Clarisse Corrêa Advogadas associadas

Clarisse Corrêa Advogadas associadas Advogada especialista em direito da saúde.

Defendo os direitos dos pacientes contra abusos dos planos de saúde.
✔️Negativas de cirurgias, tratamentos, exames e medicamentos;
✔️Cancelamento indevido de plano;
✔️ Reajustes abusivos; Direito de Família
- divórcio
- pensão alimentícia
- união estável
- inventário
- guarda
- adoção

Direito do Consumidor
- ações contra empresas de consumo e concessionarias de serviço público (CEDAE, LIGHT, CEG)



Direito Criminal
- defesa em ações penais
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Direito Cível
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Direito Administrativo
- concursos públicos
- defesas de funcionários públicos

Atuação também na fase de defesa administrativa

• JOTA A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu nesta semana, por maioria, que uma clínica médica é civilmente...
24/08/2026

• JOTA A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu nesta semana, por maioria, que uma clínica médica é civilmente responsável por erro cometido por anestesista durante um procedimento cirúrgico.

O colegiado isentou o hospital utilizado apenas como espaço físico para a cirurgia e manteve a condenação da clínica médica, que teve o provimento ao recurso negado pela maioria dos ministros.

O caso trata de um pedido de indenização motivado por erro durante uma operação. A clínica locou as instalações de um hospital hospedeiro e realizou a intervenção com os próprios recursos e equipe, incluindo médico convocado para anestesia e responsável pelo dano causado à paciente.

A discussão central no colegiado foi em definir o vínculo do anestesista com a clínica e, consequentemente, a extensão da responsabilidade civil da empresa sobre o erro.

O relator, ministro João Otávio de Noronha, e o ministro Raul Araújo já haviam votado a favor da empresa. Eles defendiam que o anestesista era um profissional autônomo. A divergência aberta pela ministra Maria Isabel Gallotti, porém, formou a maioria para manter a condenação.

No debate entre os magistrados, a alegação de que o anestesista não era sócio, subordinado ou empregado foi rebatida com base nos fatos do processo. O acórdão recorrido evidenciava o depoimento de testemunhas que indicavam o profissional como o anestesista da clínica.

O desembargador convocado Luís Carlos Gambogi, que seguiu a divergência apresentando voto-vista, argumentou que o estabelecimento assumiu os riscos ao transferir o corpo clínico para atuar integralmente no hospital locado.

“A clínica toda se movimentou em direção ao hospital hospedeiro para lá realizar a intervenção cirúrgica”, destacou. Para ele, não seria possível considerar o profissional como autônomo neste contexto. A responsabilização foi atribuída por falha na escolha da equipe.

📝 Jéssica Gotlib

• Folha de S.Paulo Um hospital particular de Blumenau (SC) foi condenado a pagar R$ 300 mil de indenização a um casal qu...
24/08/2026

• Folha de S.Paulo Um hospital particular de Blumenau (SC) foi condenado a pagar R$ 300 mil de indenização a um casal que em 2009 perdeu um bebê durante o parto. De acordo com a sentença, falhas na condução do parto provocaram a ruptura do útero da mãe e a morte do bebê logo após o nascimento.

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📷 Pexels
📝 Laiz Menezes

: foto colorida mostra a barriga de uma mulher grávida. Abaixo, o texto: “Pais que perderam bebê após parto induzido sem consentimento serão indenizados em R$ 300 mil”.

22/08/2026

desistir não é uma opção aceitável

• Lawletter O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) manteve, por unanimidade, a condenação de um hospital por fa...
21/08/2026

• Lawletter O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) manteve, por unanimidade, a condenação de um hospital por falhas na condução de um parto que terminou em ruptura uterina e morte neonatal. A indenização foi fixada em R$ 300 mil: R$ 200 mil para a mãe e R$ 100 mil para o pai.

A gestante, que já havia passado por uma cesariana, foi submetida à indução do parto com ocitocina sem registro de consentimento livre e esclarecido. Segundo os autos, ela havia informado à equipe que seu obstetra anterior contraindicado uma nova tentativa de parto normal. A perícia apontou que o medicamento aumentou o risco de ruptura uterina e classificou a condução do caso como imprudente.

Para a relatora, desembargadora Quitéria Tamanini Vieira, a falha não esteve apenas no uso da ocitocina, mas na combinação de fatores de risco já conhecidos, na ausência de investigação adequada e na falta de consentimento informado. O colegiado entendeu que a conduta desrespeitou a autonomia da paciente e afastou a tese de que a ruptura uterina seria imprevisível ou inevitável.

A decisão também considerou as consequências físicas e psicológicas para a mãe, incluindo sinais de estresse pós-traumático e luto patológico, além dos impactos sofridos pelo pai. Como o atendimento ocorreu em hospital privado conveniado ao SUS, o TJ-SC entendeu que o Código de Defesa do Consumidor não se aplicava ao caso.

• O Popular SENTENÇA ▪ Renata Costa Ribeiro, apontada como falsa médica, foi condenada por usar o nome e o número do Con...
21/08/2026

• O Popular SENTENÇA ▪ Renata Costa Ribeiro, apontada como falsa médica, foi condenada por usar o nome e o número do Conselho Regional de Medicina (CRM) de uma ginecologista de nome parecido para atender pacientes em Goiânia. A decisão da Justiça determina o pagamento de R$ 15 mil por danos morais à médica Renata Costa, além da publicação de uma retratação pública nas redes sociais usadas pela falsa médica para divulgar a atuação profissional.

Ao POPULAR, o advogado Marcondes Braga, que defende Renata Costa Ribeiro, afirmou que a defesa vai recorrer da sentença. Segundo ele, a decisão teria utilizado como fundamento uma prova produzida unilateralmente para estabelecer o dano moral, o que, na avaliação da defesa, deveria ter sido apurado por perito imparcial nomeado pelo juízo.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

goiânia

• Diário de Justiça O implante de próteses mamárias numa paciente da região de São Luís (MA) não terminou como o esperad...
21/08/2026

• Diário de Justiça O implante de próteses mamárias numa paciente da região de São Luís (MA) não terminou como o esperado.

A paciente contraiu infecção e precisou ser submetida a novos procedimentos cirúrgicos, inclusive troca das próteses.

Ela processou dois hospitais e a fabricante do material em 2014, obtendo indenização por danos materiais e morais que ultrapassam os R$ 100 mil em sentença assinada em julho do ano passado e nesta quinta-feira (20) o caso teve análise em segunda instância, com acórdão mantendo as indenizações fixadas em primeira instância.

📷 Magnific

⚖️ Advocacia também é estar em constante evolução.⚖️Participar de congressos, seminários, cursos e eventos jurídicos não...
20/08/2026

⚖️ Advocacia também é estar em constante evolução.⚖️

Participar de congressos, seminários, cursos e eventos jurídicos não é apenas uma forma de adquirir conhecimento, mas uma necessidade para o advogado que busca oferecer uma atuação técnica, estratégica e cada vez mais qualificada.

O Direito está em constante transformação. Novas leis, resoluções, entendimentos dos tribunais e mudanças na jurisprudência exigem do profissional atualização permanente.

Além do conhecimento técnico, os congressos proporcionam troca de experiências, networking e contato com profissionais que vivenciam diferentes realidades e desafios da advocacia.

Para o advogado, estudar continuamente significa estar mais preparado para antecipar riscos, construir melhores estratégias e defender os interesses de seus clientes com segurança e excelência.

Na advocacia, quem para de estudar, começa a ficar para trás. ⚖️📚

• Enfoco Notícias   - Uma mulher de 44 anos, que sofre com esclerose múltipla avançada e depende de traqueostomia e gast...
20/08/2026

• Enfoco Notícias - Uma mulher de 44 anos, que sofre com esclerose múltipla avançada e depende de traqueostomia e gastrostomia, ficou sem o atendimento hospitatalar domiciliar oferecido pela plano de saúde Unimed Leste Fluminense. A família é moradora de São Gonçalo e denuncia que a prestadora do serviço de homecare não realiza mais o atnedimento.
Segundo a denúncia, a empresa teria deixado de pagar os profissionais. Sem apoio técnico, familiares têm se desdobrado para realizar procedimentos médicos complexos por conta própria. “Estamos com muito medo, depois de tanta luta perder minha irmã por conta da negligência de uma empresa”, desabafou o irmão.

Na reportagem de André Silva, o drama da família em busca de uma solução e o que diz a operadora de saúde. A matéria completa já está disponível no link dos stories ou pelo enfoco.com.br

• ConJur — Consultor Jurídico A recomendação desfavorável de órgão técnico do Poder Judiciário não vincula o magistrado,...
19/08/2026

• ConJur — Consultor Jurídico A recomendação desfavorável de órgão técnico do Poder Judiciário não vincula o magistrado, nem impede o fornecimento de medicamento de alto custo.

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ConJur

19/08/2026

⚖️ hoje é dia de Congresso Estadual da Advocacia. ⚖️

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