Marcelo Pirondi

Marcelo Pirondi Especialista em prevenções e soluções jurídicas. Assessoria em soluções de bens e negócios,

Nem toda limitação exige interdição. Durante muito tempo, a solução mais comum para quem tinha dificuldade em administra...
29/04/2026

Nem toda limitação exige interdição. Durante muito tempo, a solução mais comum para quem tinha dificuldade em administrar a própria vida civil era a interdição judicial. Hoje, existe uma alternativa que busca preservar mais a autonomia da pessoa: a tomada de decisão apoiada.

Na interdição, o juiz reconhece que a pessoa não consegue praticar determinados atos sozinha e nomeia um curador para representá-la ou auxiliá-la em questões patrimoniais e jurídicas.

Já na tomada de decisão apoiada, a pessoa continua plenamente capaz, mas escolhe duas pessoas de confiança para ajudá-la a entender e avaliar decisões importantes.

Na prática, isso pode acontecer com alguém que tem dificuldade para compreender contratos, negociações financeiras ou documentos complexos. Em vez de perder a autonomia, essa pessoa recebe apoio para decidir com mais segurança.

Por isso, a escolha entre interdição e decisão apoiada pode impactar diretamente a liberdade, os direitos civis e a autonomia da pessoa.

Antes de tomar qualquer medida, vale entender qual alternativa faz mais sentido para a realidade de cada caso. Uma orientação jurídica pode ajudar a encontrar a solução mais adequada.

28/04/2026
O desenquadramento do MEI não é uma simples mudança de nome. Ele altera a forma de tributação e pode gerar cobranças mui...
28/04/2026

O desenquadramento do MEI não é uma simples mudança de nome. Ele altera a forma de tributação e pode gerar cobranças muito mais altas de forma repentina.

A exclusão desse regime acontece por diferentes motivos, como ultrapassar o limite de faturamento, exercer atividade não permitida ou contratar mais funcionários do que a lei autoriza.

A partir disso, o empreendedor perde o direito à taxa fixa mensal. A empresa passa a ser tributada conforme o faturamento, com uma carga de impostos mais elevada.

Além do impacto financeiro, a rotina se torna mais burocrática, com novas obrigações mensais e maior controle contábil.

Demorar para se adaptar pode gerar multas e autuações, justamente quando o negócio começa a crescer.

A sua empresa está próxima do limite do MEI? Deixe seu comentário, compartilhe o post, salve para consultar depois e busque orientação especializada para planejar a transição com segurança.

O cheque especial pode parecer um alívio financeiro no momento de aperto, mas os juros altíssimos podem transformar essa...
27/04/2026

O cheque especial pode parecer um alívio financeiro no momento de aperto, mas os juros altíssimos podem transformar essa facilidade em um verdadeiro pesadelo.

Se você está preso nessa armadilha, confira como sair dessa dívida de forma estratégica:

1 – Pare de usá-lo imediatamente:

Se possível, evite continuar utilizando o cheque especial, pois quanto mais você usa, mais a dívida cresce com os juros altos.

2 – Negocie com o banco:

Entre em contato com o banco e busque alternativas mais baratas, como parcelamento da dívida com juros menores ou transferência para um crédito pessoal.

3 – Organize seu orçamento:

Liste suas despesas e veja onde pode cortar gastos para priorizar o pagamento da dívida.

4 – Busque linhas de crédito com juros menores:

Se a dívida for muito alta, considere trocar o cheque especial por um empréstimo com juros menores; linhas de crédito consignado ou refinanciamento podem ser boas opções.

Além disso, para não cair novamente no cheque especial, é importante formar uma reserva de emergência.

Assim, você evita recorrer ao banco em momentos de aperto.

E atenção!

Muitos bancos oferecem limitação ou bloqueio do cheque especial. Se você não quer correr riscos, peça para o banco desativar essa função na sua conta.

Compartilhe este post e ajude mais pessoas a se livrarem das dívidas!

Muitas pessoas renegociam dívidas esperando alívio, mas acabam pagando mais.Isso acontece porque novos juros e encargos ...
26/04/2026

Muitas pessoas renegociam dívidas esperando alívio, mas acabam pagando mais.

Isso acontece porque novos juros e encargos são adicionados, estendendo o prazo e aumentando o saldo devedor.

A renegociação pode ser vantajosa?

Sim, mas apenas em casos específicos, como quando há desconto real no pagamento à vista.

No parcelamento, o risco é maior, pois os juros continuam acumulando.

Além disso, alguns contratos incluem taxas adicionais que encarecem ainda mais a dívida.

Outra questão importante: a renegociação pode impactar o seu score de crédito.

Mesmo honrando os pagamentos, ter um histórico de renegociação pode ser visto com desconfiança por futuras instituições financeiras.

E tem mais: se a dívida não for paga, pode haver cobrança judicial e, dependendo do contrato, até a penhora de bens.

Por outro lado, quitar a dívida pode ajudar na reconstrução do crédito.

Se o saldo aumentou após a renegociação, revise as condições do contrato e busque orientação especializada.

Um advogado pode avaliar se os termos são justos e estão dentro dos limites legais.

Em alguns casos, juros abusivos podem ser contestados na Justiça.

Por isso, antes de renegociar, informe-se bem!

A melhor estratégia é tomar decisões conscientes para evitar armadilhas financeiras.

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O superendividamento acontece quando uma pessoa acumula dívidas de consumo além da sua capacidade de pagamento.O que com...
25/04/2026

O superendividamento acontece quando uma pessoa acumula dívidas de consumo além da sua capacidade de pagamento.

O que compromete até mesmo despesas essenciais, como moradia e alimentação.

A Lei do Superendividamento trouxe medidas para evitar que consumidores fiquem presos em dívidas impagáveis.

O foco da lei são as práticas de crédito responsáveis, educação financeira e a possibilidade de renegociação das dívidas por meio de núcleos de conciliação e mediação.

A lei visa educar ambos os lados da relação:

→ Os bancos e instituições financeiras devem fornecer informações claras, avaliar a capacidade de pagamento do consumidor e evitar ofertas abusivas de crédito.

→ Os consumidores são incentivados a tomar decisões mais conscientes sobre o uso do crédito e o planejamento financeiro.

Se você está em uma situação de superendividamento, não espere mais!

Entre em contato com um advogado especialista para minimizar os danos.

Você já renegociou uma dívida ou teve problemas em uma renegociação?

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24/04/2026

faça parte do ecossistema que mais cresce no Brasil....MEU NOME LIMPO # # #

Bancos podem ser responsabilizados por golpes se não monitorarem contas suspeitas.O Superior Tribunal de Justiça (STJ) d...
24/04/2026

Bancos podem ser responsabilizados por golpes se não monitorarem contas suspeitas.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os bancos podem ser responsabilizados por golpes quando não monitoram e não impedem movimentações suspeitas em contas usadas de forma repetida por criminosos.

De acordo com o tribunal, as instituições financeiras têm o dever de fiscalizar as contas que administram.

Se deixarem de agir diante de indícios de fraude, podem ser obrigadas a indenizar as vítimas pelos prejuízos sofridos.

Mesmo com o aumento dos crimes digitais, ainda há falhas na prevenção por parte dos bancos.

O STJ explicou que o banco pode ser responsabilizado se permitir a abertura de uma conta com documentos falsos ou extraviados, sem confirmar corretamente a identidade do verdadeiro titular. Isso é considerado uma falha ligada ao próprio risco da atividade bancária.

Por outro lado, se a conta foi aberta de forma regular, mas usada por terceiros para movimentar valores de golpes, a responsabilidade do banco deve ser afastada, desde que ele tenha feito o monitoramento e adotado medidas de segurança adequadas.

No caso analisado, a pessoa enganada acreditava participar de um leilão verdadeiro e transferiu dinheiro para uma conta usada em golpes.

Como não houve provas de falha direta do banco nem pedido para que ele apresentasse suas medidas de segurança, a instituição não foi condenada.

REsp 2.222.137.

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Você já teve a sensação de que está pagando caro demais no financiamento? Muitas vezes não é impressão, é cobrança abusi...
23/04/2026

Você já teve a sensação de que está pagando caro demais no financiamento? Muitas vezes não é impressão, é cobrança abusiva. E existe um jeito simples de descobrir.

Veja o checklist para identificar isso na prática:

1. Verifique a taxa do seu contrato. Confira a taxa de juros que aparece no documento do financiamento. Se não tiver o contrato, peça ao banco ou use a calculadora do cidadão para estimar.

2. Consulte a média do mercado. Acesse o site do Banco Central e veja as taxas médias do mês de assinatura. Elas mudam conforme o tipo de crédito.

3. Compare as duas taxas. Coloque a taxa do seu contrato ao lado da média. Se a diferença for grande, pode haver problema.

4. Veja se existe abusividade. Se a taxa cobrada for mais que o dobro da média, já é um forte indício de abuso. Exemplo: média de 20% ao ano e cobrança de 45%.

5. O que fazer se for o seu caso? Tente renegociar com o banco mostrando a diferença. Se não resolver, é possível pedir revisão judicial, redução da taxa e devolução do que foi pago a mais. Quando a cobrança ultrapassa o limite, você pode questionar por lei.

Se esse conteúdo te ajudou, salve para consultar depois, compartilhe com quem tem um financiamento e procure um advogado especializado se suspeitar de juros abusivos.

Muita gente se surpreende ao perceber que o valor do condomínio não é igual para todos. Em alguns prédios, quem tem apar...
23/04/2026

Muita gente se surpreende ao perceber que o valor do condomínio não é igual para todos. Em alguns prédios, quem tem apartamento maior paga mais; em outros, todos pagam a mesma quantia. E isso não é escolha do síndico, mas regra jurídica.

A forma de divisão das despesas está definida na convenção do condomínio. Em muitos casos, o rateio é feito pela chamada fração ideal, que leva em conta o tamanho da unidade em relação ao prédio.

Assim, um apartamento maior acaba contribuindo com um valor mais alto. Porém, se a convenção prevê rateio igualitário, não importa a metragem, todos devem pagar o mesmo valor.

O problema surge quando o condomínio cobra de forma diferente do que está escrito na convenção. Alterar o critério sem aprovação adequada ou aplicar cobranças por conta própria é ilegal.

Ninguém é obrigado a pagar além do que foi estabelecido nas regras do próprio condomínio. Por isso, antes de aceitar aumentos ou diferenças de cobrança, vale conferir a convenção e entender como o cálculo foi feito.

Conhecer esse detalhe evita conflitos com a administração e pagamentos indevidos que passam despercebidos por anos.

Se esse texto te fez querer conferir o boleto do próximo mês, não ignore o sinal. Salve, compartilhe, envie para outros condôminos e procure um advogado especializado em direito imobiliário se desconfiar de cobrança irregular.

Endereço

R. Jorge Tibiriçá, 3453/Vila Santa Cruz
São José Do Rio Prêto, SP
15014-040

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
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