Amanda Cunha - Assessoria Jurídica

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Amanda Cunha - Assessoria Jurídica Advogada Trabalhista, com atuação ainda em Direito Bancário, Consumidor, Cível e Família. Asses Escritório de Consultoria Jurídica.

Especializado em Direito Civil, Trabalhista, Bancário e Consumidor. Consultoria Jurídica e Orientação comportamental para profissionais. Página destinada a artigos jurídicos de utilidade abrangente que serve a todos os públicos. Também é destinada a comentários e permite que demais interessados façam publicações dentro deste tema: Direito. Também convidamos colegas a colocarem seus contato para Advocacia Correspondente, bem como solicitação para Diligências. Sou autora de artigos e, recentemente o site JusBrasil me promoveu a autora e comentarista verif**ada da página, onde minhas publicações são oficiais na página e não revisadas. Oriento profissionais para sustentação Oral, apresentações, em geral na dificuldade de falar em público. Tenho tido procura para apresentação de teses e mesmo como se portar em audiência, partilhar algo que se faz bem (modestamente) é muito estimulante e gratif**ante, pois a faculdade não ensina a prática diária. Assim caso algum estudante de qualquer área, principalmente jurídica tem dificuldades para falar em público entre em contato por aqui, pelo e-mail [email protected]. Mais dados para contato em: http://amandaadv.jusbrasil.com.br/

Nem toda violência contra a mulher deixa marcas visíveis.Muitas vezes, ela começa no emocional e vai minando a autonomia...
25/09/2026

Nem toda violência contra a mulher deixa marcas visíveis.
Muitas vezes, ela começa no emocional e vai minando a autonomia, a confiança e a capacidade de reação da vítima.

🔹Manipulação emocional e gaslighting
É quando a mulher é levada a duvidar da própria percepção, dos próprios sentimentos e até da própria memória. Ela começa a achar que está exagerando, enlouquecendo ou entendendo tudo errado.

🔹Isolamento da família e da rede de apoio
Afastar a vítima de quem a ama e a protege é uma forma de enfraquecê-la. Sem apoio, ela f**a mais vulnerável e mais dependente da própria relação.

🔹Controle, vigilância e monitoramento excessivos
Querer saber onde ela está, com quem fala, mexer no celular, controlar roupa, rotina, amizades e deslocamentos não é cuidado. É controle.

🔹Ameaças, humilhações e desqualif**ação constante
Insultos, deboches, intimidação, chantagem e frases que diminuem a mulher corroem sua autoestima e podem fazê-la acreditar que não consegue sair daquela situação.

🔹Violência psicológica também é violência.
E muitas vezes é ela que prepara o terreno para formas ainda mais graves.

⚠️ Se você identificou esses sinais, não normalize. Buscar ajuda também é uma forma de proteção.

Você conhecia essas violências ou já passou por elas?

Se o divórcio acontece em um contexto de violência doméstica, a separação costuma envolver muito mais do que o fim do ca...
24/09/2026

Se o divórcio acontece em um contexto de violência doméstica, a separação costuma envolver muito mais do que o fim do casamento.

Muitas mulheres chegam a esse momento com medo, insegurança sobre os filhos, preocupação com a própria sobrevivência financeira e dúvidas sobre guarda, pensão alimentícia, partilha de bens, moradia e medida protetiva.

Por isso, conhecer os próprios direitos pode fazer diferença na construção de uma saída mais segura.

O Direito de Família e a Lei Maria da Penha tratam de questões diferentes, mas que muitas vezes precisam caminhar juntas: divórcio, guarda dos filhos, alimentos, patrimônio, proteção e reorganização da vida depois da ruptura.

A violência doméstica não precisa ser física para ser relevante juridicamente. Violência psicológica, patrimonial, moral e outras formas de controle também precisam ser levadas a sério.

E sair de uma relação violenta nem sempre é simples. Em muitos casos, a mulher permanece porque teme perder os filhos, f**ar sem recursos, não ter para onde ir ou sofrer novas ameaças.

É justamente por isso que informação jurídica importa.

Entender como funciona o divórcio, quais medidas de proteção existem e como questões de guarda, pensão alimentícia e partilha podem ser tratadas ajuda a reduzir incertezas e permite decisões mais conscientes.

Violência doméstica não deve ser normalizada. E o divórcio, quando necessário, também pode representar o início da reconstrução da autonomia.

Conhecer seus direitos é parte da proteção.

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22/09/2026

Isabelle tinha 22 anos. E, mesmo sem todas as respostas sobre o que aconteceu, muita gente já decidiu julgá-la.

“Interesseira.” “Ingênua demais.” “Tinha que ter percebido.” “Queria vida boa.”

Não.

Uma mulher jovem não precisa ser perfeita, experiente ou imune à manipulação para merecer respeito.

Quando uma mulher sofre, a pergunta não pode ser sempre: “onde foi que ela errou?”

Parem de colocar Isabelle no banco dos réus

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