser interpretado como falha de governança.

O risco aumenta quando o e-mail é enviado para a pessoa errada, encaminhado para terceiros ou acessado em contas pessoais. Um simples anexo pode gerar vazamento, reclamações de clientes, pedidos de indenização e responsabilização da empresa.

A prevenção passa por medidas simples. Evitar envio desnecessário, limitar dados na planilha, usar sistemas seguros, controlar acessos e orientar a equipe sobre boas práticas.

Se sua empresa ainda compartilha dados de clientes por e-mail sem nenhum critério, o problema já existe. E pode aparecer no pior momento.

Sua empresa já teve um vazamento de dados e decidiu não comunicar ninguém? Isso pode transformar um problema técnico em ...
30/04/2026

Sua empresa já teve um vazamento de dados e decidiu não comunicar ninguém? Isso pode transformar um problema técnico em um problema jurídico muito maior.

Quando ocorre um incidente de segurança que envolve dados pessoais, a LGPD prevê a obrigação de avaliar o risco e, em muitos casos, comunicar a ocorrência à autoridade competente e aos titulares afetados. Ignorar essa etapa não elimina o problema. Pelo contrário, pode ser interpretado como falta de transparência e agravante em uma eventual investigação.

O vazamento em si já gera risco. Mas a omissão na comunicação pode aumentar a responsabilidade da empresa, impactar o valor de multas e fortalecer pedidos de indenização. Além disso, quando o incidente vem à tona por terceiros, o dano reputacional tende a ser ainda maior.

Outro ponto crítico é a falta de preparo. Muitas empresas não têm plano de resposta a incidentes, não sabem como avaliar o impacto do vazamento e acabam tomando decisões no improviso. Isso aumenta a exposição e dificulta a gestão da crise.

A forma correta de agir envolve identif**ar o alcance do incidente, preservar evidências, adotar medidas de contenção e avaliar a necessidade de comunicação formal. Cada caso exige análise técnica e jurídica para definir o melhor caminho.

Se sua empresa já enfrentou um vazamento e não tratou a situação da forma adequada, ainda é possível organizar a resposta e reduzir riscos. O pior cenário não é apenas o vazamento. É a forma como ele é conduzido.

O uso de WhatsApp no atendimento virou rotina. É rápido, conveniente e aproxima o cliente. O problema começa quando esse...
24/04/2026

O uso de WhatsApp no atendimento virou rotina. É rápido, conveniente e aproxima o cliente. O problema começa quando esse contato acontece fora de um ambiente controlado. Conversas f**am no celular pessoal do funcionário, sem registro central, sem controle de acesso e sem qualquer política clara de uso.

Pela LGPD, não importa se o dado está no sistema da empresa ou no telefone do colaborador. Se foi coletado no contexto da atividade profissional, a responsabilidade é da empresa. Isso inclui vazamentos, uso indevido, perda do aparelho ou até o uso desses contatos após o desligamento do funcionário.

Outro ponto crítico é a falta de rastreabilidade. Sem controle, a empresa não sabe quem acessou, o que foi compartilhado e como os dados foram utilizados. Em caso de problema, isso dificulta a defesa e aumenta o risco jurídico.

A prevenção passa por organização. Definir canais oficiais de atendimento, evitar uso de contas pessoais, controlar acessos, orientar a equipe e criar políticas claras sobre tratamento de dados são medidas essenciais.

Se hoje seus clientes são atendidos por WhatsApp sem qualquer controle, sua empresa já está exposta. E a responsabilidade não será do aplicativo. Será sua.

Sua empresa compartilha dados com fornecedores? Isso pode parecer parte normal da operação, mas também pode gerar um ris...
22/04/2026

Sua empresa compartilha dados com fornecedores? Isso pode parecer parte normal da operação, mas também pode gerar um risco que você não controla.

É comum enviar listas de clientes, dados de contato, informações de pedidos ou até documentos para contadores, agências, plataformas e parceiros comerciais. O problema é que, a partir do momento em que esses dados saem da sua empresa, você perde o controle direto sobre como serão armazenados, utilizados e protegidos.

Pela LGPD, isso não elimina sua responsabilidade. Em muitos casos, a empresa que coleta os dados continua responsável pelo tratamento, mesmo quando envolve terceiros. Se houver vazamento, uso indevido ou falha de segurança do fornecedor, o problema pode voltar para você.

Outro ponto crítico é a ausência de contratos adequados. Sem cláusulas claras sobre proteção de dados, segurança da informação e responsabilidades, a empresa f**a exposta e com dificuldade de se defender juridicamente.

A prevenção passa por critérios simples, mas essenciais. Avaliar fornecedores, limitar o compartilhamento ao necessário, formalizar obrigações contratuais e acompanhar como os dados são tratados fora da empresa.

Se hoje você compartilha dados sem saber exatamente o que acontece depois, o risco já existe. E não está sob seu controle.

Se um cliente pedir para excluir os dados, sua empresa consegue cumprir? A maioria não consegue. E isso é um problema di...
17/04/2026

Se um cliente pedir para excluir os dados, sua empresa consegue cumprir? A maioria não consegue. E isso é um problema direto com a LGPD.

A lei garante ao titular o direito de solicitar a exclusão dos seus dados pessoais. Parece simples, mas na prática expõe uma falha comum nas empresas. Os dados não estão em um único lugar. Estão espalhados em sistemas, e-mails, planilhas, WhatsApp, backups e até anotações informais. Quando o pedido chega, ninguém sabe por onde começar.

Não cumprir essa solicitação, ou responder de forma incompleta, pode gerar responsabilização. A empresa precisa demonstrar que sabe onde os dados estão, qual a finalidade do uso e se existe base legal para mantê-los. Sem esse controle, o risco jurídico aumenta.

Outro ponto crítico é o prazo e a forma de resposta. Ignorar o pedido ou tratar de forma improvisada mostra ausência de governança. Em um eventual questionamento, isso pesa contra a empresa.

A adequação começa com organização. Mapear onde os dados estão, definir processos claros para atendimento de solicitações e estruturar rotinas de exclusão segura são medidas essenciais. Não é apenas sobre apagar um registro. É sobre ter controle sobre toda a jornada do dado.

Se hoje um cliente pedir para excluir os dados e sua empresa não souber como agir, o problema já existe. E pode aparecer no pior momento.

Sua empresa usa imagens do Google nas redes sociais sem autorização? Isso pode gerar problema jurídico sério, mesmo quan...
15/04/2026

Sua empresa usa imagens do Google nas redes sociais sem autorização? Isso pode gerar problema jurídico sério, mesmo quando a foto parece “comum” ou “sem dono”.

Muita gente acredita que imagens encontradas na internet estão livres para uso. Não estão. Fotografias, ilustrações e até artes simples têm proteção por direitos autorais. Usar esse material em posts comerciais, anúncios ou conteúdos institucionais sem licença pode ser considerado uso indevido.

O risco não é teórico. Empresas recebem notif**ações, cobranças e até processos exigindo indenização pelo uso não autorizado de imagens. E não importa se foi “sem intenção”. O uso sem autorização já é suficiente para gerar responsabilização.

Além do impacto financeiro, há desgaste de imagem e necessidade de retirada imediata do conteúdo. Em campanhas pagas, o prejuízo pode ser ainda maior, porque o alcance amplia a exposição da infração.

A prevenção é simples e evita dor de cabeça. Utilizar bancos de imagens licenciados, contratar produção própria, verif**ar termos de uso e manter registro das licenças são medidas básicas para qualquer empresa que produz conteúdo.

Se sua empresa já usou imagens sem autorização, é importante avaliar o risco, revisar publicações e buscar orientação jurídica para evitar problemas maiores.

No ambiente digital, nem tudo que está visível está liberado para uso.

Sua empresa sabe quem acessou dados de clientes ontem? Se não sabe, você tem um problema. E não é um problema técnico. É...
09/04/2026

Sua empresa sabe quem acessou dados de clientes ontem? Se não sabe, você tem um problema. E não é um problema técnico. É um risco jurídico.

Muitas empresas ainda não têm controle sobre quem acessa informações sensíveis no dia a dia. Dados de clientes circulam por sistemas, e-mails, planilhas e ferramentas internas sem qualquer registro claro. Quando algo dá errado, ninguém sabe dizer quem acessou, quando acessou e o que foi feito com aquela informação.

Pela LGPD, isso é falha de governança. A empresa precisa ter rastreabilidade. Isso signif**a manter registros de acesso, identif**ar usuários, controlar permissões e conseguir reconstruir o caminho de um dado dentro da operação. Sem isso, qualquer vazamento, uso indevido ou incidente se torna muito mais grave.

O problema aparece quando há questionamento. Um cliente reclama, um dado é exposto ou surge uma suspeita de uso indevido. Se a empresa não consegue demonstrar controle, a defesa f**a comprometida. E isso pode gerar multas, indenizações e danos à reputação.

Rastreabilidade não é burocracia. É proteção. Ter logs de acesso, sistemas organizados e políticas claras mostra que a empresa leva a sério a segurança dos dados.

Se hoje você não consegue responder quem acessou os dados dos seus clientes, a sua empresa já está vulnerável.

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