08/09/2024
Nós somos o sucesso dos nossos pais, dos nossos antepassados e da nossa família dizia Bert Hellinger.
Estamos vivos graças aos nossos antepassados, homens e mulheres chocados com as grandes dificuldades de seus tempos.
Então, se estamos vivos é graças a todos eles, às suas vivências, às suas lutas, aos seus triunfos, aos seus sacrifícios, que ao longo dos anos foram tecendo histórias extraordinárias de superação e sobrevivência que moveram a vida até ao momento presente, até à nossa existência e à dos nossos filhos.
Por isso não podemos cortar nossas raízes, nem podar nossa árvore genealógica, não podemos negar, nem rejeitar nossa história pessoal e familiar; devemos reconhecê-la, reconciliar e integrá-la.
Lembro-me de uma profunda frase de Nietzsche: “A árvore que pode subir muito alto para o céu é porque afunda suas raízes fortemente na terra”.
Por isso devemos ter um coração humilde e grato a eles, porque apesar dos pesares, somos o sucesso dos nossos pais e antepassados, eles humanos e imperfeitos, com seus recursos e possibilidades conseguiram empurrar a vida para o presente, agora é a nossa vez.
Devemos transformar a dor do passado em felicidade presente.
A vida sempre nos oferece novas oportunidades para continuarmos crescendo e aprendendo, para irmos transformando pouco a pouco, para o reencontro com nosso propósito, para continuar desenvolvendo nossos dons e talentos, que em essência são os recursos e aprendizados que depois passaremos para nossos filhos e descendentes.
“Obrigado mãe, obrigado pai, obrigado família, obrigado pela vida, o que me deram é o suficiente, daqui pra frente eu cuido. E eu farei minha vida valer a alegria.”
(Créditos ao autor)
Luiza banza