27/08/2026
A inteligência artificial pode facilitar muito a rotina médica, mas o uso de dados de pacientes exige cuidado redobrado. Prontuários, exames, imagens, diagnósticos e áudios de consultas envolvem informações sensíveis. Antes de inserir qualquer dado em uma ferramenta de IA, é importante entender como aquela plataforma armazena, protege e utiliza essas informações.
O uso da tecnologia não substitui a responsabilidade do médico. A decisão clínica continua sendo profissional, e a confidencialidade do paciente precisa ser preservada em todas as etapas.
Se você atua em clínica ou hospital, os protocolos internos da instituição também devem ser observados.
A tecnologia pode ser uma grande aliada. Mas, sem critério, pode abrir uma porta desnecessária para problemas éticos e jurídicos.
Stefano Cocenza Advogados
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