João Gabriel Melo

João Gabriel Melo Advogado Criminalista. Mestrando em Direito - UNESA. Pós Graduado em Processo Penal (ABDConst) e em Penal e Criminologia (PUCRS).

Especialista em Compliance (FGV / PUC-Rio / IBC). Experiência na área criminal com ênfase em Direito Penal econômico e crimes federais. Atuação em processos de grande complexidade. Advocacia preventiva com o monitoramento de riscos (investigação defensiva). Aliado a advocacia criminal desenvolvo estudos e pesquisas na área de Processo Penal e Compliance. Atualmente cursando Mestrado em Direito na Universidade Estácio de Sá.

A todos que tiverem interesse no tema da Advocacia criminal e no estudo das ciências penais deixo aqui meu perfil do Ins...
05/06/2023

A todos que tiverem interesse no tema da Advocacia criminal e no estudo das ciências penais deixo aqui meu perfil do Instagram por onde movimento mais as redes sociais.

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Aguardo vocês por lá.

Lançamento do livro de Direito Penal dos Professores Carlos Japiassu e Arthur Gueiros.Um prazer participar desse lançame...
21/03/2023

Lançamento do livro de Direito Penal dos Professores Carlos Japiassu e Arthur Gueiros.
Um prazer participar desse lançamento e ótima oportunidade para atualizar minha biblioteca.

Importante buscar informações sobre o que se fala. Nem tudo que escutamos é o que realmente é. Vale o esclarecimento!!!
25/01/2016

Importante buscar informações sobre o que se fala. Nem tudo que escutamos é o que realmente é. Vale o esclarecimento!!!

Excelente texto que precisa ser lido por todos, não para concordarem, mas principalmente para refletirem!!! Vamos debate...
18/04/2015

Excelente texto que precisa ser lido por todos, não para concordarem, mas principalmente para refletirem!!! Vamos debater mais essa questão.

"Em tempos do castigo como educação, da vingança como justiça, do grito impositivo como Direito adquirido, o medo passou a ser companheiro e legitimador da arrogância e do individualismo, combatendo e excluindo a solidariedade.

Somos induzidos dia após dia a acreditar na liberdade de escolha e de pensar. Mas essa liberdade induzida nem sempre corresponde à realidade vivida. Muitas vezes repetimos discursos prontos, estilos de vida (pré) fabricados, pensamentos e atitudes massif**adas, e, se questionados, mais uma vez repetimos padrões (pré)estabelecidos como próprios, deixando de lado qualquer possibilidade de raciocínio próprio ou argumentação. Isso é cômodo. Sabe por quê? Porque pensar diferente assusta, não seguir na mesma direção é errado, viver fora da “forma” é condenável! Pensar dá medo, e, como disse Galeano, “há quem tenha medo que o medo acabe”.

Somos treinados para ter medo, para alimentá-lo, pois isso nos protege. Mas protege de que e de quem? Hoje a palavra de ordem é austeridade, é controle pelo controle, é a implementação de medidas jurídicas que possibilitem o rigor social, vez que é através das privações individuais que se constrói o caminho para a solução da crise moral, social, ética e jurídica. E o que nos dizem as palavras?"

Por Thiago M. Minagé e Taysa Matos // Colunistas Just Vamos celebrar a fome Não ter a quem ouvir Não se ter a quem amar Vamos alimentar o que …

Não a redução da idade penal !!!!É claro que existem menores de 18 anos no tráfico e cometendo delito das mais diversas ...
31/03/2015

Não a redução da idade penal !!!!

É claro que existem menores de 18 anos no tráfico e cometendo delito das mais diversas montas. Contudo, não é aumentando o "público alvo" da responsabilização penal que será resolvido o grave e longínquo aumento da criminalidade. As politicas criminais, em terrae brasilis (Streck), sempre foram emergencialistas e no famoso bordão: "para brasileiro (ops... inglês) ver...". E assim caminha a criminalidade em nossa pátria gentil.

Por fim, faço apenas uma indagação: Alguém se lembra dos motivos pelos quais foram criados a Lei de crimes hediondos? Até sua edição, crimes graves como por exemplo o homicídio e o trafico de dr**as tinham tratamento igualitário com os demais crimes "comuns". E f**a a pergunta... A criminalidade diminuiu com a maior severidade do sistema penal? Houve algum tipo de redução dos crimes tidos como hediondos ou equiparados? Neste ínterim, sem querer adivinhar o futuro, me parece que mais uma política "para brasileiro ver..." se aproxima.

Função essencial ao funcionamento da justiça e da garantia dos direitos, que infelizmente vem sendo desvalorizada! Justa...
31/03/2015

Função essencial ao funcionamento da justiça e da garantia dos direitos, que infelizmente vem sendo desvalorizada! Justa campanha da Ordem dos Advogados do Brasil. Advocacia é coisa séria...

24/03/2015

Teste de atenção!!! A visão é um sentido que se engana com muita facilidade. Acreditamos ver o que queremos, mas quase sempre vemos o que somos conduzidos a ver. Esse tema é de extrema relevância em âmbito Processual Penal, no que concerne as falsas memórias e principalmente na midiatização dos casos penais (pois a mídia manipula as informações e mostra apenas o que quer). F**a a reflexão!

17/03/2015

Da Série "Nem tudo que parece aos olho corresponde a realidade" (1): O crime perfeito!!!

11/03/2015

Para descontrair e refletir um pouco!

Texto do Prof Jacinto Nelson de Miranda Coutinho que merece ser lido. Mas ressalto a sua última parte: "A ineficiência d...
09/03/2015

Texto do Prof Jacinto Nelson de Miranda Coutinho que merece ser lido. Mas ressalto a sua última parte:

"A ineficiência do Estado: Tolerância Zero

Ficou evidente que todas as preocupações dos corifeus e apóstolos da Broken Windows Theory se resumem à ordem e sua manutenção. Entretanto, é por demais ingênuo (embora a proposta possa ser uma representação narcísea) pensar que ao tirar a criança do semáforo e o mendigo da rua o problema estará resolvido. O que acontece com eles depois disso — afinal, o raciocínio é simples: se eles não estão lá, é porque não existem — não é problema dos “teóricos”. Do ponto de vista intelectual, beira-se à fraude.

Enquanto a postura do Estado for neoliberal, assumindo o “ter” como prioridade ao “ser”, estará o mundo fadado à proliferação de teorias impossíveis de verif**ação e inef**azes desde o próprio nascimento. Basta pensar que se tem um Estado Mínimo e para fazer viva a Tolerância Zero é preciso um Estado Máximo. Há uma contradição — diria Aristóteles: algo não pode ser e não ser ao mesmo tempo — e, com segurança, a verdade f**a fora.

De resto, a inconstitucionalidade do pregado pela Broken Windows Theory salta aos olhos. Ora, a CR diz que deve haver — e há — infrações de menor potencial ofensivo, demarcando, para não deixar dúvida, a legalidade. Afirmar o contrário, como quer a dita teoria, passando uma tábua rasa sobre todas as infrações, para considerar a mendicância igual ao homicídio — pior: a causa dele! —, afronta os mais comezinhos princípios estabelecidos por uma já sofrida Carta.

A saída não é tão obscura quanto parece, ou quanto querem fazer parecer: um Direito Penal mínimo, verdadeiramente subsidiário e que atenda à Constituição (que segue e deve seguir dirigente); educação e saúde para todos: como exigir do mendigo que “seja educado, não atrapalhe e não feda”, se não se dá a ele sequer ensino e saneamento básico? É hipócrita dizer, afinal, que “todo mundo tem o direito de dormir embaixo da ponte”. Abalou-se, na estrutura, a ética, sem a qual em perigo está a própria democracia.

Claro, tais propostas vão de encontro ao que existe de mais sagrado na política da Terra Brasilis: o voto, símbolo maior da perpetuação das capitanias hereditárias e motor de arranque de quase todas as idéias. Enquanto os apóstolos da Tolerância Zero não entenderem que ela deve alcançar — isso sim — a corrupção, com a má-fé e o mau uso do dinheiro público, continuar-se-á vivendo nesta terra encantada de valores e moral em que Alice nos conduz; de imbróglios retóricos. Isso eles não entendem, ou não querem entender. Não querem perceber que quando alguém de dentro quebra as janelas, pouco resta a fazer com os que estão lá fora (aliás, a pedra cai na cabeça deles!)."

Segue o link da íntegra do texto: http://emporiododireito.com.br/teoria-das-janelas-quebradas-e-se-a-pedra-vem-de-dentro-por-jacinto-nelson-de-miranda-coutinho-e-edward-rocha-de-carvalho/

Teoria das janelas quebradas: E se a pedra vem de dentro? – Por Jacinto Nelson de Miranda Coutinho e Edward Rocha de Carvalho Colunas e ArtigosHot Empóriomar 6, 2015 Por Jacinto Nelson de Miranda Coutinho e Edward Rocha de Carvalho - 06/03/2015 “Se não formos capazes de viver inteiramente como pesso…

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