Kamille Sete Advocacia

Kamille Sete Advocacia Advogada | Direito das Famílias ⚖️
Sócia fundadora — Sete e Carvalho Sociedade de Advogados
Família • Consumidor • Trabalhista
📲 Fale com o escritório

20/05/2026

Chora no processo, mas ostenta luxo nas redes sociais? A Justiça está de olho!

É uma história clássica: na hora de pagar a pensão alimentícia, a pessoa alega no processo que não tem condições ou declara uma renda baixíssima. Mas, no fim de semana, o Instagram f**a lotado de viagens, jantares em restaurantes caros e carros novos.

O juiz não analisa apenas o que está "no papel":
Muita gente não sabe, mas em ações de alimentos, a Justiça aplica a chamada Teoria da Aparência. Isso signif**a que a realidade financeira não se resume ao contracheque ou ao que a pessoa diz que ganha. Os sinais externos de riqueza e o padrão de vida elevado falam muito mais alto!

⚖️ Como as redes sociais viram provas:
O comportamento financeiro que a pessoa exibe publicamente integra o conjunto de provas do processo. Se o estilo de vida ostentado é incompatível com a "pobreza" alegada, a Justiça pode e deve fixar a pensão com base na real capacidade financeira demonstrada.

O valor dos alimentos deve garantir a necessidade da criança, e a lei não tolera quem esconde patrimônio para pagar menos. Informação jurídica evita abusos e protege os seus direitos!

Conhece alguém que está passando por essa exata situação de ver o ex ostentando enquanto nega uma pensão justa? Compartilhe este vídeo com ela agora mesmo!

Chora no processo, mas ostenta no Instagram? A lei tem a solução!Se ele jura para o juiz que ganha um salário mínimo, ma...
15/05/2026

Chora no processo, mas ostenta no Instagram? A lei tem a solução!

Se ele jura para o juiz que ganha um salário mínimo, mas vive postando viagens e luxo, a Justiça usa a Teoria da Aparência. O juiz pode fixar o valor da pensão pelo padrão de vida real que ele ostenta, e não apenas pelo contracheque.

Como provamos a verdade?

📲 Transformamos os stories e fotos de ostentação em provas blindadas.
💳 Exigimos a quebra de sigilo do cartão de crédito para descobrir como ele banca esse luxo todo.

O seu filho não precisa aceitar migalhas enquanto o outro lado vive de aparências!

Muito prazer, eu sou a Kamille! ⚖️✨Para quem está chegando agora ou para quem já acompanha o perfil há um tempo, resolvi...
13/05/2026

Muito prazer, eu sou a Kamille! ⚖️✨

Para quem está chegando agora ou para quem já acompanha o perfil há um tempo, resolvi me apresentar um pouco além da profissão.

Sou carioca, tenho 37 anos, sou casada e tenho grandes paixões na vida: minha filha Luísa e minha cachorrinha Frida. Como uma boa amante dos animais e da vida, adoro viajar para recarregar as energias, não recuso um bom doce (minha comida afetiva!) e meu combustível oficial no dia a dia é um bom mate gelado. 🧉

Minha trajetória profissional tem uma base muito especial: antes de me tornar advogada, fui Assistente Social. Essa vivência me trouxe uma bagagem imensa de empatia, escuta ativa e compreensão humana — habilidades que aplico diariamente na advocacia desde que peguei minha carteira da OAB em 2020.

Hoje, minha atuação é focada no Direito Civil, mas meu coração bate mais forte pelo Direito das Famílias, Inventário/Sucessões e Contratos. Além disso, participo ativamente de um grupo focado em Direito do Consumidor, para estar sempre atualizada e garantir a melhor orientação técnica.

Acredito em uma advocacia que une firmeza técnica e acolhimento humano. ⚖️❤️

08/05/2026

Quem toma as decisões sobre o futuro da sua família? 🤔

Um dos erros mais comuns que vejo na prática do Direito das Famílias é a crença de que a orientação jurídica só é necessária quando o conflito já se instalou.

Mas a verdade é que as decisões mais importantes — como a organização financeira do casal e a proteção dos filhos — devem ser tomadas com tranquilidade, quando ainda está tudo bem.

O Código Civil nos dá autonomia para organizar a vida familiar. No entanto, quando abrimos mão de fazer essas escolhas no presente, transferimos o poder de decisão para um juiz no futuro. E aí, deixamos de falar sobre escolhas e passamos a lidar com consequências.

Planejar o futuro da sua família com segurança jurídica é, antes de tudo, um ato de cuidado.

Não deixe o juiz decidir o futuro da sua família!O melhor momento para buscar orientação jurídica não é no meio de uma b...
06/05/2026

Não deixe o juiz decidir o futuro da sua família!

O melhor momento para buscar orientação jurídica não é no meio de uma briga, de um divórcio doloroso ou no momento do luto. O momento certo para proteger o que é seu é exatamente agora: na época da paz!

A armadilha do silêncio:
O juiz não conhece a sua história, a sua rotina ou os seus esforços. Se o casal não define as suas próprias regras financeiras, a lei fará isso por vocês de forma padronizada e fria. No fim das contas, o destino do seu dinheiro e o futuro dos seus filhos f**arão nas mãos de um terceiro (o Estado).

⚖️ A paz é o momento de criar regras:
A lei (Código Civil) oferece liberdade para vocês escolherem! É durante a harmonia do relacionamento que o casal deve atuar em conjunto com um advogado especialista para definir:

✅ A organização das contas e divisão de despesas.
✅ O regime de bens mais seguro e adequado para a realidade de vocês.
✅ As diretrizes de proteção e criação dos filhos.

Prevenção não é pessimismo, é maturidade!
Planejar o futuro não signif**a "esperar pelo pior", signif**a agir com responsabilidade. A Advocacia Familiarista atua para transformar o que seria uma imposição dura do Governo em uma escolha consciente e estratégica de vocês.

Você concorda que prevenir é melhor do que remediar? Envie este post para o seu parceiro(a) e comecem essa conversa essencial!

01/05/2026

Mora junto e não assinou nada?

Cuidado: a lei já escolheu o destino do seu patrimônio!
Vocês dividem o mesmo teto, as contas e a rotina, mas nunca foram ao cartório formalizar a relação. Você acha que o seu dinheiro e as suas conquistas estão seguros simplesmente porque "não tem nada no papel"? É aí que mora o maior perigo!

Mora junto e não assinou nada? Cuidado: a lei já escolheu o destino do seu patrimônio!Vocês dividem o mesmo teto, as con...
28/04/2026

Mora junto e não assinou nada? Cuidado: a lei já escolheu o destino do seu patrimônio!

Vocês dividem o mesmo teto, as contas e a rotina, mas nunca foram ao cartório formalizar a relação. Você acha que o seu patrimônio está seguro simplesmente porque "não tem nada no papel"? É aí que mora o maior perigo.

O regime que você NÃO escolheu:
A União Estável não precisa de um documento assinado para existir na Justiça. Se a relação de vocês é pública, contínua e duradoura, a lei aplica automaticamente a regra de ouro: o regime da Comunhão Parcial de Bens.

⚠️ O Risco Real:
Na prática, isso signif**a que aquele carro, apartamento ou investimento que você conquistou com o suor do seu próprio salário, enquanto estavam apenas "morando juntos", agora pertence 50% ao seu parceiro(a) em caso de separação.

🛡️ Escolha as suas próprias regras!
O que você não escolhe, o juiz escolhe por você. A atuação de uma Advocacia Familiarista Estratégica serve exatamente para evitar essa dor de cabeça e proteger o seu esforço. Através da elaboração de um Contrato ou Escritura Pública, nós podemos:

✅ Fixar a data exata: Estabelecer o marco inicial da relação, protegendo tudo o que você já tinha antes.

✅ Mudar o Regime de Bens: Escolher a Separação Total de Bens, garantindo que o que é seu, continua sendo 100% seu, sem surpresas no futuro.

Não deixe o Estado decidir como o seu patrimônio será dividido. Busque uma assessoria jurídica especializada e blinde o seu futuro!

Você conhece algum casal que "só mora junto"? Envie este post para eles!

24/04/2026

O seu pet também é família para a Justiça! 🐾⚖️

Recentemente, entrou em vigor a Lei 15.392/2026, um marco civilizatório que regulamenta a guarda compartilhada de animais de estimação em casos de divórcio ou dissolução de união estável.

Mas como essa nova legislação funciona na prática? Assista ao vídeo e confira os pontos principais:

A Regra é o Compartilhamento: Se não houver acordo amigável entre os tutores, caberá ao juiz determinar a guarda compartilhada do animal.

Divisão de Despesas: Os custos do dia a dia (como alimentação e higiene) f**am sob a responsabilidade de quem estiver com o pet no período. Já os gastos extraordinários (como consultas veterinárias, internações e medicamentos) devem ser divididos de forma igualitária.

Proteção Contra a Violência: Uma importante exceção protetiva foi estabelecida. Em cenários onde há histórico ou risco de violência doméstica e familiar, ou registro de maus-tratos ao animal, a guarda não será compartilhada. A custódia e a propriedade irão integralmente para a outra parte.

A nova regra consolida o reconhecimento jurídico das famílias multiespécies em nosso ordenamento, trazendo muito mais segurança jurídica e priorizando o bem-estar e a proteção dos nossos companheiros.

Conhecimento jurídico também é uma forma de proteção. Compartilhe este post com alguém que precisa saber dessa novidade ou salve para consultar depois! ✈️

🐾 Divórcio: com quem f**a o "filho de quatro patas"?A separação de um casal já é um processo doloroso por si só. Mas qua...
22/04/2026

🐾 Divórcio: com quem f**a o "filho de quatro patas"?

A separação de um casal já é um processo doloroso por si só. Mas quando há um animal de estimação envolvido na história, a disputa de quem vai f**ar com o pet costuma tornar tudo ainda mais difícil e emocional. Afinal, de quem é o direito?

O seu pet não é partilhado como uma TV!
Antigamente, a Justiça tratava os animais como meros objetos ou "móveis" (quem tinha a nota fiscal de compra, levava). Hoje, a realidade mudou. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconhece o conceito de família multiespécie.

A regra atual é focar no bem-estar do animal. O juiz vai analisar qual das partes tem a melhor estrutura, mais disponibilidade de tempo, espaço adequado e maior vínculo de afeto para cuidar dele no dia a dia.

⚖️ Direito a Pensão e Visitas? SIM!
O fato de o cachorro ou gato passar a morar apenas com um dos tutores não exclui o direito do outro! A atuação de um advogado especialista em Direito de Família é fundamental nessas horas para formalizar um acordo e garantir:

✅ Regulamentação de Visitas: Definir na Justiça os dias e horários certos para que você não seja impedido de conviver com o animal.
✅ Ajuda de Custo ("Pensão Pet"): Estabelecer a divisão justa, proporcional e obrigatória dos gastos com ração, consultas veterinárias, vacinas e banhos.

A convivência com o seu pet virou motivo de briga no fim do relacionamento? Não tente resolver isso de boca. Busque uma assessoria jurídica especializada para garantir os seus direitos e o bem-estar do seu animal!

Conhece alguém que é "mãe ou pai de pet"? Compartilhe este post!

21/04/2026

Pagar pensão não é um "passe livre" para a ausência.

A pensão alimentícia serve para suprir as necessidades materiais do filho (como alimentação, saúde e educação). Porém, a legislação brasileira e a Constituição Federal também preveem o dever de convivência, de presença e de participação ativa no desenvolvimento da criança e do adolescente.

É fundamental entender o conceito jurídico de Abandono Afetivo. Quando um dos genitores se afasta de forma contínua, ignora o convívio e omite-se na criação, ele está descumprindo um dever legal.

Como mencionado no vídeo, a Justiça entende uma premissa muito clara: o amor não se cobra judicialmente, mas a responsabilidade de cuidar, sim. Caso essa omissão sistemática cause prejuízos emocionais e psicológicos comprovados à criança (através de laudos, registros de recusa de visitas, etc.), o genitor ausente pode ser responsabilizado civilmente, gerando o dever de pagar uma indenização por danos morais. Não se trata de "precif**ar" a falta de amor, mas de reparar a violação do dever jurídico de cuidado.

No Direito das Famílias, a regra é clara: o afeto é livre, mas o cuidado é um dever.

Ficou com alguma dúvida sobre as obrigações parentais e os direitos do seu filho? Busque sempre a orientação de um(a) advogado(a) especialista em Direito de Família da sua confiança para analisar as particularidades da sua situação.

Pagar a pensão não compra o direito de abandonar!"A pensão está em dia, não devo mais nada." Essa frase, infelizmente mu...
15/04/2026

Pagar a pensão não compra o direito de abandonar!

"A pensão está em dia, não devo mais nada." Essa frase, infelizmente muito comum, esconde um erro jurídico gravíssimo. A Justiça tem um recado duro para quem pensa assim: o dever de um genitor não se resume ao suporte financeiro.

Amar é opção, cuidar é dever:
Nenhum juiz pode obrigar alguém a amar, mas a convivência, a criação e o cuidado são exigências da lei. O abandono afetivo — ignorar a vida do filho e causar traumas psicológicos pela ausência — é um ato ilícito. O genitor omisso pode ser condenado a pagar pesadas indenizações por Danos Morais para reparar a dor da rejeição.

⚖️ A dor precisa ser documentada:
Para que haja condenação, não basta apenas o relato; é preciso prova técnica. A atuação do advogado familiarista é essencial para reunir o acervo probatório correto:

📱 Evidências de omissão: Histórico de mensagens ignoradas, promessas quebradas, recusas de visitas e ausência em reuniões escolares.

🧠 Laudos Psicológicos: Relatórios de terapeutas que demonstrem o impacto real, direto e destrutivo dessa ausência na saúde mental da criança ou adolescente.

A responsabilidade parental é integral e não aceita negligência. Se o seu filho sofre as consequências do abandono afetivo, busque orientação jurídica especializada para resguardar os direitos dele.

Conhece alguém que precisa ler isso hoje? Compartilhe este post!

Endereço

Avenida Gomes Freire, 663 Sala 501/Centro
Rio De Janeiro, RJ
20231014

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Kamille Sete Advocacia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar