Advocacia Sindical e Coletiva - ASC

Advocacia Sindical e Coletiva - ASC Nossa atuação profissional envolve não apenas um compromisso político com a causa dos trabalhado

As incertezas políticas e econômicas que o país passa colocam os direitos trabalhistas, previdenciários e sociais em permanente ameaça, por isso, trabalhadores e trabalhadoras, assim como suas entidades representativas (sindicatos, confederações, federações e centrais sindicais) precisam não apenas de vigor na defesa, efetivação e ampliação desses direitos, mas também de uma qualificada assessoria

jurídica que dê o suporte necessário para tanto. Dessa forma, atuamos exclusivamente na defesa das entidades representativas dos trabalhadores e de seus associados. Portanto, nossa experiência e saber acumulados nesse campo de atuação profissional estão exclusivamente empenhados na defesa, consolidação e promoção dos direitos laborais. A assessoria jurídica de entidades sindicais envolve a defesa individual e coletiva dos interesses e direitos dos trabalhadores, a proposição de ações de controle de constitucionalidade de leis, demandas junto a organismo internacionais e o acompanhamento e assessoramento de projetos de leis, assim como emissão de pareceres e notas técnicas acerca de matérias a eles pertinentes. Além disso, nos envolvemos com as mais variadas demandas decorrentes da existência jurídica das entidades representativas dos trabalhadores, dando o suporte necessário à saudável condução desses instrumentos e garantindo que suas práticas estejam em integral conformidade com o ordena-mento jurídico pátrio. Para nós, defender os interesses dos sindicatos é também defender os interesses de toda a sua base social. Por isso, nossa atuação profissional envolve não apenas um compromisso político com a causa dos trabalhadores, mas um apurado conhecimento técnico para instrumentalizar juridicamente os seus interesses perante o Poder Judiciário, o Poder Executivo, o Poder Legislativo, o Ministério Público e empregadores em geral. É a partir desse desejo que nos agrupamos no projeto de uma advocacia sindical e coletiva cada vez mais profissional.

Dr. Gustavo Berner, sócio daAdvocacia Sindical e Coletiva - ASC, está participando da assembleia da Associação dos Docen...
27/09/2018

Dr. Gustavo Berner, sócio da
Advocacia Sindical e Coletiva - ASC, está participando da assembleia da Associação dos Docentes da Univervisidade do Estado do Rio de Janeiro - ASDUERJ. A pauta é a implementação da Dedicação Exclusiva e sua regulamentação.

O advogado Ítalo Pires Aguiar, sócio da Advocacia Sindical e Coletiva - ASC, participará, no próximo dia 26, às 13 horas...
21/09/2018

O advogado Ítalo Pires Aguiar, sócio da Advocacia Sindical e Coletiva - ASC, participará, no próximo dia 26, às 13 horas, na Câmara Municipal, da CPI que investiga o assédio moral no âmbito da administração pública municipal do Rio de Janeiro. A sessão será transmitida, via internet, pela Câmara.

Uma professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO foi objeto de criminalização por conta da de...
14/09/2018

Uma professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO foi objeto de criminalização por conta da defesa, nos fóruns formais da universidade, energética e apaixonada do financiamiento público da instituição.

A Advocacia Sindical e Coletiva - ASC fez a defesa da professora no processo criminal e a absolveu sob o argumento que a liberdade de expressão e a crítica da atuação de agentes públicos no exercício do cargo não se confundem com eventuais crimes contra a honra.

Segue notícia publicada no site do ANDES:

A docente Clarisse Gurgel, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), foi absolvida pela 1ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro da acusação de calúnia e difamação que vinha sofrendo. O acusador era Benedito Fonseca, decano do Centro de Ciências Jurídicas e Políticas (...

Estamos todas e todos abalados e sufocados pelas chamas e densa fumaça que se abate em São Cristóvão, no Rio de Janeiro,...
03/09/2018

Estamos todas e todos abalados e sufocados pelas chamas e densa fumaça que se abate em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, neste momento. Estamos desolados com a destruição do Museu Nacional, vítima do fogo e do descaso dos sucessivos governantes do Poder Executivo Federal com a manutenção da Ensino, da Pesquisa, da Extensão e, ao cabo, com a História e a Memória Nacionais.

Em hipótese alguma a “fatalidade” das labaredas podem ser creditas à gestão da UFRJ, seja lá de qual período histórico for. As Universidades Públicas têm a tão combalida e violentada Autonomia Universitária, de gestão financeira e patrimonial, mas NÃO GOZAM DE AUTONOMIA ORÇAMENTÁRIA, o que significa dizer que têm o seu orçamento vinculado ao Poder Executivo (no caso das Federais ao Ministério da Educação, nas Estaduais do Rio, como UERJ, UEZO e UENF, à Secretaria de Ciência e Tecnologia e assim por diante). Com isso, os Conselhos Universitários preparam as suas propostas de orçamentos anuais com base na previsão ideal de manutenção e investimento de custeio e pessoal da prestação da educação de excelência.

No entanto, os Poderes Executivos, atendendo às suas claras opções de políticas públicas de sucateamento da educação (certamente em função do pensamento crítico forjado nos bancos escolares que desmascaram, cientificamente, os repetidos golpes a que somos submetidos), SEMPRE ENCAMINHAM PARA O PODER LEGISLATIVO PROPOSTAS ORÇAMENTÁRIAS ANUAIS COM CORTES QUE CEIFAM AQUELAS ENVIADAS PELAS UNIVERSIDADES. Soma-se a esse atentado estatal, os diuturnos cortes no repasse financeiro ao longo do ano, atingindo até 100% em determinas rubricas, sobretudo porque a opção da “conveniências e oportunidade” é do Poder Executivo – perversidade resultado dessa equação que não garante o orçamento proposto pela Universidade, mas sim do Governo de plantão.

Para se ter ideia, nos últimos anos de 2015 para cá, a UERJ recebeu em de repasse financeiro das previsões nos orçamentos do Estado do Rio, em média chocantes 5% do custeio anual. Isto mesmo: dos aproximados trezentos milhões somente quinze milhões vieram em financeiro para fazer frente às despesas – entendem agora porque lutamos e resistimos herculeamente para garantir a UERJ viva?! Qualquer descontinuidade da prestação do serviço público da educação não pode ser creditada a ninguém senão aos Chefes do Poder Executivo e seus cúmplices de gestão.

O que estamos vivenciando hoje no Museu Nacional é mais um viés do Golpe em que estamos afundados desde nosso surgimento. É desumano e crime que lesa toda a sociedade brasileira, com extensões incontestes na história da humanidade.

Expressamos aqui toda a nossa solidariedade à comunidade acadêmica da UFRJ e, em especial, a equipe da Reitoria na pessoa do nosso querido amigo ROBERTO LEHER. Contem conosco.

Estamos atônitos com os resultados catastróficos das políticas governamentais destinadas às Universidade Públicas no Brasil inteiro. Mas não vamos nos paralisar, apesar das nossas pernas estarem bambas e os soluços nos trancarem momentaneamente a garganta. Urge uma luta nacional, que una toda a comunidade acadêmica e científica em torno de uma pauta para uma mudança constitucional que garanta às Universidades Públicas a devida AUTONOMIA ORÇAMENTÁRIA COM GARANTIA DE REPASSE EM DUODÉCIMOS MENSAIS SEM CORTES E A CONSEQUENTE DESVINCULAÇÃO DOS GOVERNOS, para finalmente efetivarmos aquela AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA COMO INSTITUIÇÃO IMPRESCINDÍVEL AO DESENVOLVIMENTO DO ESTADO.

Advocacia Sindical e Coletiva

É com imenso prazer que compartilhamos o convite para cerimonia de concessão de moção de louvor que o Sindicecierj e a A...
24/08/2018

É com imenso prazer que compartilhamos o convite para cerimonia de concessão de moção de louvor que o Sindicecierj e a Anaferj receberão, no próximo dia 30, às 10 horas, na ALERJ.

Prestamos assessoria jurídica para as duas entidade e, por isso, nos sentimos também parte dessa merecida homenagem.

No último dia 08 de junho, a sócia do ASC Nadine Borges, ex-presidenta da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro...
11/06/2018

No último dia 08 de junho, a sócia do ASC Nadine Borges, ex-presidenta da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro, e o historiador Lucas Pedretti, ex-assessor do órgão, publicaram artigo de opinião no Jornal do Brasil repercutindo o documento da CIA recém-descoberto e refletindo sobre o papel da CEV-Rio nos debates recentes acerca da justiça de transição no país.

A revelação do relatório da CIA de que Ernesto Geisel autorizou a política de execuções sumárias recolocou não só o tema da ditadura militar (1964-1985) em debate, como ainda nos permite avançar, refletindo sobre algumas das lacunas nas ...

Hoje, às 18 horas, no auditório 93 da UERJ, o sócio Gustavo Berner ministrará a aula "O golpe no mundo do trabalho". A p...
04/06/2018

Hoje, às 18 horas, no auditório 93 da UERJ, o sócio Gustavo Berner ministrará a aula "O golpe no mundo do trabalho". A palestra faz parte do conjunto de exposições que compõem as aulas da matéria "O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil", ofertada ao alunos do curso de Mestrado Profissional em Teoria Psicanalítica e Políticas Públicas. A aula será aberta a todos os interessados no tema.

No dia 09 de maio de 2018, a Advocacia Sindical e Coletiva, através dos advogados Ítalo Pires Aguiar e Giowana Cambrone,...
14/05/2018

No dia 09 de maio de 2018, a Advocacia Sindical e Coletiva, através dos advogados Ítalo Pires Aguiar e Giowana Cambrone, assessorou a assembleia na qual os Fiscais e Auxiliares de Transportes Urbanos do Município do Rio de Janeiro decidiram pela criação de um Sindicato para defesa dos interesses da categoria.

Para nós foi um prazer participar de um momento tão importante para tal categoria, contem conosco nessa caminhada em defesa dos trabalhadores.

Considerando que há uma série de verbas salariais não quitadas pelo Estado do Rio de Janeiro, inclusive o último décimo-...
24/04/2018

Considerando que há uma série de verbas salariais não quitadas pelo Estado do Rio de Janeiro, inclusive o último décimo-terceiro salário devido, a GestRio ingressou, através da Advocacia Sindical e Coletiva, com um Mandado de Segurança em favor de seus associados pedindo que o aumento da alíquota previdenciária não seja implementado enquanto tais verbas não forem pagas. A decisão liminar foi favorável. Ainda cabe recurso da decisão e o julgamento de mérito ainda será avaliado.

28/03/2018

O direito sempre decorre de processos de luta

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