09/03/2026
Você sabia que perder a guarda de uma criança e perder o poder familiar, são coisas totalmente diferentes?
Segue o texto em que te explicamos a distinção desses termos!
Vamos lá!
Primeiro, perder a guarda signif**a que um ou ambos os pais perdem o direito de cuidar e tomar decisões importantes referente a seu filho ou filhos. Pode ser temporário ou permanente, depende do contexto.
Porém, o responsável que não tiver a guarda, continuará tendo o direito de convivência, participação e até mesmo de questionar alguma atitude do possuidor da guarda em relação à criação do filho.
Ainda do mesmo assunto, é comum acontecer a guarda unilateral, também autorizada pela justiça - foge à regra de guarda compartilhada, mas é uma opção quando os pais separados moram em diferentes países, estados ou cidades.
Já, quando o tema é a perda do poder familiar, se trata de algo muito mais sério e irreversível, uma vez que os pais perdem todos os seus direitos e responsabilidades legais sobre a criança.
Nessas situações, os genitores não poderão mais tomar decisões sobre saúde, educação ou questões vitais. É como se deixassem de ser pais daquela criança ou adolescente.
Vale lembrar: a perda do poder familiar é somente aplicada em últimos casos, em situações gravíssimas.
O judiciário entende isso como uma exceção, pois pode mudar drasticamente o trajeto da vida dos pequenos.
Mas é importante saber: as duas medidas tem a finalidade de protegê-los nessa fase inicial tão importante da vida!
E é por isso que os tribunais avaliam minuciosamente cada caso para tomar uma decisão justa e apropriada.
Dúvidas sobre esse tema? Orientamos entrar em contato com uma equipe especializada de advogados.