27/08/2026
Um acordo feito entre as partes pode até representar a vontade de ambos, mas isso não signif**a que ele esteja automaticamente apto a produzir todos os efeitos jurídicos necessários.
Em abril de 2026, o STJ reforçou a importância de observar a forma legal exigida para a partilha consensual de bens decorrente do divórcio, destacando que o simples instrumento particular pode não ser suficiente.
Esse cuidado é especialmente importante quando existem imóveis, valores relevantes ou outros bens que dependem de formalização adequada para que a divisão seja reconhecida e produza efeitos perante terceiros.
Fazer a partilha da maneira correta hoje pode evitar discussões, insegurança jurídica e novos conflitos no futuro.
⚖️ Se você realizou uma divisão de bens apenas por contrato particular, vale verif**ar se o documento realmente atende às exigências do seu caso.