01/02/2019
O ano de 2018 trouxe mudanças que vão impactar bastante a vida dos beneficiários de planos de saúde.
A mais polêmica se refere à nova metodologia de cálculo dos reajustes dos planos de saúde individuais e familiares.
Em abril do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que a metodologia adotada pela ANS não é confiável, porque considera duas vezes uma mesma variável. Depois deste puxão de orelhas, a agência resolveu reformular a sistemática de cálculo.
A nova metodologia já está em fase de implantação. De acordo com a agência, o modelo proposto é transparente e favorável aos consumidores. Mas, a verdade é que ainda é difícil saber os novos critérios vão de fato solucionar os problemas apontados pelo TCU. Vamos acompanhar, com atenção.
A segunda novidade importante se refere às normas que disciplinam a portabilidade de carências, instituto que possibilita a mudança de plano, sem o cumprimento de novas carências e restrições temporárias de coberturas.
A nova resolução da ANS traz mudanças importantes e vamos acompanhar bem de perto a sua implementação.
A terceira mudança se refere ao procedimento adotado pela ANS, para incorporar novas tecnologias ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que é a lista de exames, procedimentos e medicamentos que devem ser, obrigatoriamente, cobertos pelas operadoras.
A nova normativa da agência promete mais transparência e oportunidade de participação da sociedade no processo de incorporação.
Como todos estes temas são da máxima importância, a ANS resolveu criar algumas oficinas, para prestar esclarecimentos.
A primeira oficina será na Cidade do Rio de janeiro, nos 12/02 e 13/02.
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