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Você já parou para pensar se um herdeiro excluído da herança pode recuperar o direito de receber sua parte?Leia este pos...
04/09/2025

Você já parou para pensar se um herdeiro excluído da herança pode recuperar o direito de receber sua parte?

Leia este post!

A indignidade ocorre quando o herdeiro pratica atos graves contra o falecido, como homicídio doloso ou tentado, violência, crimes contra a honra ou fraude.

Nesses casos, ele pode ser excluído da sucessão por decisão judicial.

No entanto, o herdeiro indigno pode voltar a ter direito à herança se for expressamente reabilitado pelo ofendido.

Isso pode ocorrer por meio de testamento ou outro ato autêntico, no qual o falecido reconheça o perdão.

Além disso, mesmo sem esse documento de reabilitação, se o testador (dono do patrimônio), ciente da exclusão, deixar bens ao herdeiro indigno em testamento, ele poderá herdar.

Porém, ele só herdará os bens especif**amente dispostos no testamento, ou seja, não terá direito à parte que normalmente receberia como herdeiro legítimo.

Isso acontece porque, nesses casos, o testador fez uma escolha consciente de beneficiá-lo, mesmo havendo motivo para a exclusão.

É importante ressaltar que a reabilitação não é automática e depende da análise de cada caso concreto.

Se precisar de mais informações sobre sucessões, consulte um advogado especializado!

Você já parou para pensar como f**a a divisão patrimonial após a separação, em caso de reconciliação?Leia este post!Após...
04/09/2025

Você já parou para pensar como f**a a divisão patrimonial após a separação, em caso de reconciliação?

Leia este post!

Após a separação, é comum alguns ex-casais voltarem a restabelecer a relação.

Porém, muitos se perguntam como f**am os bens partilhados e até mesmo o regime de bens.

Nessa situação, o que foi dividido passa a ser de cada um individualmente e não volta a fazer parte do regime de partilha, ou seja, não são compartilhados novamente.

Assim, com a reconciliação, cada um pode decidir por si mesmo sobre questões como compra e venda, por exemplo.

Mas atenção!

O patrimônio adquirido em conjunto, após o restabelecimento do vínculo, deverá ser dividido conforme o regime escolhido.

Dica: procurar um advogado especialista no assunto é fundamental para analisar a sua situação!

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Você sabia que o recebimento do auxílio-reclusão independe do tipo de crime cometido pelo preso?Isso mesmo!Não existe um...
02/09/2025

Você sabia que o recebimento do auxílio-reclusão independe do tipo de crime cometido pelo preso?

Isso mesmo!

Não existe uma lista de crimes que dão direito ao auxílio-reclusão. O tipo de crime cometido não interfere diretamente na concessão do benefício.

O que realmente importa é a situação previdenciária do trabalhador preso antes da reclusão.

Para que a família do segurado tenha acesso ao auxílio, é preciso que ele:

→ Tenha contribuído para o INSS;

→ Mantenha a qualidade de segurado no momento da prisão;

→ Tenha cumprido a carência mínima de 24 contribuições mensais.

No caso do segurado especial, como trabalhadores rurais, exige-se pelo menos 24 meses de atividade nessa condição.

Além disso, o benefício só é concedido quando o trabalhador estiver preso em regime fechado ou regime semiaberto (nesse último caso, se ele foi preso até 17/01/2019).

A média salarial dos 12 meses anteriores à prisão também precisa estar dentro do limite legal estabelecido pela Previdência.

É esse valor que define se a família terá direito ou não ao auxílio.

O auxílio-reclusão é uma forma de proteção social para a família do segurado que, por conta da prisão, perde sua principal fonte de renda.

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O 13º salário é um direito garantido pela Constituição Federal a todos os trabalhadores regidos pela CLT.Ele pode ser pa...
02/09/2025

O 13º salário é um direito garantido pela Constituição Federal a todos os trabalhadores regidos pela CLT.

Ele pode ser pago em até duas parcelas: a primeira entre 1º de fevereiro a 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro.

Mas você sabe o que fazer se a empresa atrasar o pagamento?

→ Verifique a situação com o RH ou o setor responsável:

Entre em contato com o RH da empresa, como uma forma de tentar resolver a situação de forma amigável.

Dica: formalize a reclamação por e-mail ou outro meio oficial, garantindo o registro do ocorrido.

→ Realize uma reclamação no sindicato da sua categoria:

Se a conversa com o RH não surtir efeito, você pode buscar ajuda no sindicato da sua categoria, que poderá intermediar a situação.

→ Denuncie a empresa no Ministério do Trabalho:

Caso a denúncia seja confirmada, a empresa pode ser penalizada com uma multa por funcionário. Em caso de reincidência, o valor é dobrado.

→ Ação judicial:

Se as tentativas extrajudiciais não resolverem, o trabalhador pode ajuizar um processo trabalhista para garantir o pagamento do 13º salário e compensar eventuais danos.

O 13º salário é um direito seu e deve ser pago conforme a lei.

Se a empresa atrasar ou não efetuar o pagamento, não deixe de buscar seus direitos!

Compartilhe essa informação e ajude mais pessoas a conhecerem seus direitos!

Se você já comprou algum produto pela internet de outro estado, provavelmente se perguntou:“Será que estou pagando impos...
29/08/2025

Se você já comprou algum produto pela internet de outro estado, provavelmente se perguntou:

“Será que estou pagando imposto em dobro?”

E essa dúvida faz todo sentido, pois, por muitos anos, a regra era simples: quando uma loja de outro estado vendia para você, todo o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) ia direto para o estado onde estava a loja.

Isso gerava um grande desequilíbrio, porque os estados com mais empresas, como os do Sul e Sudeste, acabavam arrecadando mais.

Para tentar resolver isso, surgiu uma regra chamada “diferencial de alíquota” (o Difal).

Ela determina que, nas compras interestaduais, uma parte do ICMS f**a pro estado de quem vende e outra parte vai para o estado de quem compra.

Funciona assim:

A loja paga a parte dela para o estado de origem e também repassa a diferença (o Difal) para o estado de quem compra.

O consumidor não vê essa divisão na prática, pois já vem embutido no valor do produto.

Porém, essa cobrança não foi simples de implementar. Houve muita briga na Justiça, questionamentos, e até o STF precisou intervir, declarando inconstitucionais algumas regras criadas sem lei formal.

Isso obrigou o Congresso a criar uma lei específ**a para regulamentar essa cobrança.

Então, respondendo de forma clara:

Você não paga ICMS duas vezes.

O que acontece é uma divisão desse imposto entre o estado de quem vende e o estado de quem compra.

Tem mais dúvidas sobre impostos?

Procure um advogado especializado em direito tributário!

A pensão por morte é um benefício que oferece suporte financeiro aos dependentes de quem contribuiu para o INSS e veio a...
29/08/2025

A pensão por morte é um benefício que oferece suporte financeiro aos dependentes de quem contribuiu para o INSS e veio a falecer.

Mas você sabe exatamente quem tem direito a esse benefício?

Vamos te explicar!

Os dependentes são divididos em três grupos, ou “classes,” e a ordem de prioridade é fundamental:

→ Classe 1: cônjuge, companheiro(a) e filhos menores de 21 anos, inválidos ou com deficiência grave.

Para esses, a dependência econômica é presumida, ou seja, não precisa ser comprovada.

→ Classe 2: pais.

Aqui, é necessário provar que dependiam financeiramente do falecido.

→ Classe 3: irmãos menores de 21 anos ou de qualquer idade, desde que inválidos ou com deficiência grave.

Assim como os pais, precisam comprovar a dependência econômica.

E como funciona essa ordem?

A existência de dependentes da classe 1 exclui o direito das classes 2 e 3.

Por exemplo, se o segurado deixou esposa e filhos, eles dividem o benefício, e os pais não têm direito, mesmo que dependessem financeiramente do falecido.

Outros pontos importantes:

→ Dependentes de união estável ou casamento:

Basta apresentar documentos que comprovem o vínculo, como certidão de casamento ou prova da união estável. Caso o benefício seja negado, é possível recorrer ao Judiciário.

Garantir esse direito exige atenção aos documentos e aos critérios estabelecidos.

Portanto, se você ou alguém que conhece se enquadra como dependente, procure orientação especializada com um advogado previdenciário.

Você sabia que algumas condições de trabalho podem ser consideradas insalubres e garantir um adicional no seu salário?De...
29/08/2025

Você sabia que algumas condições de trabalho podem ser consideradas insalubres e garantir um adicional no seu salário?

De acordo com a CLT, isso ocorre quando o trabalhador está exposto a agentes nocivos que excedem os limites permitidos pela lei.

Há diferentes classif**ações, conforme o tipo de exposição:

– Grau mínimo (10% sobre o salário mínimo):

Exposição a produtos químicos em níveis mais baixos, mas que, ainda assim, ultrapassam os limites legais.

– Grau médio (20% sobre o salário mínimo):

Atividades com ruído contínuo, calor excessivo, vibrações, entre outros.

– Grau máximo (40% sobre o salário mínimo):

Trabalhos com radiações ionizantes, poeiras minerais ou contato intenso com agentes biológicos, entre outros.

Suspeita que seu trabalho se desenvolve em um ambiente insalubre?

Procure um profissional qualif**ado, como um engenheiro de segurança do trabalho ou um médico do trabalho.

Caso comprovado, você terá direito ao adicional correspondente ao grau da sua exposição!

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Primeiro, é fundamental entender o motivo da negativa!Pode ter sido falta de algum documento, erro no pedido ou até falh...
27/08/2025

Primeiro, é fundamental entender o motivo da negativa!

Pode ter sido falta de algum documento, erro no pedido ou até falha na análise do INSS.

Sabendo disso, você tem três opções para tentar resolver:

1. Fazer um novo pedido:

Ideal quando o problema foi na documentação ou quando, na época, você ainda não preenchia todos os requisitos, mas agora já cumpre.

Esse novo pedido pode ser feito a qualquer momento, sem prazo específico.

2. Entrar com recurso no próprio INSS:

Você tem até 30 dias após a negativa para apresentar esse recurso. Ele serve para pedir que o próprio INSS revise sua decisão.

Aqui, é fundamental explicar com clareza onde houve erro na análise. E, sim, contar com apoio de um advogado pode fazer toda a diferença.

3. Ir para a justiça:

Se o recurso não der certo ou se você quiser pular essa etapa, pode ingressar direto com uma ação judicial. Não há um prazo fixo, mas quanto antes você agir, mais rápido vem a solução.

Na Justiça, um juiz imparcial pode determinar uma nova perícia e, se comprovada sua incapacidade, obrigar o INSS a conceder seu benefício.

O mais importante é não aceitar a negativa como sentença final. Existem caminhos para reverter essa situação, e informação é o primeiro passo.

Precisa de ajuda com seu benefício? Procure um advogado especializado em direito previdenciário.

Concluir um curso e não receber o diploma por causa de mensalidades atrasadas é uma situação frustrante e ilegal.Algumas...
26/08/2025

Concluir um curso e não receber o diploma por causa de mensalidades atrasadas é uma situação frustrante e ilegal.

Algumas instituições de ensino ainda tentam condicionar a entrega do diploma ao pagamento integral das dívidas, mas a lei proíbe essa prática.

O Código de Defesa do Consumidor protege o aluno, reconhecendo sua vulnerabilidade frente às instituições de ensino, e garante que o contrato escolar deve respeitar direitos básicos.

A legislação brasileira é clara: é proibido suspender provas, reter documentos escolares ou aplicar penalidades pedagógicas por inadimplência.

Isso inclui o diploma. A faculdade pode cobrar a dívida por meios legais, mas não pode usar o documento como forma de pressão.

O contrato com a faculdade não pode conter cláusulas abusivas e, mesmo que contenha, elas são nulas.

O Código de Defesa do Consumidor considera inválidas obrigações que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada ou contrariem a boa-fé.

Ou seja, com ou sem cláusula, reter o diploma por dívida é abuso. O estudante tem direito de receber o documento.

Se você ou alguém que conhece está passando por essa situação, procure um advogado especializado em Direito do Consumidor para te ajudar a fazer valer esse direito!

A propriedade privada é um direito garantido pela Constituição, mas não é absoluta. Em determinadas situações, o Estado ...
26/08/2025

A propriedade privada é um direito garantido pela Constituição, mas não é absoluta. Em determinadas situações, o Estado pode intervir nesse direito para atender ao interesse coletivo.

Essa intervenção não é aleatória e ocorre por meio de formas previstas em lei.

Veja quais são:

Limitações administrativas: São regras que limitam o uso da propriedade, como leis que proíbem construções em áreas de preservação ou definem o que pode ser feito em uma zona residencial. O objetivo é garantir o bem-estar da coletividade.

Servidão administrativa: Permite que o Estado use parte de um imóvel para obras ou serviços públicos, como a instalação de postes ou tubulações. O imóvel continua sendo do proprietário, mas seu uso pode ser parcialmente restringido.

Ocupação temporária: Ocorre quando o Estado precisa utilizar um imóvel por tempo determinado para executar obras públicas. Nesse caso, se houver prejuízos, o proprietário deve ser indenizado.

Requisição administrativa: Em situações de emergência, como desastres ou pandemias, o Estado pode utilizar bens ou serviços particulares. A indenização é devida apenas se houver danos.

Tombamento: Protege bens com valor histórico, cultural ou artístico. O proprietário mantém a posse, mas deve seguir regras para conservar o bem e obter autorização para qualquer alteração.

Desapropriação: É a forma mais radical. O Estado retira a propriedade do dono para atender ao interesse público. Nesses casos, é obrigatória a indenização prévia, justa e em dinheiro.

Essas formas de intervenção equilibram o direito à propriedade com as necessidades da sociedade. Viver em comunidade também signif**a respeitar o que é de todos.

Em caso de dúvidas, consulte um advogado especializado em Direito Administrativo.

Endereço

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São Luís, MA
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