Amanda Cunha - Assessoria Jurídica

Amanda Cunha - Assessoria Jurídica Advogada Trabalhista, com atuação ainda em Direito Bancário, Consumidor, Cível e Família. Asses Escritório de Consultoria Jurídica.

Especializado em Direito Civil, Trabalhista, Bancário e Consumidor. Consultoria Jurídica e Orientação comportamental para profissionais. Página destinada a artigos jurídicos de utilidade abrangente que serve a todos os públicos. Também é destinada a comentários e permite que demais interessados façam publicações dentro deste tema: Direito. Também convidamos colegas a colocarem seus contato para Ad

vocacia Correspondente, bem como solicitação para Diligências. Sou autora de artigos e, recentemente o site JusBrasil me promoveu a autora e comentarista verificada da página, onde minhas publicações são oficiais na página e não revisadas. Oriento profissionais para sustentação Oral, apresentações, em geral na dificuldade de falar em público. Tenho tido procura para apresentação de teses e mesmo como se portar em audiência, partilhar algo que se faz bem (modestamente) é muito estimulante e gratificante, pois a faculdade não ensina a prática diária. Assim caso algum estudante de qualquer área, principalmente jurídica tem dificuldades para falar em público entre em contato por aqui, pelo e-mail [email protected]. Mais dados para contato em: http://amandaadv.jusbrasil.com.br/

24/04/2026

A ADPF 1005 — Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental — discutiu um ponto central da Lei do Superendividamento: o chamado mínimo existencial.

Em português claro, mínimo existencial é o valor que deveria ser preservado para que uma pessoa endividada continue conseguindo viver com dignidade.

Comer. Comprar remédio. Pagar luz, água, transporte, higiene. Existir.

O problema é que o valor hoje está fixado em R$ 600.

E é aqui que começa a crítica: a Lei do Superendividamento nasceu para proteger a dignidade do consumidor, mas, quando o mínimo existencial é tratado como R$ 600, essa proteção perde força prática.

A lei não morreu.
Mas ficou enfraquecida.

Porque não adianta falar em dignidade se o valor protegido não acompanha minimamente o custo real da vida.

Na minha visão, o mínimo existencial deveria ter como referência o salário mínimo, porque ele já nasce na Constituição como parâmetro das necessidades vitais básicas.

Se nem o salário mínimo garante plenamente uma vida digna, imagine R$ 600.

Dívida existe.
Mas dignidade também.

Procure orientação jurídica qualificada antes de renegociar dívidas ou aceitar acordos bancários.

Salve este post, compartilhe com alguém que precisa entender esse tema e siga para mais conteúdos sobre direito do consumidor, bancos e superendividamento.

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24/04/2026

O debate sobre mínimo existencial mostra o retrato mais cruel do Brasil: para o consumidor superendividado, discute-se se R$ 600 bastam para sobreviver. Para parte da elite remuneratória, cortar penduricalhos vira discurso de “trabalho escravo”.

Dívida não pode apagar dignidade. Mas privilégio também não pode sequestrar o vocabulário da dor real, que é a chaga social do trabalho em condições análogas à escravidão.

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23/04/2026

Passar orçamento não afasta cliente sério. Afasta, na maioria das vezes, quem queria solução mágica, urgência sem compromisso e estratégia de graça.

Nem todo sumiço depois do valor é perda. Às vezes, é só triagem.

Caso complexo não se resolve com “uma conversinha”.
Exige análise, responsabilidade e direção jurídica de verdade.

Quem valoriza trabalho técnico entende isso.
Quem não valoriza, geralmente se filtra sozinho.

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22/04/2026

Quitar a dívida é importante.
Mas muita gente descobre, depois, que pagar a dívida não faz o crédito voltar imediatamente.

Isso acontece porque o banco não analisa só a quitação.

Ele também observa:

histórico de pagamento
tempo de inadimplência
movimentação atual
perfil de risco

Então, depois de limpar o nome, começa outra etapa: reconstrução de crédito.

quitar dívida, limpar nome, crédito aprovado, análise de crédito, inadimplência, relacionamento com banco, histórico bancário

21/04/2026

Quitar a dívida é importante.
Mas muita gente descobre, depois, que pagar a dívida não faz o crédito voltar imediatamente.
Isso acontece porque o banco não analisa só a quitação.
Ele também observa:
histórico de pagamento
tempo de inadimplência
movimentação atual
perfil de risco.

Então, depois de limpar o nome, começa outra etapa: reconstrução de crédito.

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Você também achava que era só pagar que o banco liberava crédito de novo?

Abandono afetivo não é exagero.No direito de família, a discussão sobre abandono afetivo não é obrigar amor, e sim recon...
20/04/2026

Abandono afetivo não é exagero.
No direito de família, a discussão sobre abandono afetivo não é obrigar amor, e sim reconhecer o dever de cuidado.
Pensão alimentícia é importante, mas pensão não basta.
Quando um dos genitores é ausente, há violação do dever de cuidado e dano real, e pode existir debate sobre indenização por abandono afetivo e danos morais.
Filho não é descartável.

Salve e compartilhe.

abandono afetivo, dever de cuidado, pai ausente, indenização por abandono afetivo, danos morais, direito de família, pensão alimentícia, pensão não basta, responsabilidade parental

QUAL A SUA OPINIÃO?

18/04/2026

Pai desempregado não deixa de pagar pensão alimentícia automaticamente.
No direito de família, o desemprego não extingue a obrigação alimentar, porque a necessidade da criança permanece.
Se houve mudança real na renda, o caminho é pedir revisão de pensão na Justiça.
O que não pode é simplesmente parar com o pagamento da pensão alimentícia e transferir toda a responsabilidade para a mãe.

Pai desempregado, pensão alimentícia, revisão de pensão, obrigação alimentar e direito de família não são temas de opinião: são temas de responsabilidade.
Pensão alimentícia não é favor. É dever.

Pai desempregado não deixa de pagar pensão alimentícia automaticamente.No direito de família, o desemprego não extingue ...
17/04/2026

Pai desempregado não deixa de pagar pensão alimentícia automaticamente.
No direito de família, o desemprego não extingue a obrigação alimentar. A criança continua precisando de cuidado, sustento, moradia, escola, remédio e proteção.
Se houve mudança real na renda, o caminho é pedir revisão de pensão. O que não pode é o não pagamento de pensão por decisão unilateral.
Pai desempregado, pensão alimentícia, obrigação alimentar, revisão de pensão e direito de família não são assuntos de opinião: são deveres legais.
Pensão alimentícia não é favor. É dever de sustento.
Salve e compartilhe.

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17/04/2026

Abandono afetivo não é “falta de amor” em abstrato. Em casos concretos, o pai ausente pode violar o dever de cuidado e responder por danos morais, com indenização por abandono afetivo, dentro da lógica da responsabilidade civil no direito de família.

Pensão ajuda, mas não esgota o dever de assistência material e moral.

16/04/2026

Recebeu mensagem dizendo que há valor para liberar, mas pedindo pagamento antes?
Pare.

Confirme com sua advogada pelo número verdadeiro e não faça nenhum Pix.
Não tem advogado, procure orientação jurídica apropriada, não fazendo nenhum pagamento para quem entrou em contato.

Quer saber mais como se prevenir? Segue que eu te ensino.

10/04/2026

Quando aparece 70%, 80%, 90% de desconto, muita gente acha que ganhou uma oportunidade única.

Só que, muitas vezes, isso diz mais sobre o interesse do banco em recuperar aquela dívida do que sobre a qualidade do acordo.

Você já passou por isso?

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São Gonçalo, RJ
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