SAJO - Sociedade dos Amigos da Joatinga

SAJO - Sociedade dos Amigos da Joatinga A SAJO foi criada pela iniciativa de alguns moradores, preocupados em transformar a Joatinga em uma região valorizada de acordo com os seus predicados.

Atenção!!!!
05/05/2017

Atenção!!!!

Multa para estabelecimentos que desrespeitarem a norma será de R$ 5 mil

03/05/2017

Sajo

25/04/2017

Mudança acontece depois de cerco a festas irregulares no Joá

09/02/2017

Operação fecha cinco mansões na Joatinga onde ocorriam festas irregulares
Imóveis, avaliados em até R$ 20 milhões, eram os endereços de eventos mesmo sem possuírem alvará para esta finalidade

POR STEFANO SALLES 09/02/2017 17:24 / atualizado 09/02/2017 17:34

O superintendente Thiago Barcellos notifica uma das mansões - Stefano Salles
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RIO - Uma operação realizada na tarde desta quarta-feira pela Superintendência de Supervisão Regional da Barra da Tijuca, com apoio da Secretaria de Ordem Pública (Seop), da Secretaria da Fazenda, da Guarda Municipal e da Polícia Militar, na Joatinga, fechou cinco mansões que funcionavam como casas de festas de forma irregular. O fato foi denunciado na edição de 12 de janeiro do GLOBO-Barra por membros da Sociedade dos Amigos da Joatinga (Sajo), preocupados com a possibilidade de uma tragédia como a da boate Kiss, em Santa Maria (RS), onde 243 pessoas morreram. Os eventos eram realizados com direito a cobrança de ingressos que chegavam a custar R$ 1.500 por pessoa.

Das cinco residências interditadas, em apenas duas havia alguém para receber a notificação. Nas outras três, o documento foi fixado no portão do imóvel. A partir de agora, uma equipe da prefeitura acompanhará o funcionamento dos endereços para fiscalizar se as residências vão desenvolver eventos de cunho comercial.

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- Os estabelecimentos foram interditados para a finalidade de casa de festas, para a qual não possuem alvará. Vamos fiscalizar para que não voltem a abrir. Recebemos muitas denúncias de moradores contra esses estabelecimentos. A ordem pública será prioridade para nós. A cidade ficou abandonada por muito tempo - afirmou o superintendente regional da Barra, Thiago Barcellos.

De acordo com a Secretaria municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação, o bairro está dividido entre duas áreas de zoneamento. Além de unidades residenciais unifamiliares, elas só permitem o funcionamento de asilos, orfanatos, colônias de férias, estabelecimentos de ensino e clínicas geriátricas.

A maioria das mansões do bairro está avaliada entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões. De acordo com os vizinhos, durante a Olimpíada, uma delas foi alugada por um xeque árabe por uma diária de R$ 53 mil, e outra recebeu proposta de R$ 70 mil. São valores como estes que a Sajo estima que os proprietários arrecadem a cada locação para eventos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/bairros/operacao-fecha-cinco-mansoes-na-joatinga-onde-ocorriam-festas-irregulares-20901178
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Imóveis, avaliados em até R$ 20 milhões, eram os endereços de eventos mesmo sem possuírem alvará para esta finalidade

Thiago Barcellos assume superintendência da Barra disposto a eliminar gargalosEx-subprefeito do Centro era aliado de Edu...
09/02/2017

Thiago Barcellos assume superintendência da Barra disposto a eliminar gargalos
Ex-subprefeito do Centro era aliado de Eduardo Paes, de quem se tornou um crítico

POR STÉFANO SALLES 09/02/2017 4:30 / atualizado 09/02/2017 14:08

Thiago Barcellos foi administrador regional da Barra da Tijuca e retorna como superintendente - Fábio Rossi / Agência O Globo
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RIO - Uma das marcas do primeiro mês de gestão do prefeito Marcelo Crivella foi o fim das oito subprefeituras, substituídas por 17 superintendências de supervisão regional. Pelo novo modelo, a gestão da Barra da Tijuca e do Recreio foi separada da de Jacarepaguá, e ficou a cargo do administrador Thiago Barcellos, de 36 anos, que está voltando para casa. Casado com a primeira namorada, a dentista Marcela, com quem tem um relacionamento de 20 anos e dois filhos (Júlia, de 5 anos, e Marcelo, de 2), ele foi administrador regional do bairro em 2009, durante o mandato de Eduardo Paes. Três anos depois, assumiu a subprefeitura do Centro. Mas, hoje, é crítico do ex-aliado.

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Qual será o maior desafio da sua gestão?

Em 2009, quando fui administrador regional, vi que Cesar Maia tinha abandonado a cidade para concentrar esforços nos Jogos Pan-Americanos. Ele deixou um legado de desordem; não havia conservação, por exemplo. A situação em que Eduardo Paes deixa a cidade após a realização dos Jogos Olímpicos é muito semelhante, mas muito mais grave, porque o tamanho do abandono é proporcional à grandeza dos eventos aqui realizados.

Nessa nova função, que marcas pretende deixar?

A região tem associações e entidades muito atuantes, que nos procuram o tempo todo. Quando fui subprefeito do Centro, não pude contar com isso, porque a sociedade civil não era organizada. Quero ter um canal permanente com as associações empresariais e de moradores e aproximar os órgãos da prefeitura que atuam na região. Facilitar essa comunicação entre os órgãos sem que a superintendência ou outros intermediários precisem ser acionados acelera a resolução dos problemas da nossa área de planejamento.

Que problema da região o preocupa mais?

Terei duas prioridades: o combate à desordem e o resgate da conservação. Quando assumi a função, o prédio que abriga a sede da superintendência estava sem luz havia 40 dias. Lá funcionam órgãos de fiscalização e controle que simplesmente não podiam atuar; não tinham como mandar funcionários para as ruas. É nesse vácuo de atuação do poder público que cresce a desordem.

Hoje você é um grande crítico do governo Paes, mas participou dele. Qual a razão da ruptura?

Decidi apoiar Crivella antes da campanha. Quando saí da subprefeitura do Centro, já estava muito decepcionado com os problemas que enfrentava para fazer meu trabalho, porque havia resistências inexplicáveis, devido a interesses políticos. Vi que Pedro Paulo (candidato do PMDB à prefeitura na última eleição) não se aproximava do que eu imaginava para a cidade.

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Crivella mora no Recreio, na área de abrangência da superintendência. Ele fez algum pedido especial?

Sim. Ele tem uma preocupação muito grande com as crianças que estão diariamente nos sinais, e pediu para fazermos um trabalho especial com elas, via Secretaria municipal de Assistência Social. Pediu para ouvi-las, cadastrá-las, descobrir quem são seus responsáveis e o motivo de não estarem na escola. Ele é muito ativo; está sempre nos enviando demandas, principalmente por WhatsApp.

Separar as administrações de Barra e Jacarepaguá foi positivo para os bairros?

Acredito que sim, são bairros com características próprias e muito diferentes. Então, ter gestores próprios que trabalhem exclusivamente para suas demandas produzirá resultados muito positivos para as duas áreas.

Até que ponto o momento econômico do país e a situação das contas da prefeitura podem atrapalhar o trabalho? Afinal, a superintendência não tem orçamento próprio.

Precisamos ter criatividade e estar atentos à capacidade da iniciativa privada. Por exemplo, hoje existe a Associação Barra Segura, que instalou câmeras de monitoramento pelo bairro e compartilha as imagens com o Centro de Comando e Controle, do governo do estado e com o Centro de Operações Rio (COR), da Prefeitura. Nós podemos atuar no aspecto mais próximo do morador, pedindo e cobrando podas, iluminação pública e o fechamento de buracos, por exemplo.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/bairros/thiago-barcellos-assume-superintendencia-da-barra-disposto-eliminar-gargalos-20894945
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Ex-subprefeito do Centro era aliado de Eduardo Paes, de quem se tornou um crítico

09/02/2017

Banhistas da Praia da Joatinga ignoram lei e estacionam em locais proibidos
Moradores do Joá dizem que frequentadores da praia param inclusive em frente a garagens de residências

POR THALITA PESSOA 09/02/2017 4:30

Fluxo na Rua Paschoal Segretto prejudicado pelo e - Fábio Rossi / Fábio Rossi
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RIO — Todo dia os moradores do Joá têm de lidar com o estorvo causado pelo estacionamento irregular. Mas é no verão que o problema se agrava, em consequência do aumento do número de banhistas que, na pressa de chegar à Praia da Joatinga, param seus carros mesmo onde é proibido. Como as ruas do bairro são estreitas, a infração atrapalha o tráfego, e muita gente tem dificuldade até para sair de casa.

A situação melhorou desde setembro do ano passado, quando a CET-Rio instalou placas informando onde é proibido estacionar. Mas, como só há sinalização num dos lados de cada rua, muitos motoristas param do outro. E, quando não há mais espaço, quem chega deixa o carro até embaixo dos alertas.

Marcos Velasco, presidente da Sociedade dos Amigos da Joatinga (SAJ), conta que o problema acontece, inclusive, na Rua Paschoal Segretto, que é de mão dupla.

— A Paschoal Segretto é a principal via de acesso à praia, e só tem 64 vagas. Quando elas lotam, as pessoas agem como se tivessem carta branca para parar onde quiserem. Já tivemos problemas com uma ambulância e com um caminhão da Comlurb que não conseguiam passar porque havia carros bloqueando completamente a passagem — relata.

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As multas são recorrentes, mas nem sempre inibem as infrações.

— Muita gente para nas portas das garagens. E, quando alguém é alertado de que pode ser multado, afirma que vale a pena o risco, porque só terá de desembolsar R$ 160 se isso acontecer — conta Velasco.

A CET-Rio diz que enviará uma equipe ao local para verificar as medidas cabíveis.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/bairros/banhistas-da-praia-da-joatinga-ignoram-lei-estacionam-em-locais-proibidos-20889389
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